2009/02/13

Atrocidades no Canil Municipal de Lisboa

Abusos, prepotências e crimes gratuítos por todo o lado. Estamos atolados em patifaria e sofocados por prepotências e crimes gratuítos que afectam as pessoas e até os animais.

Gato cinzento roubado para ser torturado e assassinado no Canil Municipal de Lisboa, por encomenda.




Copiado de Estúpidos:
O meu gatinho maravilha, o meu gatinho cinzento, tornava o Mundo mais bonito, mais calmo, melhor, mais harmonioso; quer quando ficava deitado no tapete, quer quando me acompanhava na Rua tal e qual como um cachorro, quer quando me saía ao caminho, chamando, pedindo carinho, atenção e comidinha. Mas há pessoas horríveis que não vêem a beleza do Mundo, não têm beleza interior, não toleram as coisas e os seres belos; e muito menos admitem que os outros disfrutem dum Mundo melhor. O Mundo, para essas pessoas, tem de ser pérfido e tenebroso como é o seu próprio psiquismo. Acham-se donos do Mundo e de tudo, inclusive dos outros e, por isso, acham que podem cometer toda a espécie de crimes (e cometem). Foi assim que o meu gatinho maravilha "se foi" num cenário de verdadeiro horror, vítima dum crime monstruoso e arrepiante. Há que fazer alguma coisa para que "ISTO" MUDE.


Acabemos com isto!




Boicotemos o pagamento dos impostos e taxas Municipais, nomeadamente do IMI, até que o problema seja resolvido.

Do email anterior:
…/…
“A grandeza duma Nação e o seu progresso moral podem ser avaliados pela maneira como os seus animais são tratados”.

MAHATMA GANDHI

Como era O Gato Cinzento?
(…) O gato cinzento desapareceu, nessa mesma noite (de 22 para 23 de Dezembro de 2008) entre as 23 horas e as 01H30.
O gato preto que tenho comigo, irmão do gato cinzento, depois do desaparecimento, passa muito tempo deitado no tapete, à espera que o irmão venha.
Na noite de sábado para domingo a seguir ao Ano Novo, respectivamente dias 03 e 04 de Janeiro de 2009, o gato preto quis ficar no tapete até tarde da noite. Já passava da uma da madrugada quando ouvi duas pessoas saírem do elevador e conversarem, na entrada. Ouvi o miúdo dizer: “Olha! O Gato.” Espreitei pelo óculo da porta e vi a mulher, que acompanhada o miúdo, inclinada e com a mão estendida para o gato preto. Abri a porta e disse: “boa noite!”. Ninguém me respondeu! A mulher baixou ainda mais a cabeça para que eu não lhe visse a cara e virou-se saindo ambos rapidamente, enquanto ela resmungava qualquer coisa sobre “deixar os gatos…”.
Essa mulher e o miúdo tinham entrado, ao princípio da noite...
O gato cinzento não se deixava tocar facilmente por desconhecidos. Depois do acidente do irmão e ao ver a forma como o tratei (ao irmão), transformou-se num amigão, dócil e meigo que me acompanhava na rua tal e qual um cachorro. Visitava-me em busca de mimos, de atenção e de protecção e era dócil para com quem saía e entrava no prédio por causa da confiança que tinha em mim e para que o deixassem entrar. Foi aproveitando-se disso que conseguiram apanhá-lo.
…/…
Como assassinaram o Gato Cinzento no cenário do maior horror que se pode imaginar para um animal destes.

A história da busca:
No dia 23 de Dezembro o gato cinzento não me procurou, nem o encontrei quando fui procurá-lo, mas pensei que se tivesse entretido com os mimos de algum dos outros seus amigos humanos e depois tivesse arranjado algum “assunto mais urgente”. No dia 24, ao procurá-lo, constatei que tinha desaparecido.
Procurei-o por todo o lado mas sem sucesso. A meio da tarde liguei para o Canil Municipal e disse: “Procuro um gato cinzento, todo cinzento, só cinzento, que desapareceu anteontem à noite e queria saber se está aí.”
Resposta do outro lado: “De que zona está a falar?”
Eu: “Da zona das Laranjeiras, em Lisboa.”
Do Canil: “Não! Dessa zona não temos nenhum!”
Eu: “Mas tem algum gato cinzento? Ele pode ter-se afastado!”
Do canil: “Gatos cinzentos há muitos!”
Eu: “Não há muitos gatos cinzentos!”
Do canil: “Pois não. Mas passam por aqui muitos animais. Por isso é que estou a dizer à senhora que há muitos gatos cinzentos.”
Insisti: “Mas têm aí algum gato cinzento?”
Do Canil: “Não! Dessa zona não!”
Eu: “Ele pode estar ferido, ou coisa parecida.”
Do Canil (após um breve momento): “Já procurei até nos gatos mortos. Não consta!”
Prolonguei as buscas pela noite dentro, afastando-me mais e mais, até à exaustão, mas em vão. No dia seguinte: 25 de Dezembro, voltei às buscas, ainda para mais longe, durante toda a tarde e princípio da noite.
No dia 26 fui atrás de informações vagas que me chegavam de gatos que tinham sido vistos aqui ou ali. Em vão!
Ao fim da manhã voltei a telefonar para o Canil Municipal de Lisboa, donde me garantiram que não estava lá. Até especificaram que, nesse dia, só tinha entrado um gato preto. Ainda assim decidi me deslocar ao Canil, a meio da tarde, para confirmar. Depois duma longa espera, lá fui ao gatil acompanhada por um “escroque nazi”, funcionário do Canil Municipal de Lisboa.
Começámos por ver as jaulas da fila do lado direito. Depois o bandido deixou-me a ver as outras jaulas e afastou-se para junto duma jaula da penúltima fila à esquerda. Senti uma vibração pérfida, vinda do indivíduo e decidi continuar a ver as jaulas, uma a uma, não fosse aquilo uma manobra para que eu não visse alguma das jaulas. Senti que um dos gatos da jaula onde o escroque se deteve reagia com fúria à sua presença. Não sei o que lhe fez (ou terá feito antes) para enfurecer tanto o pobre animal. Quando me aproximei dessa jaula, passados uns quantos segundos, o bandido disse-me, sem se afastar da frente da jaula, onde tinha pousado as patas imundas, atraindo permanentemente a atenção do bicho: “É este?”
Na jaula estava um gato cinzento igual ao meu (era o meu), misturado com outros gatos de cores mais claras. E, curiosamente, o gato cinzento era o único que reagia, enfurecido, à presença do bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa.
À pergunta do porco nazi, se era aquele, respondi: “É igual!” e comecei a tentar falar com o bicho para que ele me reconhecesse. O monstro dos infernos, funcionário do
Canil Municipal de Lisboa, não se afastou da frente da jaula, para onde o bicho estava virado, não tirou as patas imundas da jaula e começou aos berros para o bicho repetindo, atabalhoadamente, o que eu dizia. O bicho, como é óbvio e era intenção do escroque nazi, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, nunca olhou para mim, nunca me viu (eu nunca consegui ficar na frente da jaula) e, provavelmente, nem nunca me ouviu, obcecado que estava com a presença do bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa.
Naquele estado, o meu “gatinho maravilha”, dócil e meigo, bonito e inteligente, sociável, mimado como era, que gostava muito de atenção e de mimos, que percebia tudo o que eu lhe dizia, orgulhoso da sua capacidade para se esconder e dissimular, não teve oportunidade de me reconhecer e era irreconhecível. Além disso ele já estava mais magro e, por isso, pareceu-me ligeiramente mais novo.
Após alguns momentos nisto, o escroque, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, afastou-se, concluindo: “Não é este!” e dirigindo-se, apressadamente, para a porta do gatil.

Mesmo sem ter a certeza de que era o meu, fiquei com uma pena enorme do bicho e com uma enorme vontade de o tirar dali, mas a minha única chance de conseguir trazê-lo era ele me reconhecer e foi isso que o bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, pretendeu evitar a todo o custo, e conseguiu. A atitude do bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, enojou-me e revoltou-me, independentemente de saber se era, ou não, o meu gato. Pareceu-me, na altura, um acto de puro sadismo e perfídia de quem se entretém e diverte a maltratar e torturar os pobres animais que devia cuidar.

Para obter mais informações que me permitissem concluir, perguntei: “Porque é que ele está junto com os outros?”. Esclareço que havia gatos isolados, sozinhos numa jaula, e jaulas vazias. Aqueles nem se podiam mexer. Resposta do bandido: “Certamente porque foram apanhados juntos!”.
Conhecendo o gato cinzento como conhecia sabia que isso era impossível; na rua ninguém teria conseguido apanhá-lo, nem com jaulas armadilha nem com nada, e muito menos em conjunto com outros gatos, por mais apetitosos que fossem os engodos. Ele estava gordo, bem tratado e sabia onde se dirigir para comer do bom e do melhor.
Aquela resposta do bandido, que era mentira premeditada mas que eu julguei ser verdade, mais me afastou a hipótese de que fosse o meu gato. Além disso havia ainda a informação que me fora dada pelo telefone, a sugestionar-me a ideia de que aquele gato não teria a menor hipótese de ser o meu.
Lembro-me de ter pensado: “pode ser que não seja ele mas, se for, não há outro dono para o vir buscar e eu hei-de voltar, hei-de conseguir encontrá-lo mais calmo e vou tirá-lo daqui”.
Já no corredor para a saída disse ao escroque, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, que voltaria lá, se entretanto o meu gato não aparecesse, para o caso de ele ir lá parar mais tarde. Hoje, depois de tudo o que sei, acho que posso ter “assinado” a sua sentença de morte, mais cedo, com essas palavras. Isto passou-se no dia 26 de Dezembro de 2008 e o meu gatinho maravilha morreu, torturado e maltratado, naquele campo de concentração nazi, no dia 30 de Dezembro de 2008, por isso não voltei a encontrá-lo (nem a qualquer outro gato cinzento) nas várias vezes que lá voltei. Voltei a encontrar, isso sim, os seus colegas de jaula.

Quando soube, no primeiro fim-de-semana de Janeiro e da forma que descrevo acima (por ter visto a mesma bandida a tentar levar também o irmão dele, o gato preto), que o gato cinzento tinha sido apanhado à porta do prédio, a tentar entrar (única hipótese de terem oportunidade para o apanhar), mais fiquei convencida de que aquele gato cinzento, que encontrei no Canil, não era o meu. Não me parecia possível que alguém o tivesse apanhado e entregado ao Canil com a recomendação (encomenda) de o matarem. Mas foi isso mesmo que aconteceu e foi esse “plano diabólico” que aqueles monstros malditos, funcionários do Canil Municipal de Lisboa, executaram, meticulosamente, torpedeando-me e mentindo consciente e propositadamente.

Continuei a procurá-lo.
No dia 28 de Dezembro enviei um email ao Sindicato dos Médicos Veterinários e à Ordem dos Médicos Veterinários, com fotografias do gato cinzento, pedindo que fossem reenviados a todos os veterinários para o caso de ele aparecer (ou ter aparecido) ferido nalgum consultório. Não houve qualquer reacção a essas mensagens e acredito que tenham sido ignoradas. Confesso que fiquei descansada até em relação aos Canis Municipais, porque todos eles têm veterinários. Essas estruturas comportam-se como se não existissem e depois queixam-se de serem ignoradas…

Pus anúncio na Internet, num site moderado por gente horrorosa e frequentado por gente ainda mais horrorosa, e voltei ao Canil Municipal de Lisboa, semana após semana, mas não voltei a encontrar qualquer gato cinzento. Foi isso que me fez duvidar de tudo porque, se era mentira que passem muitos “gatos cinzentos” pelo Canil, se essa bujarda fora lançada, sem fundamento, para iludir e torpedear a minha pergunta, então tudo o resto podia ser mentira e fazer parte da mesma conspiração e aquele gato cinzento que eu vi no Canil ser mesmo o meu. Era muita coincidência que, num Canil onde nunca aparecem gatos cinzentos, logo tivesse aparecido um gato cinzento igual ao meu, na mesma altura em que o meu desapareceu.

Entretanto fiz queixa do roubo do meu gato, na PSP, que tratou o assunto como se me tivessem roubado a carteira. Pedi que fosse feita uma diligência para identificar, positivamente, a bandida, autora do roubo, mas foi-me negado; “A Polícia não faz isso”. Pois não! A polícia não faz isso, nem faz nada; não serve para nada, a não ser para proteger criminosos e, com isso, aumentar a insegurança dos cidadãos. A Polícia é (mais) um encargo inútil a sugar os nossos impostos.
Telefonei para a Direcção Geral de Veterinária, tentando denunciar “maus tratos a animais”, mas fui atendida por uma funcionária que soprava enquanto eu falava e que, pelo meio dumas quantas desculpas esfarrapadas, me disse que não actuavam nesses casos e que “o caminho” era fazer queixa, na Polícia, e esperar.
Telefonei para o SEPNA, Serviço da GNR que teoricamente trata desses assuntos, mas recebi a mesma resposta que me foi dada pela Direcção Geral de Veterinária: o caminho era fazer queixa… e esperar.
E continuei a procurar, ao mesmo tempo que a minha angústia crescia de dia para dia.

Na quinta-feira, dia 05 de Fevereiro de 2009, voltei ao Canil Municipal de Lisboa, ao princípio da tarde, já com a intenção de saber tudo sobre o gato cinzento que lá encontrei. Percorri, mais uma vez, aquela sala de horrores, voltei a encontrar animais desesperados no meio de todos os outros visivelmente aterrorizados mas, MAIS UMA VEZ, não encontrei qualquer gato cinzento. Pedi ao funcionário que verificasse o registo do gato cinzento que lá encontrara, “apenas para ter a certeza”.
O escroque, Funcionário do Canil Municipal de Lisboa, perguntou a data do desaparecimento. No dia 22 de Dezembro não constava. Viu as fichas do dia 23 mas não me disse nada. Dirigiu-se ao computador e verificou-as uma a uma. A primeira tinha um gato preto, COM FOTO; a segunda idem e na terceira constava um gato cinzento, catalogado como “gato vadio” que nem foto tinha. De repente aquele outro verme sabia tudo sobre esse gato:
Segundo a sua versão, o gato cinzento terá sido apanhado no JARDIM ZOOLÓGICO DE LISBOA, a tentar entrar pelo portão. MENTIRA! No dia seguinte dirigi-me ao Jardim Zoológico e disseram-me que era absurdo! Nunca fazem isso, nunca chamam o Canil e os gatos entram e saem pelas grandes sem necessitarem de licença para entrar pelo portão. A administração do Jardim Zoológico nega que alguma vez se tenha feito semelhante coisa lá, mas o escroque, funcionário do Canil Municipal de Lisboa repetiu, pelo telefone, à secretária da Administração do Jardim Zoológico a mesma versão, embora sem saber indicar o nome da pessoa que chamou o Canil. MENTIRA! Eu garanto que, naquelas condições, ninguém apanharia o meu gatinho maravilha.

É óbvio que o gato cinzento foi entregue aos escroques nazis, funcionários da Canil Municipal de Lisboa e foi-lhes encomendado que o liquidassem, como fizeram num cenário de verdadeiro horror. Os escroques nazis, funcionários do Canil Municipal de Lisboa, sabem muito bem quem lhes entregou o gato e lhes fez a encomenda. Será que há algum funcionário do Jardim Zoológico que usou o seu treino com animais para o apanhar?
O facto é que ele desapareceu antes da uma e meia da madrugada do dia 23 de Dezembro e só entrou no Canil às quatro da tarde desse mesmo dia, segundo consta na ficha, mas entrou em condições tais que nem foi possível tirar-lhe uma fotografia. A imagem era demasiado comprometedora?
O facto é que ele foi entregue ao canil manietado, imobilizado, aprisionado (talvez inanimado) e foi entregue por alguém conhecido dos bandidos funcionários do Canil Municipal de Lisboa.
E porque é que o bandido dos infernos que me atendeu o telefone no dia 24 de Dezembro, me disse, insistentemente, que ele não estava lá? Tudo teria sido diferente se esse escroque maldito dos infernos tivesse sido sincero, honesto e leal comigo, COMO É SUA OBRIGAÇÃO, e me tivesse dito que o tinha lá. Toda a gente sabe que as Laranjeiras e Sete Rios são zonas contíguas e ele sabia que era aquele gato cinzento que eu procurava; por isso me torpedeou até mais não poder, me mentiu, se recusou a responder às minhas perguntas.

Aqueles monstros malditos, facínoras do inferno, funcionários do Canil Municipal de Lisboa, assassinaram o meu gatinho maravilha, de forma premeditada. Mas não necessitaram de se esforçar muito. Bastou-lhes usar “os meios” que têm e dar o “jeitinho certo”; coisa que eles sabem fazer muito bem; fazem-no todos os dias. De TODAS as vezes que me desloquei ao Canil encontrei animais desesperados, no meio de TODOS os outros, visivelmente aterrorizados, num cenário de verdadeiro horror. Só consegui registar uma excepção: um gato preto, grande, que lá permaneceu durante meses e que se “insinuava” para toda a gente e miava pedindo mimos. Um verdadeiro herói!
Na generalidade dos casos, basta aquela sala de horrores que é o gatil, e o facto de os animais estarem ali aprisionados naquelas jaulas horríveis, privados até da luz do Sol, para os “matar”. No caso do meu gatinho maravilha há ainda o trauma horrendo de ter vindo em busca de mimos e de protecção, de ter confiado devido à confiança que tinha em mim e de ter sido apanhado à traição, maltratado e metido naquele inferno, de forma tão pérfida. Os maus tratos e torturas dos monstros malditos, funcionários do Canil Municipal de Lisboa fizeram o resto, agravando o seu desespero e acelerando o seu fim.
Aqueles antros de ignomínia que são os espaços interiores do Canil Municipal de Lisboa, destinados quer a gatos quer a cães, têm de ser imediatamente interditos à permanência de animais saudáveis por períodos que excedam 4 a 6 horas (tempo suficiente para rastreios, etc.).

Aqueles monstros malditos que são os funcionários do Canil Municipal de Lisboa e os seus cúmplices na conspiração para assassinar o meu gatinho maravilha têm de ser exemplarmente punidos, com exposição pública, de modo a servir de lição a outros que tenham o mesmo carácter de bandidos, para que não ousem ter a tentação de fazer coisas parecidas com os pobres animais.

Aqueles monstros malditos que são os funcionários do Canil Municipal de Lisboa actuam assim porque têm a cumplicidade e protecção, a garantia de impunidade dos seus superiores que os deviam punir mas que são tão bandidos como eles e por isso seleccionaram gente daquela natureza para aqueles lugares, para torturarem e assassinarem os nossos animais domésticos, cometendo toda a espécie de crimes e atropelos, como aconteceu com o meu gato.
Essa gente não se comove com “petições”. Mesmo que uma petição tenha 2 milhões de assinaturas eles “ignoram” sem qualquer problema de vergonha ou de consciência, que não têm. Mas se 20 mil dessas pessoas boicotarem o pagamento dos impostos e taxas a questão é com,pletamente diferente e a resposta também.

Para acabar com isto tudo, urgentemente, lancei uma petição on-line e apelo a que todas as pessoas de bem a assinem e boicotem os pagamentos dos impostos e taxas municipais, nomeadamente o IMI, até resolução cabal deste vergonhoso problema e punição exemplar dos crimes cometidos e registados.

2009/01/16

AS PRISÕES, NOTÍCIAS DO INFERNO (5)

Este comentário foi deixado neste texto

Fica aqui para os devidos efeitos porque, infelizmente, é possível que seja tudo verdade. Sei do que estou a falar como todos compreendem.

O governo não ajuda as familias dos detidos. Muitos deles estão inocentes.
Sou esposa de um recluso. Fiquei sem nada.
Até as assistências sociais dos nossos filhos me tiraram e agora querem dá-los para adopção.

Peço ajuda monetária para arranjar um advogado. Sou uma mãe em desespero, sem ajuda 962853015 Fico a aguardar alma amiga.

Obrigada
Isa

APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa

2008/04/07

Quando Os Animais Nos Pedem Socorro (I).

APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa

“A grandeza duma Nação e o seu progresso moral podem ser avaliados pela maneira como os seus animais são tratados”.

MAHATMA GANDHI

Se até as pessoas são tratadas “abaixo de cão”, é isso mesmo (e só isso) que, em muitos casos, têm para partilhar com os animais.

A União Zoófila é um antro de barbaridades, que está a exterminar os nossos animais domésticos. Na união Zoófila maltratam-se os animais e usam-se estes para maltratar as pessoas também. Aquela gente até se vangloria disso, como se pode ver nos comentários aí em baixo noutro texto.

Vejamos como é o Canil Municipal

As atrocidades do Canil Municipal de Lisboa

Acontece-me, às vezes, os animais me pedirem socorro.
Via de regra, ignorava os “pedidos”, com muita pena, porque tinha consciência de que não podia socorrer; não tinha como! Mas há situações em que é impossível ignorar ou recusar.

Diz quem sabe (ou julga saber) destas coisas que, quando os animais confiam nas pessoas é porque essas pessoas são confiáveis. O que os animais não sabem, coitados, é que nós seres supostamente humanos, vivemos numa coisa que se chama “sociedade” numa engrenagem maldita, dominada por gente pérfida que destrói tudo, até as condições mínimas de suporte à confiabilidade dos seus melhores elementos. Os animais não sabem porque ninguém lhes explicou e, se alguém lhes explicasse, eles também não entenderiam. Vão percebendo à custa de muito sofrimento, sujeitos à tirania, até dos que dizem defendê-los, como é o caso da União Zoófila.
A história que vou contar a seguir é mais uma História de Terror, agora protagonizada por animais. Já contei uma protagonizada por pessoas.

No dia 7 de Dezembro de 2003, domingo e véspera de feriado, encontrei, na rua, uma cachorrinha que não me largou mais. A falar verdade, foi mais “ela que me encontrou” do que o contrário.
Gosto muito de animais, principalmente de cães, e não consegui mais me desligar do problema da bichana.
Tentei encontrar-lhe dono, tentei que a veterinária da minha gata a examinasse e tratasse, mas como os meus esforços foram vãos, e como a cachorra se encontrava doente (até tinha febre), vi-me obrigada a levá-la para o canil municipal, não sem antes telefonar e perguntar se tinham veterinário e se a tratavam. Responderam-me que sim; que apenas teria que obter uma guia, numa esquadra de polícia. Assim fiz, e lá entreguei o animal, com muito constrangimento, mas porque não tinha qualquer hipótese de a manter e tratar.
Voltei ao canil, na quarta-feira seguinte, para saber como estava e encontrei-a um pouco melhor, mas ainda com febre. Entretanto soube da existência dum canil, em S. Pedro de Sintra, onde consegui, a custo, que a aceitassem, mediante uma contribuição; até que lhe conseguisse um dono, ou até que alguém a adoptasse.
No sábado seguinte, voltei ao Canil Municipal de Lisboa, para a resgatar, mas recusaram-me até o acesso a poder vê-la. Insisti, no Domingo. Fui para buscá-la, passados 8 dias da entrega como me tinham dito.
Achei-a bastante melhor e já sem febre, mais gordinha. Ainda a trouxe até à Secretaria para preencher os papéis; mas o “excesso de zelo” dum dos funcionários, do responsável, obrigou-me a deixá-la novamente, numa sala horrível, fechada dentro duma gaiola metálica, também horrível, porque ainda não tinham passado oito dias desde que fora entregue e, portanto, “a lei” não me permitia trazê-la; só no dia seguinte.
Sempre desconfiei e suspeitei de pessoas que necessitam, obstinadamente, de provar a si próprias que são “muito rigorosas”, mas só o fazem em situações de cujas resultam estes “actos criminosos”. O que tanto terão essas pessoas para disfarçar, para esconder, a ponto de serem assim malevolamente obstinadas, “rigorosas” quando não devem? Quando disso resultam coisas desastrosas, como neste caso?
Na segunda-feira não pude voltar lá e, na terça-feira, quando finalmente consegui ir buscá-la, encontrei-a demasiado magra (a jaula não tinha comida e acho que também não tinha água), escanzelada mesmo, triste, com o pêlo todo a cair. Já nem reagia: não ladrava nem gania, como fazia no início.
Mesmo assim, lá a levei para o outro canil, onde ela tratou imediatamente de arranjar um lugar ao sol, para passar o que seriam as suas últimas horas de vida.
Morreu no dia seguinte. Os responsáveis do canil dizem que não tinha salvação. E na minha alma ficou mais uma nuvem negra; que acentuou a minha revolta contra as instituições desta sociedade.
Ainda me estou perguntado como foi que aquela gente conseguiu “assassinar” a cadelinha em 48 horas…
Na minha alma ficou mais uma nuvem negra, mas também algum sentimento de culpa e remorso, por não ter conseguido socorrer a pobre bichinha, que me pareceu muito esperta e especial. Ficou remorso por ter acreditado numa instituição, o canil, e por tê-la lá deixado ficar.

Acredito mesmo que qualquer pessoa que já tenha constatado este estado de coisas achará que a culpa foi minha. Eu não estou de acordo! Acho que devíamos poder confiar nas instituições, ainda por cima as que são sustentadas com os nossos impostos.
Ficou-me remorso por não ter conseguido prever, a tempo, o que iria acontecer e não ter enganado o canil, levando comigo uma qualquer pessoa que dissesse tê-la perdido e a fosse buscar. Eu sou uma pessoa honesta; socialmente e intelectualmente honesta, mas não me causaria qualquer problema de consciência tê-lo feito, embora ache que as instituições não têm o direito de nos obrigarem a usar de falsidade, de estratagemas, porque não é necessário e, macroscopicamente falando, é pernicioso.
Até porque existem, sempre, outras soluções: neste caso, o canil podia, pura e simplesmente, ter devolvido a bichinha aos meus cuidados, com a condição de a entregar, caso fosse reclamada dentro do prazo (coisa que eles sabiam bem não iria acontecer, como não aconteceu); ou então tratavam-na convenientemente (eu até me prontifiquei a pagar), o que obviamente não fizeram.

O Canil Municipal de Lisboa é uma casa de terror. Terror que se exerce, indiscriminadamente sobre os bichos e que nem poupa aqueles que nós queremos socorrer.
Quando entreguei a cadelinha, conversando com o porteiro, a quem contei a história e a minha intenção de a resgatar logo que possível, ele, o porteiro, disse-me: “Mas então diga isso lá dentro, que quer vir buscar a cadelinha, porque senão eles aqui dão cabo dela. É o que fazem sempre.”
Eu segui o conselho, disse e redisse, afirmei e voltei, TRÊS VEZES, para resgatar a cadelinha. De nada serviu. Só ma entregaram quando já não tinha salvação. Foi mais uma vítima daquele “outro” antro.

É exactamente o mesmo que a União Zoófila está a fazer, em relação à gatinha Joana.

Se você tem alguma “ligação” com os animais, se tem alma, se ainda não se transformou, como muitos, num ser metálico com coração de pedra, se os animais também “lhe pedem socorro”, verifique, por si mesmo, o horror que é o Canil Municipal. Vá até lá! Os animais, sobretudo os cães mas também os gatos, percebem, sentem, a presença de um SER HUMANO, e gritam, berram, pedindo socorro, como só criaturas desesperadas sabem fazer. É uma experiência arrepiante e desoladora. Posso garantir, porque passei por isso. O pior é nós sabermos que os animais sabem que estão a ser ouvidos e compreendidos e nada podermos fazer para os socorrer.

E, no entanto, HÁ OUTRAS SOLUÇÕES, que têm de ser implementadas urgentemente.

Vivemos numa sociedade tão pérfida que a lei e as nossas instituições até obrigam os cidadãos a assistir ao suplício dos animais. Quem alimentar um animal abandonado pode ser multado. Portanto, a LEI permite que as instituições nos torturem, obrigando-nos a assistir ao sofrimento dos animais.

Se há leis que punem os maus-tratos a animais e se há uma declaração dos direitos dos animais PARA SER RESPEITADA, que punição não merecem as nossas instituições, pagas com os nossos impostos, QUE COMETEM ESTES CRIMES, ao invés de solucionarem os problemas dos animais e das pessoas?
Quem pune esta gente? Quem defende os nossos animais e o “progresso moral” da sociedade?
Quem ajuda a acabar com isto?