A CARTA TRANSCRITA ABAIXO FOI ENVIADA, ONTEM, PELO APRESENTADOR TELEVISIVO, CARLOS CRUZ, A TODOS OS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL.... VEREMOS O QUE, A PARTIR DE HOJE, DIA 01 DE SETEMBRO DE 2011, VAI SER PUBLICADO OU SIMPLESMENTE PARA SE VER QUEM NÃO PUBLICA...
DENTRO DE 2 DIAD, NO DIA 03 DESTE MÊS, FAZ UM ANO QUE OS ARGUIDOS DO PROCESSO DA ALEGADA REDE DE PEDOFILIA FORAM CONDENADOS. SEGUIRAM RECURSOS PARA O TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE LISBOA MAS, DESTE TRIBUNAL NÃO HÁ, ATÉ AGORA, QUALQUER DECISÃO SOBRE ESSES RECURSOS...
Transcrição:
De: Carlos Cruz
Para Todos os órgãos de Comunicação Social
"Quando abri o meu site www.processocarloscruz.com há um ano e quase 3 meses propus-me divulgar e analisar documentos de um processo construído em cima de mentiras e manipulações que culminou com uma aberração: condenação sem provas, inspirada num conceito cuja existência é desconhecida pela ciência: a ressonância da verdade.
Num processo onde noticiam não haver provas e volvido um ano sobre a minha condenação, disponibilizei através do site, para todos os portugueses: os meus depoimentos na íntegra, os reconhecimentos feitos pelo tribunal, chamadas telefónicas, depoimentos de centenas de testemunhas, vias verdes, artigos da comunicação social, centenas de documentos processuais, entrevistas, movimentos bancários, análises detalhadas e cronológicas, vídeos e mais.
Achei que era chegado o momento de reestruturar a forma de acesso e consulta do site para facilitar a busca e o raciocínio. Está a partir de hoje com uma homepage muito mais intuitiva, fácil de ler e apontando as portas mais relevantes para uma consulta também sistematizada.
Mais há para publicar e mostrar como um preconceito e uma convicção sem fundamento levou os mais variados responsáveis do aparelho judicial português a construir um enorme e terrível erro judiciário. Pelo seu mediatismo e influência, provavelmente o maior dos séculos XX e XXI.
Passado este tempo e mantendo uma excelente base de visitantes diários, o site já contabilizou 1.215.403 visitas perfazendo um total de 6.200.098 de páginas vistas e contabilizando mais de 52.916.118 hits. O conteúdo do site continuará a estar à disposição dos portugueses para que eles descubram o que foi e é o processo Casa Pia.
Presto um serviço a todos mas em especial aos estudiosos da Lei e da Justiça: desde estudantes de Direito, a advogados, juízes mas também a médicos e peritos, historiadores e investigadores. A minha luta é um pequeno contributo para um verdadeiro Estado de Direito Democrático.
Nesse sentido, passarei dentro em breve a distribuir este Processo em formato digital às Universidades e Institutos das mais diversas áreas que tenham interesse no seu estudo e que o solicitem."
Carlos Cruz
31 de Agosto 2011
APELO! Participação Cívica e Direitos Fundamentais: -- Petição Para Valoração da Abstenção -- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI -- Denúncia de Agressão Policial -- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
Este blog pretende elevar, a um patamar superior, a liberdade, a democracia! Clamar por honestidade e justiça. Exigir a Valoração da Abstenção
2011/08/31
Processo Casa Pia. O Arrivismo, o Banditismo, da "Justiça"
Processo Casa Pia, ou até onde vai o Arrivismo, o Banditismo, a prepotência cega e criminosa, SEMPRE IMPUNE, da "Justiça". Uma infâmia de Processo, uma infãmia de acusações, uma sentença infame... Sancionada por todos os poderes, INCLUINDO PELOS PARTIDOS Políticos (que assim pregam mais um prego no próprio caixão).
Em suma: UMA CONSPIRAÇÃO MONSTRUOSA, evidente e despudorada.
De: Carlos Tomás, jornalista
CASA PIA - ATÉ ONDE VAI A ESTUPIDEZ
O colectivo de juízes do processo da alegada rede de pedofilia que operava na Casa Pia de Lisboa desvalorizou todos os testemunhos das pessoas arroladas pelos arguidos porque ou eram amigos, ou eram vizinhos, ou eram das suas relações profissionais.
Está bom de ver que se eu fosse, hipoteticamente, acusado de abusar de uma dezena de rapazes na minha casa nunca poderia arrolar, como testemunhas para provar o contrário, os moradores do meu prédio e edifícios adjacentes - que na sua esmagadora maioria nem conheço - porque eram "vizinhos". Teria, assim, de arrolar um "marciano" como testemunha em minha defesa.
A estupidez da burra da juíza Ana Peres e dos seus cúmplices no acto terrorista que foi a condenação, SEM PROVAS, dos arguidos Carlos Cruz, Carlos Silvino, Ferreira Diniz, Hugo Marçal, Jorge Ritto e Manuel Abrantes - a Gertrudes Nunes safou-se milagrosamente - chega ao ponto de nem levar em conta que aquilo que é relatado pelas tetemunhas/vítimas e pelo próprio Carlos Silvino não faz sentido nenhum quando se confrontam pessoas que nada têm que ver com os arguidos, com a mera possibilidade de os abusos terem ocorrido.
AQUI FICA UM DESSES TESTEMUNHOS, JÁ REPRODUZIDO NUM COMENTÁRIO (...), QUE NÃO FOI PRESTADO EM TRIBUNAL - ATÉ PORQUE A INVESTIGAÇÃO, DIRIGIDA PELO MINISTÉRIO PÚBLICO E PELO ASNO DO PROCURADOR JOÃO GUERRA, NÃO SE PREOCUPOU EM OUVIR NINGUÉM E QUANDO OUVIU, MESMO SEM QUERER, E PERCEBEU QUE OS TESTEMUNHOS ILIBAVAM OS ARGUIDOS PURA E SIMPESMENTE OS IGNOROU - MAS QUE DIZ BEM DA INCOMPETÊNCIA DOS MAGISTRADOS LIGADOS A ESTE ESCABROSO PROCESSO:
RUI SUZANO - ANTIGO MORADOR DE ELVAS
"No meio de todas as dúvidas há uma coisa que é certa. Vivi em Elvas vários anos e frequentava um café com esplanada quase em frente da célebre "casa de Elvas", referida no processo. Ao lado, exactamente ao lado, dessa casa que tinha um pequeno pátio antes da porta de entrada vivia uma amiga minha, técnica de Rx do Hospital. Nem ela, porque ficou surpreendida quando surgiu a notícia, nem eu, alguma vez vimos algo suspeito nem nenhuma figura da nossa praça pública por ali.
Não exclui nada garantidamente, é certo; mas seria necessário ser-se muito cretino para alguém, publicamente conhecido, aparecer no centro da cidade com um carregamento de putos para praticar crimes de pedofilia, com tanto monte alentejano nos sítios mais ermos que se possa imaginar.
Muito estúpido mesmo..."
E eu remato: mais estúpido só o colectivo de juízes presidido por Ana Peres, muito estúpido mesmo...
NOTA 1:
O processo continua, nas bocas do Mundo e na Comunicação Social, a ser chamada de "Processo de Pedofilia"; os arrivistas e bandidos, criminosos, da laia dos que manipularam estes processo, até chamam "pedófilos" aos que foram condenados.
MAS, PARA ALÉM DO Bibi, MAIS NENHUM DOS ARGUIDOS AGORA CONDENADOS FOI, sequer, ACUSADO DE PEDOFILIA. Estão aciusados de crime bem diferente, a saber: clientes de prostituição juvenil (acto sexual com adolescente menor de 14 anos)... e até disso são inocentes.
É óbvio, para quem queira ver, que este Processo é uma monstruosidade, que vitima TODA a população do País, e é a isso que se devem tanta mentira, tanta demagogia, tantos actos infames praticados IMPUNEMENTE
NOTA 2:
Isto que é dito no texto do Carlos Tomás (e com que eu concordo, porque é evidente e sabido, de longa data) consubstancia vários crimes públicos que, neste caso, o são contra a democracia e o estado de direito também:
"ASNO DO PROCURADOR JOÃO GUERRA, NÃO SE PREOCUPOU EM OUVIR NINGUÉM E QUANDO OUVIU, MESMO SEM QUERER, E PERCEBEU QUE OS TESTEMUNHOS ILIBAVAM OS ARGUIDOS PURA E SIMPESMENTE OS IGNOROU"
Os crimes, tipificados na lei são: denegação de justiça, ocultação de provas, obstrução e manipulação para condenar inocentes, viciação da prova... Quanto às declarações prestadas pelos "investigadores, em Tribunal, acresce o crime de perjúrio... ÓBVIO. Só o colectivo é que não deu por nada... nem o Procurador João Aibéo que só acusa de perjúrio, PARA CONDENAR INOCENTES, as pessoas que não praticam o crime, que DIZEM A VERDADE...
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APELO!
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Em suma: UMA CONSPIRAÇÃO MONSTRUOSA, evidente e despudorada.
De: Carlos Tomás, jornalista
CASA PIA - ATÉ ONDE VAI A ESTUPIDEZ
O colectivo de juízes do processo da alegada rede de pedofilia que operava na Casa Pia de Lisboa desvalorizou todos os testemunhos das pessoas arroladas pelos arguidos porque ou eram amigos, ou eram vizinhos, ou eram das suas relações profissionais.
Está bom de ver que se eu fosse, hipoteticamente, acusado de abusar de uma dezena de rapazes na minha casa nunca poderia arrolar, como testemunhas para provar o contrário, os moradores do meu prédio e edifícios adjacentes - que na sua esmagadora maioria nem conheço - porque eram "vizinhos". Teria, assim, de arrolar um "marciano" como testemunha em minha defesa.
A estupidez da burra da juíza Ana Peres e dos seus cúmplices no acto terrorista que foi a condenação, SEM PROVAS, dos arguidos Carlos Cruz, Carlos Silvino, Ferreira Diniz, Hugo Marçal, Jorge Ritto e Manuel Abrantes - a Gertrudes Nunes safou-se milagrosamente - chega ao ponto de nem levar em conta que aquilo que é relatado pelas tetemunhas/vítimas e pelo próprio Carlos Silvino não faz sentido nenhum quando se confrontam pessoas que nada têm que ver com os arguidos, com a mera possibilidade de os abusos terem ocorrido.
AQUI FICA UM DESSES TESTEMUNHOS, JÁ REPRODUZIDO NUM COMENTÁRIO (...), QUE NÃO FOI PRESTADO EM TRIBUNAL - ATÉ PORQUE A INVESTIGAÇÃO, DIRIGIDA PELO MINISTÉRIO PÚBLICO E PELO ASNO DO PROCURADOR JOÃO GUERRA, NÃO SE PREOCUPOU EM OUVIR NINGUÉM E QUANDO OUVIU, MESMO SEM QUERER, E PERCEBEU QUE OS TESTEMUNHOS ILIBAVAM OS ARGUIDOS PURA E SIMPESMENTE OS IGNOROU - MAS QUE DIZ BEM DA INCOMPETÊNCIA DOS MAGISTRADOS LIGADOS A ESTE ESCABROSO PROCESSO:
RUI SUZANO - ANTIGO MORADOR DE ELVAS
"No meio de todas as dúvidas há uma coisa que é certa. Vivi em Elvas vários anos e frequentava um café com esplanada quase em frente da célebre "casa de Elvas", referida no processo. Ao lado, exactamente ao lado, dessa casa que tinha um pequeno pátio antes da porta de entrada vivia uma amiga minha, técnica de Rx do Hospital. Nem ela, porque ficou surpreendida quando surgiu a notícia, nem eu, alguma vez vimos algo suspeito nem nenhuma figura da nossa praça pública por ali.
Não exclui nada garantidamente, é certo; mas seria necessário ser-se muito cretino para alguém, publicamente conhecido, aparecer no centro da cidade com um carregamento de putos para praticar crimes de pedofilia, com tanto monte alentejano nos sítios mais ermos que se possa imaginar.
Muito estúpido mesmo..."
E eu remato: mais estúpido só o colectivo de juízes presidido por Ana Peres, muito estúpido mesmo...
NOTA 1:
O processo continua, nas bocas do Mundo e na Comunicação Social, a ser chamada de "Processo de Pedofilia"; os arrivistas e bandidos, criminosos, da laia dos que manipularam estes processo, até chamam "pedófilos" aos que foram condenados.
MAS, PARA ALÉM DO Bibi, MAIS NENHUM DOS ARGUIDOS AGORA CONDENADOS FOI, sequer, ACUSADO DE PEDOFILIA. Estão aciusados de crime bem diferente, a saber: clientes de prostituição juvenil (acto sexual com adolescente menor de 14 anos)... e até disso são inocentes.
É óbvio, para quem queira ver, que este Processo é uma monstruosidade, que vitima TODA a população do País, e é a isso que se devem tanta mentira, tanta demagogia, tantos actos infames praticados IMPUNEMENTE
NOTA 2:
Isto que é dito no texto do Carlos Tomás (e com que eu concordo, porque é evidente e sabido, de longa data) consubstancia vários crimes públicos que, neste caso, o são contra a democracia e o estado de direito também:
"ASNO DO PROCURADOR JOÃO GUERRA, NÃO SE PREOCUPOU EM OUVIR NINGUÉM E QUANDO OUVIU, MESMO SEM QUERER, E PERCEBEU QUE OS TESTEMUNHOS ILIBAVAM OS ARGUIDOS PURA E SIMPESMENTE OS IGNOROU"
Os crimes, tipificados na lei são: denegação de justiça, ocultação de provas, obstrução e manipulação para condenar inocentes, viciação da prova... Quanto às declarações prestadas pelos "investigadores, em Tribunal, acresce o crime de perjúrio... ÓBVIO. Só o colectivo é que não deu por nada... nem o Procurador João Aibéo que só acusa de perjúrio, PARA CONDENAR INOCENTES, as pessoas que não praticam o crime, que DIZEM A VERDADE...
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APELO!
Participação Cívica e Direitos Fundamentais:
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2011/08/26
O Facebook e EU. Vou Deixar de Frequentar o FB
Para todos os meus amigos do Facebook (FB) e não só...
Aderi ao FB sem grande convicção.
Embora sem saber como “a coisa” funcionava, confesso que me levantava algumas dúvidas e resisti, durante muito tempo, apesar dos inúmeros convites... Até que aceitei um convite de Rui Dias José.
Uma das minhas reticências era que isso de Redes Sociais me cheirava a “passatempos” e eu nem tenho tempo para tudo, quanto mais para “passatempos”. Finalmente decidi aderir “numa” de “desportivismo”, convicta de que, se não for útil, mal também não fará. Puro engano!
Primeiro a gente começa por receber convites de amizade que mais não são do que “abordagens comerciais”; depois a gente começa a construir o nosso núcleo de amigos e aí, começa a “perder tempo” por questões de “delicadeza” muitas vezes a responder a isto e àquilo...
Depois acabamos levados na ilusão e envolvemo-nos perdendo mais tempo e esforço do que o que se justifica: começamos a receber “feed back”, a conhecer pessoas realmente interessantes (e outras horríveis), começamos a produzir conteúdos e a partilhar os nossos conteúdos... e ficamos aonde o FB nos quer: “agarrados”.
Isto para não falar das inúmeras aplicações estapafúrdias que são autênticas armadilhas, tal como o FB pretende ser, que nos são apresentadas como cortesia de algum amigo que disse isto ou aquilo sobre nós, sobre as nossas fotos, sobre... aplicações essas onde, se você entra, nunca mais sai... E estou a ignorar, de propósito, Farmvilles e quejandos.
Se você se contentar em aderir e escrever umas coisinhas aqui e ali, ao jeito deles, indo na onda, acredito que NADA de mais aconteça... Mas eu não sou assim: ou participo ou então estou fora e, por isso, comecei a “produzir e publicar” conteúdos DIFERENTES... e comecei a ter problemas... como tenho tido em todo o lado, como por exemplo quando decido comentar as notícias dos jornais online... que fui deixando de comentar e até de ler.
Nesta minha odisseia no FB foi-me acontecendo de tudo: perder comentários; perder publicações... ver algumas coisas alteradas (por exemplo links que apareciam aquando da publicação e depois desapareciam)... enfim.
Quando me aconteciam essas e outras coisas estranhas, irritava-me, desesperava-me... e fazia o que “eles” querem: desistia de reescrever e publicar os conteúdos que escrevia directamente e perdia... mas como não gosto de tirar conclusões precipitadas, achava sempre que poderia haver alguma outra explicação para o que me acontecia, que não fosse CENSURA pura e dura; não acreditava que o FB, pura e simplesmente, apagasse ou adulterasse ou sabotasse as pessoas. Por isso continuava no FB (embora com a minha animosidade a aumentar de dia para dia).
Continuava, continuei, até ao dia 07 (sete) de Agosoto de 2011, quando o FB eliminou, liminarmente, 2 comentários que escrevi e publiquei no Grupo “Notícias Sem Censura”, comentários esses que se inseriam, aliás, no meu estrito DIREITO DE RESPOSTA.
No primeiro caso constatei, passados uns pouquinhos minutos, que o comentário tinha desaparecido porque fui procurá-lo para inserir noutro texto e não o encontrei; no segundo caso, já de sobreaviso, esperei que o comentário publicasse e ainda permaneci no mesmo local mais uns segundinhos... o tempo suficiente para “ele” (o comentário) DESAPARECER. Foi a gota d’água: bloqueei a pessoa a quem se destinava a resposta ... e decidi que o FB não voltaria a me censurar; DECIDI SAIR DO FB...
Sair? Não! Engano meu! do FB NÃO SE SAI, o FB é uma armadilha. Ao FB apenas se ADERE, NUNCA se “desadere”.. Não há como sair do FB (ou, pelo menos eu, até agora, não descobri como “sair”). O FB apropria-se de nós E DOS NOSSOS DIREITOS FUNDAMENTAIS e, mesmo que não queiramos, temos de “aguentar”. Se aderimos ao FB, passamos a ser propriesdade do FB, sujeitamo-nos aos ditames do FB, sem alternativa...
Eu NÃO ADMITO que me censurem! Muito menos essa porcaria de FB, que se revela uma coisa nauseabunda, a cujo me prejudicou imenso o facto de ter aderido e PARTICIPADO. Por isso, bem vistas as coisas, tenho de agradecer ao FB o facto de me ter impelido a sair, porque isso só me traz vantagens: posso assegurar-vos que a minha “qualidade de vida” melhorou.
Posso me “gabar” duma coisa: nunca convidei ninguém para aderir ao FB; se alguém foi convidado em meu nome, foi abusivamente. Portanto, não será por minha culpa que alguém passa pela mesma má experiência...
Tenho um conjunto de blogues alojados no Google que estão a atingir a média de 12 mil visitas diárias.
Essses blogues dão-me muito que fazer (se eu quiser mantê-los minimamente actualizados), mas também me dão alguma recompensa: o google paga-me pela publicidade que insere neles. Paga-me em função das visitas e dos “clicks”.
Portanto, as receitas têm probabilidade de aumentar com o incremento dos conteúdos. Portanto, quando eu perco tempo a produzir conteúdos para no FB e para o FB, estou a prejudicar-me, até materialmente falando. E há conteúdos que produzi para o FB que me seriam muito mais úteis no Blogger; por exemplo relativamente a fotografias... e não só.
Acresce que, no FB, eu não poderia ter 12 mil “amigos” diariamente, nem sequer 10% disso, porque teria uma imensidão de problemas. O FB só permite ter até 5 mil amigos. Também não ganharia nada com isso, mas chateia-me estar num sítio onde até se limita o número de amigos que cada pessoa pode ter.
Há mais, mas isto permite explicar os meus motivos para sair do FB e é esse o objectivo desta Nota.
É verdade que o Google também me censura (acredito que por acção de alguém que se deu ao trabalho de “denunciar” todos os meus textos, de TODOS os meus blogues).
O Google passou a “censurar-me” desde que publiquei o relato da AGRESSÃO POLICIAL de que fui vítima ... e na sequência da perseguição que me foi movida pela “justiça”, que culminou na agressão... e que ainda perdura...
Mas a “censura” do google consiste em mostrar aos cibernautas um aviso, quando estes encontram referências aos meus textos nas listas de busca e seguem os links.
Esse aviso diz: “””A PÁGINA ANTERIOR ESTÁ A DIRECCIONÁ-LO PARA (... o texto respectivo do meu respectivo blogue ...) SE NÃO QUER VISITAR (repete o nome do blogue) PODE VOLTAR Á PÁGINA ANTERIOR”””.
Parece uma coisa meio pateta e inócua, mas não é. Afasta muitos visitantes que, ao verem o aviso e sem saberem o que significa, receiam, legitimamente, pela segurança dos seus equipamentos, desistindo de “visitar” o blogue... Também já percebi a exclusão das referências aos meus blogues nas listagens de buscas (à semelhança do que fazem “sapo” e “clix”).
À conta disso tudo (juntamente com a menor atenção da minha parte) acabaram-se os picos de visitas diárias superiores às 500 no meu blogue mais antigo: Sociocracia, como acontecia antes.
Mas o google não me apaga os textos nem os comentários, não os altera,. Permanecem como eu os publico.
Até porque o google não pode nem quer me censurar a ponto de impedir que o número de visitas cresça.
Já o Clix e o Sapo (motores de busca), são bem mais radicais na censura: NUNCA (ou quase nunca) encontram os meus blogues que são liminarmente excluídos das listas de busca. E acredito que eles (os meus blogues) já nem existiriam se eu os tivesse alojado nalgum destes sites (Clix ou Sapo)... Seria a recompensa merecida se eu tivesse tido o azar de optar pelo “made (or controled) in Portugal”...
Portanto, para me “sujeitar” a censura mesquinha e pérfida, não necessito do FB; basta-me “aderir” ao sapo ou ao clix, ou a outro qualquer... ou continuar a escrever comentários nas notícias publicadas online. Para tiques reaccionários e respectiva censura... fico-me com “a prata (melhor dizendo: a porcaria) da casa”.
Posto isto e explicados os meus motivos, decidi apagar tudo do meu perfil, remover todas as amizades, sair de todos os grupos e causas, ocultar o meu perfil e conteúdos, torná-los invisíveis para todos... e deixar de consultar, sequer, o FB.
Lamento por alguns amigos, que sei que também lamentam. Mas isso não fará a menor diferença nas nossas vidas, acreditem!
O que se passa no FB é virtual e nunca poderá ser mais do que isso. É essa postura que é imposta e incutida às pessoas que, se a aceitam e se submetem, acabam reféns dela e condiconadas por ela, mesmo que o não percebam... como não se apercebem de muitas outras coisas, transformando-se em “activistas” da cadeira e do teclado... QUE NÃO INCOMODAM NINGUÉN NEM FAZEM A MENOR DIFERENÇA.
Os amigos que o são, realmente, não deixarão de o ser.
Eu continuo por aí e havera sempre maneira de interagirmos... se se justificar.
Vou reabrir o meu perfil a todos, apenas para tornar visível esta nota, que tentarei enviar ao máximo de amigos possível.
Peço também, a quem for membro do Grupo “Notícias Sem Censura”, que a publique no grupo (de cujo eu já saí) até para desfazer algum mal entendido e recolocar as coisas (e as pessoas... se for caso disso) no seu devido lugar; e ainda porque comecei a remover as amizades, precipitadamente, antes de elaborar e publicar esta nota, e só depois me dei conta de que ficava sem meios para contactar essas pessoas também
Aos membros do grupo que estejam interessados, posso abrir o acesso a um dos meus blogues, colectivo, chamado “Editorial”, para darem mais visibilidade às suas “Notícias Sem Censura”. Mas aí haverá requisitos básicos: Os textos terão de ser originais (de autoria dos próprios), as notícias que cabem são as que os OCS não publicam ou, se publicadas pelos OCS, o autor terá de estar ligado à notícia dalguma forma: ter conhecimento directo, por exemplo.
Podem ser publicadas, por jornalistas, notícias (denúncias) que lhes cheguem e que sejam rejeitadas pelos respectivos jornais...
Artigos de opinião ou comentários reproduzindo os slogans do condicionamento psicológico nazi serão liminarmente rejeitados. No caso de textos de algum membro, à primeira será apagado e o respectivo autor notificado do facto e dos motivos; à segunda o próprio membro será eliminado. São permitidas participações de pessoas ligadas a partidos (dos que são censurados pelos OCS) mas, nesses casos, pede-se uma declaração de princípios e de interesses, para que toda a gente saiba. A defesa da Democracia e dos direitos democráticos de todos e de cada um, é condição “sine qua non”.
Quem estiver interessado contacte o administrador do grupo “Notícias Sem Censura” a quem peço o favor de me reencaminhar esses contactos. Quem reunir as condições expostas pode aproveitar mais uma janela de visibilidade para as suas “notícias”. O FB é um espaço restrito, só acessível a quem tenha aderido; um blog não é: aparece nas listas de busca e o acesso aos textos é imediato para qualquer cibernauta.
Passados alguns dias sobre a publicação desta nota voltarei a ocultar o meu perfil e tudo o que me diga respeito, irei apagar todas as notas e todos os meus conteúdos, remover todas as amizades, sair de todos os grupos e páginas, sair de todas as causas, enfim: deixar o meu perfil vazio. Pode ser que depois o FB apague.
Portanto, aqui me despeço de todos. Voltaremos a encontrar-nos, por aí, se o acaso o permitir ou se houver iniciativas nesse sentido...
Maria Marques
(da gatinha preta, da agressão, do BASTA!)
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-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
Aderi ao FB sem grande convicção.
A minha primeira foto do perfil do FB.
Uma das minhas reticências era que isso de Redes Sociais me cheirava a “passatempos” e eu nem tenho tempo para tudo, quanto mais para “passatempos”. Finalmente decidi aderir “numa” de “desportivismo”, convicta de que, se não for útil, mal também não fará. Puro engano!
Primeiro a gente começa por receber convites de amizade que mais não são do que “abordagens comerciais”; depois a gente começa a construir o nosso núcleo de amigos e aí, começa a “perder tempo” por questões de “delicadeza” muitas vezes a responder a isto e àquilo...
Depois acabamos levados na ilusão e envolvemo-nos perdendo mais tempo e esforço do que o que se justifica: começamos a receber “feed back”, a conhecer pessoas realmente interessantes (e outras horríveis), começamos a produzir conteúdos e a partilhar os nossos conteúdos... e ficamos aonde o FB nos quer: “agarrados”.
Isto para não falar das inúmeras aplicações estapafúrdias que são autênticas armadilhas, tal como o FB pretende ser, que nos são apresentadas como cortesia de algum amigo que disse isto ou aquilo sobre nós, sobre as nossas fotos, sobre... aplicações essas onde, se você entra, nunca mais sai... E estou a ignorar, de propósito, Farmvilles e quejandos.
Se você se contentar em aderir e escrever umas coisinhas aqui e ali, ao jeito deles, indo na onda, acredito que NADA de mais aconteça... Mas eu não sou assim: ou participo ou então estou fora e, por isso, comecei a “produzir e publicar” conteúdos DIFERENTES... e comecei a ter problemas... como tenho tido em todo o lado, como por exemplo quando decido comentar as notícias dos jornais online... que fui deixando de comentar e até de ler.
Nesta minha odisseia no FB foi-me acontecendo de tudo: perder comentários; perder publicações... ver algumas coisas alteradas (por exemplo links que apareciam aquando da publicação e depois desapareciam)... enfim.
Quando me aconteciam essas e outras coisas estranhas, irritava-me, desesperava-me... e fazia o que “eles” querem: desistia de reescrever e publicar os conteúdos que escrevia directamente e perdia... mas como não gosto de tirar conclusões precipitadas, achava sempre que poderia haver alguma outra explicação para o que me acontecia, que não fosse CENSURA pura e dura; não acreditava que o FB, pura e simplesmente, apagasse ou adulterasse ou sabotasse as pessoas. Por isso continuava no FB (embora com a minha animosidade a aumentar de dia para dia).
Continuava, continuei, até ao dia 07 (sete) de Agosoto de 2011, quando o FB eliminou, liminarmente, 2 comentários que escrevi e publiquei no Grupo “Notícias Sem Censura”, comentários esses que se inseriam, aliás, no meu estrito DIREITO DE RESPOSTA.
No primeiro caso constatei, passados uns pouquinhos minutos, que o comentário tinha desaparecido porque fui procurá-lo para inserir noutro texto e não o encontrei; no segundo caso, já de sobreaviso, esperei que o comentário publicasse e ainda permaneci no mesmo local mais uns segundinhos... o tempo suficiente para “ele” (o comentário) DESAPARECER. Foi a gota d’água: bloqueei a pessoa a quem se destinava a resposta ... e decidi que o FB não voltaria a me censurar; DECIDI SAIR DO FB...
Sair? Não! Engano meu! do FB NÃO SE SAI, o FB é uma armadilha. Ao FB apenas se ADERE, NUNCA se “desadere”.. Não há como sair do FB (ou, pelo menos eu, até agora, não descobri como “sair”). O FB apropria-se de nós E DOS NOSSOS DIREITOS FUNDAMENTAIS e, mesmo que não queiramos, temos de “aguentar”. Se aderimos ao FB, passamos a ser propriesdade do FB, sujeitamo-nos aos ditames do FB, sem alternativa...
Eu NÃO ADMITO que me censurem! Muito menos essa porcaria de FB, que se revela uma coisa nauseabunda, a cujo me prejudicou imenso o facto de ter aderido e PARTICIPADO. Por isso, bem vistas as coisas, tenho de agradecer ao FB o facto de me ter impelido a sair, porque isso só me traz vantagens: posso assegurar-vos que a minha “qualidade de vida” melhorou.
A minha quarta e última foto de perfil do Facebook.
Posso me “gabar” duma coisa: nunca convidei ninguém para aderir ao FB; se alguém foi convidado em meu nome, foi abusivamente. Portanto, não será por minha culpa que alguém passa pela mesma má experiência...
Tenho um conjunto de blogues alojados no Google que estão a atingir a média de 12 mil visitas diárias.
Essses blogues dão-me muito que fazer (se eu quiser mantê-los minimamente actualizados), mas também me dão alguma recompensa: o google paga-me pela publicidade que insere neles. Paga-me em função das visitas e dos “clicks”.
Portanto, as receitas têm probabilidade de aumentar com o incremento dos conteúdos. Portanto, quando eu perco tempo a produzir conteúdos para no FB e para o FB, estou a prejudicar-me, até materialmente falando. E há conteúdos que produzi para o FB que me seriam muito mais úteis no Blogger; por exemplo relativamente a fotografias... e não só.
Acresce que, no FB, eu não poderia ter 12 mil “amigos” diariamente, nem sequer 10% disso, porque teria uma imensidão de problemas. O FB só permite ter até 5 mil amigos. Também não ganharia nada com isso, mas chateia-me estar num sítio onde até se limita o número de amigos que cada pessoa pode ter.
Há mais, mas isto permite explicar os meus motivos para sair do FB e é esse o objectivo desta Nota.
É verdade que o Google também me censura (acredito que por acção de alguém que se deu ao trabalho de “denunciar” todos os meus textos, de TODOS os meus blogues).
O Google passou a “censurar-me” desde que publiquei o relato da AGRESSÃO POLICIAL de que fui vítima ... e na sequência da perseguição que me foi movida pela “justiça”, que culminou na agressão... e que ainda perdura...
Mas a “censura” do google consiste em mostrar aos cibernautas um aviso, quando estes encontram referências aos meus textos nas listas de busca e seguem os links.
Esse aviso diz: “””A PÁGINA ANTERIOR ESTÁ A DIRECCIONÁ-LO PARA (... o texto respectivo do meu respectivo blogue ...) SE NÃO QUER VISITAR (repete o nome do blogue) PODE VOLTAR Á PÁGINA ANTERIOR”””.
Parece uma coisa meio pateta e inócua, mas não é. Afasta muitos visitantes que, ao verem o aviso e sem saberem o que significa, receiam, legitimamente, pela segurança dos seus equipamentos, desistindo de “visitar” o blogue... Também já percebi a exclusão das referências aos meus blogues nas listagens de buscas (à semelhança do que fazem “sapo” e “clix”).
À conta disso tudo (juntamente com a menor atenção da minha parte) acabaram-se os picos de visitas diárias superiores às 500 no meu blogue mais antigo: Sociocracia, como acontecia antes.
Mas o google não me apaga os textos nem os comentários, não os altera,. Permanecem como eu os publico.
Até porque o google não pode nem quer me censurar a ponto de impedir que o número de visitas cresça.
Já o Clix e o Sapo (motores de busca), são bem mais radicais na censura: NUNCA (ou quase nunca) encontram os meus blogues que são liminarmente excluídos das listas de busca. E acredito que eles (os meus blogues) já nem existiriam se eu os tivesse alojado nalgum destes sites (Clix ou Sapo)... Seria a recompensa merecida se eu tivesse tido o azar de optar pelo “made (or controled) in Portugal”...
Portanto, para me “sujeitar” a censura mesquinha e pérfida, não necessito do FB; basta-me “aderir” ao sapo ou ao clix, ou a outro qualquer... ou continuar a escrever comentários nas notícias publicadas online. Para tiques reaccionários e respectiva censura... fico-me com “a prata (melhor dizendo: a porcaria) da casa”.
Posto isto e explicados os meus motivos, decidi apagar tudo do meu perfil, remover todas as amizades, sair de todos os grupos e causas, ocultar o meu perfil e conteúdos, torná-los invisíveis para todos... e deixar de consultar, sequer, o FB.
Lamento por alguns amigos, que sei que também lamentam. Mas isso não fará a menor diferença nas nossas vidas, acreditem!
O que se passa no FB é virtual e nunca poderá ser mais do que isso. É essa postura que é imposta e incutida às pessoas que, se a aceitam e se submetem, acabam reféns dela e condiconadas por ela, mesmo que o não percebam... como não se apercebem de muitas outras coisas, transformando-se em “activistas” da cadeira e do teclado... QUE NÃO INCOMODAM NINGUÉN NEM FAZEM A MENOR DIFERENÇA.
Os amigos que o são, realmente, não deixarão de o ser.
Eu continuo por aí e havera sempre maneira de interagirmos... se se justificar.
Vou reabrir o meu perfil a todos, apenas para tornar visível esta nota, que tentarei enviar ao máximo de amigos possível.
Peço também, a quem for membro do Grupo “Notícias Sem Censura”, que a publique no grupo (de cujo eu já saí) até para desfazer algum mal entendido e recolocar as coisas (e as pessoas... se for caso disso) no seu devido lugar; e ainda porque comecei a remover as amizades, precipitadamente, antes de elaborar e publicar esta nota, e só depois me dei conta de que ficava sem meios para contactar essas pessoas também
Aos membros do grupo que estejam interessados, posso abrir o acesso a um dos meus blogues, colectivo, chamado “Editorial”, para darem mais visibilidade às suas “Notícias Sem Censura”. Mas aí haverá requisitos básicos: Os textos terão de ser originais (de autoria dos próprios), as notícias que cabem são as que os OCS não publicam ou, se publicadas pelos OCS, o autor terá de estar ligado à notícia dalguma forma: ter conhecimento directo, por exemplo.
Podem ser publicadas, por jornalistas, notícias (denúncias) que lhes cheguem e que sejam rejeitadas pelos respectivos jornais...
Artigos de opinião ou comentários reproduzindo os slogans do condicionamento psicológico nazi serão liminarmente rejeitados. No caso de textos de algum membro, à primeira será apagado e o respectivo autor notificado do facto e dos motivos; à segunda o próprio membro será eliminado. São permitidas participações de pessoas ligadas a partidos (dos que são censurados pelos OCS) mas, nesses casos, pede-se uma declaração de princípios e de interesses, para que toda a gente saiba. A defesa da Democracia e dos direitos democráticos de todos e de cada um, é condição “sine qua non”.
Quem estiver interessado contacte o administrador do grupo “Notícias Sem Censura” a quem peço o favor de me reencaminhar esses contactos. Quem reunir as condições expostas pode aproveitar mais uma janela de visibilidade para as suas “notícias”. O FB é um espaço restrito, só acessível a quem tenha aderido; um blog não é: aparece nas listas de busca e o acesso aos textos é imediato para qualquer cibernauta.
Passados alguns dias sobre a publicação desta nota voltarei a ocultar o meu perfil e tudo o que me diga respeito, irei apagar todas as notas e todos os meus conteúdos, remover todas as amizades, sair de todos os grupos e páginas, sair de todas as causas, enfim: deixar o meu perfil vazio. Pode ser que depois o FB apague.
Portanto, aqui me despeço de todos. Voltaremos a encontrar-nos, por aí, se o acaso o permitir ou se houver iniciativas nesse sentido...
Maria Marques
(da gatinha preta, da agressão, do BASTA!)
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APELO!
Participação Cívica e Direitos Fundamentais:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
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