2012/03/06

CASA PIA – CONFERÊNCIA ARRASA ACÓRDÂO DO TRIBUNAL DA RELAÇÃO

De: Cópia de artigo de Carlos Tomás.



CASA PIA – CONFERÊNCIA ARRASA ACÓRDÃO DO TRIBUNAL DA RELAÇÃO




Conferencistas Arrasadores para com a "Justiça".

Os quatro conferencistas que participaram na “Conferência Processo Casa Pia: 9 Anos Depois”, organizada pela Associação Europeia de Estudantes de Direito e realizada ontem, dia 27 de Fevereiro de 2012, no Auditório 8 da Faculdade de Direito de Lisboa, foram unânimes em considerar que a investigação do mais mediático caso da Justiça portuguesa não existiu, foi mal conduzida pelo Ministério Público e pior julgada em todas as fases: Instrução, Julgamento de 1ª Instância e Decisão do Tribunal da Relação.
Quintino Aires,
O primeiro orador, comparou o processo Casa Pia ao famoso caso medieval das “Bruxas de Salem” e explicou, cientificamente, que as crianças mentem e que aquelas que sofrem de problemas de integração social são ainda mais propensas e criar histórias que, na realidade, nunca se verificaram.

- “O Processo Casa Pia é uma experiência medieval no século XXI”,
Considerou o psicólogo, que também não poupou críticas à actuação de pessoas como Catalina Pestana, Felícia Cabrita e Pedro Namora, catalogados como sofrendo da “síndrome Robin Woods”.
- “As pessoas que sofrem deste síndrome, assumem as dores dos outros e armam-se em justiceiros, chamando a si o protagonismo que não lhes é de todo legítimo”,
Afirmou o renomado psicólogo, lembrando que todo “o processo Casa Pia esteve mais próximo de Salem do que de uma Democracia” e que o tribunal das “bruxas” só “foi dissolvido depois de terem sido mortas na fogueira 20 pessoas”.
Lamentável, segundo Quintino Aires, é o facto de o curso de Direito não ter sequer uma cadeira de Psicologia,
- “apesar de os juízes se armarem frequentemente em psicólogos, conforme ficou demonstrado no caso Casa Pia”.

Henrique Monteiro,
O Ex-director do semanário “Expresso”, foi o segundo a usar da palavra.
Perante uma plateia composta por 350 pessoas, a esmagadora maioria estudantes de Direito, o jornalista não fez a coisa por menos:

- “O que me fez estar atento a este processo foi o facto de ter percebido que tudo foi feito de forma monstruosa e que, na primeira fase, se deu apenas crédito ao Ministério Público. Uma das formas mais eficazes de lançar uma cortina de fumo sobre a falta de provas é mediatizar um processo. O Ministério Público manipula a investigação e sei que este processo é uma loucura, porque quando há dúvidas absolve-se o réu. Infelizmente, a maioria da comunicação social absorve o que o Ministério Público diz como sendo verdade e isso não pode ser. O Ministério Público não é árbitro nos processos, mas sim parte. Onde há um procurador, há um advogado de defesa e os dois têm de ser ouvidos.”

O antigo responsável pelo semanário mais lido em Portugal, salientou que tanto jornalistas como investigadores recorrem à mediatização de processos para os legitimar junto da opinião pública, exemplificando com o caso do falso estripador de Lisboa descoberto recentemente pela jornalista Felícia Cabrita e com a falta de provas que incriminassem a mãe e tio da pequena Joana e os pais de Maddie McCann, as duas crianças desaparecidas no Algarve na primeira década deste século e cuja investigação continua a suscitar muita polémica.
- “Em todos estes casos houve uma mediatização e foram incriminadas pessoas porque a Comunicação Social se habituou a acreditar no Ministério Público.”

Henrique Monteiro criticou o recurso injustificado, por parte dos juízes, à prisão preventiva, dando como exemplo a prisão de Duarte Lima, cujos pressupostos que levaram à privação da sua liberdade - possibilidade de fuga e destruição de provas - não existem de facto.
- “O bom senso deve prevalecer na investigação. No processo Casa Pia falaram-se em pressões poderosíssimas, mas onde é que estão essas pressões? Que eu saiba nunca ninguém da PJ, do Ministério Público ou Juízes se queixaram dessas pressões aos órgãos competentes. Outro argumento para prender preventivamente é o alegado ‘alarme social’. Se esse risco existe, então o procurador João Guerra devia ter sido preso, porque ele foi o principal gerador de alarme social neste País ao longo do inquérito do processo Casa Pia.”

O jornalista rematou apelando aos futuros advogados, procuradores e magistrados presentes na conferência para tentarem sempre que “qualquer processo em que tenham de intervir seja construído de forma justa”.

Ricardo Sá Fernandes, advogado de Carlos Cruz, arrasou por completo a decisão do Tribunal da Relação e acusou aquele órgão judicial de ter encenado o dia em que os advogados ali foram fazer as suas alegações finais antes da ser conhecida a decisão sobre os recursos.
- “Tratou-se de um teatro. Tudo o que ali foi dito não contou para nada, porque a decisão há muito que estava tomada.”
O causídico teceu ainda duras críticas ao facto de nunca ter sido permitido aos arguidos recorrer aos factos apurados pela investigação em sede de inquérito e que estiveram na base da acusação, alterada mais tarde e sem dar tempo aos arguidos para se defenderem, em 11 factos (o Ministério Público queria 43 alterações).

Carlos Cruz foi o último orador.
Ao longo de mais de uma hora o apresentador discorreu sobre todas as falhas da investigação, salientando que está tudo devidamente comprovado quer no seu site, quer no livro que escreveu: Carlos Cruz: Inocente para além de qualquer dúvida”. O apresentador fechou a sua longa intervenção, onde, mais uma vez, demonstrou a sua inocência, com uma pergunta: “Não acham estranho que neste processo de alegados abusos de menores não apareça nenhuma rapariga como vítima? A Casa Pia também tinha raparigas internas no Colégio de Santa Catarina e quem era a directora? A doutora Catalina Pestana.
Sabemos que houve jovens que fizeram abortos quando eram internas daquele colégio. Onde é que está essa investigação?

As intervenções foram seguidas com enorme atenção pela plateia, que não conteve gargalhadas quando foram relatados pelos conferencistas situações insólitas constantes do Processo Casa Pia.

Segundo a organização, esta foi a melhor conferência, com melhores oradores e a mais participada de sempre na história da Associação Europeia de Estudantes de Direito.

Já na sessão de perguntas e de tomadas de posição por alguns presentes, o conceituado realizador de cinema António-Pedro Vasconcelos provocou muitos sorrisos ao afirmar:
- “O único crime que Carlos Cruz cometeu no Processo Casa Pia foi o de conduzir em excesso de velocidade, porque seguia a 160 km/h na auto-estrada. Foi a única coisa que se provou neste processo e até esse crime já está prescrito.”



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2011/12/13

AGRESSÃO POLICIAL No Elevador do Tribunal (III)

A Justiça Portuguesa Está Transformada Num Antro de Perversidade

O título deste texto remete para uma história que foi contada Aqui
Agressão Policial



Esta história tem antecedentes, referidos AQUI


Acresce que a perseguição e os abusos prosseguem: um mês depois voltei a ser presa, como se relata AQUI

Meses depois, actualizei a informação relativa a este caso escabroso, como se pode constatar Aqui


Agora convido-vos a visionar a mais recente actualização vendo a segunda edição do Programa "Justo Pelo Pecador", programa apresentado por Carlos Tomás, na WebTV "Portugal Real".


Video



Nota: Os links do parágrafo abaixo deixaram de funcionar. por isso fica aqui o link para o vídeo do youtube. É que, sem este link, o texto aqui publicado fica "deserto" (como acontece com muitos outros textos mais antigos), uma vez que não foi feito o histórico da entrevista... Enfim.

Para já fica aqui o link directo para o vídeo mas, se este endereço for alterado, para ver o vídeo entre em "Portugal Real.tv", Click na caixa "Portugal Real" aí escolha "Sociedade" e depois é só escolher o vídeo. Neste caso trata-se do Programa 2 da série referida: "Justo Pelo Pecador".



Sei que não sou caso único; que estas perseguições e crimes da justiça portuguesa afectam e molestam MUITOS cidadãos deste País.




Neste Texto há referências a vários casos muito graves de violação dos direitos humanos e de condenações internacionais aplicadas ao Estado Português.
Atingiu-se, há muito, o limite. "Isto" bateu no fundo; há que fazer alguma coisa mas disso falaremos noutra altura.




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2011/10/19

Casa Sol, Casa de Horrores: O “Negócio” da Caridadezinha

Casa Sol: O “negócio” da caridadezinha, Os desvios de donativos, As cumplicidades feitas de interesses, a fuga ao fisco, os recibos FALSOS


E a Justiça? Aonde Está? O que faz?




Publicado por Cristina:

Todos sabemos quem mantém a Casa Sol.

Não interessa como as crianças são tratadas; o importante mesmo são os favores que se fazem a essas figuras "importantes". Uma mão lava a outra. Já viram o jeito que dão os recibos falsos, os convites para jantares de luxo e os desvios de donativos?

E são muitos a escapar ao fisco., a "lavar" dinheiro...

A Teresa Almeida foi relações públicas da noite do "Jet Set".

Foi tudo muito bem pensado. Cativa todas as figuras públicas.

Tem um sonho que é abrir um lar de idosos ou uma casa de crianças. Todas essa pessoas apoiam a ideia dela e “contribuem” com boas quantias, mas os recibos são passados muito acima dos valores das contribuições. Assim todos ficam a ganhar.



Já lá vão 19 anos de roubo, mas isso ninguém vê.

A Teresa oferece uns jantares a esses vips no “Solar dos Nunes", no “Oliver”, no Bairro Alto, frequentado por essas figuras públicas e outros mais. Leva uma vida de rainha à conta das crianças com sida que, muitas vezes, nem têm o que comer.



A partir de Outubro do ano passado, a Teresa começou a reunir recibos de tudo e mais alguma coisa para justificar os donativos que recebeu em Novembro: foi ao “El Corte Inglês” comprar roupa para as crianças. 1000 € em fatos de treino, um perfume para ela de 400 €, um cobertor de penas de pavão de 500 €... e muito, muito mais.



Os vales do “Pingo Doce”, desde Novembro de 2010 começaram a ser gastos com comida para as crianças: 2500 € em vales que eu própria assinava quando o estafeta entregava. A Teresa dizia logo para lhe irem às compras: marisco e champanhe nunca faltava na casa dela sempre comprado com os donativos destinados às crianças com sida. Isso tem de estar tudo registado no “Pingo Doce”; os talões das compras com o que foi comprado usandoi os vales.



Muitas lojas entregam roupa que não vendem em troca de recibos muito acima do valor.

Firmas que entregam computadores avariados pedem recibos muito acima do valor.

Acontece o mesmo com brinquedos usados, roupa, etc.

Sapatos então, foram umas centenas deles. Tantos que andámos dias a levá-los, aos poucos, para o lixo. Também passaram recibo.

Até de maquilhagem, perfumes, tudo o que possam imaginar é entregue na Sol em troca de recibos.

A Associação Sol existe para “fugir ao fisco”, "LAVAR DINHEIRO" e ESPANCAR CRIANÇAS.

As famílias de apoio assinam recibos mas não veêm o dinheiro...



Protesto em defesa das crianças da Casa Sol... Serviu para quê?


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