Esta frase “You have the right to remain silent!” faz parte dos direitos informados aos cidadãos, na América (U.S.), quando são detidos pela polícia.
A “informação” prossegue esclarecendo: “Tudo o que disser poderá ser usado, e será usado, contra si (o cidadão detido), em Tribunal”.
Até há uma banda que complementa a frase “You have the right to remain silent” com a exclamação: “Fuck that right!”; e exigindo: “Freedom of speech!”
Vejamos como é que, em Portugal, se viola o direito de liberdade de expressão e de indignação e se impõe “a lei da rolha”, também conhecida como: a regra do “come e cala”, própria das piores e mais tenebrosas ditaduras!
No post intitulado “Excessos” falei de pequenos abusos. Hoje vou tratar dum assunto bem mais grave de abusos, prepotências, repressão; de violação dos direitos fundamentais, de terrorismo exercido sobre os cidadãos através do circuitos judiciais, etc., etc., etc.
Para ilustrar, com factos, esta abordagem, vou referir os episódios recentes relativos aos processos nºs:
- 4561/05.0TDLSB-“03”;
- 13158/04.0TDLSB
- 5833/06.1TDLSB
- 3186/04.1JFLSB – 0601
- 606/02.3PULSB-1102
- 9751/03.7TDLSB
- 2159/05.1TDLSB
- 1887/05.6TDLSB-03
- 2901/06.3TVLSB
Todos estes processos têm um elemento comum…
E servem, principalmente, se não exclusivamente, para molestar, perseguir e chantagear, nomeadamente com as constantes “notificações”, com os inúmeros “termos de identidade e residência” usados como “meios de assédio, de coacção, de terrorismo e de perseguição” premeditados e injustificados.
Pode-se dizer, sem margem para erro, que são os novíssimos métodos da PIDE, da “nova” PIDE, só que agora usam-se os recursos judiciais para molestar e perseguir os cidadãos ao serviço de máfias e em nome de máfias, mas com a complacência e cumplicidade de toda a Estrutura do Estado, que consente, “desculpa”, garante impunidade, ignora a gravidade destas situações e das suas consequências para a destruição da sociedade; para já não falar no papel primordial que têm na CRISE DA JUSTIÇA…
Mas não se pense que isto acontece só agora. Aconteceu SEMPRE, nesta bandalheira de “Democracia” fascista e abjecta que temos, com a complacência, cumplicidade, de todos os políticos e responsáveis, como demonstrarei.
Estas são as razões pelas quais a “Justiça” está no descalabro que se sabe; estas são as razões, as ÚNICAS razões, pelas quais temos a justiça mais cara da Europa, com mais juízes e funcionários e a menos eficiente, mais lenta... Os recursos da “Justiça” são usados para cometer estes crimes, por isso se abusa da desculpa de “falta de meios”, sempre que se fala da sua não eficiência. Os meios existentes são para perseguir os cidadãos, não para garantir a eficiência da justiça…
A desculpa da “falta de meios” é cínica! Não há meios que resistam a tanta “imoralidade”, nem se devem dar mais meios a quem usa tão mal e abusa tanto dos meios que tem…
As outras “desculpas”, como a do vice-presidente do Supremo, Noronha do Nascimento, que refere as inúmeras cobranças de dívidas, também são cínicas e destinam-se a escamotear o essencial, porque o verdadeiro cancro é a perfídia dos próprios agentes da justiça, ilustrada neste caso aqui relatado
Vejamos o “conteúdo” dos processos referidos:
A frase que inicia este post é inapropriada para caracterizar estes casos. Segundo o ordenamento jurídico americano, estas situações não são possíveis: não é possível aos agentes da justiça assediarem e molestarem assim algum cidadão, apenas porque disse, escreveu, ou deixou de escrever o que quer que seja; por isso “eles” têm necessidade da “luta contra o terrorismo” e do Patriot Act. Cá nada disso é necessário: esta escumalha já comete toda a espécie de abusos, sem limites.
É isso mesmo! Todos estes processos têm que ver com o exercício do direito a expressar indignação, (têm que ver com “liberdade de expressão”???) e, nalguns casos, resultam apenas de actos de cidadania…
Acresce que, para cúmulo do absurdo, a “prova” factual existente nestes processos é constituída, EXCLUSIVAMENTE, por documentos escritos para, e enviados a, instituições oficiais: Tribunais (processos judiciais); Procuradoria Geral da República (denúncia); Ordem dos Advogados…
E TUDO o que é dito nesses documentos escritos corresponde, rigorosamente, à VERDADE... facilmente confirmável, que só não está acessível à "justiça" por incompetência e ineficiência premeditadas.
Não há dúvida de que todos estes processos surgiram de forma coordenada, com o objectivo de molestar psicologicamente, de aterrorizar, através das constantes notificações. Cada notificação “motiva” a deslocação dum polícia (PSP) e, para alcançar o objectivo, cada processo dá origem a várias notificações.
Os dois últimos episódios desta “novela infame” ilustram bem o que fica dito:
Um deles foi uma notificação (entregue em mão por um polícia) “ameaçadora”, para “inquirição”, no dia 2006/10/24, sob pena de prisão faltando.
A notificação referenciava o Proc. Nº 1197/02.0PBAMD-03. Depois da sessão de inquirição, soube-se que, afinal havia engano na notificação; o Processo era o nº 1187/05.6TDLSB-03.
Mais uma vez, nesta “inquirição”, as declarações foram truncadas e distorcidas, omitindo o que era essencial para avaliação da questão, para prejudicar a isenção da decisão e o rumo da investigação.
O que é essencial foi eliminando com um: “não interessa para aqui”… Porque “ali” há um objectivo próprio para cujo as questões relevantes não interessam…
Um "argumento" parecido com o que determinou a decisão de arquivamento desta denúncia, apesar da gravidade dos factos relatados e de poderem ser facilmente confirmados...
Logo no dia seguinte a esta “inquirição” é recebida, através de carta registada com aviso de recepção, uma “Notificação para interrogatório”, no próximo dia 02 de Novembro de 2006, referenciando o Proc. nº 3186/04.1JFLSB…
Esta convocatória já é uma segunda invenção, em relação àquele processo.
Agora imaginem quantas outras convocatórias será possível, ainda, forjar, com todos estes processos e mais algum que seja possível “fabricar”.
Um Padrão:
Eu sei que há muitas pessoas que são vítimas de coisas destas, deste tipo de banditismo. O que vos pergunto é: o que podemos e/ou devemos fazer para acabar com isto?
São abusos que duram e perduram há demasiado tempo (desde sempre?) como o prova o episódio que se segue, retirado dum relatório que acompanhou uma queixa ao Tribunal Europeu, de que foi também entregue cópia na Procuradoria Geral da República e na Comissão de Direitos Liberdades e Garantias do Parlamento.
Estamos no ano de 1990.
“Servindo-se daqueles dois processos como pretextos, o dito indivíduo passou a usar as polícias: Municipal e Judiciária, para prosseguir a sua já longa lista de actos criminosos e persecutórios. Agentes diferentes procuraram-me inúmeras vezes (cerca de dez, ou mais), com falsos pretextos, alegadamente relacionados com estes processos, mas com o único objectivo de molestar psicologicamente e de difamar, denegrindo a imagem. Procuraram-me quatro vezes em casa, de manhã cedo, e as restantes vezes no local de trabalho, durante as horas de expediente.
No dia 16 de Março de 1990, cerca das 15H30, voltaram a procurar-me, no local de trabalho, (pela quarta vez). Eram dois agentes da Polícia Judiciária, que recusaram identificar-se e que usaram como pretexto uma convocatória, para injuriarem e difamarem.
Percebendo estas pressões indignas, ilegais e injustificadas, neguei, ao porteiro, a autorização de acesso aos referidos indivíduos, dizendo: “procurem-me em casa”. Um dos indivíduos usou o telefone interno para ser impertinente, malcriado e prepotente. Ainda assim, voltei a recusar o acesso, por se tratar dum abuso de poder, intolerável. O mesmo indivíduo ameaçou, então, invadir as instalações para me abordar pessoalmente; e passou meia hora a tentá-lo: primeiro tentou entrar à força; depois tentou convencer o chefe da segurança; e finalmente tentou obter autorização do “meu” Director, sem o conseguir.
Ficou bem claro que estas polícias, que se desculpam com falta de meios, para combater o crime organizado, a corrupção e a alta criminalidade, têm meios de sobra quando se trata de eles próprios praticarem este tipo de crimes, contra os pacatos cidadãos comuns. Mas isso deve-se, apenas, à impunidade de que dispõem!
No dia 20 de Março, seguinte, encontrei, em cima da secretária, a carta proveniente da Polícia Judiciária e endereçada ao Presidente da empresa onde trabalhava, de que anexo cópia. Sublinha-se que o processo referido nesta carta teve origem nas participações que fiz por ter sido vítima das perseguições (dos crimes) do já referido agente da PSP. Mas, lendo a carta, fica-se com a sensação de que cometi grande crime. Aliás, é esse mesmo o objectivo da carta. Daqui se conclui que, em Portugal, o cidadão não se pode defender dos abusos das polícias, nem mesmo quando eles são evidentes. Convém sublinhar que, do processo referido naquela carta, não resultou qualquer condenação, nem sequer alguma acusação!
No dia 23, seguinte, dirigi, (mais uma vez) ao director da Polícia Judiciária, uma carta de 6 (seis) páginas, relatando, com todos os pormenores, os antecedentes destes processos e reclamava de todo este assédio e abordagens, feitas de forma abusiva e injustificadamente, no local de trabalho, por agentes das diferentes polícias, que assim se serviam destes pretextos para colaborarem com aquele indivíduo, com o objectivo claro de molestar psicologicamente, de prejudicar e difamar; reclamava, inclusive, da carta, absurda e ilegal, dirigida ao Presidente da Empresa.
Como que à laia de resposta, volta a ser procurada, no dia 03 (três) de Abril, seguinte; ou seja, passados cerca de dez dias, por um agente da Polícia Municipal, às 8H35 e por um agente da Polícia Judiciária (que disse chamar-se António Santos Lima), às 16H45, novamente no local de trabalho, tendo sido, inclusive, ameaçada de prisão, publicamente. O contacto com este indivíduo foi feito para a portaria da Empresa e decorreu nos seguintes termos: O indivíduo utilizou o telefone interno para me interpelar e perguntei-lhe o que é que queria. Resposta: “Oh minha senhora! A senhora sabe muito bem o que é que se passa! Fica notificada para comparecer, na sexta-feira, na polícia, senão vai presa!”. – “Qual polícia?” – “Na polícia judiciária! Vou deixar aqui, na portaria, uma convocatória! Com licença.” E desligou o telefone.
Antes deste contacto, o indivíduo tinha falado com um responsável dos recursos humanos, desconhecendo-se o teor da conversa.
Ficou assim esclarecido o envolvimento e a colaboração do próprio Director da Polícia Judiciária nesta perseguição criminosa e absurda. Sendo a portaria um local público e aberto, pode-se imaginar o impacto destes incidentes.”
Fim de transcrição.
Há que esclarecer que nenhum dos processos que “motivaram” toda a azáfama descrita chegou, sequer, a julgamento.
Estes episódios também foram participados ao Provedor de Justiça que, a julgar pela resposta que deu, é outra fonte de despesas inúteis que devia desaparecer.
Quantos cidadãos comuns terão histórias semelhantes (ou piores) para contar?
Quando se sabe que existem desgraçados condenados a prisão maior apesar das inúmeras e enormes evidências de que estão inocentes,
e outros condenados sem qualquer fundamento, apenas porque existe tráfico de influências nas decisões judiciais, (para já não falar nos que são assassinados "inadvertidamente", sabe-se lá porquê...) deveremos louvar a nossa sorte?
Ou não? Ou será tudo azar, sejam quem forem os visados?
Continua!
No próximo post irei “escalpelizar” os motivos e os intervenientes dos processos referidos, para melhor esclarecimento.
Nota: É para acabar com toda esta infâmia que eu defendo A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO
Os cidadãos, CADA CIDADÃO que sustenta esta gente, têm de ter alguma forma de punir os responsáveis por este estado de coisas, de cada vez que são confrontados com este tipo de abusos e prepotências...
Este blog pretende elevar, a um patamar superior, a liberdade, a democracia! Clamar por honestidade e justiça. Exigir a Valoração da Abstenção
2006/10/31
2006/10/26
Rascunho
Rascunho de Guião Para
Loose Change, edição 2.5, made by Bira
O documentário “Loose Change” não desmonta nem metade das mentiras, óbvias, da versão oficial dos atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001. Por isso decidi fazer um Guião, para consumo da casa, e para tentar listar e sistematizar a maior quantidade que me for possível de evidências que demonstram essas mentiras óbvias.
Isto porque o poder mistificador da censura e “unanimidade” das opiniões apresentadas nos OCS ainda é muito grande… E também porque agora, à medida que o tempo deles se esgota, outros cúmplices e “colaboradores” vêm tentar aproveitar-se da situação em proveito próprio, argumentando que apoiaram enganados, que não sabiam, que não concordam, quando apoiaram premeditados, sabiam porque não era possível que ignorassem, ou que não dessem por nada; se não sabiam é porque são estúpidos e incapazes (até de raciocinar) por isso não merecem crédito. Logo: são da mesma igualha e igualmente mentirosos, conspiradores e pérfidos.
Tal como fizeram com Hitler, também se preparam para transformar o imbecil Bush no “bode expiatório”, sair ilesos e continuar a sua saga assassina, utilizando outros “protagonistas”.
As primeiras imagens são de Nova Iorque, no dia 11 de Setembro de 2001 são imagens dum dia normal e depois as “imagens oficiais” dos aviões a embater nas Torres Gémeas (Twin Towers .- WTC), apresentando também as reportagens do dia e os testemunhos recolhidos, incluindo de quem ouviu explosões, de quem viu o segundo avião, sem janelas, etc..
Estas imagens devem incluir testemunhos ou reportagens em que seja visível o estado de choque das pessoas, não só na América, mas por todo o Mundo
Seguem-se as imagens da queda das Twin Towers, apresentando testemunhos da incredulidade das pessoas, da desorientação... e finalmente o papel desestabilizador dos aviões militares que continuavam a sobrevoar Nova Iorque… mas que não impediram os atentados nem contribuíram para limitar os estragos, pelo contrário.
Depois vem a versão oficial sobre estes acontecimentos e aí começa-se a confrontar, caso a caso, esta versão com as evidências:
Mas antes, para “justificar” a análise minuciosa das evidências, volta-se ao estado de pavor das pessoas e compara-se com a calma de G. W. Bush que, numa escola primária, ouviu, impávido, a notícia de que a América estava a ser atacada, esperou 7 minutos, SETE, para reagir e só foi retirado do local muito tempo depois. Acrescentam-se as declarações, debochadas, de Bush quando disse que, ao ver o primeiro embate (ninguém viu, na altura, o primeiro embate) pensou: “que piloto tão desastrado…” e por aí fora, para concluir que tanto ele como o seu staff sabiam. Aqui joga-se com a alternância das imagens das pessoas apavoradas e da calma de Bush…
Então podemos colocar a questão: Sabiam e deixaram acontecer, ou executaram os atentados?
A seguir pega-se em cada questão particular da versão oficial:
- Foi a Al-Qaeda e Bin Laden…
Mas a Al-Qaeda é uma criação da CIA e Bin Laden um “operacional” financiado pela CIA e controlado pela CIA.
Além disso, como foi possível tirar essa conclusão em tão pouco tempo, sem analçisar as evidências… que apontam noutro sentido, para outras conclusões?
Bin Laden foi tratado num hospital militar, no Dubai, cinco meses antes e foi visitado pelo responsável local da CIA!
Bin Laden esteve, desde o dia anterior, internado num hospital no Paquistão.
Os serviços secretos paquistaneses, ISI, são aliados fiéis da CIA e o seu responsável máximo encontrava-se, nesse mesmo dia 11 de Setembro, à mesma hora dos “atentados terroristas”, a tomar o pequeno almoço com Colin Powel…, no Capitólio
- Foram dezanove “terroristas” armados de corta papéis…
Ridicularizar relembrando as palavras de Charlie Sheen:
Dezanove tipos, armados de corta-papéis quererem desviar 4 aviões e atingirem 100% dos seus objectivos é que é uma autêntica “teoria da conspiração”.
Conhecem-se os nomes dos terroristas e a forma como actuaram através de chamadas telefónicas feitas dos aviões…
Mas, nessa altura, não era possível fazer chamadas telefónicas de ou para aviões em voo. Nem os “terroristas” faziam parte da lista de passageiros de qualquer um dos aviões; e há ainda o facto de uma parte deles estarem vivos (têm sete vidas).
Nesse sentido, temos as declarações de especialistas que consideram a façanha quase impossível até para pilotos experientes. A primeira pessoa que referiu isso claramente foi o primeiro ministro de Marrocos.
E agora, mais recentemente, num relatório independente sobre os acontecimentos de 11 de Setembro…
Além disso, como foi possível tirar conclusão tão completas e “inequívocas, em tão pouco tempo, sem analisar as evidências… que apontam noutro sentido, para outras conclusões?
Será que podemos concluir que a administração americana está a mentir?
Se não foi a Al-Qaeda, então quem foi? Se não foram aviões comerciais, então o que foi que embateu no WTC?
Mas toda a gente viu o segundo embate do segundo avião!
Viu?
Vejamos mais de perto o que é que se viu:
Voltamos às imagens e às evidências de que são falsificadas, explorando os vários erros das montagens feitas pelas televisões e apresentadas como se fossem emitidas em directo. Explora-se também os absurdos de se ver o segundo avião a entrar pelo edifício dentro como se fosse faca em manteiga; sem haver deformação ou destruição da estrutura do avião. Pára-se a imagem mostrando, foto a foto, o avião a entrar no edifício e chama-se a atenção para os vários absurdos, tal como o facto de não existirem destroços resultantes do embate… só destroços resultantes da explosão. A explosão antecede o choque do avião?
Será que toda a versão oficial é uma monstruosa mentira?
Então como aconteceu?
Apresentam-se as diferentes “teorias”:
1- Que um avião passou e lançou um míssil guiado por laser (focar o círculo branco (luz) que se vê muito bem nas imagens chamando a atenção para o facto de o operador de câmara saber, antecipadamente, para onde apontar…). Ilustrar com imagens.
2- Que foram usados aviões militares teleguiados e mascarados de aviões de passageiros… Ilustrar com imagens!
Segue-se a listagem de todas as hipóteses que já foram sugeridas.
Faz-se referência aos exercícios a decorrer e ao facto de ter chegado a ser noticiado que existiam cerca de 11 aviões sequestrados.
Volta-se à versão oficial quanto à “explicação” para a queda das Twin Towers. Aí faz-se referência a todos os documentos que contestam esta versão e se rebelam contra os respectivos absurdos tais como:
-
Depois usam-se as imagens já existentes que demonstram a tese da implosão.
O mecanismo de implosão tem de ser bem explicado:
Mecanismo tipo implosão
“Utiliza-se uma pequena quantidade de explosivos por forma a criar-se uma descontinuidade em certos pontos na estrutura (normalmente pilares), fazendo com que esta entre em ruína e que, através do seu peso próprio (com papel preponderante), se fragmente o mais possível durante a queda e quando atinge o solo. O colapso da estrutura é provocado centralmente fazendo com que a estrutura ceda sobre si mesma, como se algo a “puxasse” na direcção do seu centro. O explosivo apenas é colocado em determinados pisos ao longo da altura da estrutura. Assim, espera-se que a parte desta onde não foram colocados explosivos se fragmente apenas durante a queda e no impacto com o solo.”
Depois desta descrição, de preferência feita por profissionais, há necessidade de explicar que a demolição das torres não seria possível “com explosões”, em locais aleatórios, de bilhas de gás ou outras explosões aleatórias da mesma natureza. Seria absurdo a requerer análise e investigação cuidada, no caso de ter acontecido só com um dos edifícios. Acontecer com três edifícios, no mesmo dia, com intervalo de poucas horas, está para além do impossível…
Para que as torres caíssem tiveram de ser usados explosivos, colocados em locais estratégicos…
Também a questão da temperatura deve ser desmistificada, nomeadamente com a presença de pessoas e referindo o facto de terem sido encontradas pessoas vivas cinco horas depois.
Se a queda se tivesse devido à temperatura provocada pela queima do combustível e por outras explosões de gás (este tema das explosões de gás também deve ser enquadrado com dados técnicos), como os aviões bateram nos andares altos e o calor atingiu os pilares, então toda a estrutura teria de ter atingido temperaturas que, por mais baixas que fossem, seriam suficientes para matar qualquer ser vivo, devido à lei que diz que “todos os sistemas tendem para o equilíbrio (não podem existir temperaturas de 1 500 graus ao lado de temperaturas de 30, 40 ou 50 graus).
Emitir as comunicações telefónicas dos bombeiros e realçar aquela em que se diz que o incêndio está circunscrito e é pedido apoio… O “apoio” que assassinou aquele e outros elementos dos bombeiros não tardou: foram as explosões da implosão…
Voltar às imagens e à semelhança com as de implosões. A seguir apresenta-se a sequência de imagens da implosão do Hotel Atlantis.
Referir também a nuvem piroplástica que se formou, as necessidade energéticas para a sua formação (impossíveis de obter com explosões aleatórias) e as suas consequências para a saúde dos nova-iorquinos, para concluir que só poderia ter resultado de explosivos, não de explosões aleatórias (que, em todo o caso, não aconteceram porque não tinham condições para acontecer). Existem vários textos, na NET, que abordam estas questões científicas.
Num dos outros documentários apresentados pela RTP, salvo erro chamado “hora zero – o dia em que o Mundo mudou”, refere-se, a certa altura, o facto de as pessoas que se encontravam nas Twin Towers se terem dirigido para a saída e serem impedidas de sair, tendo sido mandadas regressar aos seus locais de trabalho.
Se era espectável que os edifícios ruíssem devido ao embate dos aviões e respectivas consequências, se isso era possível e provável, por que motivo foram as pessoas mandadas regressar aos seus locais de trabalho, para morrerem aí? É necessário identificar quem foi responsável por tal ordem, saber se sobreviveu evidenciado a premeditação e que sabia bem o que estava a fazer, para ser julgado e condenado por genocídio premeditado…
É óbvio que tudo foi feito para que o número de vítimas fosse suficientemente elevado para tornar o “acontecimento” muito “chocante”… Mas também é verdade que só foi possível (convencer) as pessoas a voltar para os seus locais de trabalho porque a hipótese de queda (natural) dos edifícios é absurda e altamente improvável para toda a gente.
As cenas seguintes referem-se ao ataque ao Pentágono.
Neste caso, às imagens existentes há que juntar duas coisas fundamentais:
- Quando os aviões se fazem à pista, descem o trem de aterragem automaticamente, abaixo duma dada altitude. Portanto, o avião que “embateu no Pentágono” deveria ter o trem de aterragem descido.
Todos nós já vimos imagens de pessoas a descerem de aviões, a altura dos aviões com o trem de aterragem descido e a posição do nariz do avião. Acham que aquele “buraquinho”, junto ao chão poderia ter resultado do embate dum avião?
Aqueles que já estão convencidos da inverosimilhança desta história acharão que “nem vale a pena bater mais no ceguinho”.
Não é verdade!
Primeiro porque ainda há pessoas que acham que algumas destas mentiras foram “oportunistas”, mas não constituem “um padrão”; e por isso continuam a dar crédito a muitas outras mentiras e efabulações dos mesmos protagonistas e da Comunicação Social (OCS). É importante referir todas e cada uma das contradições da história oficial para que não restem dúvidas a ninguém e também para que se perceba a actuação cúmplice dos OCS. Com incongruências é impossível que ninguém, nos OCS, se tivesse apercebido de nenhuma delas. Isto também demonstra o desprezo pela inteligência dos cidadãos do Mundo, mas demonstra, acima de tudo, o arrivismo e a prepotência do acto, bem como “explica” a campanha de terror psicológico, de chantagem e de retaliações que têm acontecido desde então e que continuam, nomeadamente através dos comentadores…
Continua…
Os links faço amanhã…
Loose Change, edição 2.5, made by Bira
O documentário “Loose Change” não desmonta nem metade das mentiras, óbvias, da versão oficial dos atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001. Por isso decidi fazer um Guião, para consumo da casa, e para tentar listar e sistematizar a maior quantidade que me for possível de evidências que demonstram essas mentiras óbvias.
Isto porque o poder mistificador da censura e “unanimidade” das opiniões apresentadas nos OCS ainda é muito grande… E também porque agora, à medida que o tempo deles se esgota, outros cúmplices e “colaboradores” vêm tentar aproveitar-se da situação em proveito próprio, argumentando que apoiaram enganados, que não sabiam, que não concordam, quando apoiaram premeditados, sabiam porque não era possível que ignorassem, ou que não dessem por nada; se não sabiam é porque são estúpidos e incapazes (até de raciocinar) por isso não merecem crédito. Logo: são da mesma igualha e igualmente mentirosos, conspiradores e pérfidos.
Tal como fizeram com Hitler, também se preparam para transformar o imbecil Bush no “bode expiatório”, sair ilesos e continuar a sua saga assassina, utilizando outros “protagonistas”.
As primeiras imagens são de Nova Iorque, no dia 11 de Setembro de 2001 são imagens dum dia normal e depois as “imagens oficiais” dos aviões a embater nas Torres Gémeas (Twin Towers .- WTC), apresentando também as reportagens do dia e os testemunhos recolhidos, incluindo de quem ouviu explosões, de quem viu o segundo avião, sem janelas, etc..
Estas imagens devem incluir testemunhos ou reportagens em que seja visível o estado de choque das pessoas, não só na América, mas por todo o Mundo
Seguem-se as imagens da queda das Twin Towers, apresentando testemunhos da incredulidade das pessoas, da desorientação... e finalmente o papel desestabilizador dos aviões militares que continuavam a sobrevoar Nova Iorque… mas que não impediram os atentados nem contribuíram para limitar os estragos, pelo contrário.
Depois vem a versão oficial sobre estes acontecimentos e aí começa-se a confrontar, caso a caso, esta versão com as evidências:
Mas antes, para “justificar” a análise minuciosa das evidências, volta-se ao estado de pavor das pessoas e compara-se com a calma de G. W. Bush que, numa escola primária, ouviu, impávido, a notícia de que a América estava a ser atacada, esperou 7 minutos, SETE, para reagir e só foi retirado do local muito tempo depois. Acrescentam-se as declarações, debochadas, de Bush quando disse que, ao ver o primeiro embate (ninguém viu, na altura, o primeiro embate) pensou: “que piloto tão desastrado…” e por aí fora, para concluir que tanto ele como o seu staff sabiam. Aqui joga-se com a alternância das imagens das pessoas apavoradas e da calma de Bush…
Então podemos colocar a questão: Sabiam e deixaram acontecer, ou executaram os atentados?
A seguir pega-se em cada questão particular da versão oficial:
- Foi a Al-Qaeda e Bin Laden…
Mas a Al-Qaeda é uma criação da CIA e Bin Laden um “operacional” financiado pela CIA e controlado pela CIA.
Além disso, como foi possível tirar essa conclusão em tão pouco tempo, sem analçisar as evidências… que apontam noutro sentido, para outras conclusões?
Bin Laden foi tratado num hospital militar, no Dubai, cinco meses antes e foi visitado pelo responsável local da CIA!
Bin Laden esteve, desde o dia anterior, internado num hospital no Paquistão.
Os serviços secretos paquistaneses, ISI, são aliados fiéis da CIA e o seu responsável máximo encontrava-se, nesse mesmo dia 11 de Setembro, à mesma hora dos “atentados terroristas”, a tomar o pequeno almoço com Colin Powel…, no Capitólio
- Foram dezanove “terroristas” armados de corta papéis…
Ridicularizar relembrando as palavras de Charlie Sheen:
Dezanove tipos, armados de corta-papéis quererem desviar 4 aviões e atingirem 100% dos seus objectivos é que é uma autêntica “teoria da conspiração”.
Conhecem-se os nomes dos terroristas e a forma como actuaram através de chamadas telefónicas feitas dos aviões…
Mas, nessa altura, não era possível fazer chamadas telefónicas de ou para aviões em voo. Nem os “terroristas” faziam parte da lista de passageiros de qualquer um dos aviões; e há ainda o facto de uma parte deles estarem vivos (têm sete vidas).
Nesse sentido, temos as declarações de especialistas que consideram a façanha quase impossível até para pilotos experientes. A primeira pessoa que referiu isso claramente foi o primeiro ministro de Marrocos.
E agora, mais recentemente, num relatório independente sobre os acontecimentos de 11 de Setembro…
Além disso, como foi possível tirar conclusão tão completas e “inequívocas, em tão pouco tempo, sem analisar as evidências… que apontam noutro sentido, para outras conclusões?
Será que podemos concluir que a administração americana está a mentir?
Se não foi a Al-Qaeda, então quem foi? Se não foram aviões comerciais, então o que foi que embateu no WTC?
Mas toda a gente viu o segundo embate do segundo avião!
Viu?
Vejamos mais de perto o que é que se viu:
Voltamos às imagens e às evidências de que são falsificadas, explorando os vários erros das montagens feitas pelas televisões e apresentadas como se fossem emitidas em directo. Explora-se também os absurdos de se ver o segundo avião a entrar pelo edifício dentro como se fosse faca em manteiga; sem haver deformação ou destruição da estrutura do avião. Pára-se a imagem mostrando, foto a foto, o avião a entrar no edifício e chama-se a atenção para os vários absurdos, tal como o facto de não existirem destroços resultantes do embate… só destroços resultantes da explosão. A explosão antecede o choque do avião?
Será que toda a versão oficial é uma monstruosa mentira?
Então como aconteceu?
Apresentam-se as diferentes “teorias”:
1- Que um avião passou e lançou um míssil guiado por laser (focar o círculo branco (luz) que se vê muito bem nas imagens chamando a atenção para o facto de o operador de câmara saber, antecipadamente, para onde apontar…). Ilustrar com imagens.
2- Que foram usados aviões militares teleguiados e mascarados de aviões de passageiros… Ilustrar com imagens!
Segue-se a listagem de todas as hipóteses que já foram sugeridas.
Faz-se referência aos exercícios a decorrer e ao facto de ter chegado a ser noticiado que existiam cerca de 11 aviões sequestrados.
Volta-se à versão oficial quanto à “explicação” para a queda das Twin Towers. Aí faz-se referência a todos os documentos que contestam esta versão e se rebelam contra os respectivos absurdos tais como:
-
Depois usam-se as imagens já existentes que demonstram a tese da implosão.
O mecanismo de implosão tem de ser bem explicado:
Mecanismo tipo implosão
“Utiliza-se uma pequena quantidade de explosivos por forma a criar-se uma descontinuidade em certos pontos na estrutura (normalmente pilares), fazendo com que esta entre em ruína e que, através do seu peso próprio (com papel preponderante), se fragmente o mais possível durante a queda e quando atinge o solo. O colapso da estrutura é provocado centralmente fazendo com que a estrutura ceda sobre si mesma, como se algo a “puxasse” na direcção do seu centro. O explosivo apenas é colocado em determinados pisos ao longo da altura da estrutura. Assim, espera-se que a parte desta onde não foram colocados explosivos se fragmente apenas durante a queda e no impacto com o solo.”
Depois desta descrição, de preferência feita por profissionais, há necessidade de explicar que a demolição das torres não seria possível “com explosões”, em locais aleatórios, de bilhas de gás ou outras explosões aleatórias da mesma natureza. Seria absurdo a requerer análise e investigação cuidada, no caso de ter acontecido só com um dos edifícios. Acontecer com três edifícios, no mesmo dia, com intervalo de poucas horas, está para além do impossível…
Para que as torres caíssem tiveram de ser usados explosivos, colocados em locais estratégicos…
Também a questão da temperatura deve ser desmistificada, nomeadamente com a presença de pessoas e referindo o facto de terem sido encontradas pessoas vivas cinco horas depois.
Se a queda se tivesse devido à temperatura provocada pela queima do combustível e por outras explosões de gás (este tema das explosões de gás também deve ser enquadrado com dados técnicos), como os aviões bateram nos andares altos e o calor atingiu os pilares, então toda a estrutura teria de ter atingido temperaturas que, por mais baixas que fossem, seriam suficientes para matar qualquer ser vivo, devido à lei que diz que “todos os sistemas tendem para o equilíbrio (não podem existir temperaturas de 1 500 graus ao lado de temperaturas de 30, 40 ou 50 graus).
Emitir as comunicações telefónicas dos bombeiros e realçar aquela em que se diz que o incêndio está circunscrito e é pedido apoio… O “apoio” que assassinou aquele e outros elementos dos bombeiros não tardou: foram as explosões da implosão…
Voltar às imagens e à semelhança com as de implosões. A seguir apresenta-se a sequência de imagens da implosão do Hotel Atlantis.
Referir também a nuvem piroplástica que se formou, as necessidade energéticas para a sua formação (impossíveis de obter com explosões aleatórias) e as suas consequências para a saúde dos nova-iorquinos, para concluir que só poderia ter resultado de explosivos, não de explosões aleatórias (que, em todo o caso, não aconteceram porque não tinham condições para acontecer). Existem vários textos, na NET, que abordam estas questões científicas.
Num dos outros documentários apresentados pela RTP, salvo erro chamado “hora zero – o dia em que o Mundo mudou”, refere-se, a certa altura, o facto de as pessoas que se encontravam nas Twin Towers se terem dirigido para a saída e serem impedidas de sair, tendo sido mandadas regressar aos seus locais de trabalho.
Se era espectável que os edifícios ruíssem devido ao embate dos aviões e respectivas consequências, se isso era possível e provável, por que motivo foram as pessoas mandadas regressar aos seus locais de trabalho, para morrerem aí? É necessário identificar quem foi responsável por tal ordem, saber se sobreviveu evidenciado a premeditação e que sabia bem o que estava a fazer, para ser julgado e condenado por genocídio premeditado…
É óbvio que tudo foi feito para que o número de vítimas fosse suficientemente elevado para tornar o “acontecimento” muito “chocante”… Mas também é verdade que só foi possível (convencer) as pessoas a voltar para os seus locais de trabalho porque a hipótese de queda (natural) dos edifícios é absurda e altamente improvável para toda a gente.
As cenas seguintes referem-se ao ataque ao Pentágono.
Neste caso, às imagens existentes há que juntar duas coisas fundamentais:
- Quando os aviões se fazem à pista, descem o trem de aterragem automaticamente, abaixo duma dada altitude. Portanto, o avião que “embateu no Pentágono” deveria ter o trem de aterragem descido.
Todos nós já vimos imagens de pessoas a descerem de aviões, a altura dos aviões com o trem de aterragem descido e a posição do nariz do avião. Acham que aquele “buraquinho”, junto ao chão poderia ter resultado do embate dum avião?
Aqueles que já estão convencidos da inverosimilhança desta história acharão que “nem vale a pena bater mais no ceguinho”.
Não é verdade!
Primeiro porque ainda há pessoas que acham que algumas destas mentiras foram “oportunistas”, mas não constituem “um padrão”; e por isso continuam a dar crédito a muitas outras mentiras e efabulações dos mesmos protagonistas e da Comunicação Social (OCS). É importante referir todas e cada uma das contradições da história oficial para que não restem dúvidas a ninguém e também para que se perceba a actuação cúmplice dos OCS. Com incongruências é impossível que ninguém, nos OCS, se tivesse apercebido de nenhuma delas. Isto também demonstra o desprezo pela inteligência dos cidadãos do Mundo, mas demonstra, acima de tudo, o arrivismo e a prepotência do acto, bem como “explica” a campanha de terror psicológico, de chantagem e de retaliações que têm acontecido desde então e que continuam, nomeadamente através dos comentadores…
Continua…
Os links faço amanhã…
2006/10/23
Excessos!
Histórias como a que vou contar repetem-se aos milhares. De tal maneira que as pessoas passam por muitas delas já quase sem ligar.
“Sem ligar” não é o termo exacto, porque fica sempre “uma sobra” no fundo da nossa alma, a desassossegar-nos, a aumentar as nossas frustrações, a nossa desesperança e o nosso descrédito na idoneidade das instituições e seus “agentes”.
Esta pequena história até pode parecer insignificante a muitas pessoas, eu sei; e é exactamente por isso que a trago aqui, porque embora “pequenas”, estas histórias são em tão grande quantidade que acabam por ter um peso importante nas nossas desgraças.
Na quinta-feira da semana passada, de manhã, quando passava em frente ao “Edifício Marconi” (edifício da PT), na Av. Álvaro Pais (vindo da Av. 5 de Outubro) em Lisboa, encontrei o trânsito parado, NAS 3 FAIXAS DE RODAGEM, suspenso às ordens dum indivíduo de maus modos (quando cheguei estava ele a gritar com um condutor), que vestia um blusão que dizia “polícia de trânsito”.
Pensei: “deve ser grave o problema para assim pararem o trânsito!”
Mas logo verifiquei que “o grave problema”, afinal, era um carro que estava a ser rebocado, encontrando-se o reboque em contra mão a preparar-se para fazer manobra de marcha atrás até ao cruzamento logo acima.
Deu-me uma fúria, por vários motivos!
Primeiro não percebi qual poderia ter sido a “urgência” que motivou as infracções do reboque e as manobras perigosas, havendo tantas alternativas para entrar na rua pelo lado certo; e nem o carro estava a obstruir
Depois porque, como todos sabemos, o “serviço” de reboque de carros às ordens da polícia tem como único critério o de rentabilizar a “actividade” dos prestadores do serviço… assim à semelhança da “caça à multa” com que todos nós já fomos confrontados...
Aliás, devido a esse “critério” os reboques não estão disponíveis para remover os carros que obstruam outros carros ou passagens, porque estão a rebocar automóveis de locais “mais rentáveis”, mesmo que estes não incomodem outras pessoas.
Há não muito tempo constatei que foi chamado, a meio da manhã, o reboque para remover um carro que obstruía a entrada duma garagem, donde uns moradores necessitavam de sair em viagem. A viagem só se iniciou já à tarde. O carro saiu da garagem percorrendo o passeio e aproveitando uma vaga no estacionamento, porque o outro carro que obstruía a saída permaneceu no mesmo lugar até depois das 19 horas, como pude constatar.
Não sei se o reboque se encontrava em infracção das regras de trânsito para “poupar” no percurso, seguindo o princípio de “rentabilização” para o prestador do serviço, se por outro motivo qualquer. O que sei é que “a protecção” daquela actividade, para rebocar um carro que estava bem estacionado e não representava obstáculo para ninguém, não desculpa nem legitima a infracção e muito menos justifica o corte do trânsito… medida claramente abusiva e excessiva; uma prepotência
Mas concordo convosco: com tantos problemas bem mais graves, quem é que se preocupa com coisas destas? De facto, somos confrontados, todos os dias, com excessos, abusos e prepotências bem piores...
Não devíamos ter necessidade de nos preocuparmos. As instituições deviam funcionar correctamente para estas coisas não poderem acontecer, NUNCA, porque elas também pesam na generalização da bandalheira que nos destrói… e pesam muito devido ao seu elevado número.
“Sem ligar” não é o termo exacto, porque fica sempre “uma sobra” no fundo da nossa alma, a desassossegar-nos, a aumentar as nossas frustrações, a nossa desesperança e o nosso descrédito na idoneidade das instituições e seus “agentes”.
Esta pequena história até pode parecer insignificante a muitas pessoas, eu sei; e é exactamente por isso que a trago aqui, porque embora “pequenas”, estas histórias são em tão grande quantidade que acabam por ter um peso importante nas nossas desgraças.
Na quinta-feira da semana passada, de manhã, quando passava em frente ao “Edifício Marconi” (edifício da PT), na Av. Álvaro Pais (vindo da Av. 5 de Outubro) em Lisboa, encontrei o trânsito parado, NAS 3 FAIXAS DE RODAGEM, suspenso às ordens dum indivíduo de maus modos (quando cheguei estava ele a gritar com um condutor), que vestia um blusão que dizia “polícia de trânsito”.
Pensei: “deve ser grave o problema para assim pararem o trânsito!”
Mas logo verifiquei que “o grave problema”, afinal, era um carro que estava a ser rebocado, encontrando-se o reboque em contra mão a preparar-se para fazer manobra de marcha atrás até ao cruzamento logo acima.
Deu-me uma fúria, por vários motivos!
Primeiro não percebi qual poderia ter sido a “urgência” que motivou as infracções do reboque e as manobras perigosas, havendo tantas alternativas para entrar na rua pelo lado certo; e nem o carro estava a obstruir
Depois porque, como todos sabemos, o “serviço” de reboque de carros às ordens da polícia tem como único critério o de rentabilizar a “actividade” dos prestadores do serviço… assim à semelhança da “caça à multa” com que todos nós já fomos confrontados...
Aliás, devido a esse “critério” os reboques não estão disponíveis para remover os carros que obstruam outros carros ou passagens, porque estão a rebocar automóveis de locais “mais rentáveis”, mesmo que estes não incomodem outras pessoas.
Há não muito tempo constatei que foi chamado, a meio da manhã, o reboque para remover um carro que obstruía a entrada duma garagem, donde uns moradores necessitavam de sair em viagem. A viagem só se iniciou já à tarde. O carro saiu da garagem percorrendo o passeio e aproveitando uma vaga no estacionamento, porque o outro carro que obstruía a saída permaneceu no mesmo lugar até depois das 19 horas, como pude constatar.
Não sei se o reboque se encontrava em infracção das regras de trânsito para “poupar” no percurso, seguindo o princípio de “rentabilização” para o prestador do serviço, se por outro motivo qualquer. O que sei é que “a protecção” daquela actividade, para rebocar um carro que estava bem estacionado e não representava obstáculo para ninguém, não desculpa nem legitima a infracção e muito menos justifica o corte do trânsito… medida claramente abusiva e excessiva; uma prepotência
Mas concordo convosco: com tantos problemas bem mais graves, quem é que se preocupa com coisas destas? De facto, somos confrontados, todos os dias, com excessos, abusos e prepotências bem piores...
Não devíamos ter necessidade de nos preocuparmos. As instituições deviam funcionar correctamente para estas coisas não poderem acontecer, NUNCA, porque elas também pesam na generalização da bandalheira que nos destrói… e pesam muito devido ao seu elevado número.
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