Uma Faceta do Banditismo Institucionalizado e as Suas Gravosas Consequências Para o País: A Peritocracia
Se você anda muito indignado com o descalabro a que o País chegou... e mais indignado ainda com a crise e o total descrédito da nossa justiça, com o arrivismo, prepotência, absolutismo, arrogância, perversidade, nepotismo e Impunidade de juízes e quejandos... e acha que não há nada pior do que isso, então deixe-me “apresentar-lhe” o PERITO... e depois julgue por si...
Tenho várias histórias, escabrosas, envolvendo “peritos”, que ainda não desisti de contar mas, neste texto, vou cingir-me à mais recente:
O imbróglio começa com o facto de se ter constatado que AS PERMILAGENS das fracções dum determinado Prédio foram VIGARIZADAS, com o objectivo de favorecer a fracção pertencente ao filho do Construtor (o filho: Paulo Fernando da Silva Dias; o construtor: Manuel João Dias – Sociedade de Construções Dias e Fernando. Lda.).
De nada serviu levantar a questão, apelar para a consciência, HONESTIDADE e civismo dos restantes condóminos. Passou-se à demanda da solução pelas vias oficiais competentes:
Primeiro foi o “jogo do empurra”: nenhuma instituição tinha que ver com nada; nenhuma tinha qualquer responsabilidade ou competência.
Apelar para os Tribunais então, NEM PENSAR!
É a opinião dos causídicos, baseada na profusa “jurisprudência” (Acórdãos sobre o tema) que sancionam, invariavelmente, este tipo de infâmias e vigarices.
Segundo toda essa gente (e mais alguma que referirei), a ÚNICA solução era aguentar, de cara alegre, a chulice dos restantes, continuar a pagar, indevidamente, os encargos que competem aos outros... porque não havia nada a fazer. Afinal há...
Nós sabemos como funcionam as instituições, neste País, INVARIAVELMENTE à margem da lei, mercê dos compadrios e tráficos de influências, mercê da CORRUPÇÃO; mas parece absurdo (e é), que a própria lei sancione tudo isso, como nos pretendem fazer crer frequentemente. Neste caso, como em muitos outros, a lei não sanciona e prevê os mecanismos para solucionar... mas TODA a gente diz que não, INCLUINDO OS JUÍZES (pelo menos a julgar pela jurisprudência, onde podemos encontrar coisas aberrantes e revoltantes... mas nenhum exemplo POSITIVO).
Acossados pela indignação que a situação provoca, vasculhou-se tudo: documentos oficiais, registos, escrituras, acórdãos... até se apresentou um requerimento ao Julgado de Paz, que foi “devolvido” logo ali, porque a questão, e o seu enquadramento, suscitaram uma série de dúvidas.
A explicação é simples: esta situação (DE VIGARICE nas Permilagens da Propriedade Horizontal) é GENERALIZADA; a julgar pela minha experiência verifica-se em mais de 95% dos casos e é praticada pelos “donos” dum sector onde impera a corrupção a todos os níveis, sector que é também protagonista duma significativa parcela da FUGA AO FISCO: O Sector da Construção Civil, que tem um enorme poder, na nossa sociedade e que move influências a todos os níveis. O Caso FreePort é apenas “a ponta do iceberg”.
Acresce que a questão interessa a TODOS, incluindo funcionários das Finanças, peritos e outros responsáveis, porque todos eles têm o seu património sujeito a contribuições, como qualquer cidadão e, por isso, todos colaboram e encobrem estas vigarices, que é uma maneira de garantirem a possibilidaade de se beneficiarem nas avaliações do seu património.... fugindo ao fisco.
Daí o muro, intransponível, de dificuldades que o cidadão encontra para resolver uma questão tão simples e trivial... e a quantidade de “porcaria” que desenterra se começa a mexer, a fundo, no assunto:
Qualquer cidadão comum, mesmo que licenciado, já teria desistido há muito tempo, concluindo pela total ausência de solução... Mas eu sou engenheira... e não é por acaso.
Na portaria 1337/2003, diz-se:
““O sistema de tributação do património em Portugal, que a recente reforma fiscal veio abolir, sofria, há várias décadas, de dois desajustamentos fundamentais geradores de injustiça fiscal entre os contribuintes. Por um lado, o regime de avaliação de prédios urbanos era profundamente discricionário (...). Por outro lado, porque a existência dum regime de actualização de valores patrimoniais tributáveis fazia recair sobre os titulares de prédios novos uma carga fiscal desproporcionada, relativamente aos titulares de prédios antigos (...)”
Hei-de vos contar uma história, ainda mais escabrosa do que esta, acerca da forma, ignóbil, como ME aplicaram esta portaria citada...
Mas vejamos então a situação actual de tributação do Património, depois de “abolido” O sistema (...) gerador de injustiças fiscais:
Neste prédio aqui referido, foi-se em busca das Avaliações segundo o CIMI (Código do Imposto Municipal sobre Imóveis), avaliações essas que, até agora, incidiram apenas sobre 3 das 15 fracções. Constatou-se o seguinte:
1 – As áreas das fracções, consideradas nestas avaliações, não têm qualquer correspondência com as áreas relacionadas pelos Técnicos da CML (Câmara Municipal de Lisboa): a uma fracção com 163,7 m2 de área são atribuídos, apenas 119,3 m2, enquanto que uma fracção com 139,3 m2 tem, nestas avaliações, 140 m2;
- não têm qualquer semelhança com as áreas corresponentes às permilagens registadas na Conservatória do Registo Predial (atribuídas através da Escritura da Propriedade Horizontal);
- não têm qualquer correspondência com as áreas “ATRIBUÍDAS” pelos peritos das Finanças na primeira avaliação feita ao prédio, que data de 2002;
2 – As áreas constantes nos documentos referidos no ponto anterior NÃO TÊM QUALQUER CORRESPONDÊNCIA ENTRE SI, no que diz respeito a uma mesma fracção; isto é: cada uma das fracções deste prédio tem, actualmente TRÊS áreas diferentes (3), uma em cada um dos referidos documentos oficiais.
3 – Nem sequer o preço por metro quadrado é igual para todas as fracções, como devia e teria de ser, a julgar pelo que diz a portaria citada.
Por tudo isto, referindo e raclamando de tudo isto, enviei um email ao respectivo serviço de Finanças, requerendo a avaliação segundo o CIMI, EM SIMULTÂNEO, de todas as fracções do Prédio e disponibilizando-me para apresentar todos os documentos entendidos como necessários para tal.
O email, enviado para (dsimi@dgci.min-financas.pt), tem a data de 2010/12/03. Até agora não teve qualquer resposta... Mas, agora, eu também já sei porquê:
Posteriormente ao envio deste email decidi eu mesma reunir todos os elementos necessários, incluindo plantas da CML, e (re)fazer o cálculo das permilagens respeitando as regras aplicáveis.
Distribui um comunicado aos condóminos com esses cálculos e as respectivas consequências, não tendo havido qualquer contestação.
Em resposta, foi distribuída uma cópia do documento de avaliação das Finanças, já acima mencionado...
DOCUMENTO ESSE QUE É ASSINADO pelos PERITOS: Engº António Gabriel Cupertino Marques e Engº Abel António da Silva Marta
E o que é que acontece, DE TÃO GRAVE, nesse documento? Vejamos mais de perto:
A situação tornou-se problema porque o T2 (no prédio só há um) paga a quota de condomínio mais elevada, tem 112,55 m2, segundo a CML e os T3 (que são todas as fracções dos pisos acima do rés-do-chão) pagam quotas de condomínio inferiores (têm permilagens inferiores) e as respectivas áreas vão desde 139,3 m2 até 163,7 m2 (as casas com as mesmas dimensões da do filho do construtor). A isto acresce o facto de a arrecadação deste ser muito maior do que as restantes e de ter 2 lugares de estacionamento nas garagens, enquanto que a maioria das restantes fracções tem só um.
Neste documento relativo à primeira avaliação das Finanças, o mesmo T2 aparece com uma área de 120 m2... aos T3 são "atribuídas as áreas de 128,5 m2 e 131,5 m2. Ou seja: a área do T2 é agravada com 7,45 m2 a mais ... e às áreas dos T3, maiores, são “descontados” 32,2 m2... Porquê?
32,2 m2 é a área útil da Casa onde moro.... Será que essa casa tem direito a isenção dos impostos que estão a ser cobrados?
A Tabela seguinte contém estes elementos que refiro para melhor avaliação:
Nota:
Na 2ª coluna desta tabela listam-se as áreas "atribuídas" pelos peritos das Finanças;
Na 3ª coluna estão as áreas privativas relacionadas na ´tabela anexa à Licença de Utilização;
Juntando, a essas áreas, as áreas dependentes, obtêm-se as áreas total da coluna 3;
Nas 3 retantes colunas estão as permilagens: segundo o TCPH (Título Constitutivo da Propriedade Horizontal), VIGARIZADAS, coluna 4;
As que corresponderiam às áreas dos peritos das Finanças, coluna 5;
As que correspondem às áreas REAIS, retiradas dos documentos da CML;
Quais é que devem valer? Neste País desgraçado, VALE TUDO, menos a decência, o pudor, a HONESTIDADE.
Só há uma explicação possível para este comportamento dos peritos das Finanças: compadrio, tráfico de Influências, ou corrupção... ou tudo junto.
E mesmo assim, apesar de todo o esforço, estes peritos não conseguiram fazer reflectir nestas avaliações, vigarizadas, A VIGARICE das permilagens vigentes, como parece que seria seu intento.
Evidentemente que o email enviado aos serviços de Finanças, referido acima, não podia ter tido qualquer resposta... nem se pode esperar que venha a ter. Como é habitual entre nós, o “assunto” foi entregue aos mesmos “peritos” que FAZEM O QUE QUEREM, que vigarizam, que delapidam o erário público e prejudicam alguns cidadãos para beneficiar quem entendem (a troco de quê?), que não prestam contas, ninguém controla o que fazem ou não fazem, por quê, nada!
Pior: fazendo uma pesquisa na NET constata-se que estes “peritos”, são-no das Finanças (cobrando á tarefa, por avaliação... para vigarizarem o estado e os cidadãos), são igualmente “peritos” da CML... e são-no também dos Tribunais... É claro que, no caso desta questão das permilagens ir para Tribunal e eles serem chamados a pronunciar-se, como é normal, irão dizer que “está tudo certo”; inventam uma falácia qualquer, UMA MENTIRA, para “justificar” as discrepâncias... e fica tudo “esclarecido”... porque eles é que são "OS PERITOS"... Apesar de ser evidente que NADA bate certo e que tem, OBRIGARTORIAMENTE, que bater certo.
Como é óbvio, situações como esta (e são muitas segundo constato), vigarizam alguns cidadãos que são premeditadamente prejudicados, beneficiam outros E PREJUDICAM ENORMEMENTE O ESTADO e o erário público que deixa de receber os impostos devidos (se são "devidos" para uns terão de o ser para TODOS).
Neste caso, ficaram por avaliar cerca de 376,4 m2... e como só 3 das fracções estão já avaliadas segundo o CIMI (mal avaliadas, como se refere acima), as restantes 12 continuam a “beneficiar” das benesses que lhes foram concedidas nestas avaliações, pagando muito menos do que o que deviam; para além de beneficiarem, INDEVIDAMENTE, do facto de AINDA não terem sido avaliadas segundo o CIMI, como deviam e podiam, facto que, por si só, já implicaria que pagariam muito menos contribuições do que as fracções mais pequenas que já foram avaliadas em conformidade com as regras do CIMI.
Segundo me tem sido dado constatar, a generalidade dos funcionários das Finanças não concordam com os critérios e valores das avaliações segundo o CIMI. Evidentemente que não querem, nem por sombras, que sejam aplicados ao seu próprio património... e se for inevitável querem ter possibilidade de “fugir ao fisco”, vigarizando as áreas. Por isso “os procedimentos” que determinam que “as fracções constituídas ou transaccionadas têm de ser avaliadas segundo o CIMI” são aplicados ciosamente e “escrupolosamente”, EXCLUINDO todas as outras fracções... e também por isso se benficia e fecha os olhos quando o contribuinte declara áreas inferiores às reais, APESAR de as áreas poderem ser verificadas nos documentos que o contribuinte é obrigado a entregar.
Todo o Processo (e os procedimentos) é absurdo, está viciado, e está viciado DE PROPÓSITO, para manter e ALIMENTAR estes circuitos, obscuros, de compadrio, tráfico de influências, de corrupção
É verdade que os critérios de avaliação segundo o CIMI são absurdos; que os valores são muito elevados e resultam, frequentemente, em avaliações especulativos que, a curto prazo, terão valores superiores aos valores de mercado...
Mas também é evidente que isto não pode ser. Esta situação de descriminação, ABSURDA, entre os contribuintes, em que uns pagam valores exorbitantes e outros estão amplamente beneficiados pelos “desajustamentos” referidos na portaria mencionada acima não podem continuar...
Até porque, segundo um comunicado do PCP, distribuído em fase de campanha eleitoral, vêm aí agravamentos neste e noutros impostos, por imposição da “Troika”. Evidentemente que esses agravamentos serão mais gravosos para os que já estão prejudicados, se estas VIGARICES não forem corrigidas.
«»«»«»«»«»«»
APELO!
Participação Cívica e Direitos Fundamentais:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
Este blog pretende elevar, a um patamar superior, a liberdade, a democracia! Clamar por honestidade e justiça. Exigir a Valoração da Abstenção
2011/06/21
2011/06/10
O PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA E OS JORNALISTAS (III)
Continuando a responder à apologia da censura do cacete (para protecção de criminosos) feita no discurso trazido a esta página. "NOTÍCIAS SEM CENSURA" pelo Carlos Tomás em texto com o mesmo título publicado mais abaixo, "roubei" esta Nota do mural de Guilherme Pereira designado "Portugal é fixe". Leia a Nota com atenção que eu já explico o motivo do "roubo":
"Soube, ontem, por duas FONTES INSUSPEITAS do Tribunal da Relação de Lisboa, que o chamado “Processo Casa Pia” tem fortes possibilidades de voltar à estaca zero.
Ou seja: já foram detectadas “nulidades insanáveis” na produção da prova, na primeira instância. Não é previsível um acórdão antes do final do ano ( civil) e, segundo as mesmas fontes, há recursos para outras instâncias que poderão, uma vez divulgados os respectivos acórdãos, precipitar a anulação do julgamento.
O Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, vá lá saber-se porquê, disse publicamente, antes de ser conhecida a decisão do colectivo da primeira instância, que este processo iria limpar ( suponho que foi este o verbo) a cara da Justiça.
Parece que sim, Ilustre Magistrado, mas pelas piores razões.
São públicas as minhas posições sobre este processo vergonhoso que, aliás, me custou duas acusações ( ambas arquivadas) de dois investigadores ( da treta) que estiveram na base desta monstruosidade jurídica, que enlameou o nome de vários cidadãos, destruíu a vida de outros, em nome de um suposto combate à pedofilia que é cada vez mais visível, pujante e impune.
Há mais pedofilia além do Parque Eduardo VII, no interior do país inclusivamente.
Este processo visou decapitar a direcção do Partido Socialista, com sucesso, e de permeio lançar nas ventoinhas da lama as chamadas figuras mediáticas, para isso recorrendo aos petiscos Herman José, Paulo Pedroso ou Carlos Cruz.
Os dois primeiros acabariam por ser inocentados.
Carlos Cruz, que está nossa lista de Amigos, com muita Honra, tal como a filha, a Marta, e a Raquel, mãe da sua filhota Mariana, carrega ainda a cruz de uma condenação iníqua e selvagem aos ombros.
Cedo ou tarde, far-se-à justiça.
Espero ainda estar cá para ver.
2.
Nos anos noventa, malhei com os ossos na cadeia por conta de um processo igualmente monstruoso, fruto de uma mera vingança. Eu tinha denunciado, no então “Semanário”, uma rede de tráfico de droga, de que faziam parte Inspectores da PJ de Faro. Não descansaram enquanto não me montaram uma armadilha. Com sucesso e muita ingenuidade minha. Os meus advogados recorreram sucessivamente.
O Supremo Tribunal de Justiça acabaria por anular o julgamento e mandar repeti-lo.
Assim foi. Fui absolvido em 3 dias.
Depois, os meus advogados queixaram-se ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que demorou a decisão visto que era um ex-arguido em liberdade.
Recebi ontem a notícia.
O Estado Português foi condenado a pagar-me 597 mil euros.
Espero que a crise não seja motivo para se atrasarem a pagar-me os carcanhóis.
Por falar neles, os carcanhóis.
Foi justamente na cadeia que escrevi o livro, editado pela PRESENÇA, de seu nome PRISÃO MAIOR, hoje livro oficial em sete faculdades deste país.
(...)
Guilherme Pereira"
Portanto, temos que um Processo que custou milhões ao estado, o "Processo Casa Pia", está de tal maneira minado de "nulidades insanáveis"... que nem o Tribunal da Relação consegue ignorar. Nós já sabíamos há muito tempo, mas daí a ver o facro reconhecido pela "Relação"...
Mas o sr. presidente do supremo continua na sua saga de "caça às bruxas" dirigida a tudo quanto é jornalista que ousou dizer o óbvio, ou ousou, de algum modo, "por em causa" aquela monstruosa conspiração: O "Processo Casa Pia", conspiração em que o sr. presidente vem agora confessar o que já sabíamos também: que está implicado até ao pescoço.
Este proccesso vai estoirar, cedo ou tarde (quanto mais tarde pior). Quem vai devolver ao Estado a delapidação do erário público usada para custear esta monstruosidade? Nós, como de costume? E aos conspiradores, aos investigaddores, aos magistrados, aos juízes? Não acontece nada como de costume?
Isso tem de acabar, não acha sr. presidente do supremo?
Quem vai indemnizar as vítimas; as pessoas acusadas e persseguidas injustamente? Nós, como de costume? e aos conspiradores, investigadores, juízes, magistrados implicados na conspiração, não acontece nada? São todos inimputáveis?
Acresce que, mais uma vez, o Estado Português voltou a ser condenado a indemnizar um injustiçado (Guilherme Pereira), que foi vítima duma cilada montada por inspectores da PJ TRAFICANTES DE DROGA. Quem vai pagar a indemnização? Nós, como de costume? E aos inspectores traficantes de droga, não acontece nada? E aos juízes e magistrados que, SABENDO o que estavam a fazer, ainda assim prenderam e condenaram em primeira instância e... Não acontece nada? Esses criminosos malditos podem cometer os seus crimes livremente, com a conivência dos juízes e quejandos e a gente é que paga? Quando é que "isto" passa a ser um País a sério, ACABANDO-SE com essa impunidade garantida a tudo quanto é criminoso a usar as nossas instituições para cometerem os seus crimes e retaliarem sobre quem os denuncie?
Eu ainda tenho mais resposta para si, sr, presidente do supremo. "Me aguarde"...
«»«»«»«»«»«»«»
APELO!
Participação Cívica e Direitos Fundamentais:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
«««»«»«»«»
"Soube, ontem, por duas FONTES INSUSPEITAS do Tribunal da Relação de Lisboa, que o chamado “Processo Casa Pia” tem fortes possibilidades de voltar à estaca zero.
Ou seja: já foram detectadas “nulidades insanáveis” na produção da prova, na primeira instância. Não é previsível um acórdão antes do final do ano ( civil) e, segundo as mesmas fontes, há recursos para outras instâncias que poderão, uma vez divulgados os respectivos acórdãos, precipitar a anulação do julgamento.
O Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, vá lá saber-se porquê, disse publicamente, antes de ser conhecida a decisão do colectivo da primeira instância, que este processo iria limpar ( suponho que foi este o verbo) a cara da Justiça.
Parece que sim, Ilustre Magistrado, mas pelas piores razões.
São públicas as minhas posições sobre este processo vergonhoso que, aliás, me custou duas acusações ( ambas arquivadas) de dois investigadores ( da treta) que estiveram na base desta monstruosidade jurídica, que enlameou o nome de vários cidadãos, destruíu a vida de outros, em nome de um suposto combate à pedofilia que é cada vez mais visível, pujante e impune.
Há mais pedofilia além do Parque Eduardo VII, no interior do país inclusivamente.
Este processo visou decapitar a direcção do Partido Socialista, com sucesso, e de permeio lançar nas ventoinhas da lama as chamadas figuras mediáticas, para isso recorrendo aos petiscos Herman José, Paulo Pedroso ou Carlos Cruz.
Os dois primeiros acabariam por ser inocentados.
Carlos Cruz, que está nossa lista de Amigos, com muita Honra, tal como a filha, a Marta, e a Raquel, mãe da sua filhota Mariana, carrega ainda a cruz de uma condenação iníqua e selvagem aos ombros.
Cedo ou tarde, far-se-à justiça.
Espero ainda estar cá para ver.
2.
Nos anos noventa, malhei com os ossos na cadeia por conta de um processo igualmente monstruoso, fruto de uma mera vingança. Eu tinha denunciado, no então “Semanário”, uma rede de tráfico de droga, de que faziam parte Inspectores da PJ de Faro. Não descansaram enquanto não me montaram uma armadilha. Com sucesso e muita ingenuidade minha. Os meus advogados recorreram sucessivamente.
O Supremo Tribunal de Justiça acabaria por anular o julgamento e mandar repeti-lo.
Assim foi. Fui absolvido em 3 dias.
Depois, os meus advogados queixaram-se ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que demorou a decisão visto que era um ex-arguido em liberdade.
Recebi ontem a notícia.
O Estado Português foi condenado a pagar-me 597 mil euros.
Espero que a crise não seja motivo para se atrasarem a pagar-me os carcanhóis.
Por falar neles, os carcanhóis.
Foi justamente na cadeia que escrevi o livro, editado pela PRESENÇA, de seu nome PRISÃO MAIOR, hoje livro oficial em sete faculdades deste país.
(...)
Guilherme Pereira"
Portanto, temos que um Processo que custou milhões ao estado, o "Processo Casa Pia", está de tal maneira minado de "nulidades insanáveis"... que nem o Tribunal da Relação consegue ignorar. Nós já sabíamos há muito tempo, mas daí a ver o facro reconhecido pela "Relação"...
Mas o sr. presidente do supremo continua na sua saga de "caça às bruxas" dirigida a tudo quanto é jornalista que ousou dizer o óbvio, ou ousou, de algum modo, "por em causa" aquela monstruosa conspiração: O "Processo Casa Pia", conspiração em que o sr. presidente vem agora confessar o que já sabíamos também: que está implicado até ao pescoço.
Este proccesso vai estoirar, cedo ou tarde (quanto mais tarde pior). Quem vai devolver ao Estado a delapidação do erário público usada para custear esta monstruosidade? Nós, como de costume? E aos conspiradores, aos investigaddores, aos magistrados, aos juízes? Não acontece nada como de costume?
Isso tem de acabar, não acha sr. presidente do supremo?
Quem vai indemnizar as vítimas; as pessoas acusadas e persseguidas injustamente? Nós, como de costume? e aos conspiradores, investigadores, juízes, magistrados implicados na conspiração, não acontece nada? São todos inimputáveis?
Acresce que, mais uma vez, o Estado Português voltou a ser condenado a indemnizar um injustiçado (Guilherme Pereira), que foi vítima duma cilada montada por inspectores da PJ TRAFICANTES DE DROGA. Quem vai pagar a indemnização? Nós, como de costume? E aos inspectores traficantes de droga, não acontece nada? E aos juízes e magistrados que, SABENDO o que estavam a fazer, ainda assim prenderam e condenaram em primeira instância e... Não acontece nada? Esses criminosos malditos podem cometer os seus crimes livremente, com a conivência dos juízes e quejandos e a gente é que paga? Quando é que "isto" passa a ser um País a sério, ACABANDO-SE com essa impunidade garantida a tudo quanto é criminoso a usar as nossas instituições para cometerem os seus crimes e retaliarem sobre quem os denuncie?
Eu ainda tenho mais resposta para si, sr, presidente do supremo. "Me aguarde"...
«»«»«»«»«»«»«»
APELO!
Participação Cívica e Direitos Fundamentais:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
«««»«»«»«»
2011/06/04
A Dívida! Exijamos o Fim do FMI.
A Dívida!. NÃO PAGAMOS! Exijamos o Fim do FMI... Por nós e por todos os outros povos do Mundo.
O que vão ver, a seguir, é um documentário dum ex "ASSASSINO ECONÓMICO" a explicar como OS MONSTROS destroem o Mundo.
Brevemente escreverei aqui a tradução do que se diz no documentário.
APELO! Participação Cívica e Direitos Fundamentais: -- Petição Para Valoração da Abstenção -- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI -- Denúncia de Agressão Policial -- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
O que vão ver, a seguir, é um documentário dum ex "ASSASSINO ECONÓMICO" a explicar como OS MONSTROS destroem o Mundo.
Brevemente escreverei aqui a tradução do que se diz no documentário.
APELO! Participação Cívica e Direitos Fundamentais: -- Petição Para Valoração da Abstenção -- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI -- Denúncia de Agressão Policial -- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
Etiquetas:
A dívida,
Assassino Económico,
Chacais,
exigir o fim do FMI,
guerra no Iraque,
Não pagamos
Subscrever:
Mensagens (Atom)
