Processo Casa Pia, ou até onde vai o Arrivismo, o Banditismo, a prepotência cega e criminosa, SEMPRE IMPUNE, da "Justiça". Uma infâmia de Processo, uma infãmia de acusações, uma sentença infame... Sancionada por todos os poderes, INCLUINDO PELOS PARTIDOS Políticos (que assim pregam mais um prego no próprio caixão).
Em suma: UMA CONSPIRAÇÃO MONSTRUOSA, evidente e despudorada.
De: Carlos Tomás, jornalista
CASA PIA - ATÉ ONDE VAI A ESTUPIDEZ
O colectivo de juízes do processo da alegada rede de pedofilia que operava na Casa Pia de Lisboa desvalorizou todos os testemunhos das pessoas arroladas pelos arguidos porque ou eram amigos, ou eram vizinhos, ou eram das suas relações profissionais.
Está bom de ver que se eu fosse, hipoteticamente, acusado de abusar de uma dezena de rapazes na minha casa nunca poderia arrolar, como testemunhas para provar o contrário, os moradores do meu prédio e edifícios adjacentes - que na sua esmagadora maioria nem conheço - porque eram "vizinhos". Teria, assim, de arrolar um "marciano" como testemunha em minha defesa.
A estupidez da burra da juíza Ana Peres e dos seus cúmplices no acto terrorista que foi a condenação, SEM PROVAS, dos arguidos Carlos Cruz, Carlos Silvino, Ferreira Diniz, Hugo Marçal, Jorge Ritto e Manuel Abrantes - a Gertrudes Nunes safou-se milagrosamente - chega ao ponto de nem levar em conta que aquilo que é relatado pelas tetemunhas/vítimas e pelo próprio Carlos Silvino não faz sentido nenhum quando se confrontam pessoas que nada têm que ver com os arguidos, com a mera possibilidade de os abusos terem ocorrido.
AQUI FICA UM DESSES TESTEMUNHOS, JÁ REPRODUZIDO NUM COMENTÁRIO (...), QUE NÃO FOI PRESTADO EM TRIBUNAL - ATÉ PORQUE A INVESTIGAÇÃO, DIRIGIDA PELO MINISTÉRIO PÚBLICO E PELO ASNO DO PROCURADOR JOÃO GUERRA, NÃO SE PREOCUPOU EM OUVIR NINGUÉM E QUANDO OUVIU, MESMO SEM QUERER, E PERCEBEU QUE OS TESTEMUNHOS ILIBAVAM OS ARGUIDOS PURA E SIMPESMENTE OS IGNOROU - MAS QUE DIZ BEM DA INCOMPETÊNCIA DOS MAGISTRADOS LIGADOS A ESTE ESCABROSO PROCESSO:
RUI SUZANO - ANTIGO MORADOR DE ELVAS
"No meio de todas as dúvidas há uma coisa que é certa. Vivi em Elvas vários anos e frequentava um café com esplanada quase em frente da célebre "casa de Elvas", referida no processo. Ao lado, exactamente ao lado, dessa casa que tinha um pequeno pátio antes da porta de entrada vivia uma amiga minha, técnica de Rx do Hospital. Nem ela, porque ficou surpreendida quando surgiu a notícia, nem eu, alguma vez vimos algo suspeito nem nenhuma figura da nossa praça pública por ali.
Não exclui nada garantidamente, é certo; mas seria necessário ser-se muito cretino para alguém, publicamente conhecido, aparecer no centro da cidade com um carregamento de putos para praticar crimes de pedofilia, com tanto monte alentejano nos sítios mais ermos que se possa imaginar.
Muito estúpido mesmo..."
E eu remato: mais estúpido só o colectivo de juízes presidido por Ana Peres, muito estúpido mesmo...
NOTA 1:
O processo continua, nas bocas do Mundo e na Comunicação Social, a ser chamada de "Processo de Pedofilia"; os arrivistas e bandidos, criminosos, da laia dos que manipularam estes processo, até chamam "pedófilos" aos que foram condenados.
MAS, PARA ALÉM DO Bibi, MAIS NENHUM DOS ARGUIDOS AGORA CONDENADOS FOI, sequer, ACUSADO DE PEDOFILIA. Estão aciusados de crime bem diferente, a saber: clientes de prostituição juvenil (acto sexual com adolescente menor de 14 anos)... e até disso são inocentes.
É óbvio, para quem queira ver, que este Processo é uma monstruosidade, que vitima TODA a população do País, e é a isso que se devem tanta mentira, tanta demagogia, tantos actos infames praticados IMPUNEMENTE
NOTA 2:
Isto que é dito no texto do Carlos Tomás (e com que eu concordo, porque é evidente e sabido, de longa data) consubstancia vários crimes públicos que, neste caso, o são contra a democracia e o estado de direito também:
"ASNO DO PROCURADOR JOÃO GUERRA, NÃO SE PREOCUPOU EM OUVIR NINGUÉM E QUANDO OUVIU, MESMO SEM QUERER, E PERCEBEU QUE OS TESTEMUNHOS ILIBAVAM OS ARGUIDOS PURA E SIMPESMENTE OS IGNOROU"
Os crimes, tipificados na lei são: denegação de justiça, ocultação de provas, obstrução e manipulação para condenar inocentes, viciação da prova... Quanto às declarações prestadas pelos "investigadores, em Tribunal, acresce o crime de perjúrio... ÓBVIO. Só o colectivo é que não deu por nada... nem o Procurador João Aibéo que só acusa de perjúrio, PARA CONDENAR INOCENTES, as pessoas que não praticam o crime, que DIZEM A VERDADE...
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APELO!
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Este blog pretende elevar, a um patamar superior, a liberdade, a democracia! Clamar por honestidade e justiça. Exigir a Valoração da Abstenção
2011/08/31
2011/08/26
O Facebook e EU. Vou Deixar de Frequentar o FB
Para todos os meus amigos do Facebook (FB) e não só...
Aderi ao FB sem grande convicção.
Embora sem saber como “a coisa” funcionava, confesso que me levantava algumas dúvidas e resisti, durante muito tempo, apesar dos inúmeros convites... Até que aceitei um convite de Rui Dias José.
Uma das minhas reticências era que isso de Redes Sociais me cheirava a “passatempos” e eu nem tenho tempo para tudo, quanto mais para “passatempos”. Finalmente decidi aderir “numa” de “desportivismo”, convicta de que, se não for útil, mal também não fará. Puro engano!
Primeiro a gente começa por receber convites de amizade que mais não são do que “abordagens comerciais”; depois a gente começa a construir o nosso núcleo de amigos e aí, começa a “perder tempo” por questões de “delicadeza” muitas vezes a responder a isto e àquilo...
Depois acabamos levados na ilusão e envolvemo-nos perdendo mais tempo e esforço do que o que se justifica: começamos a receber “feed back”, a conhecer pessoas realmente interessantes (e outras horríveis), começamos a produzir conteúdos e a partilhar os nossos conteúdos... e ficamos aonde o FB nos quer: “agarrados”.
Isto para não falar das inúmeras aplicações estapafúrdias que são autênticas armadilhas, tal como o FB pretende ser, que nos são apresentadas como cortesia de algum amigo que disse isto ou aquilo sobre nós, sobre as nossas fotos, sobre... aplicações essas onde, se você entra, nunca mais sai... E estou a ignorar, de propósito, Farmvilles e quejandos.
Se você se contentar em aderir e escrever umas coisinhas aqui e ali, ao jeito deles, indo na onda, acredito que NADA de mais aconteça... Mas eu não sou assim: ou participo ou então estou fora e, por isso, comecei a “produzir e publicar” conteúdos DIFERENTES... e comecei a ter problemas... como tenho tido em todo o lado, como por exemplo quando decido comentar as notícias dos jornais online... que fui deixando de comentar e até de ler.
Nesta minha odisseia no FB foi-me acontecendo de tudo: perder comentários; perder publicações... ver algumas coisas alteradas (por exemplo links que apareciam aquando da publicação e depois desapareciam)... enfim.
Quando me aconteciam essas e outras coisas estranhas, irritava-me, desesperava-me... e fazia o que “eles” querem: desistia de reescrever e publicar os conteúdos que escrevia directamente e perdia... mas como não gosto de tirar conclusões precipitadas, achava sempre que poderia haver alguma outra explicação para o que me acontecia, que não fosse CENSURA pura e dura; não acreditava que o FB, pura e simplesmente, apagasse ou adulterasse ou sabotasse as pessoas. Por isso continuava no FB (embora com a minha animosidade a aumentar de dia para dia).
Continuava, continuei, até ao dia 07 (sete) de Agosoto de 2011, quando o FB eliminou, liminarmente, 2 comentários que escrevi e publiquei no Grupo “Notícias Sem Censura”, comentários esses que se inseriam, aliás, no meu estrito DIREITO DE RESPOSTA.
No primeiro caso constatei, passados uns pouquinhos minutos, que o comentário tinha desaparecido porque fui procurá-lo para inserir noutro texto e não o encontrei; no segundo caso, já de sobreaviso, esperei que o comentário publicasse e ainda permaneci no mesmo local mais uns segundinhos... o tempo suficiente para “ele” (o comentário) DESAPARECER. Foi a gota d’água: bloqueei a pessoa a quem se destinava a resposta ... e decidi que o FB não voltaria a me censurar; DECIDI SAIR DO FB...
Sair? Não! Engano meu! do FB NÃO SE SAI, o FB é uma armadilha. Ao FB apenas se ADERE, NUNCA se “desadere”.. Não há como sair do FB (ou, pelo menos eu, até agora, não descobri como “sair”). O FB apropria-se de nós E DOS NOSSOS DIREITOS FUNDAMENTAIS e, mesmo que não queiramos, temos de “aguentar”. Se aderimos ao FB, passamos a ser propriesdade do FB, sujeitamo-nos aos ditames do FB, sem alternativa...
Eu NÃO ADMITO que me censurem! Muito menos essa porcaria de FB, que se revela uma coisa nauseabunda, a cujo me prejudicou imenso o facto de ter aderido e PARTICIPADO. Por isso, bem vistas as coisas, tenho de agradecer ao FB o facto de me ter impelido a sair, porque isso só me traz vantagens: posso assegurar-vos que a minha “qualidade de vida” melhorou.
Posso me “gabar” duma coisa: nunca convidei ninguém para aderir ao FB; se alguém foi convidado em meu nome, foi abusivamente. Portanto, não será por minha culpa que alguém passa pela mesma má experiência...
Tenho um conjunto de blogues alojados no Google que estão a atingir a média de 12 mil visitas diárias.
Essses blogues dão-me muito que fazer (se eu quiser mantê-los minimamente actualizados), mas também me dão alguma recompensa: o google paga-me pela publicidade que insere neles. Paga-me em função das visitas e dos “clicks”.
Portanto, as receitas têm probabilidade de aumentar com o incremento dos conteúdos. Portanto, quando eu perco tempo a produzir conteúdos para no FB e para o FB, estou a prejudicar-me, até materialmente falando. E há conteúdos que produzi para o FB que me seriam muito mais úteis no Blogger; por exemplo relativamente a fotografias... e não só.
Acresce que, no FB, eu não poderia ter 12 mil “amigos” diariamente, nem sequer 10% disso, porque teria uma imensidão de problemas. O FB só permite ter até 5 mil amigos. Também não ganharia nada com isso, mas chateia-me estar num sítio onde até se limita o número de amigos que cada pessoa pode ter.
Há mais, mas isto permite explicar os meus motivos para sair do FB e é esse o objectivo desta Nota.
É verdade que o Google também me censura (acredito que por acção de alguém que se deu ao trabalho de “denunciar” todos os meus textos, de TODOS os meus blogues).
O Google passou a “censurar-me” desde que publiquei o relato da AGRESSÃO POLICIAL de que fui vítima ... e na sequência da perseguição que me foi movida pela “justiça”, que culminou na agressão... e que ainda perdura...
Mas a “censura” do google consiste em mostrar aos cibernautas um aviso, quando estes encontram referências aos meus textos nas listas de busca e seguem os links.
Esse aviso diz: “””A PÁGINA ANTERIOR ESTÁ A DIRECCIONÁ-LO PARA (... o texto respectivo do meu respectivo blogue ...) SE NÃO QUER VISITAR (repete o nome do blogue) PODE VOLTAR Á PÁGINA ANTERIOR”””.
Parece uma coisa meio pateta e inócua, mas não é. Afasta muitos visitantes que, ao verem o aviso e sem saberem o que significa, receiam, legitimamente, pela segurança dos seus equipamentos, desistindo de “visitar” o blogue... Também já percebi a exclusão das referências aos meus blogues nas listagens de buscas (à semelhança do que fazem “sapo” e “clix”).
À conta disso tudo (juntamente com a menor atenção da minha parte) acabaram-se os picos de visitas diárias superiores às 500 no meu blogue mais antigo: Sociocracia, como acontecia antes.
Mas o google não me apaga os textos nem os comentários, não os altera,. Permanecem como eu os publico.
Até porque o google não pode nem quer me censurar a ponto de impedir que o número de visitas cresça.
Já o Clix e o Sapo (motores de busca), são bem mais radicais na censura: NUNCA (ou quase nunca) encontram os meus blogues que são liminarmente excluídos das listas de busca. E acredito que eles (os meus blogues) já nem existiriam se eu os tivesse alojado nalgum destes sites (Clix ou Sapo)... Seria a recompensa merecida se eu tivesse tido o azar de optar pelo “made (or controled) in Portugal”...
Portanto, para me “sujeitar” a censura mesquinha e pérfida, não necessito do FB; basta-me “aderir” ao sapo ou ao clix, ou a outro qualquer... ou continuar a escrever comentários nas notícias publicadas online. Para tiques reaccionários e respectiva censura... fico-me com “a prata (melhor dizendo: a porcaria) da casa”.
Posto isto e explicados os meus motivos, decidi apagar tudo do meu perfil, remover todas as amizades, sair de todos os grupos e causas, ocultar o meu perfil e conteúdos, torná-los invisíveis para todos... e deixar de consultar, sequer, o FB.
Lamento por alguns amigos, que sei que também lamentam. Mas isso não fará a menor diferença nas nossas vidas, acreditem!
O que se passa no FB é virtual e nunca poderá ser mais do que isso. É essa postura que é imposta e incutida às pessoas que, se a aceitam e se submetem, acabam reféns dela e condiconadas por ela, mesmo que o não percebam... como não se apercebem de muitas outras coisas, transformando-se em “activistas” da cadeira e do teclado... QUE NÃO INCOMODAM NINGUÉN NEM FAZEM A MENOR DIFERENÇA.
Os amigos que o são, realmente, não deixarão de o ser.
Eu continuo por aí e havera sempre maneira de interagirmos... se se justificar.
Vou reabrir o meu perfil a todos, apenas para tornar visível esta nota, que tentarei enviar ao máximo de amigos possível.
Peço também, a quem for membro do Grupo “Notícias Sem Censura”, que a publique no grupo (de cujo eu já saí) até para desfazer algum mal entendido e recolocar as coisas (e as pessoas... se for caso disso) no seu devido lugar; e ainda porque comecei a remover as amizades, precipitadamente, antes de elaborar e publicar esta nota, e só depois me dei conta de que ficava sem meios para contactar essas pessoas também
Aos membros do grupo que estejam interessados, posso abrir o acesso a um dos meus blogues, colectivo, chamado “Editorial”, para darem mais visibilidade às suas “Notícias Sem Censura”. Mas aí haverá requisitos básicos: Os textos terão de ser originais (de autoria dos próprios), as notícias que cabem são as que os OCS não publicam ou, se publicadas pelos OCS, o autor terá de estar ligado à notícia dalguma forma: ter conhecimento directo, por exemplo.
Podem ser publicadas, por jornalistas, notícias (denúncias) que lhes cheguem e que sejam rejeitadas pelos respectivos jornais...
Artigos de opinião ou comentários reproduzindo os slogans do condicionamento psicológico nazi serão liminarmente rejeitados. No caso de textos de algum membro, à primeira será apagado e o respectivo autor notificado do facto e dos motivos; à segunda o próprio membro será eliminado. São permitidas participações de pessoas ligadas a partidos (dos que são censurados pelos OCS) mas, nesses casos, pede-se uma declaração de princípios e de interesses, para que toda a gente saiba. A defesa da Democracia e dos direitos democráticos de todos e de cada um, é condição “sine qua non”.
Quem estiver interessado contacte o administrador do grupo “Notícias Sem Censura” a quem peço o favor de me reencaminhar esses contactos. Quem reunir as condições expostas pode aproveitar mais uma janela de visibilidade para as suas “notícias”. O FB é um espaço restrito, só acessível a quem tenha aderido; um blog não é: aparece nas listas de busca e o acesso aos textos é imediato para qualquer cibernauta.
Passados alguns dias sobre a publicação desta nota voltarei a ocultar o meu perfil e tudo o que me diga respeito, irei apagar todas as notas e todos os meus conteúdos, remover todas as amizades, sair de todos os grupos e páginas, sair de todas as causas, enfim: deixar o meu perfil vazio. Pode ser que depois o FB apague.
Portanto, aqui me despeço de todos. Voltaremos a encontrar-nos, por aí, se o acaso o permitir ou se houver iniciativas nesse sentido...
Maria Marques
(da gatinha preta, da agressão, do BASTA!)
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Aderi ao FB sem grande convicção.
A minha primeira foto do perfil do FB.
Uma das minhas reticências era que isso de Redes Sociais me cheirava a “passatempos” e eu nem tenho tempo para tudo, quanto mais para “passatempos”. Finalmente decidi aderir “numa” de “desportivismo”, convicta de que, se não for útil, mal também não fará. Puro engano!
Primeiro a gente começa por receber convites de amizade que mais não são do que “abordagens comerciais”; depois a gente começa a construir o nosso núcleo de amigos e aí, começa a “perder tempo” por questões de “delicadeza” muitas vezes a responder a isto e àquilo...
Depois acabamos levados na ilusão e envolvemo-nos perdendo mais tempo e esforço do que o que se justifica: começamos a receber “feed back”, a conhecer pessoas realmente interessantes (e outras horríveis), começamos a produzir conteúdos e a partilhar os nossos conteúdos... e ficamos aonde o FB nos quer: “agarrados”.
Isto para não falar das inúmeras aplicações estapafúrdias que são autênticas armadilhas, tal como o FB pretende ser, que nos são apresentadas como cortesia de algum amigo que disse isto ou aquilo sobre nós, sobre as nossas fotos, sobre... aplicações essas onde, se você entra, nunca mais sai... E estou a ignorar, de propósito, Farmvilles e quejandos.
Se você se contentar em aderir e escrever umas coisinhas aqui e ali, ao jeito deles, indo na onda, acredito que NADA de mais aconteça... Mas eu não sou assim: ou participo ou então estou fora e, por isso, comecei a “produzir e publicar” conteúdos DIFERENTES... e comecei a ter problemas... como tenho tido em todo o lado, como por exemplo quando decido comentar as notícias dos jornais online... que fui deixando de comentar e até de ler.
Nesta minha odisseia no FB foi-me acontecendo de tudo: perder comentários; perder publicações... ver algumas coisas alteradas (por exemplo links que apareciam aquando da publicação e depois desapareciam)... enfim.
Quando me aconteciam essas e outras coisas estranhas, irritava-me, desesperava-me... e fazia o que “eles” querem: desistia de reescrever e publicar os conteúdos que escrevia directamente e perdia... mas como não gosto de tirar conclusões precipitadas, achava sempre que poderia haver alguma outra explicação para o que me acontecia, que não fosse CENSURA pura e dura; não acreditava que o FB, pura e simplesmente, apagasse ou adulterasse ou sabotasse as pessoas. Por isso continuava no FB (embora com a minha animosidade a aumentar de dia para dia).
Continuava, continuei, até ao dia 07 (sete) de Agosoto de 2011, quando o FB eliminou, liminarmente, 2 comentários que escrevi e publiquei no Grupo “Notícias Sem Censura”, comentários esses que se inseriam, aliás, no meu estrito DIREITO DE RESPOSTA.
No primeiro caso constatei, passados uns pouquinhos minutos, que o comentário tinha desaparecido porque fui procurá-lo para inserir noutro texto e não o encontrei; no segundo caso, já de sobreaviso, esperei que o comentário publicasse e ainda permaneci no mesmo local mais uns segundinhos... o tempo suficiente para “ele” (o comentário) DESAPARECER. Foi a gota d’água: bloqueei a pessoa a quem se destinava a resposta ... e decidi que o FB não voltaria a me censurar; DECIDI SAIR DO FB...
Sair? Não! Engano meu! do FB NÃO SE SAI, o FB é uma armadilha. Ao FB apenas se ADERE, NUNCA se “desadere”.. Não há como sair do FB (ou, pelo menos eu, até agora, não descobri como “sair”). O FB apropria-se de nós E DOS NOSSOS DIREITOS FUNDAMENTAIS e, mesmo que não queiramos, temos de “aguentar”. Se aderimos ao FB, passamos a ser propriesdade do FB, sujeitamo-nos aos ditames do FB, sem alternativa...
Eu NÃO ADMITO que me censurem! Muito menos essa porcaria de FB, que se revela uma coisa nauseabunda, a cujo me prejudicou imenso o facto de ter aderido e PARTICIPADO. Por isso, bem vistas as coisas, tenho de agradecer ao FB o facto de me ter impelido a sair, porque isso só me traz vantagens: posso assegurar-vos que a minha “qualidade de vida” melhorou.
A minha quarta e última foto de perfil do Facebook.
Posso me “gabar” duma coisa: nunca convidei ninguém para aderir ao FB; se alguém foi convidado em meu nome, foi abusivamente. Portanto, não será por minha culpa que alguém passa pela mesma má experiência...
Tenho um conjunto de blogues alojados no Google que estão a atingir a média de 12 mil visitas diárias.
Essses blogues dão-me muito que fazer (se eu quiser mantê-los minimamente actualizados), mas também me dão alguma recompensa: o google paga-me pela publicidade que insere neles. Paga-me em função das visitas e dos “clicks”.
Portanto, as receitas têm probabilidade de aumentar com o incremento dos conteúdos. Portanto, quando eu perco tempo a produzir conteúdos para no FB e para o FB, estou a prejudicar-me, até materialmente falando. E há conteúdos que produzi para o FB que me seriam muito mais úteis no Blogger; por exemplo relativamente a fotografias... e não só.
Acresce que, no FB, eu não poderia ter 12 mil “amigos” diariamente, nem sequer 10% disso, porque teria uma imensidão de problemas. O FB só permite ter até 5 mil amigos. Também não ganharia nada com isso, mas chateia-me estar num sítio onde até se limita o número de amigos que cada pessoa pode ter.
Há mais, mas isto permite explicar os meus motivos para sair do FB e é esse o objectivo desta Nota.
É verdade que o Google também me censura (acredito que por acção de alguém que se deu ao trabalho de “denunciar” todos os meus textos, de TODOS os meus blogues).
O Google passou a “censurar-me” desde que publiquei o relato da AGRESSÃO POLICIAL de que fui vítima ... e na sequência da perseguição que me foi movida pela “justiça”, que culminou na agressão... e que ainda perdura...
Mas a “censura” do google consiste em mostrar aos cibernautas um aviso, quando estes encontram referências aos meus textos nas listas de busca e seguem os links.
Esse aviso diz: “””A PÁGINA ANTERIOR ESTÁ A DIRECCIONÁ-LO PARA (... o texto respectivo do meu respectivo blogue ...) SE NÃO QUER VISITAR (repete o nome do blogue) PODE VOLTAR Á PÁGINA ANTERIOR”””.
Parece uma coisa meio pateta e inócua, mas não é. Afasta muitos visitantes que, ao verem o aviso e sem saberem o que significa, receiam, legitimamente, pela segurança dos seus equipamentos, desistindo de “visitar” o blogue... Também já percebi a exclusão das referências aos meus blogues nas listagens de buscas (à semelhança do que fazem “sapo” e “clix”).
À conta disso tudo (juntamente com a menor atenção da minha parte) acabaram-se os picos de visitas diárias superiores às 500 no meu blogue mais antigo: Sociocracia, como acontecia antes.
Mas o google não me apaga os textos nem os comentários, não os altera,. Permanecem como eu os publico.
Até porque o google não pode nem quer me censurar a ponto de impedir que o número de visitas cresça.
Já o Clix e o Sapo (motores de busca), são bem mais radicais na censura: NUNCA (ou quase nunca) encontram os meus blogues que são liminarmente excluídos das listas de busca. E acredito que eles (os meus blogues) já nem existiriam se eu os tivesse alojado nalgum destes sites (Clix ou Sapo)... Seria a recompensa merecida se eu tivesse tido o azar de optar pelo “made (or controled) in Portugal”...
Portanto, para me “sujeitar” a censura mesquinha e pérfida, não necessito do FB; basta-me “aderir” ao sapo ou ao clix, ou a outro qualquer... ou continuar a escrever comentários nas notícias publicadas online. Para tiques reaccionários e respectiva censura... fico-me com “a prata (melhor dizendo: a porcaria) da casa”.
Posto isto e explicados os meus motivos, decidi apagar tudo do meu perfil, remover todas as amizades, sair de todos os grupos e causas, ocultar o meu perfil e conteúdos, torná-los invisíveis para todos... e deixar de consultar, sequer, o FB.
Lamento por alguns amigos, que sei que também lamentam. Mas isso não fará a menor diferença nas nossas vidas, acreditem!
O que se passa no FB é virtual e nunca poderá ser mais do que isso. É essa postura que é imposta e incutida às pessoas que, se a aceitam e se submetem, acabam reféns dela e condiconadas por ela, mesmo que o não percebam... como não se apercebem de muitas outras coisas, transformando-se em “activistas” da cadeira e do teclado... QUE NÃO INCOMODAM NINGUÉN NEM FAZEM A MENOR DIFERENÇA.
Os amigos que o são, realmente, não deixarão de o ser.
Eu continuo por aí e havera sempre maneira de interagirmos... se se justificar.
Vou reabrir o meu perfil a todos, apenas para tornar visível esta nota, que tentarei enviar ao máximo de amigos possível.
Peço também, a quem for membro do Grupo “Notícias Sem Censura”, que a publique no grupo (de cujo eu já saí) até para desfazer algum mal entendido e recolocar as coisas (e as pessoas... se for caso disso) no seu devido lugar; e ainda porque comecei a remover as amizades, precipitadamente, antes de elaborar e publicar esta nota, e só depois me dei conta de que ficava sem meios para contactar essas pessoas também
Aos membros do grupo que estejam interessados, posso abrir o acesso a um dos meus blogues, colectivo, chamado “Editorial”, para darem mais visibilidade às suas “Notícias Sem Censura”. Mas aí haverá requisitos básicos: Os textos terão de ser originais (de autoria dos próprios), as notícias que cabem são as que os OCS não publicam ou, se publicadas pelos OCS, o autor terá de estar ligado à notícia dalguma forma: ter conhecimento directo, por exemplo.
Podem ser publicadas, por jornalistas, notícias (denúncias) que lhes cheguem e que sejam rejeitadas pelos respectivos jornais...
Artigos de opinião ou comentários reproduzindo os slogans do condicionamento psicológico nazi serão liminarmente rejeitados. No caso de textos de algum membro, à primeira será apagado e o respectivo autor notificado do facto e dos motivos; à segunda o próprio membro será eliminado. São permitidas participações de pessoas ligadas a partidos (dos que são censurados pelos OCS) mas, nesses casos, pede-se uma declaração de princípios e de interesses, para que toda a gente saiba. A defesa da Democracia e dos direitos democráticos de todos e de cada um, é condição “sine qua non”.
Quem estiver interessado contacte o administrador do grupo “Notícias Sem Censura” a quem peço o favor de me reencaminhar esses contactos. Quem reunir as condições expostas pode aproveitar mais uma janela de visibilidade para as suas “notícias”. O FB é um espaço restrito, só acessível a quem tenha aderido; um blog não é: aparece nas listas de busca e o acesso aos textos é imediato para qualquer cibernauta.
Passados alguns dias sobre a publicação desta nota voltarei a ocultar o meu perfil e tudo o que me diga respeito, irei apagar todas as notas e todos os meus conteúdos, remover todas as amizades, sair de todos os grupos e páginas, sair de todas as causas, enfim: deixar o meu perfil vazio. Pode ser que depois o FB apague.
Portanto, aqui me despeço de todos. Voltaremos a encontrar-nos, por aí, se o acaso o permitir ou se houver iniciativas nesse sentido...
Maria Marques
(da gatinha preta, da agressão, do BASTA!)
«»«»«»«»«»«»«»
APELO!
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2011/08/24
O Caso Maddie McCann e os "comentários"
O texto que se segue é transcrição dum comentário que não consegui inserir numa notícia do Semanário Sol, em 21 de Março de 2008 (há mais de 3 anos, portanto).
Reescrevo-o aqui porque os McCann, segundo se diz, decidiram reabrir o processo (a Scotland Yard vai continuar a investigar) e, por isso, reeditam-se, entre nós, estes comentários e argumentos NAUSEABUNDOS, próprios da PROPAGANDA NAZI.
Se a escumalha volta aos mesmos argumentos DA PROPAGANDA NAZI, para proteger criminosos perseguindo inocentes (que é para isso mesmo que serve a propaganda NAZI, ou condicionamento psicológico NAZI, que têm como "missão", criar falsas realidades e falsos conceitos e falsas lógicas, que são repetidas até à exaustão de modo a condicionar psicologicamente A GENERALIDADE DAS PESSOAS que devem passar a assimilar e a "aderir" as teses - da propaganda NAZI); ae a escumalha volta aos mesmos argumentos pérfidos, justifica-se que eu reedite e divulgue esta denúncia dessa estratégia torpe a que estmaos permanentemente sujeitos, quer em relação aos McCann, quer em relação qo processo Casa Pia, quer em relação a muitos outros casos e processos.
Aqui fica a reedição do meu comentário:
A edição do Sol online tinha, até ontem, uma notícia informando que 2 jornais ingleses tinham decidido indemnizar os McCann devido às notícias falsas e difamatórias que publicaram sobre o caso Maddie.
Ontem tentei deixar um comentário, com o conteúdo que se segue, mas não consegui.
Não sei se foi censura premeditada, mas isso também não interessa. Vou publicar o comentário aqui porque, pelo sim pelo não, não tolero censura, nem mesmo se ela for acidental.
O teor do comentário é este (guardei-o, à cautela, e porque já me aconteceu outras vezes):
Por algum motivo que não se compreende, não consigo aceder aos comentários aqui.
Vim para deixar um novo comentário indignado com as enormidades e sabujices que aqui li noutros comentários.
Visto que não tenho acesso aos comentários, terei de responder de memória.
Entre os comentários absurdos e primários que li sobressaem dois “argumentos” que considero de bradar aos céus.
Um deles é que os McCann devem permanecer arguidos e suspeitos, é lícita a convicção de que são culpados porque a P.J. “pode vir a encontrar o corpo da menina”…
Ah pois! E se estes P.J. não encontrarem nada podem sempre os seus filhos, ou netos, vir um dia a encontrar, mesmo que já nada se possa concluir acerca da autoria do crime (se é que há esse crime) .
O cidadão tem prazos para tudo; os McCann até só teriam um prazo de seis meses para processar os jornais portugueses pelas enormidades que publicaram, mas os P.J.s, esses têm todo o tempo de Mundo e mais algum para, hipoteticamente, provarem as suas teses absurdas e sem fundamento. E se nunca provarem “podia haver a possibilidade de provarem” sendo que isso também constitui “prova” como aconteceu no Julgamento do Casa da Joana.
O que raio terão na cabeça pessoas que argumentam assim? Em que realidade vivem? Será que, para esses, a realidade, palpável, existe? Eu duvido!
Um outro argumento, também este “velho e batido” é o de que os McCann são culpados, mesmo que estejam inocentes, por causa da negligência, por terem deixado 3 crianças a dormir enquanto foram jantar.
Se todas as pessoas que negligenciam crianças fossem para a cadeia a sociedade ficava despovoada.
Mas não é SÓ por isso que este argumento me tira do sério. É porque ele é um exemplo acabado, refinado da estratégia da propaganda nazi e evidencia um carácter bem primário e vil por parte de quem o usa, estimula, difunde, defende. Também porque é muito usado e abusado noutras circunstâncias, como forma de garantir impunidade (e tolerância) para com criminosos e seus cúmplices, que assim deixam de ser culpados dos seus crimes monstruosos.
Só quem tenha filhos e sentimentos humanos é que consegue imaginar a dor e fragilidade emocional de quem vê desaparecer um filho. E, certamente que os próprios McCann não conseguem evitar o sentimento do remorso, de se recriminarem por essa “negligência”, facto que contribui para a sua fragilidade emocional. Da parte da “estratégia nazi” o facto é aproveitado e explorado até para além do limite, numa verdadeira campanha terrorista de chantagem emocional, coacção e terrorismo psicológicos, destinados a dificultar a acção daqueles pais e destinados, sobretudo, a garantir impunidade aos monstros criminosos que andam por aí a raptar as nossas crianças, tal como fizeram no caso da Joana.
Esses monstros criminosos é que, para se protegerem e garantirem impunidade, fomentam este terrorismo psicológico para além da estratégia, pérfida, infame, com a colaboração da justiça, de transformar os McCann em suspeitos, em acusados segundo as intenções e desígnios da P.J., de modo a que eles tenham de se preocupar mais consigo próprios e com a sua defesa do que com o desaparecimento da filha e com o que lhe aconteceu, ;
De modo a que, sobretudo, as discussões e opinião pública se preocupem mais com a culpa ou não culpa dos McCann do que com o desaparecimento de mais uma criança e com a existência de criminosos com cumplicidades e impunidades ao mais alto nível da justiça e do estado. A opinião pública deve-se preocupar mais com a culpa dos McCann, até porque tem de haver aquele sentimento de fundo de que são SEMPRE culpados, se não do desaparecimento, ao menos por negligência. E as discussões centram-se aí e ficam-se por aí; o cerne da questão e o grande problema que representa para a sociedade ficam esquecidos, marginalizados; inverte-se a lógica das coisas e as prioridades.
Que excelente, que paraíso para os monstros criminosos que raptam crianças!
Já fizeram o mesmo no caso da Joana e com tal êxito que “perderam a cabeça” embriagados com as garantias de impunidade e acharam que podiam também raptar esta criança, mesmo sendo filha de ingleses e ricos.
Estes meandros da propaganda nazi em que vivemos sufocados têm destas coisa: têm soluções e estratégia para encobrir e nos fazer engolir todas as patifarias, até as mais infames, garantindo impunidade aos respectivos criminosos que são, em última análise, quem nos governa.
Os pais é que são culpados, nem que seja por negligência! Onde é que eu já ouvi isto? É uma história antiga que não posso contar aqui e agora.
Segundo este terrorismo psicológico, os pais, as vítimas, são sempre culpados e a culpa dos criminosos não tem importância nenhuma. Os criminosos têm o direito de existir e praticar os seus crimes, com a conivência e envolvimento das polícias, com vencimentos pagos por nós, porque as vítimas é que têm de ser capazes de prevenir e evitar os crimes…
Acordem gente! No caso das crianças como em todos os outros casos, os criminosos arranjam sempre maneira de praticar os seus crimes, por maiores que sejam as precauções.
É para nos proteger de criminosos, para perseguir, punir e prender os criminosos que existem polícias, tribunais, cadeias. Mas não! Para as cadeias vão os inocentes e a justiça entretém-se a perseguir as pessoas de bem… a mando de criminosos. A polícia, essa, está envolvida, pelo menos em muitos casos, com os criminosos. E tudo isto tem vencimentos pagos com o nosso dinheiro, das vítimas.
Quem defende e repete essas teorias deve achar que devemos viver todos nós em prisões e as nossas crianças em jaulas, em celas, para nos protegermos eficazmente de criminosos… e para que os criminosos possam existir e ter liberdade à vontade. Ou então um chip...
E assim se destrói, pelas nossas próprias mãos (pelas mãos de alguns vretinos, que não pelas minhas), o que podia ser uma linda sociedade de paz, liberdade e progresso!
Tenho pena de vós. Se é verdade (eu acho que é verdade) que "Quem semeia ventos colhe tempestades" e que "Quem com ferros mata, com ferros morre", acho que ninguém devia ser tão inconsciente ao ponto de merecer e favorecer o castigo que vocês merecem. Hoje são vocês os predadores a “morder” e maltratar os outros, colaborando com esse terrorismo nazi. Amanhã podem ser vocês as vítimas… de vós próprios, da sociedade e conceitos absurdos que ajudaram a edificar. Mas tenho ainda mais pena das vítimas se essas patifarias que vocês favorecem vitimarem outros que não vós.
Talvez porque eles não estudaram representação, ainda há os que não gostam da cara dos McCann e acham que isso lhes dá legitimidade para dizer horrores.. Enfim! Não sairíamos mais daqui.
Eu acho que os McCann não estão a actuar correctamente. Se eu estivesse no lugar deles, com os recursos que eles têm, esta criança já teria aparecido! Mas isso pode ser efeito desta fragilização que refiro... ou talvez também eles tenham a cabeça cheia de conceitos absurdos que não lhes permitem analisar a questão correctamente...
Se eu puder colaborar em alguma coisa, para esclarecer este caso, fá-lo-ei, por todas as nossas crianças, que merecem, apenas com uma condição: que esteja incluído o caso da Joana!
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APELO!
Participação Cívica e Direitos Fundamentais:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
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