2006/03/29

A Demolição Da Censura?

Copiado directamente de "Para mim tanto faz"

Na semana passada, o actor norte-americano Charlie Sheen (Platoon – Os Bravos do Pelotão, Wall Street) colocou a carreira, e a própria vida, em risco ao dar duas entrevistas ao activista Alex Jones, nas quais pôs em causa toda a versão oficial dos atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001.
Foi desta forma que ele se juntou a um grupo de centenas de personalidades que, nos últimos quatro anos e meio, têm vindo a público afirmar que essa versão oficial não só é implausível como impossível, chegando a violar as próprias Leis da Física.
Este grupo inclui Andreas Von Bülow, antigo ministro da Defesa e da Tecnologia da Alemanha e ex-director dos Serviços Secretos Alemães;
Michael Meacher, ex-ministro do Ambiente do governo britânico de Tony Blair;
Ray McGovern, antigo conselheiro presidencial e ex-analista da CIA;
Paul Craig Roberts, Secretário do Tesouro durante o mandato do ex-presidente norte-americano Ronald Reagan e pai da sua política económica;
Robert Bowman, antigo director do Programa de Defesa Espacial Star Wars e ex-coronel da Força Aérea dos EUA;
Steven Jones, Professor de Física da Universidade de Brigham;
David Shayler, ex-oficial do MI5, os serviços secretos britânicos;
Morgan Reynolds, Professor catedrático da Universidade A&M do Texas que integrou o governo do actual presidente norte-americano George W. Bush durante o seu primeiro mandato,
e muitos, muitos outros.

Alguns destes nomes fazem parte de um movimento criado em Janeiro deste ano chamado Scholars for 9/11 Truth (Académicos pela Verdade sobre o 11 de Setembro), que conta com cerca de 50 membros, entre os quais professores universitários, estudantes, cientistas e investigadores de diversas áreas.
Todas estas individualidades apresentam informações que têm sido constantemente censuradas pelos órgãos de comunicação social, e sugerem que o 11 de Setembro tenha sido um golpe interno perpetrado pela elite que controla o poder político e militar nos EUA.
Algo que se torna ainda mais perturbador quando muitos outros atentados, como os de 11 de Março de 2004 em Madrid e os de Julho de 2005 em Londres, sofrem dos mesmos sintomas: modus operandi semelhantes, planeamento e execução militares, ocultação de factos, uma investigação ridícula e versões oficiais incoerentes que não resistem a indagações mais meticulosas.
Os objectivos de todas estas operações psicológicas são comuns: muito resumidamente, criar várias crises de terror em toda a população ocidental e apresentar como soluções imediatas cruzadas bélicas para ocupar pontos estratégicos no planeta, permitindo a expansão da hegemonia global norte-americana e o controlo total de recursos vitais; ao mesmo tempo que se retiram liberdades aos cidadãos sob o pretexto de uma maior segurança, permitindo controlar toda a população e aniquilar quaisquer linhas de pensamento dissidentes (“é para vossa protecção!”, tal como referido em V de Vingança, um filme actualmente em cartaz que recomendo).
No entanto Charlie Sheen fez na semana passada o que ilustres investigadores, professores catedráticos e ex-ministros não conseguiram durante quase cinco anos: furar a censura e conseguir algum tempo de antena num programa da CNN, que transmitiu as suas declarações e expôs milhões de pessoas a factos sobre o 11 de Setembro que têm sido permanentemente ocultados.
Um feito ao qual se seguiu uma onda de ódio na imprensa norte-americana e britânica – os fabricadores de opinião atacaram Sheen pelo seu passado controverso mas foram incapazes de contestar os factos expostos por ele.
O actor, agora também activista político, respondeu pessoalmente a vários ataques e desafiou os media a confrontar as evidências.
De notar que os actores Gary Busey (Arma Mortífera, Predador 2) , Dean Haglund (Ficheiros Secretos) e James Woods (Ghosts of Mississippi) já muito antes tinham vindo a público dizer que existem milhares de perguntas sobre o 11 de Setembro que permanecem sem resposta.
Nas últimas horas, a actriz Sharon Stone (Instinto Fatal) e o actor, realizador e produtor Ed Asner juntaram as suas vozes a Charlie Sheen.

Aos poucos a população directamente afectada pelas operações de terror acordou e percebeu que o discurso dos políticos e dos jornalistas não bate certo com a realidade. Na sequência das reportagens sobre Sheen a CNN questionou o seu público se acredita que a administração norte-americana encobriu a verdade sobre o 11 de Setembro: 83% dos participantes disseram que sim, numa consulta com mais de 53.000 votos únicos.
Uma sondagem da Zogby International realizada a Agosto de 2004 em Nova Iorque indica que 49,3% dos habitantes dessa cidade acreditam que os líderes norte-americanos tiveram conhecimento prévio dos atentados do 11 de Setembro e conscientemente deixaram-nos acontecer; e 66% querem uma nova investigação desses acontecimentos.
Aqui ao lado, em Espanha, repetem-se os números: a sondagem patrocinada pelo jornal El Mundo no segundo aniversário dos atentados do 11 de Março revela que 66% dos espanhóis acreditam que ainda não lhes disseram a verdade sobre o que realmente aconteceu nesse dia nos comboios de Madrid.
Mas mesmo com os cidadãos a fazerem perguntas e as celebridades a levantarem as suas vozes o bloqueio informativo permanece, e o futuro continua muito sombrio. Este embuste do terror islâmico e da Guerra contra o Terrorismo já provocou a morte de centenas de milhares de seres humanos; a invasão e destruição de dois países: Afeganistão e Iraque; e o estrangulamento das poucas liberdades civis que nos restam.
Os verdadeiros terroristas e as suas redes de cúmplices estão neste preciso momento em stand-by para avançar rumo ao terceiro país a ser “libertado”: o Irão. Um acto desesperado cujas consequências são imprevisíveis.
Que mais é preciso acontecer para agirmos?
Aqui por Portugal, tanto a comunicação social (tirando algumas raras excepções) como todos os partidos políticos colaboram activa e conscientemente na execução e encobrimento destes crimes. Eles já revelaram de que lado estão.

E nós, vamos ficar de braços cruzados à espera dos próximos atentados, quem sabe se nucleares? As bombas do 11 de Março provocaram 191 mortos e mais de 2000 feridos, e explodiram a menos de 400 quilómetros do nosso país. Como já foi dito, não estamos livres que Portugal seja o palco escolhido pelos criminosos para um dos próximos rituais de chacina humana. Por outro lado, já estamos a pagar esta loucura no preço do petróleo, e muito mais pagaremos quando a anunciada invasão do Irão encerrar todo o Golfo Pérsico.
Estes políticos estão contra a vontade da maioria da população que supostamente representam, e mancharam o nome de Portugal através da sua subserviência política e militar, cedendo tropas e equipamento de combate e gastando largos milhões de euros dos nossos impostos para participar num dos maiores crimes de sempre contra a Humanidade.
A conclusão é muito simples: temos de ser nós próprios a passar a palavra!
Vejam e divulguem os vídeos com a informação que a CNN transmitiu mas que os media portugueses não se atrevem a tocar:
Parte 1, 23/03:
Parte 2, 23/03:
Parte 3, 24/03:
Parte 4, 24/03:
Parte 5, 27/03 (com Sharon Stone):
Primeira entrevista de Alex Jones a Charlie Sheen:Vídeo:
Áudio:
Segunda entrevista de Alex Jones a Charlie Sheen: Áudio baixa qualidade:
Áudio alta qualidade:
Site oficial de Loose Change, o melhor documentário sobre o 11 de Setembro: Trailer de Loose Change:
Baixa qualidade:
Alta qualidade:
Reportagens da FOX sobre Loose Change (Dezembro de 2005):
Reportagem 1:
Reportagem 2:

Vou só acrescentar mais este link, que me foi sugerido por email, porque também vale a pena ler e consultar

Então "Passemos a palavra"!

P.S.: É por isso que eu defendo a valoração da abstenção. Agora, os nossos políticos são mais fiéis e subservientes para com os americanos (a pior escumalha entre os americanos) do que são representantes do próprio povo que os elegeu. Por menos votos que tenham, por mais que os cidadãos se recusem a votar neles, actualmente isso não faz qualquer diferença... eles continuam a usar o poder para servir os americanos.

Este artigo e este tema são referidos ou reproduzidos em (que eu saiba):
- Troll-Urbano
- Para Consumo da Causa
- Arredemo, onde se diz que a denúncia "anda a percorrer a rede"!
- Um Homem das Cidades, onde se podem encontrar muitos outros interessantes artigos sobre este assunto,
- e ainda em destaque em "A Nau Catrineta"
- Para além das caixas de comentários dos blogues linkados na margem.
No AspirinaB este comentário foi censurado (Rectificação: afinal o comentário, no AspirinaB, terá sido eliminado acidentalmente "pelo sistema de edição", "por conter vários links?"!)

Este blog bateu um novo recorde de visitas. Em poucos dias mais de 500 pessoas leram este artigo aqui (haverá muitos mais que leram nos outros sites)... É só para provar que é possível romper a barreira de censura, cretina, dos OCS...
A participação de todos e de cada um é (aqui também foi) muito importante... Mas ainda há muita coisa para fazer...


APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa

2006/03/28

No Reino do “Faz de Conta”!

Este post também poderia chamar-se: O Império da Vigarice, ou: A ditadura da “Realidade Virtual”!
Na verdade há muitos adjectivos apropriados para caracterizar os “fenómenos” sociais que moldam as nossas sociedades, tornando-as desumanas.
É bizarra, para não dizer absurda, a situação imposta aos cidadãos, nos dias de hoje.
Os “nossos” regimes políticos têm o rótulo de democráticos. Já todos sabem que estou em completo desacordo; que os considero, na essência, reaccionários e mesmo nazis em alguns aspectos que não são, de todo, de somenos importância.
A peculiaridade como penso este sistema e os nossos problemas (incluindo as vias para soluções) tem feito com que, algumas vezes, me tenha “pegado de razões” com alguns outros blogueres e comentadores, embora estes, via de regra, se limitem a repetir “ideias” muito difundidas; que funcionam assim como uma espécie de “mensagens subliminares”, destinadas a nos encurralar psicologicamente.
Todos sabem o que penso dos nossos políticos, responsáveis a todos os níveis da sociedade e também dos nossos “notáveis”, da nenhuma consideração que me merecem. Eles são os mesmos que repetem e repetem e repetem estas ideias cretinas que amarram cada um, de pés e mãos, ao seu individualismo e também à sua “superioridade absoluta” em relação aos outros, com especial destaque para os contestatários e para os “intelectuais”. É muita a confusão que grassa, por aí. A ela se deve uma boa parte da nossa desesperança colectiva…

Quando as pessoas perceberem, com objectividade, o que se passa à sua volta e também o papel que compete a cada um, estaremos muito mais perto da resolução (quiçá definitiva) dos nossos magnos problemas. Enquanto permanecermos amarrados (não conseguirmos nos libertar) daquelas “mensagens subliminares” que, de tantas vezes repetidas, nos ofuscam as ideias e criam muita confusão, a resolução dos nossos problemas não passará duma miragem.
Para que se perceba melhor o que quero dizer, vou repetir aqui uma afirmação já feita noutra altura e que vem a propósito:
“É inegável a existência dum padrão de comportamento, maioritariamente adoptado, que é determinado pelas condicionantes sociais, pelo funcionamento da sociedade e das instituições; determinado “superiormente”. Quero eu dizer que a forma como uma sociedade é governada e organizada, a forma como funcionam, ou não, as instituições, determina, maioritariamente, o comportamento do seus elementos, ao contrário do que se pretende fazer crer, frequentemente, entre nós, culpando a “natureza humana” e “os outros”, pelas nossas desgraças.”
É aqui, nas “condicionantes sociais” que é determinante o papel dos líderes, políticos ou outros, e primordial o papel e a acção de quem governa.
Nos dias de hoje, em que grassa o descontentamento, a depressão e a desesperança na maioria das pessoas (porque não vêem saída, deste descalabro), é imprescindível que percebamos estas coisas e também como contribuir para as alterar.
A “mensagem subliminar” (ou as mensagens subliminares) de que falo acima produzem, em cada um, um estado de incoerência que cumpre, na perfeição, o objectivo com que é incutido:
(1) - Por um lado, as pessoas deixam-se influenciar e dominar pelos critérios de valoração dominantes, perdendo a noção da sua posição na sociedade e da sua interdependência com esta. Os cidadãos comuns só vêem e conhecem (e aceitam como importantes) os notáveis, os políticos, os que têm acesso aos OCS, ignorando todas as outras pessoas, tal como o fazem os próprios políticos.
Assim sendo parece normal (sempre foi assim e nem se pensa muito nisso) que o sistema eleitoral seja vigarista e nazi, em relação aos abstencionistas. Estes fazem parte dos anónimos, daqueles que não existem, até porque não existem para os notáveis, únicos critérios que são conhecidos e aceites como "validados"…
(2) – Por outro lado, há por aí muita gente que fala e diz o que pensa; que está contra este estado de coisas e o manifesta, mas… como cada um se acha melhor e mais digno do que os próprios políticos e notáveis (não é difícil) mas, como os outros que estão fora deste “universo” não existem (pelo menos como pessoas com valor, só como números e apenas nalgumas situações, não em todas), estas pessoas ficam à espera de que tudo se resolva no seu próprio diálogo com estes notáveis. É aquela situação que se costuma definir como: “ver a árvore mas não ver a floresta!”
(3) – Além disso, confrontados, repetidamente, com a sua própria ausência de importância, por constatarem que o que pensam e sabem e sentem nada vale para esta escumalha, uma boa parte das pessoas acha que é necessário “acabar com isto” lutar contra isto, mas ficam à espera que outros o façam, até porque eles próprios não têm importância (eu diria que não sabem tê-la, mas isso é mesmo assim)… O problema é que os “dirigentes” das lutas e os contestatários são tão maus como os contestados… Desenganados (ou inconscientes da persistência e esforço necessários para vencer) uma boa parte destes passa a engrossar o coro da cretinice, de que “a culpa é dos outros”, sem perceberem que eles próprios são tão “outros” como quaisquer “outros”.
Este conjunto de sentimentos e contradições cumprem, na perfeição, os seus objectivos: anular “O ENORME PODER” que está nas nossas mãos e que não sabemos usar

Talvez a maioria dos que me lêem não perceba a importância do que estou a tentar dizer; haverá até alguns que já desistiram. É pena mas, quem sabe, outros virão…. Percebe-se melhor se vos disser que é esta desorientação e esta falta de objectividade, na avaliação da situação actual, que cria as condições para o êxito das mentiras dos governantes e para se garantirem impunidade de todos os seus crimes.
Se tivermos em conta a enorme quantidade de crimes que os nossos governantes têm cometido, com os quais têm destruído este país e que continuam a cometer mercê da impunidade que assim se conseguem garantir, a situação já é muito grave (para nós, portugueses, é gravíssima);
Mas se compreendermos que, a nível internacional, é este mesmo “mecanismo”, de mentira, propaganda enganosa, prepotência e impunidade (mercê daquela “confusão”), que permitiu que se chegasse a uma situação tão grave e assustadora, então talvez percebamos melhor o quanto é importante “pôr as ideias no lugar”.
Porém, deixem-me que vos diga: a situação, no nosso País, é muito mais grave! É mais fácil aos americanos, que têm outro postura intelectual em relação a estas coisas e que são, sem sombra de dúvidas, muito mais exigentes para com os seus governantes, resolverem os seus problemas do que a nós resolvermos os nossos. Sendo que a resolução dos problemas deles não "arrasta" a resolução dos nossos que tem de ser construída cá...
Aliás, a nossa situação é tão grave porque não conseguimos resolver estes problemas nem mesmo por arrastamento, quando os outros países “se libertam” da sua própria escumalha.

Na actual situação do País e do Mundo, está implementada uma ditadura do virtual. Os governantes não têm que actuar sobre a realidade, que ser eficientes na resolução dos problemas reais; basta-lhes discursar, mentir, fazer propaganda enganosa, anunciar medidas da treta como se fossem grandes feitos, enunciar “boas intenções” e excelentes objectivos, para justificarem todo o tipo de desmandos… E se as coisas correrem mal (porque não podem correr bem, não têm condições para correr bem) basta arengar uma qualquer desculpa, mesmo que falaciosa e incoerente, ou reveladora de cretinice, que tudo “se compõe”… excepto para nós, porque assim, a nossa situação desastrosa só pode piorar… e piora, porque não pode ser doutro modo!
Estou a pensar nas desculpas agora invocadas por Durão e outros, para terem apoiado a guerra, nas “desculpas” do próprio Bush, e nas mentiras de Sócrates, para citar apenas alguns exemplos…

Entre nós, apesar do descrédito do P.M., por ter mentido aos cidadãos, assiste-se a uma enorme azáfama a anunciar medidas da treta, que não têm qualquer influência na resolução dos nossos problemas, das quais algumas nem serão implementadas, como é costume acontecer.
É a ditadura do “virtual”, o Reino do “faz de conta”, da propaganda enganosa. Das medidas, algumas não serão aplicadas, os problemas concretos (cuja resolução arrastaria estas e outras medidas) ficam por resolver, continuando-se a ignorar os cidadãos.

Não vêem, estes bandidos, que só a resolução dos problemas concretos, de todos e de cada um dos cidadãos, cria as sinergias necessárias para que a situação possa melhorar?
A lógica que “justifica” todo este esforço de propaganda enganosa (e pérfida) tem por base a constatação daquele sentimento de ausência de importância individual, que deve fazer com que cada um “acredite” que “as medidas” são boas e fundamentais para o conjunto, mesmo que para os próprios não tenham qualquer importância, ou nunca lhes sejam aplicadas.
Não vêem, estes bandidos que o comportamento das pessoas está condicionado pela forma como funcionam as instituições, pela forma como somos governados, objectivamente, nos actos e decisões concretos, do dia a dia e em cada caso?
Não vêem que as soluções passam pela resolução dos problemas concretos dos cidadãos, sem cuja estes permanecem reféns da “desorientação” e da desesperança, encurralados psicologicamente, o que torna inúteis os seus esforços, o seu valor e as suas potencialidades?
Tentei explicar por que é tão importante elevar o nível de exigência sobre os governantes, por quê é tão importante, fundamental mesmo, lutar pela valoração da abstenção, divulgar esta ideia com insistência e persistência… até conseguir
.
Também, não adianta desistir; não vamos a mais nenhum lado, porque não há outra saída… E os nossos problemas, cedo ou tarde terão de ser resolvidos, a bem ou a mal, teremos que aprender como fazer…
Que seja a bem, enquanto é tempo!

2006/03/27

Todos Temos O Direito De Saber!

Em Democracia, todos temos o direito de saber!
Sofocleto "postou" sobre o 11 de Março em Madrid, a propósito da publicação, pelo chefe dos Serviços Secretos espanhóis, das primeiras conclusões da investigação.
Aí deixei este comentário:
"Claro que os atentados de 11 de Março, em Madrid, foram obra da CIA, por mais que alguns queiram lançar confusão e "impor-nos" lógicas absurdas, desmentidas pelas evidências... Mas quem fez o relatório sabe-o muito bem! Porquê a omissão? "Estes" são todos iguais; não há como confiar nesta gente que não percebe que este tipo de "segredos" são incompatíveis com a democracia, são atentados contra a democracia. Se são os cidadãos que têm de decidir, devem saber de tudo. Qualquer "segredo" que tenha de permanecer "secreto" por mais de seis meses, só pode ser uma conspiração contra a democracia... Esta gente não aprende..."


Depois, passeando por aí, acedi a esta página, donde copiei o que se segue:

Did you know that:

1 - Twenty leading journalists, including winners of several Emmys and a Pulitzer, have described being prevented by corporate media ownership from reporting riveting stories on major cover-ups.
2 - BBC News has exposed plans of the US military to "provide maximum control" of the Internet, as detailed in a declassified secret Pentagon document signed by the US Secretary of Defense in 2003.
3 - You are likely eating genetically modified food every day which scientific experiments have repeatedly demonstrated can cause sickness and even death in laboratory animals.
4 - Detroit's leading newspaper reported that the 1908 Ford Model T boasted a fuel economy of 25 miles per gallon. Yet almost 100 years later, the EPA average mileage for all cars is under 21 mpg.
5 - Government documents released through the Freedom of Information Act show that the top Pentagon generals once approved plans to kill innocent Americans and foment terrorism in major US cities.
6 - The former editor-in-chief of the prestigious New England Journal of Medicine has revealed that the total profits for the ten drug companies in the Fortune 500 ($35.9 billion) were more than the profits for the other 490 businesses combined ($33.7 billion), and that these companies have co-opted Congress.
7 - Three major US publications stated that several of the 9/11 hijackers, including lead hijacker Mohamed Atta, may have had training at secure US military installations.
8 - A highly decorated US General wrote a book titled War is a Racket, which clearly depicts how he was manipulated and how most wars are waged largely to keep the coffers of the big corporations filled.
9 - Top government officials and other leaders have publicly stated that 9/11 may have been an inside job.
1o - The mainstream media virtually censored these 10 other major news stories.

Traduzindo, para mais fácil leitura:
Sabia que:

1 - Vinte jornalistas de referência queixam-se de serem impedidos, pelas corporações proprietárias dos meios de comunicação, de escrever sobre as mais importantes histórias conspirativas...

2 - A BBC denunciou planos de US military destinados a exercer o máximo controlo sobre a internet, assinados pelo Secretário da Defesa, em 2003;
3 - Todos nós temos fortes probabilidades de estar a comer produtos geneticamente modificados que demonstraram, repetidamente, em experiências científicas, poder causar doenças e até a morte...
4 - Um jornal de Detroit referiu a existência dum modelo da Ford, de 1908, que permite uma considerável economia de combustível. Cem anos depois, apenas circulam carros com elevado consumo de combustível...
5 - Um documento governamental, acessível devido às regras da liberdade de informação, mostra que os responsáveis do Pentágono aprovaram planos para assassinar cidadãos americanos inocentes e fomentar o terrorismo nas cidades americanas.
6 - O editor chefe dum prestigiado jornal de medicina, da Nova Inglaterra, revelou que os lucros das dez maiores empresas farmaceuticas ultrapassam em muito os lucros das restantes 490 e que aquelas maiores empresas co-optaram o Congresso Americano...
7 - Três das maiores publicações americanas relataram que vários dos sequestradores dos aviões em 11 de Setembro, incluindo o principal deles, foram treinados em instalações militares americanas, de alta segurança.
8 - Um general condecorado, do exército norte americano escreveu um livro "War is a Racket" onde descreve como foi manipulado e como as guerras podem ter como único objectivo manter cheios os cofres de algumas corporações.
9 - Vários lideres, incluindo oficiais de topo do governo, admitiram, publicamente, que o 11 de Setembro pode ter sido um "trabalho interno".

10 - Os "media" censuraram, literalmente, estas 10 novas histórias

Aqueles que teimam em repetir, obcessivamente e estupidamente, que isto são "teorias da cconspiração", entretenham-se a seguir os diferentes e inúmeros links do site. Pode ser que aprendam alguma coisa, ou pelo menos, que ganhem vergonha e deixem de fazer tristes figuras, negando o óbvio e repetindo "a cassete", as cretinices da propaganda e da manipulação criminosas que mantêm, para essa gente maldita, a aparência de que continuarão impunes, podendo prosseguir os seus crimes... Também há os que mistificam e "inventam" outras "teorias da conspiração", esquisofrénicas e sem fundamento, para baralhar e desviar as atenções do essencial.
Aqui atemo-nos aos factos e ao que é demonstrado por todas as evidências.