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2009/07/18

Petição Para Valoração da Abstenção

Petição Para Valoração da Abstenção e redução, para 100, do número máximo de Deputados.

A proposta para Valorar a Abstenção

MANIFESTO!

Iniciado que está um novo ciclo eleitoral, achamos que é altura de fazer ouvir a nossa voz também.

A “NOSSA VOZ” é a voz dos segregados, dos ignorados, dos ultrajados, dos que são constantemente “lixados” pelo sistema e pelas suas instituições; dos que são vítimas, permanentemente, do gangsterismo e criminalidade institucionalizados (que se exercem de dentro das instituições) com que nos defrontamos todos os dias, que nos molestam das mais diversas formas.
O regime político actual, a chamada Democracia Representativa, não tem nada de DEMOCRACIA e nem é representativa.
Não tem nada de Democracia, já lá vamos.
A provar que não é representativa está o elevado número de abstenções. Nas recentes Eleições Europeias (Europeias 2009) os deputados eleitos representam (receberam os votos de), APENAS, 32,62% dos eleitores. Ficaram de fora, sem serem representados, 67,38% dos Eleitores. E, no entanto, TODOS os lugares para o Parlamento Europeu foram preenchidos, como se todos tivéssemos votado...
Note-se que, se fosse um referendo, o resultado não era vinculativo; não tinha mérito. Porquê esta dualidade de critérios?
Os políticos têm uma série de desculpas e “explicações”, invariavelmente cínicas, para esta anormalidade, mas “explicações” e argumentos cínicos qualquer malandrim tem para “justificar” (e manter) as suas patifarias...
Quero dizer com isto que a culpa é dos políticos e só deles. É a forma de fazer política que está na origem desta situação e é isso que tem de mudar!

Não tenhamos ilusões! Este sistema político NAZI, manhosamente disfarçado de “democracia”, impropriamente alcunhado de democracia, não irá mudar, quero dizer: NÃO IRÁ MELHORAR, por iniciativa dos políticos. Porquê? Para quê? Eles não necessitam de mudar o sistema; PARA ELES funciona muito bem. E funciona SEMPRE por maior e mais generalizado que seja o descontentamento; traduzido em abstenção PORQUE ELES são TODOS iguais, não há por onde escolher...
Este sistema não tem nada de democracia: é um sistema político vigarista e NAZI. É nazi, desde logo ao eliminar do mapa dos cidadãos com direitos todos os que não votam “NOS ELEITOS”. É vigarista fazendo as contas dos resultados eleitorais como se NÓS não existíssemos, apropriando-se, ILEGITIMAMENTE, da nossa representatividade e dos votos que lhes recusámos. Isto é um procedimento tipicamente NAZI; de democracia não tem nada. É uma ditadura de malandros sem vergonha.
Para “legitimarem” esta sua patifaria de consequências desastrosas, esses salafrários: os políticos e seus apaniguados, usam e abusam da propaganda NAZI, insultando e injuriando quem ousa manifestar assim o seu descontentamento e não votar neles, não votar porque não se justifica o esforço, bem pelo contrário: dá náuseas participar de semelhantes palhaçadas depois das campanhas eleitorais vergonhosas, onde tudo é usado EXCEPTO A VERDADE, onde os eleitos assumem compromissos conscientemente mentirosos, que regenam após tomarem posse com as desculpas mais torpes, mas que voltam a usar quando de novo em campanha.

Este estado de coisas conduziu-nos a um descalabro sem precedentes que, todavia, ameaça agravar-se.

Já não há métodos da propaganda nazi que lhes valham, que permitam continuar “a tapar o Sol com a peneira”; está à vista de todos... mas ELES negam! Sobretudo negam as suas responsabilidades, mesmo que essa estratégia da propaganda nazi só sirva para aumentar o desespero dos cidadãos e o fosso entre estes e a política.
As responsabilidades são deles e só deles: assim como têm usurpado a nossa representatividade, usando-a para cometer toda a espécie de crimes e abusos, comprometendo o nosso futuro, também podiam tê-la usado para fazer o que é correcto, o que é necessário fazer. Mas issso é contra a sua natureza... de escroques.

A impunidade que este sistema garante a essa gente sem vergonha, aos políticos (e garante-lhes impunidade porque ELES não têm vergonha, nem dignidade e não são obrigados a ter) é perversa a ponto de já ser quase banal haver notícias sobre os crimes cometidos por políticos e políticos criminosos que se pavoneiam sem pudor. E, digo eu, isto só pode acontecer porque não há nenhum político que preste. Conclui-se que as pessoas que prestam não têm lugar na política...

Este estado de coisas conduziu-nos a um descalabro sem precedentes não só na política mas também na Justiça que se transformou num antro de perfídia, controlada por criminosos; que só serve para proteger criminosos e para perseguir e molestar os cidadãos honestos.
Na justiça portuguesa, quando se trata de proteger criminosos, invoca-se a DEMOcracia e os “Direitos Liberdades e Garantias”; mas, por outro lado, quando se trata de molestar e perseguir os cidadãos de bem, todos os pretextos servem: serve como pretexto o facto de o cidadão se indignar e dizer o que pensa e sente; como serve o facto de o cidadão ser vítima dum crime e denunciar o respectivo criminoso ou criminosos. Neste último caso, como NUNCA se prova nada, contra bandidos, na justiça portuguesa (e o cidadão também não pode fazê-lo porque lhe é proibido investigar) fica “provado” que o cidadão se queixou “e não provou” (porque está impedido, por lei, de o fazer e quem pode e deve NUNCA o faz), logo será molestado perseguido e condenado, espoliado dos seus bens até... porque ousou beliscar os “direitos liberdades e garantias” existentes para uso exclusivo de criminosos e bandidos...

Pior! Chegam-nos “notícias” de diversas proveniências dizendo que, TAL COMO A POLÍTICA, o sistema judicial TAMBÉM está minado de criminosos, está minado pela Alta Criminalidade que se “protege” “combatendo” a CORRUPÇÃO, conspirando, acusando inocentes, alimentando escândalos vergonhosos como o Processo Casa Pia, etc. Tudo isso para desviar atenções e manter o alarme social com essas notícias, para que os seus crimes e respectivas consequências não tenham espaço nas notícias...
Isto é democracia?
Os políticos, claro, DIZEM nada ter que ver com a “Crise da Justiça”, devido à “famigerada” separação de poderes. Tal como tudo o resto, também este princípio é distorcido e abusado para “legitimar” a actual tirania, QUE SE EXERCE COM A CUMPLICIDADE DOS POLÍTICOS. De quem mais? Os políticos é que são eleitos, os juízes não são; são nomeados e mantidos pelos políticos...

Este estado de coisas conduziu-nos a um descalabro sem precedentes no sistema de Segurança Social que ameaça ruir a todo o momento; no nível de vida que piora em vez de melhorar; na economia onde impera o “faz de conta”; no progresso social e económico que é, cada vez mais, retrocesso, deixando os jovens sem perspectivas profissionais e os desempregados desesperados por ausência de esperança de voltarem à vida activa.

Não tem de ser assim! TODOS os problemas têm solução desde que se coloquem as pessoas certas nos lugares certos, desde que HAJA vontade de os resolver.

A eterna desculpa é a de que não há meios. É FALSO! Os meios existem!
Existem e estão, actualmente, a ser delapidados para custear a chulice dos políticos e seus apaniguados (acessores, consultores, etc.);
Estão a ser delapidados para pagar ordenados escandalosos, de gangsters, a administradores e gestores de empresas com participação do Estado, que fornecem bens essenciais (pagos por nós);
Estão a ser delapidados pagando vencimentos escandalosos aos que não são eleitos e, ainda assim, ocupam os cargos;
Estão a ser delapidados para pagar reformas escandalosas que, em alguns casos, até acumulam com vencimentos tambémde valores muito elevados...
OS MEIOS EXISTEM MAS ESTÃO A SER DELAPIDADOS, ROUBADOS por essa cambada de energúmenos, de inúteis, de salafrários, de INCOMPETENTES.
Neste texto demonstrei que a delapidação do Erário Público pelos meios que aqui se enumeram ascende a mais de 20% (VINTE POR CENTO) da Despesa Pública Corrente e há muitas outras formas de delapidação que não foram contabilizadas... Gerindo adequadamente esses meios, “geram-se” mais meios, e podem-se resolver muitos problemas, fazendo crescer a economia e subir o nível de vida dos cidadãos; até se pode reduzir a carga fiscal.

É por isso e para isso que APELO a que todos assinem esta petição EXIGINDO A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO e a REDUÇÃO DO NÚMERO MÁXIMO DE DEPUTADOS PARA 100 (Cem Deputados); A Assembleia da República passará a ter cem deputados, se e quando TODOS os eleitores votarem.

Resumidamente, a Valoração da Abstenção significa que cada partido elege uma percentagem de deputados, ou vereadores (ou o que for) igual à percentagem REAL de votos que recebeu dos eleitores, tomando como base o total de eleitores inscritos. Significa que a percentagem de abstenção se reflete em lugares vazios (porque os respectivos titulares não foram eleitos).
Significa que a duração dos mandatos é reduzida em função da percentagem de votos obtidos nas urnas e depois disso esse executivo só se mantem se for referendado e obtiver mais de 50% dos votos.
A governação é um assunto muito sério, que diz respeito a todos, logo deve ter a concordância da maioria, pelo menos; não pode ser decidida, em definitivo, por meia dúzia de pessoas das quais uma grande parte é iludida com falsas promessas, ou com outras patranhas irrelevantes.


Estas alterações do sistema eleitoral (ou outras) bem como os vencimentos dos políticos devem passar a só poder ser decididas através de REFERENDOS.
.../...

APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
.../...

2007/12/22

A MARIA MERECE???

Dizem as más-línguas, que o Palácio das Necessidades (Ministério dos Negócios Estrangeiros) é um “Paraíso” Gay.

“Dizem as más-línguas” não é o termo mais correcto. Todas as pessoas que têm conhecimento directo do assunto, ou que conhecem alguém que conheça, sabem que é assim. Portanto, o correcto será dizer: “Dizem as más-línguas”, ou as “fontes bem informadas”, decida o leitor. Agrada-se a “todos os gostos” e sensibilidades…

Dizem as más-línguas, ou as fontes bem informadas, conforme se preferir, que o Embaixador Jorge Ritto foi “escolhido”, como bode expiatório, para aquela conspiração monstruosa que é o “Processo Casa Pia”, mas que podia ter sido qualquer outro Embaixador de entre muitos que reúnem as mesmas características, antecedentes semelhantes, etc.,

Levando a conversa à laia de “má-língua” a questão quase parece trivial, de tão habituados que estamos a escândalos e situações escabrosas. Mas uma situação assim nada tem de trivial.
A incidência de gays, (ou paneleiros, se se preferir) na sociedade portuguesa, não atinge, nem de perto nem de longe, o nível generalizado que atinge entre o pessoal do Palácio das Necessidades; e não é só entre os diplomatas.
Portanto, temos de concluir que, para se chegar a uma tal situação, foi necessário muito compadrio e tráfico de influências, muito favorecimento de clã, muita descriminação e exclusão dos heterossexuais, muita troca de vantagens profissionais por “favores” sexuais; quiçá assédio, etc., etc., etc..

É óbvio que ali, no Palácio das Necessidades (Ministério dos Negócios Estrangeiros) generalizou-se a convicção de que ser gay, homossexual, paneleiro, o que se quiser usar como designação, é bom para a carreira. E, repito, não é só entre o pessoal diplomático…
Uma situação assim foi construída ao longo de muitos anos, com muitos abusos e prepotências, muitos “desvios”; foi imposta pelos altos cargos, por quem decide e por quem manda, e é impossível que ninguém tenha dado por nada, que ninguém se tenha queixado, denunciado...

Sou contra todo o tipo de descriminações ou racismo. Mas também já vi muito racista, mais racista do que todos os racistas, a ter atitudes racistas ao mesmo tempo que se queixam do racismo.
Nesta situação, do Palácio das Necessidades, é óbvio que os gays são favorecidos, "descriminados” positivamente e existe descriminação negativa (e exclusão)… dos heterossexuais. Ou então quem quiser progredir na carreira diplomática vê-se forçado a “alinhar”…

Dizem as más-línguas, ou as fontes bem informadas, conforme se preferir, que, de entre os “Bem-Aventurados” desse “Paraíso”, alguns há que, mais sensíveis a essa coisa das convenções sociais e das “boas” aparências, são casados e têm filhos.

Sim porque “ser casado” também é bom para a carreira diplomática. Evita muito constrangimento e salvaguarda, nem que seja no mínimo, as aparências.
Imaginem o que não seria um país conhecido nos meios diplomáticos internacionais como tendo um corpo diplomático constituído exclusivamente por gays, assumidos.

Assim do estilo: “É Embaixador de Portugal? Então é paneleiro, com certeza!”

Não será muito diferente a actual situação visto que, nesses meios, tudo se sabe. Nós é que já estamos habituados a fazer “papel de corno”… Somos sempre os últimos a saber!


Os que fazem o sacrifício de manter casamentos de conveniência, são os que querem todas as vantagens: são gays porque é bom para a carreira (agrada aos chefes e é essencial para ser admitido no meio) e são casados porque também é bom para a carreira: salvaguarda as aparências e evita constrangimentos excessivos.

A “participação” do embaixador Jorge Ritto no “Processo Casa Pia” também foi “muito conveniente” para salvaguardar as aparências, externamente. Sabendo-se a elevada incidência de paneleiros no corpo diplomático português, nada mais natural do que haver um embaixador entre os acusados, para que os incautos pensem que “bate certo”!
Ainda assim deve ter sido árdua a “negociação” entre máfias: a máfia gay e a máfia de criminosos e conspiradores que engendrou o “Processo Casa Pia”, a julgar pelas hesitações e pelo tempo que demorou a prisão de Jorge Ritto.

Dizem as más-línguas, ou as fontes bem informadas, conforme se preferir, que foi assim, por “merecimento” paterno, que a Maria Monteiro ascendeu ao “Paraíso” e subiu vertiginosamente na carreira, conforme consta no texto abaixo, que chegou à minha caixa de email em Fevereiro deste ano.
Afinal, este Paraíso Gay também admite excepções...

E assim Maria Monteiro passou a ter a honra de integrar a lista das mega chulices nacionais, as tais com que o erário público é delapidado em verba superior a 20% da Despesa Pública Corrente.

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A nossa Maria merece...
"De acordo Com O Correio da Manhã, Maria Monteiro, filha do antigo ministro António Monteiro e que actualmente ocupa o cargo de adjunta do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros vai para a embaixada portuguesa em Londres.

Para que a mudança fosse possível, José Sócrates e o ministro das Finanças descongelaram, a título excepcional, uma contratação de pessoalespecializado.
Contactado pelo jornal, o porta-voz Carneiro Jacinto explicou que a contratação de Maria Monteiro já tinha sido decidida antes do anúncio da redução para metade dos conselheiros e adidos das embaixadas.

As medidas de contenção avançadas pelo actual governo, nomeadamente o congelamento das progressões na função pública, começam a dar frutos.
Os sacrifícios pedidos aos portugueses permitem assegurar a carreira desta jovem de 28 anos que, apesar da idade, já conseguiu, por mérito próprio e com uma carreira construída a pulso, atingir um nível de rendimento mensal superior a 9000 euros.

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A Maria Merece?
É difícil acreditar tendo em conta o contexto. É caso para perguntar quantas outras Marias e quantos pais doutras Marias foram descriminados e lixados para que A Maria "mereça".

A Maria Merece?
Nós é que não merecemos continuar a ser governados por escumalha que compactua com estas situações escabrosas. Ninguém Merece!

A máfia gay não se confina “nas Necessidades”. Penetrou em muitos outros sectores e tem visibilidade desmesurada e absurda, em detrimento dos heterossexuais.
Há casos, por exemplo na televisão pública, que podemos constatar porque nos entram pela casa dentro, de favorecimentos de tal maneira descarados e injustificados, que são de bradar aos céus.

2005/06/08

A "Utilidade" do Parlamento em números!

Isto tudo que está neste post, é "legal", mas profundamente imoral, abusivo, criminoso, prepotente, NAZI. Os cidadãos têm o direito de ser consultados sobre isto, de serem os únicos com competência para decidir sobre estas matérias...
O amigo Semog publicou, neste post, estes números e dados. Observem bem!
"Números de um país em crise, com um déficite a rondar a casa dos 7%, no qual os "responsáveis do burgo" se apressaram a ir aos bolsos do "Zé Broa" sem apelo nem agravo.
Mas... Nem tudo vai mal no país da Catrineta!- Com as eleições legislativas de 20/Fevereiro, metade dos 230 deputados da anterior legislatura, não foram eleitos. Os que saíram regressaram às suas anteriores actividades, sem contudo saírem tristes ou cabisbaixos.
Quando terminam as funções, os deputados e governantes têm o direito, por Lei (obviamente feita por eles) a um subsídio que chamam "de reintegração", ou seja:
Um mês de salário (3.449 euros) por cada seis meses na Assembleia ou governo.
Desta forma, um deputado que o tenha sido durante um ano recebe dois salários(6.898 euros). Se o tiver sido durante 10 anos, recebe vinte salários (68.980 euros). Feitas as contas e os deputados que saíram o Erário Público desembolsou mais de 2.500.000 euros.
Vejamos então mais exemplos entre os ilustres "reintegrados":
- Luís Filipe Pereira ............... 26.890, euros / 9 anos de "serviço";
- Sónia Fortuzinhos .................. 62.000, euros / 9 anos e meio de "serviço";
- Maria Santos . 62.000, euros /9 anos de "serviço
- Paulo Pedroso . 48.000, euros /7 anos de "serviço";
- David Justino . 38.000, euros /5 anosde "serviço";
- Ana Benavente . 62.000, euros/9 anos de "serviço";
- Mª Carmo Romão . 62.000, euros /9 anos de "serviço";
- Luís Nobre Guedes ............... 62.000, euros/ 9 anos de serviço";
A maioria dos outros deputados que não regressaram, estiveram lá somente a última legislatura, isto é, 3 anos, o suficiente para terem recebido cerca de 20.000 euros cada.
No entanto, há ainda aqueles que têm direito a subvenções vitalícias ou pensões de reforma (mesmo que não tenham 60 anos). Estas são atribuídas aos titulares de cargos políticos com mais de 12 anos.
Entre os ilustres reformados do Parlamento encontramos figuras como:
- Almeida Santos . 4.400, euros;
- Medeiros Ferreira ...................... 2.800 , euros;
- Manuela Aguiar . 2.800, euros;
- Pedro Roseta . 2.800, euros;
- Helena Roseta . 2.800, euros;
- Narana Coissoró . 2.800, euros;
- Álvaro Barreto . 3.500, euros;
- Vieira de Castro . 2.800, euros;
- Leonor Beleza . 2.200, euros;
- Isabel Castro . 2.200, euro
- José Leitão . 2.400, euros;
- Artur Penedos . 1.800, euros;
- Bagão Félix . 1.800, euros.
Alguém quer comentar alguma coisa? Eu cá por mim, para já, só me apetece dizer:
É FARTAR VILANAGEM!

Portanto, façamos as contas: O Parlamento paga de reformas, apenas aos que são aqui referidos:
35 mil euros por mês. Cerca de 500 mil euros por ano. Quem é que paga? O que é que esta gente "produziu"? Alguns deles nem sequer foram eleitos, alguma vez, na sua vida. Portanto, o povo tem de pagar a estes marmanjos, quer tenham sido eleitos quer não e sem se saber se atingiram a idade de reforma ou não; sem se saber se vão acumular com outros vencimentos igualmente chulados à população. É imperioso valorar a abstenção!!!
Sabem? É que o governo acaba de abrir mais uma guerra com os professores, porque decidiu deixar de pagar a correcção dos exames, para poupar uns míseros tostões, muito menos do que este valor... Mas os professores ainda a gente sabe o que eles fazem; agora estes chulos?
Portanto, fazendo s contas por alto, parqa além dessas reformas (e outras que não estão aqui, o parlamento ainda pagou 2 milhões de euros "subsídios de reintegração", como se diz acima. Mas subsidídio de reintegração para pessoas que passam à reforma? Em qual sistema de pensões é que as pessoas que passam à reforma têm direito a "subsídio de reintegração"?
Isto tudo enquanto o governo nega, aos cidadãos, condições mínimas de sobrevivência e o acesso a reformas de miséria, conquistadas durante uma vida de trabalho (às vezes vida bem dura, de bem duro trabalho). Isto é digno?

Isto é uma escandaleira! É o cúmulo da pouca vergonha! Não apenas o número de deputados tem de ser reduzido, substancialmente, como deve passar a ser valorada a abstenção, como os vencimentos e regalias dos deputados e outros titulares de cargos públicos têm de passar a ser decididos pela população!