2015/05/29

Para Que CONSTE; Para Que Se SAIBA

Para que CONSTE:
(Obtido de publicação no FB)

Pergunto eu: porque é que o Centro onde se encontra internada a doente não tem assistência médica para estes doentes (sem autonomia motora)? Será que, por aquelas bandas ninguém sabe o que é "CONSULTA DOMICILIÁRIA"?
E essa médica? É a única que sabe tratar estes doentes porquê, se ela própria é doente mental?



 
Procurar auxílio na natureza resulta na maioria dos casos... Se muita gente fizesse como eu os médicos passariam muita fome...




MAIS UMA VERGONHA NACIONAL O QUE FIZERAM ONTEM À MINHA MANA
RECLAMAÇÃO enviada para ordem dos médicos, entidade reguladora da saúde, direcção regional de saúde do... Alentejo, administração do HESE
Boa tarde,
a minha irmã CARLA ISABEL RAMOS CANELAS, processo nº20153951 do HESE
de 34 anos, deficiente mental, a 31 de Dezembro de 2014 começou com convulsões de epilepsia que chegavam a durar 3 minutos, portanto teve de ser ventilada, como Évora não tinha mais ventiladores na UCI (6 camas, 8 ventiladores) foi transferida para Beja, com a garrafa de oxigénio que dura apenas 1 hora e como tal não chegava viva a Lisboa.
Esteve 3 semanas em coma, ela sempre teve ausências, mas desde o fim do ano passou a ter convulsões de epilepsia muito violentas.
Deixou de falar as poucas palavras que dizia, apenas grita, perdeu o andar.
Foi efectuado o exame para saber que células cerebrais foram afectadas e até que ponto. Teve que ser institucionalizada no Centro de Apoio a Deficientes Luis da Silva conselho de Borba.
Apesar da grande espera pela consulta com a Dr.ª Dulce Mentel, Neurologista, porque além do resultado do exame, afim de saber o estado das células cerebrais, a Carla precisa de ajuste de medicação, porque deixou de ter as ausências e passou a ter ataques epilépticos.
Finalmente chegou o dia da consulta, 26/05/2015 às 15h.
Veio a enfermeira que a acompanha, ambas na ambulância alugada aos Bombeiros de Borba, eu e a nossa mãe faltamos ao trabalho e fomos lá ter, eram 14h45 já estávamos no 6º piso, confirmamos no balcão a presença dela na consulta, porque telefonicamente com a funcionária do centro estavam a entrar em Évora. Existem imagens da chegada da ambulância de Borba com a matricula 02-PE-48 às 14h50
Apenas havia 1 elevador a funcionar, todos os outros estavam fora de serviço, era hora de visitas aos doentes, portanto um caos total para se conseguir entrar no elevador, porque era impossível subirem as escadas com a minha irmã na cadeira de rodas, ainda mais até ao 6º piso
Eram 15h a funcionária informou-nos que a Drª apenas dava tolerância de 20 minutos,
O bombeiro e a funcionária do centro chegaram ao 6º piso ás 15h22m
Então ela nem olhou para a menina, nem deixou explicar a situação do elevador, disse que passavam 2 minutos da tolerância e que não a ia consultar. (quando eu e a minha mãe chegamos ela estava a fazer o mesmo a uma senhora, que por sinal era a 2ª vez que lhe recusava a consulta).
Ela não nos quis ouvir, não nos deixou explicar, chamou-nos irresponsável a mim e à minha mãe que deveríamos ser responsáveis e chegar a horas.
A minha irmã está no centro em BORBA, pagamos ambulância para ela vir à consulta
e foi enviada para trás. Discuti com a D.ª, que era inadmissível e que ela ia consultar a minha irmã, porque além do estado e da necessidade dela, a Dr.ª não tinha ninguém para atender, porque também tinha mandado embora a Sr.ª antes da minha irmã.
Fui fazer reclamação no livro, e a assistente social e vários médicos e enfermeiros, andaram que nem loucos à procura do Director Clínico para resolver a situação, em que o desfecho só poderia ser ela consultar a minha irmã logicamente. Mas a Sr.ª Dr.ª ganhou a aposta, desculpou-se ao Director Clínico que tinha que sair às 16h por ter surgido problemas pessoais, quando o seu horário era de sair às 18h.
Ainda me olhou com cara de gozo...
Mas que médica monstruosa é esta????? Não está a ajudar 1 paciente, pelo contrário prejudicou, porque é ela que sofre com as convulsões!!!!!
Se não tem Humanidade alguma naquele coração, nem respeito pelos doentes, porque é Neurologista... quanto a mim deveria ser médica legista.
Como é possível?????
Aguardo resposta quanto à punição, quanto a mim nem médica deveria ser! A noticia espalhou-se pelo hospital, pacientes, visitas, funcionário, médicos, enfermeiros.... tudo ficou escandalizado com a situação.
Cumprimentos
Carmen Canelas



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Participação Cívica e Direitos Fundamentais:
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(Nota: Alguns dos sites "linkados" começaram por boicotar a petição impedindo as pessoas de assinar e, mais recentemente, suprimiram a página com as assinaturas. Apenas "Gopetition" se mantém acessível sempre)
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-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
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2015/05/03

Declaração de IRS categoria B (Recibos Verdes) - Optar ou NÃO pela categoria A

Declaração de IRS categoria B (Recibos Verdes) - Optar ou NÃO pela categoria A
 
Anexo B - perguntas:
"Apenas prestou serviços a uma entidade?" e
"Em caso afirmativo, deseja ser tributado pelas regras da categoria A?".
 
QUAL A MELHOR RESPOSTA?
 
Em Abril de 2011 publiquei ESTE TEXTO com o objectivo de prevenir os incautos. Ele merece a vossa atenção novamente até porque relata um caso real...
 
Agora, uma amiga do FB partilhou esta ligação (o link para a origem veio agarrado e está no final da transcrição) sobre esse mesmo tema que, por um lado, fornece a explicação que faltava no link acima (e que não foi possível obter na altura), por outro lado, na dúvida, aponta o caminho que pode ser muito errado como se constata naquele exemplo.
 
Portanto, veja ambos os textos e deixe-se de "facilitismos" que lhe podem sair caros; faça as contas várias vezes, se necessário
 
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Eis a transcrição:
 
Existem várias formas de reduzir a factura fiscal, bastando muitas vezes apenas colocar um "x" no sítio certo.
Um exemplo disso são os recibos verdes.
 
No Anexo B surgem duas perguntas: "Apenas prestou serviços a uma entidade?" e "Em caso afirmativo, deseja ser tributado pelas regras da categoria A?". Se a resposta à primeira questão for afirmativa, temos de saber qual o regime mais favorável para fazer a opção certa
 
A Categoria A corresponde aos rendimentos do trabalho. Nestes, os primeiros €4.104 não pagam IRS. Já os recibos verdes correspondem à Categoria B e, caso se encontrem no regime simplificado de tributação, 25% dos rendimentos não pagam IRS. 
Assim, se uma pessoa não tiver rendimentos do trabalho e se só tiver emitido recibos verdes a uma entidade, sempre que 25% dos rendimentos seja inferior a €4.104, vale a pena optar pela tributação como Categoria A. 
Na prática, isto sucede se o valor anual de recibos verdes emitidos for inferior a €16.416, como pode ser o caso de muitos jovens, ainda em idade escolar, que abriram actividades para prestarem serviços a uma única entidade. 
Quer declarem os rendimentos na declaração de IRS dos pais, ou o tenham de fazer separadamente, em muitos casos, a opção fiscalmente mais barata é optar pela tributação como rendimentos do trabalho.
Em caso de dúvida, entreguem a declaração de IRS por via eletrónica e façam as duas simulações.


Ler mais:

http://expresso.sapo.pt/recibos-verdes-optar-ou-nao-optar

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A vida (e a natureza) é BELA. Não percebo por quê tanta gente se empenha em "dar cabo" dela (da vida e da natureza)




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2015/04/14

Quem Cabritos Vende.... de Dê Maníaco

Optou por se chamar "Dê Maníaco" e escreve no jornal quinzenário "Região Bairradina" que, no passado dia 04 de Abril (de 2015) publicou o texto aqui reproduzido e que consta também »»» AQUI (click para seguir o link... se lhe interessar)





Optou por se chamar "Dê Maníaco" e escreve no jornal quinzenário "Região Bairradina" mas, só por este texto, eu acho que merece o Pulitzer »»

Esta é a opinião de alguém (eu) que tem as experiências mais escabrosas, surreais, com essa gentalha: juízes e quejandos e que, por isso, subscreve o texto no que ele expressa da mais genuína revolta e indignação...


Cá vai a transcrição:

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Quem Cabritos Vende…


Um cidadão português está preso há cinco meses, em prisão preventiva, acusado de fraude, branqueamento de capitais e corrupção.

Os advogados de defesa apresentaram um recurso e ficaram a aguardar uma decisão.

Quando todos esperavam que o Acórdão viesse clarificar os motivos da manutenção da prisão preventiva, ou corrigir a decisão do Tribunal de Instrução, optando por outra eventual medida de coação, quer uma quer outra assente em explicação jurídica clara e fundamentada, eis que os relatores optaram por um texto cujo português faria corar de vergonha um catraio de quatro anos (e o seu professor) e que podia ter sido publicado, como “artigo de opinião” num qualquer dos vários pasquins que existem neste desgraçado país.

Ali se faz um assassinato de carácter, uma condenação antecipada, acusações sem qualquer sustentação em provas já não digo irrefutáveis – como a Lei exige – mas minimamente credíveis.

Os juízes optam pelas frases feitas, habituais em conversas de tasca e de táxi, esperteza saloia e provérbios para tentar virar a opinião pública contra o arguido e “justificar” a continuação deste na prisão.

Não faço ideia se o cidadão é culpado ou inocente. Com toda a sinceridade, nem isso me interessa minimamente.

Sei que o Acórdão, nestes termos, é um texto miserável e deplorável. E isso já me interessa.

Porque não posso aceitar que a liberdade de um homem – qualquer que ele seja – possa ser concedida, ou não, por gente com esta ideia de Justiça.

Os juízes escreveram, por exemplo, que o arguido diz ter um amigo que lhe empresta grandes quantias de dinheiro mas que isso é falso.

E porquê essa certeza?

Porque, segundo aquelas carolas, “diríamos, amizade sim, por que não? Mas tanto assim também não! E amizade assim, por que razão? O arguido Carlos é um empresário, um homem de negócios. Até pode ser uma pessoa altruísta. Mas é empresário, vive de e para o dinheiro, para o reproduzir, multiplicar e ter lucros.”

Sem querer comentar a ideia que estes juízes fazem do que é um empresário, pergunto porque é que consideram que, estes, não podem emprestar dinheiro a um amigo…

Soubessem eles a quantidade de empresários ricos que gastam fortunas com “amigas”, e outros animais de estimação, e morreriam de espanto. Como não sabem partem do princípio que tanto o arguido de que venho falando como o amigo, também ele preso, mentem.

Depois são as frases feitas: a necessidade de parecer sério, para além de o ser, “como a mulher de César” (exemplo que, porque surge em nove de cada dez acórdão, deve estar gravada no computador dos tribunais), que há “fortes indícios” (tão fortes que não os colocam no papel não vá rasgar), “perturbação de inquérito” (mas o inquérito não devia estar terminado ANTES da prisão?) e “manipulação das provas” (mas QUAIS provas?).


Para além disto a convicção de que o arguido é merecedor de cadeia vem do facto de ele, como se diz em linguagem popular, “vender cabritos sem ter cabras”.

Vai sendo tempo de enriquecer o arquivo de frases feitas dos juízes e, assim sendo, deixo aqui algumas para eles poderem utilizar no futuro:

“Não há diferença entre um juiz perverso e um juiz ignorante” – Cícero

“Causam menos danos cem delinquentes do que um mau juiz.” – Francisco Quevedo

“Todos somos iguais perante a lei, mas não perante os encarregados de fazê-la cumprir” – S. Jersy Lec

“A aplicação das leis é mais importante que a sua elaboração” – Thomas Jefferson

“A razão quer decidir o que é justo, a cólera quer que se ache justo o que ela decidiu” – Séneca

E, sobre os provérbios devemos recordar que há um, chinês, que recomenda: “quando você não tem nada para dizer, diga um provérbio chinês.”

Pouchkine estava de acordo com esta última frase. Ele mesmo escreveu, numa das suas obras, que: “os provérbios são particularmente úteis nos casos em que não temos nada que nos justifique.”

Ainda assim quero deixar um conselho aos advogados do arguido em causa e de todos os outros em Portugal: Não recorram. Não percam tempo e dinheiro. O sistema corporativo é superior a todas as leis.

Ou, para me manter na onda, citando um provérbio angolano, lembrem-se: “se tiverem problemas com o porco, não se queixem ao javali.”

Ass.: Dê Moníaco

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Nota:
Uma correcção da minha "lavra": onde se lê "sistema corporativo", devia ler-se: "sistema CONSPIRATIVO"...

 

 
E estes andam a fazer o quê??? Quem nos acode???



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