2005/07/16

Reduzir o número de Deputados!

O PSD prepara-se para apresentar no parlamento, dois projectos de lei destinados a reduzir o número de Deputados para 180 e a criar os círculos uninominais. Segundo o DN Online, esta proposta concretiza-se assim:
- “O PSD vai avançar com a entrega e discussão de dois projectos de lei, já em Setembro, na reabertura da Assembleia da República, tendo em vista a redução do número de deputados dos 230 actuais para 180 e a introdução dos círculos uninominais de candidatura nas eleições legislativas.
De qualquer forma, e como a Constituição obriga a que se respeite a proporcionalidade (na conversão de votos em mandatos), estes círculos são depois compensados com um círculo nacional. Que serve precisamente para permitir que quem tenha, por exemplo, 20 por cento dos votos a nível nacional garanta uma representação semelhante no Parlamento.”
E ainda:
“Os sociais-democratas há muito defendem a redução do número de deputados, o PS nunca aceitou
.”
Estou de acordo com a redução do número de Deputados. Ainda assim acho que 180 continua a ser um número exagerado. A meu ver (e de muitos outros cidadãos) o número máximo deveria baixar para 150.
Também estou de acordo com a criação dos círculos uninominais, complementados pelo círculo nacional, até porque isso permite que a representatividade de cada força política seja mais concordante com a realidade. Quanto mais a representatividade se aproximar da realidade melhor será, para a democracia e para a estabilidade governativa.
Nestas propostas há três falhas graves:
(1) Os nossos digníssimos “representantes” deveriam ganhar vergonha e compreender que não devem se arvorar o direito de decidir sobre estas matérias, que têm de passar a ser referendadas, para deixarem de estar à mercê da falta de pudor dos políticos em exercício. “Eles” já demonstraram que não têm idoneidade suficiente para decidir sobre estas matérias. É a realidade que o confirma.
(2) Os deputados devem passar a ter funções úteis de verificação do cumprimento das leis que fazem; para além de terem de passar a dar o devido seguimento aos problemas que lhes são apresentados pelos cidadãos, empenhando-se na procura e implementação das soluções. Até por isso, 180 deputados ainda é um número exagerado, que permite muita irresponsabilização pessoal, muito "jogo do empurra".
(3) A abstenção tem de passar a ser valorada, como forma de responsabilização dos políticos (e para que estes responsabilizem, como devem, todos os outros titulares de cargos públicos e de órgãos de soberania). Tem de haver uma forma de todos e cada um dos cidadãos contar de igual forma, como é suposto acontecer, em democracia, para que “eles” não possam ignorar, como fazem agora, os problemas reais, sentidos pelas pessoas.

Curiosamente, todos os outros partidos estão contra esta proposta (que apenas peca por insuficiente), usando argumentos os mais disparatados e demagógicos. Por isso todos eles se assumem como igualmente oportunistas e nazis; nenhum deles fala na valoração da abstenção, que é uma questão de elementar democracia, capaz de permitir que se criem as condições para que os nossos problemas comecem a ser resolvidos.
Dizem-se “comunistas”, “socialistas”, “progressistas”, de “esquerda”, “ecologistas” de “direita”, (do raio que os parta) mas, no essencial, são todos iguais (no pior sentido); é que podiam ser “todos iguais” com um mínimo de dignidade e de pudor, de honestidade.
Mas se estes assuntos fossem referendados, teriam que engolir o oportunismo…
Se querem ter o direito de estar no parlamento conquistem-no, mereçam-no. Porque se o fizerem, certamente que obterão os votos respectivos. É tudo uma questão de mérito, de eficiência, de confiabilidade…
Para além destas medidas, também defendo, como todos sabem, que os eleitos devem permanecer nos cargos o tempo correspondente à percentagem de votos obtidos (em relação ao total de eleitores). Findo esse prazo, a sua continuidade deve ser referendada, não se podendo recandidatar, de imediato, se não obtivessem mais de 50% dos votos. Este princípio deve ser aplicado também à AR.
É a falta de pudor evidenciada na actuação dos políticos que nos coloca a premência de imaginarmos formas de controlo (procedimentos de segurança) para acabar com a actual bandalheira, em que nenhum deles representa o que quer que seja, a não ser a si próprios e aos seus comparsas.

2005/07/12

Extinção do Ballet Gulbenkian!

Mensagem recebida por SMS:

Vai realizar-se um "Encontro de Cidadania", nos jardins da Fundação Gulbenkian,
na quarta-feira, dia 13 de Julho de 2005, às 19H30.
Passar a mensagem!"

Aqui fica o contributo...

P.S.: há uma petição, online, para assinar, contra a extinção do Ballet Gulbenkian.
Podem encontrá-la aqui

2005/07/11

Exercício, em Londres, "coincide" com Bombas!

Olhem só para isto, que está escrito em PrisonPlanet.com:
“Peter Power was a former Scotland Yard official, working at one time with the Anti Terrorist Branch.
Power told the host that at the exact same time that the London bombings were taking place, his company was running a 1,000 person strong exercise which drilled the London Underground being bombed at the exact same locations, at the exact same times, as happened in real life.”

Em Português: Peter Power era um antigo oficial da Scotland Yard, a trabalhar para a secção anti terrorista.
Power disse que no exacto momento em que os atentados de Londres aconteciam, a sua companhia executava um exercício, envolvendo 1.000 pessoas, que tinha como pressuposto a ocorrência de explosões (atentados), no Metro de Londres, exactamente nos mesmos locais, e horas, dos atentados ocorridos realmente.

E ainda:
The exercise fulfils several different goals. It acts as a cover for the small compartimentalized government terrorists to carry out their operation without the larger security services becoming aware of what they're doing, and, more importantly, if they get caught during the attack or after with any incriminating evidence they can just claim that they were just taking part in the exercise.
This is precisely what happened on the morning of 9/11/2001. The CIA was conducting drills of flying hijacked planes into the WTC and Pentagon at 8:30 in the morning.
It is clear that at least five if not six training exercises were in operation in the days leading up to and on the morning of 9/11. This meant that NORAD radar screens showed as many as 22 hijacked airliners at the same time. NORAD had been briefed that this was part of the exercise drill and therefore normal reactive procedure was forestalled and delayed.
The large numbers of 'blips' on NORAD screens that displayed both real and 'drill' hijacked planes explain why confused press reports emerged hours after the attack stating that up to eight planes had been hijacked.”

Em Português: “O exercício cumpria vários objectivos diferentes. Agir como uma “cobertura” para o pequeno “agrupamento” terroristas do governo, para realizarem a “sua operação” sem que os serviços de segurança superiores tomem consciência do que eles "fazem"; e, mais importante, se fossem surpreendidos durante o ataque, ou em seguida, com alguma evidência incriminatória, poderem apenas reivindicar que estavam fazendo testes, integrados no exercício.
Isto é precisamente o que aconteceu na manhã de 9/11/2001, em Nova Iorque. O CIA realizava exercícios de voo de aviões sequestrados, no World Trade Center e no Pentágono, às 8:30 da manhã.
Está confirmado que eram cinco, se não seis, os exercícios de treino integrados nesta “operação” nos dias que antecederam e na manhã de 11 de Setembro de 2001. Isto significou que os écrans dos radares de NORAD mostraram à volta de 22 aviões sequestrados ao mesmo tempo. NORAD tinha sido instruído que isto fazia parte do exercício e, consequentemente o procedimento reactive normal foi prevenido e atrasado.
Um grande número de 'blips' nas telas de NORAD que indicavam “aviões sequestrados” (incluindo os dos exercícios), explicam porque os relatórios de imprensa, surgidos na confusão, horas após o ataque, indicavam a existência de até oito aviões sequestrados."

Especificando melhor:
“The US government has been caught planning to carry out attacks and carrying out attacks. The British government has been caught red-handed as well. Members of Vladimir Putin's FSB were caught planting bombs in a Russian apartment building in 1999 by the Moscow police.
This is not speculation. Kermit Roosevelt admited on NPR radio that in 1953 the CIA and British intelligence carried out a wave of bombings and shootings in Iran. He then went on to brag about how they subsequently blamed the bombings on Iran's President, Mossadegh. Do you understand, these people brag about what they do 40 years later?
The London bombings have the same signature as the Madrild bombings of 3/11. Both of these bombings are almost indistinguishable from the Bolognia bombing in 1980 that killed over 80 people.
The bombing in Bolognia was part of a CIA operation code named Gladio, where the US government would pay right-wing terrorists to carry out bombings to be blamed on leftists in Europe. All of this was blown wide open when two of the Bolognia bombers were convited in an Italian court, forcing them to spill their guts admitting that they were neo-fascists contracted by the CIA. Operation Gladio documents have since been declassified.
The London terror alert level was lowered before the bombings took place. This gave the purpotrators extra cover to plan and execute the attack without having to evade the most stringent security.”

Em português:
O governo dos USA foi “apanhado” a planear levar a cabo ataques e a realizar ataques. O governo britânico foi “apanhado” em actos semelhantes (comungando dos mesmos objectivos) também. Os membros de FSB de Vladimir Putin foram “apanhados”, pelas polícias de Moscovo, a colocar bombas num edifício de apartamentos Russo, em 1999, para “incriminar “os terroristas Tchetchenos.
Isto não é especulação. Kermit Roosevelt admitiu, no rádio de NPR, que, em 1953, o CIA e a “Inteligência britânica” realizaram uma onda de atentados à bomba e de tiroteios, no Irão. Foi então que começaram a alardear (gabarolar-se) sobre como responsabilizaram, subsequentemente, o presidente de Irão, Mossadegh. Vocês compreendem estas pessoas que se gabam das atrocidades que cometem, 40 anos mais tarde?
Os atentados de Londres (em 07-07-2005) têm a mesma “assinatura” dos atentados de Madrid (de 11-03-2004); e ambos estes atentados são “indistinguíveis” dos atentados de Bolonha, em 1980, que mataram mais de 80 pessoas…
As atentados de Bolonha fizeram parte da “operação da CIA” a que foi dado o nome de código de “Gladio”. O governo dos USA pagaria a terroristas de direita para realizar atentados a serem “imputados” aos “esquerdistas” da Europa. Toda esta “conspiração” foi “exposta” quando dois dos bombistas de Bolonha foram levados a um tribunal italiano, forçados a declarar os seus objectivos e admitiram que eram neo-fascistas, contratados pela CIA. Os documentos da operação “Gladio” foram desclassificados, desde então...
O nível do alerta “terrorista”, em Londres, foi reduzido antes da ocorrência dos ataques bombistas. Isto deu aos seus executores a cobertura extra para planearem e executarem o ataque sem ter que enfrentar uma segurança mais estrita."
É o que eu digo: as evidências são aos milhões...