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2009/11/12

A Paranóia da Gripe A, H1N1, Continua

O texto que publico abaixo foi-me enviado por email (Fwd) por Álvaro José Ferreira, que o recebeu de Álvaro Fernandes.
Recebi-o em 30-10-2009, há 13 dias. Antes dessa data li muitas denúncias relativas a esta conspiração, vi vários vídeos e publiquei também algumas coisas.

Todavia, e apesar de tudo isso, A PARANÓIA das notícias alarmantes e FALSAS acerca da gripe A, H1N1, continua...

Só nos resta CONTINUAR também com as denúncias, INSISTIR, INSISTIR, INSISTIR...

Portanto, aqui fica o texto, tal como o recebi (exceptuando a

Ao ler este texto de Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Convento de Montserrat em Barcelona, médica especialista em Medicina Interna e doutorada em Saúde Pública, ninguém pode deixar de se interrogar sobre a capacidade dos seus governantes e autoridades de Saúde Pública do seu país - particularmente Primeiro-Ministro, Ministro da Saúde e Director-Geral de Saúde - sobre a sua honestidade e o seu grau dependência em relação aos grandes laboratórios internacionais.


Teresa Forcades i Vila* - 11.10.09

Dados científicos

Os dois primeiros casos conhecidos da nova gripe (vírus A/H1N1, estirpe S-OIV) diagnosticaram-se na Califórnia (EUA) no dia 17 de Abril de 2009 [1].

A nova gripe não é nova por ser do tipo A, nem tampouco por ser do subtipo H1N1: a epidemia de gripe de 1918 foi do tipo A/H1N1 e desde 1977 os vírus A/H1N1 fazem parte da época da gripe anual [2]; a única coisa que é nova é a estirpe S-OIV [3] [4].

Cerca de 33% das pessoas maiores de 60 anos parecem ter imunidade a este tipo de vírus da nova gripe [5].

Desde o seu início até 15 de Setembro de 2009, morreram com esta gripe 137 pessoas na Europa e 3.559 em todo o mundo [6]; há que ter em atenção que anualmente morrem na Europa entre 40.000 e 220.000 pessoas devido à gripe [7].

Como já disseram publicamente reconhecidos profissionais de saúde - entre eles o Dr. Bernard Debré (membro do Conselho Nacional de Ética em França) e o Dr. Juan José Rodriguez Sendin (presidente da Associação de Colégios Médicos do Estado espanhol) -, os dados desta temporada, pela qual já passaram os países do hemisfério Sul, demonstram que a taxa de mortalidade e de complicações da nova gripe é inferior à da gripe anual [8].

Irregularidades que têm de ser explicadas

Em finais de Janeiro de 2009, a filial austríaca da empresa farmacêutica norte-americana Baxter distribuiu a 16 laboratórios da Áustria, Alemanha, República Checa e Eslovénia, 72 kg de material para preparar vacinas contra o vírus da gripe anual; as vacinas tinham de ser administradas à população destes países durante os meses de Fevereiro e Março; antes que qualquer destas vacinas fosse administrada, um técnico de laboratório da empresa BioTest da República Checa decidiu, por sua conta, experimentar as vacinas em furões, que são os animais que desde 1918 são utilizados para estudar as vacinas para a gripe; todos os furões vacinados morreram.

Investigou-se então em que consistia exactamente o material enviado pela casa Baxter e descobriu-se que continha vírus vivos da gripe das aves (vírus A/H5N1) combinados com vírus vivos da gripe anual (vírus A/H3N2). Se esta contaminação não tivesse sido descoberta a tempo, a pandemia que, sem base real, as autoridades sanitárias globais (OMS) e nacionais estão a anunciar, seria agora uma espantosa realidade; esta combinação de vírus vivos pode ser particularmente letal porque combina um vírus vivo com cerca de 60% de mortalidade mas pouco contagioso (o vírus da gripe das aves) com um outro que tem uma mortalidade muito baixa mas com uma grande capacidade de contágio (o vírus da gripe sazonal) [9].

Em 29 de Abril de 2009, quando apenas tinham passado 12 dias sobre a detecção dos dois primeiros casos da nova gripe, a Drª Margaret Chan, directora-geral da OMS, declarou que o nível de alerta por perigo de pandemia se encontrava na fase 5 e mandou que todos os governos dos Estados membros da OMS activassem planos de emergência e de alerta sanitária máxima; um mês mais tarde, 11 de Junho de 2009, a Drª Chan declarou que no mundo já tínhamos uma pandemia (fase 6) causada pelo vírus A/H1N1 S-OIV [10]. Como pode fazer tal declaração quando, de acordo com os dados científicos expostos acima, a nova gripe é uma realidade mais benigna que a gripe sazonal e, além disso, não é um vírus novo e ao qual parte da humanidade está imune?

Pôde declará-lo porque no mês de Maio a OMS tinha alterado a definição de pandemia: antes de Maio de 2009 para poder ser declarada uma pandemia era necessário que por causa de um agente infeccioso morresse uma proporção significativa da população. Esta exigência - que é a única que dá sentido à noção clínica de pandemia e às medidas políticas que lhe estão associadas - foi eliminada da definição adoptada no mês de Maio de 2009 [11], depois dos EUA se terem declarado em «estado de emergência sanitária nacional», quando em todo o país havia apenas 20 pessoas infectadas com a nova gripe, e nenhuma delas tinha morrido [12].

Consequências políticas da declaração de «pandemia»

No contexto de uma pandemia é possível declarar a vacinação obrigatória para determinados grupos de pessoas ou, inclusivamente, para o conjunto dos cidadãos [13].

O que é que pode acontecer a uma pessoa que decida não se vacinar? Enquanto a vacinação não for declarada obrigatória não lhe pode acontecer nada; mas se chegasse a declarar-se a vacinação obrigatória, o Estado tem a obrigação de fazer cumprir a lei impondo multa ou prisão (no estado de Massachussetts dos EUA a multa para estes caso pode chegar a 1.000 dólares por cada dia que passe sem o prevaricador se vacinar) [14].

Perante isto, há quem possa pensar: se me obrigam, vacino-me e já está, a vacina é mais ou menos como a sazonal, também não há para todos...

É preciso que se saiba que há três novidades que fazem com que a vacina da nova gripe seja diferente da vacina da gripe anual: a primeira é que a maioria dos laboratórios estão a desenhar a vacina de forma que uma só injecção não seja suficiente e sejam necessárias duas; a OMS recomenda também que não se deixe de administrar a da gripe sazonal; quem seguir estas recomendações da OMS expõe-se a ser infectado três vezes e isto é uma novidade que, teoricamente, multiplica por três os possíveis efeitos secundários, embora na realidade ninguém saiba que efeitos pode causar, pois nunca antes se fez assim. A segunda novidade é que alguns dos laboratórios responsáveis pela vacina decidiram adicionar-lhe coadjuvantes mais potentes que os utilizados até agora nas vacinas anuais. Os coadjuvantes são substâncias que se adicionam às vacinas para estimular o sistema imunitário. A vacina da nova gripe que está a ser fabricada pelo laboratório Glaxo-Smith-Kline, por exemplo, contém um coadjuvante, AS03, uma combinação que multiplica por dez a resposta imunitária. O problema é que ninguém pode assegurar que este estímulo artificial do sistema imunitário não provoque, passado algum tempo, doenças auto-imunitárias graves, como a paralisia crescente de Guillain-Barré [15]. E a terceira novidade que distingue a vacina para a nova gripe da vacina anual, é que as companhias farmacêuticas que a fabricam estão a exigir que os Estados assinem acordos que lhes garantam a impunidade no caso das vacinas terem mais efeitos secundários que os previstos (por exemplo prevê-se que a paralisia Guillain-Barré venha a afectar 10 pessoas por cada milhão de vacinados); os EUA já assinaram estes acordos que garantem, tanto às farmacêuticas como aos políticos, a retirada de responsabilidade pelos possíveis efeitos secundários da vacina [16].

Uma reflexão

Se o envio de material contaminado fabricado pela Baxter não tivesse sido casualmente descoberto em Janeiro passado, efectivamente, ter-se-ia dado a gravíssima pandemia potencialmente causadora da morte de milhões de pessoas que alguns andam a anunciar. É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu em Fevereiro no laboratório checo. Ainda mais inexplicável o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos, pelas agências de controlo e prevenção de doenças ao declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitário máximo sem uma base real. É irresponsável e inexplicável até extremos inconcebíveis o bilionário investimento saído do erário público destinado ao fabrico milhões e milhões de doses de vacina contra uma pandemia inexistente, ao mesmo tempo que não há dinheiro suficiente para ajudar milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EUA) que por causa da crise perderam o seu trabalho e a sua casa.

Enquanto não forem clarificados estes factos, o risco de este Inverno serem distribuídas vacinas contaminadas e o risco de poderem ser adoptadas medidas legais coercivas para forçar a vacinação, são riscos reais que em caso algum podem ser desvalorizados.

No caso da gripe continuar tão benigna como até agora, não faz qualquer sentido a exposição ao risco de receber uma vacina contaminada ou o de sofrer uma paralisia Guillain-Barré.

No caso de a gripe se agravar de forma inesperada, como já há meses anunciam sem qualquer base científica um número surpreendente de altos dirigentes - entre eles a Directora-Geral da OMS -, e repentinamente, começarem a morrer muito mais pessoas do que é habitual, ainda terá menos sentido deixar-se pressionar para ser vacinado, porque uma surpresa assim só poderá significar duas coisas:

1. Que o vírus da gripe A que agora circula sofreu uma mutação;

2. Que está em circulação outro (ou outros) vírus.

Em qualquer dos casos a vacina que se está a preparar agora não serviria para nada e, tendo em conta o que aconteceu em Janeiro passado com a Baxter, podia ser, inclusivamente, que servisse de veículo de transmissão da doença.

Uma proposta

A minha proposta é clara:

Além de manter a calma, tomar precauções sensatas para evitar o contágio e não se deixar vacinar, coisa que já se propõem muitas pessoas com senso comum no nosso país [Espanha].

Apelo a que se active com carácter de urgência os mecanismos legais e de participação cidadã necessários para assegurar de forma rotunda que no nosso país não se poderá forçar ninguém a vacinar-se contra a sua vontade, e que os que decidirem livremente vacinar-se não serão privados do direito de exigir responsabilidades nem do direito de serem economicamente compensados (eles ou os seus familiares), no caso de a vacina lhes causar uma doença grave ou a morte.

Texto publicado no sítio da Coordenadora Antiprivatização de Saúde Pública, Madrid, (www.casmadrid.org), em Setembro de 2009.


* Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Mosteiro de San Benedito em Montserrat, Barcelona, é doutorada em Saúde Pública, especialista em Medicina Interna pela Universidade de Nova Iorque, autora entre outros livros de «Los crimines de las grandes compañias farmaceuticas».

Tradução de José Paulo Gascão
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2009/10/06

A Gripe A, H1N1, e As Organizações De Saúde.

Este rexto foi integralmente copiado DAQUI porque me constou que o autor teme que lhe apaguem estes textos.
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Transcrição:
Juan Gérvas, médico rural e coordenador de equipa CESCA – dirigiu à ministra da Saúde as seguintes palavras:

“Todos temos culpa, desde a OMS, ao ministério da Saúde e Política Social, passando pelos serviços de saúde das regiões autónomas, colégios de especialidade e meios de comunicação.”(…) “Infelizmente a vacina esperada chegará tarde demais e não deixa de ser uma vacina cuja eficácia desconhecemos. Até que exista mais conhecimento sobre estas vacinas, muitos de nós nem as tomaremos nem as receitaremos”.

Um exemplo assenta no facto de “ até 70% das pessoas falecidas com gripe sazonal carecem de factores de risco definidos”, de acordo com dados publicados no New England Journal of Medicine sobre gripe sazonal. Faz tanto sentido dar a vacina a grupos de risco como escolher as pessoas à sorte.

Quanto à adesão dos próprios profissionais de saúde afirma que “ não somos parvos ao ponto de tomar uma vacina porcina experimental”. Recorda, a propósito, na sequência de uma epidemia de gripe porcina , ocorrida nos EUA em 1976, que contagiou basicamente, dois quartéis do Exército, o governo Norte Americano preparou imediatamente uma vacina, como a que se está a fazer agora. Todavia, a campanha de imunização parou subitamente. Quando já se tinham vacinado alguns milhões de pessoas, começaram a surgir efeitos adversos raros e severos como a síndroma de Guillain-Barré. “ A vacina provocou mais mortes e complicações que a própria gripe”.

Em 500 anos raramente houve uma 2ª onda.

As previsões sobre a evolução da gripe “deveriam basear-se no que sabemos desta epidemia e de pandemias prévias”, acrescenta Gérvas, cujas previsões apontam no sentido de “ uma onda de contágio rápido”. Na sua opinião, “falar de outras possibilidades é ignorância, fantasia, irresponsabilidade ou maldade”.

Quando a Presidente da OMS Margaret Chan, lança a mensagem de pânico com a possibilidade de ocorrência de uma primeira, segunda e terceira onda, ou é ignorante ou está a mentir”, conclui Juan Gérvas.

Juan Gérvas é Profesor Honorário do Departamento de Medicina Preventiva e Saúde Pública da Universidade Autónoma de Madrid


Mais uma opinião:

António Vaz Carneiro, Director do Centro de Medicina Baseada na Evidência, da FML,” (…) o papel da OMS tem sido “ profundamente errada sob o ponto de vista científico”.

Independentemente das recomendações do CDC ou, em Portugal da DGS, “ à luz da evidência dos ensaios clínicos originais sobre as vacinas dos antivirais e do impacto epidemiológico das doenças não é possível afirmar-se o que afirma. Esta é a minha opinião clara, inequívoca e transparente”.

Esta discussão deveria implicar reuniões médicas com números, estatísticas, extrapolações de estudos realizados no passado, análises desapaixonadas…”Ora, existe aqui uma discrepância entre aquilo que, sob o ponto de vista científico esta doença parece ser e aquilo que as autoridades mundiais, incluindo as americanas e europeias, nos vêm dizer”
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Dixo-vos também o link para um interessante artigo sobre AS MÁFIAS DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA


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2009/10/02

ATENÇÃO! Vacina da Gripe A, MATA!

Obtido de Um Homem das Cidades:

O Dr. Kent Holtorf é entrevistado na Fox News sobre os sintomas e o tratamento do H1N1 (a Gripe Suína ou Gripe A). O Dr. Holtorf é um especialista em doenças infecciosas e a sua opinião sobre a vacina que está a chegar ao mercado em Outubro (de 2009) é, no mínimo, alarmante.

O Vídeo


http://video.yahoo.com/watch/6091038/15827172


Também o Correio da Manhã, de 17 Setembro 2009, noticiava que a vacina da gripe A pode ser fatal. Que a nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte.
Dizia o jornal que a Agência Britânica de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), entidade que supervisiona a saúde pública no Reino Unido, enviou uma carta confidencial aos neurologistas britânicos a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças.
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Nota: No dia 09 de Setembro publiquei uma nota, no facebook, com o título: "A vacina para a Gripe Suína mata mais do que a doença?", com um link para este artigo, que recebi por email e que parece ser a mesma "fonte" do Correio da Manhã .
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E no Jornal Nacional da TVI, de 7 de Setembro de 2009, o Dr. Fernando Maltês, Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral e um dos homens que mais tem lidado com a Gripe A em Portugal, afirmava que a Gripe A vai matar menos gente do que uma simples gripe sazonal (gripe comum), que é mais inofensiva e que se trata, na maioria dos casos, com antipiréticos. O Director Geral de Saúde Espanhol é da mesma opinião.
No mesmo Jornal foi dito que saíra a sorte grande à Glaxo Smith Kline, o laboratório britânico a quem Portugal já encomendou seis milhões de doses da vacina contra a Gripe A (a 8 euros cada uma - 48 milhões de euros), que deverá ter um rendimento de cerca de dois mil milhões de euros, tendo em conta que as encomendas estão quase a atingir os trezentos milhões de doses.


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2009/08/17

Isaltino foi condenado!

Isaltino foi condenado?!

... Porquê em vésperas de eleições?

Então vamos lá ver se consigo explicar o meu entendimento do assunto.

Como todos sabem (ou talvez alguns ainda não tenham dado por isso) fui agredida, PELA POLÍCIA, A MANDO DE MAFIOSOS DO PIOR QUE HÁ, porque tenho a mania de dizer o que penso, o que me vai na alma; tenho a mania de não calar a minha indignação.
Fui agredida por 2 energúmenos ao serviço da Polícia, NO ELEVADOR do Edifício do Tribunal e, como os agressores trajavam á civil, foi o segurança no mesmo elevador, para “proteger” e garantir a consumação da agressão, para que não houvesse intrumissões. Fui agredida a mando “da justiça”... a mesma justiça que condena Isaltino... para se prestigiar.

Motivos de indignação não faltam e muita gente fala e se diz indignada mas, se eu sou agredida e outros não, se calhar é porque "tenho mais pontaria".

O que eu disse e me valeu a tal, ignóbil, agressão foi, em resuminho, que o PROCESSO CASA PIA é e foi sempre uma monstruosa conspiração... COM OS OBJECTIVOS DE QUALQUER CONSPIRAÇÃO, urdida por "conspiradores" que também são iguais em toda a parte, com as mesmas características...

Dizia eu isto enquanto MUUUITAS vozes faziam coro com os slogans dos conspiradores dizendo enormidades acerca do Processo Casa Pia e seus réus...
Mas eu é que fui agredida...

Um dos objectivos do Processo Casa Pia, inteirramente conseguido, foi "afinar" o controlo sobre a justiça e, com ele, o controlo, muitas vezes chantagista, sobre os outros poderes. Tudo isto para testar "as potencialidades" desse controlo. Provou-se que TUDO se pode fazer com o controlo da justiça nas mãos...

A justiça treinou-se, assim, em conspirações que continua a promover constantemente, à mercê e ao sabor dos vários interesses conluiados.
A condenação de Isaltino, que fez o mesmo que MUITOS outros e/ou coisas muito menos graves do que muitos OUTROS outros, é só mais uma peça dessa mesma conspiração, permanente, em que é usada a “justiça”.

Isaltino está a ser condenado agora para ser afastado das próximas eleições porque, não sendo pior nem tendo cometido mais crimes do que OUTROS, faz obra; cumpre as promessas e isso valeu-lhe uma vitória nas eleições anteriores, mesmo sem o apoio partidário.
Se atentarmos bem nos alvos destas manobras conspiratórias, constatamos, com horror, que estas cabalas visam pessoas que têm algum prestígio junto dos respectivos eleitores, porque apresentam obra. Isto confirma as nossas piores suspeitas em relação aos objectivos mais pérfidos da tenebrosa conspiração: “abater”, desacreditar, achincalhar, destruir, todas as pessoas que gozem de algum prestígio pessoal, que se destaquem pela positiva, na política ou na sociedade.
Começou, de forma mais visível, com Carlos Cruz, que era uma pessoa que gozava de elevado prestígio (merecidamente). Agora, pelos vistos e na mesma linha, “abatem-se” todos os que consigam algum prestígio pessoal, não vá acontecer que esses se armem em “ambiciosos” e ascendam na carreira política sem o controlo e as rédeas dos “Padrinhos”, SEM SEREM CAVALGADOS PELOS “PADRINHOS”.
Isto consuma um outro objectivo da conspiração (como em todas as conspirações): desorientar os cidadãos, mantê-los desesperados, retirar-lhes TODAS as referências... para ficarem sem defesa à mercê dessa escumalha maldita e das suas campanhas de desinformação e propaganda NAZI.
Assim ao jeito do que se faz, semeando a paranóia e o pânico, com a gripe (INVENTADA) dos porcos, vulgo gripe A ou H1N1.
Bem que eu gostava que houvesse uma qualquer gripe suína que dizimasse todos os “porcos” nazis que enxameiam os mais altos cargos e controlam, destruindo, as sociedades. O Mundo ficaria muito melhor, mais feliz; e poderíamos dizer: abençoada gripe suína! Mas não temos sorte nenhuma: são “os porcos” que controlam a gripe, as notícias sobre a gripe, e não a gripe que afecta “os porcos”.
O controlo, mafioso, dos partidos e suas cúpulas está assegurado; por isso é necessário recuperar os votos destes independentes, como Isaltino, para os partidos. Essa é a ÚNICA razão pela qual Isaltino é condenado...

E preparem-se porque, desta vez, nas próximas eleições legislativas e autárquicas, a FRAUDE ELEITORAL vai ser gigantesca; de proporções muito maiores do que SEMPRE tem sido. Desconfio que até a abstenção vai descer, mesmo que cresça, Muito, O NÚMERO DOS QUE NÃO VOTAM. INSTALADOS OS CONSPIRADORES NO PODER, vale tudo.
Biranta

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2005/11/21

"Tamiflu" mata… "Aspartame" envenena…

Publicado também em Editorial
Na sexta-feira da semana passada li, no jornal "Metro", esta notícia. Depois procurei-a, na NET, para reproduzir, mas não encontrei. Agora, Sofocleto publicou-a neste post, com chamada para este site:
Aqui fica a minha versão:
O Ministro da Saúde do Japão disse que tenciona reemitir um aviso alertando para os perigos dos efeitos secundários relacionados com o Tamiflu.
Existem relatórios que referem a morte de várias crianças, no Japão, ocorridas depois de terem sido medicadas com a droga (Tamiflu).
(…)
O Ministro diz que está a investigar vários relatórios de mortes súbitas de crianças e jovens, ocorridas depois de tomarem as dosagens prescritas de Tamiflu. Acrescentou ter podido confirmar que um rapazinho morreu devido aos efeitos secundários do Tamiflu.
Também identificou 64 casos de doença mental (confusão, perda de orientação e de capacidades mentais, etc.) provocados por esta droga, nos últimos 4 anos.
O Dr. Rokuro Hama, responsável pelo Instituto de Farmaco-Vigilância, disse que investigou as mortes, suspeitas, de oito crianças entre os 2 e os 17 anos, durante os últimos três anos, que acha estarem relacionadas com a toma do Tamiflu.
Dr. Hama disse, numa conferência, que o Tamiflu parece ser similar a outras poderosas drogas que podem provocar alterações comportamentais. “São tranquilizantes, sedativos ou hipnóticos, que causam descontrolo ou anormalidades no funcionamento do sistema nervosa central. Portanto, pode ter efeitos secundários muito “bizarros”, ao nível do comportamento. …

A Roche (fabricante do Tamiflu) reconhece a existência de casos “psicológicos” semelhantes mas, como em relação a muitos outros efeitos secundários, declara: “não é possível determinar que estejam relacionados com o uso do Tamiflu”.…

Já agora, atentem nisto também:

It should be remembered that Rumsfeld loves pharmaceutical scams. It was after all Rumsfeld, as chairman of G.D. Searle, who pressured the FDA to get Aspartame approved.

(Devemos recorder que Rumsfeld adora escórias farmacêuticas. Afinal de contas foi ele que pressionou a FDA para aprovar os ASPARTAME)

The FDA blocked its approval for ten years before Rumsfeld twisted arms and broke who knows how many legs at the FDA. Now Aspartame, an artificial sweetener as ubiquitous as it is toxic, continues to poison America and the world.

(A FDA bloqueou a aprovação durante 10 anos, até que Rumsfeld torceu braços e partiu as pernas não se sabe a quanta gente, na FDA.
Agora "Aspartame", um adoçante artificial com tão diversos usos como tem de toxicidade, continua a envenenar a América e o Mundo)

So here's an advertising tagline.
Tamiflu -- It's the Bird-Flu Scam-Drug For You.

(Portanto aqui fica um aviso em forma de slogan:
Tamiflu – É a escória da droga da gripe das aves para si)... É assim mais ou menos. Soa muito melhor em Inglês…
Nota: Encontram AQUI um artigo mais completo e actualizado acerca do Aspartame ou Aspartamo, ou ainda E951.
Este Tema: Gripe das Aves é retomado AQUI: Pandemia ou Paranóia (Gripe das Aves)? (H5N1)
E, mais recentemente, acerca da Gripe suína (Gripe dos Porcos), H1N1, Ver este texto: Gripe Suína, H1N1, e Tamiflu: Campanha Nazi.