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2011/05/10

ASSALTANTE DE ALUGUER?

Assaltante de Aluguer?

Num dia, frio, de Janeiro de há 2 anos, uma “dona de casa” chega junto a uma janela que dá para o terraço e vê, no terraço contíguo, um homem jovem a estender uma corda como se fosse suspender-se nela. Inicialmente pensou que fossem os preparativos para  algum trabalho “em suspensão”, mas logo notou que “não fazia sentido”. O indivíduo olhou, deve ter percebido que estava a ser observado, largou a corda, atirou um dos 2 sacos que trazia para o chão, para o beco, manteve o outro saco (mochila) às costas e desceu, num ápice, os cerca de 4 metros e meio que o separavam do chão, apoiando-se na rede e gradeamento do terraço do outro lado, que é bem mais baixo. Desfizeram-se as dúvidas da “dona de casa”: acabava de ver sair um assaltane da casa dos vizinhos, através do terraço.

O que fazer? Lembrou-se de que o melhor que tinha à mão para documentar o acontecimento era a máquina fotográfica digital. Foi a uma janela do outro lado tentar fotografar o assaltane, mas este passava, nesse momento, ao lado dum geep, não se via e já se estava a afastar demais para se tirar uma fotografia “útil”. Então pegou nas chaves e correu, de máquina na mão, assim mesmo mal vestida como estava em casa, para tentar obter alguma foto que pudesse ser útil.

Ainda viu o assaltante abrir a porta dum carro que o esperava numa outra rua, amandar os sacos para o banco traseiro e sentar-se ao lado do condutor que pôs o carro em marcha, de imediato. Finalmente uma foto que talvez pudesse ser útil... e outra para garantir.

Voltou para casa, passou as fotos para o computador e... desilusâo! Não era possível ver a matrícula. Telefonou para a Polícia... e seguiu-se a cena surreal do costume: descreveu o que vira e pediu um endereço de email para enviar as fotos... talvez o carro da polícia se cruzasse com o carro usado no assalto...

Qual email qual o quê. A resposta foi a do costume (mau costume): esperar que iria um carro “tomar conta da ocorrência”.

A polícia chegou, a “testemunha” iniciou o relato dos acontecimentos, da “ocorrência”, e pediu ao polícia que a acompanhasse para lhe mostrar o terraço e o local por onde o assaltante tinha descido.

Reacção do agente:

- “A senhora diga, DEPRESSA, o que se passa que é para eu comunicar com a central e pedir reforços, se for caso disso!”

- “Calma! Agora as pressas já não servem de nada! O assaltante já está longe! Eu vi-o entrar no carro e arrancar.”

O que apeteceu mesmo foi perguntar para que raio teria sido contada toda a história á agente que atendeu, da esquadra, e porque é que a conversa não foi gravada e transmitida aos “tomadores” da ocorrência. Assim já estariam inteirados dos acontecimentos e não necessitavam de tratar as testemunhas como se fossem os criminosos ou responsáveis por garantir o êxito e adequação dos procedimentos da polícia, quando são os “procedimentos” da própria Instituição (a PSP) que se omitem de ser eficientes como deviam e podiam ser...

E lá conseguiu relatar o acontecido mostrando as fotos para “ilustrar”. Acompanhou os agentes á porta dos vizinhos assaltados, na outra rua, mas ninguém atendeu. Apenas o cão ladrou... Agora já era tarde para ladrar, mas o animal não sabia isso.

Os polícias foram embora e, passados alguns minutos (10, 15 minutos?) a dona de casa voltou a ver um homem jovem no terraço... que vestia uma camisola com capuz igual á do assaltante. Não conseguindo ver bem quem era, voltou a chamar a polícia dizendo isso mesmo: estava alguém novamente no terraço; não conseguia perceber quem era.

A polícia veio e, logo de seguida, um enorme e disparatado aparato policial (uma carrinha que parecia de polícia de intervenção) apareceu no beco para onde dão os terraços. Afinal era só o “assaltado” que tinha regressado a casa e que reagia e falava como quem está entre chocado e estupefacto. Finalmente foi possível obter um endereço de email para enviar as fotos, encarregando-se os assaltados de as entregar à Polícia, em cd.

Inicialmente ficou uma sensação de frustração. As fotos pareciam não sevir para nada. Tinha sido um esforço inútil; os assaltantes iam escapar-se, impunes, mais uma vez, como é costume... e como parecia ser “intenção” (ou resignação) que se depreendia da atitude... e (falta de) empenho, da polícia.

Quando foi chamad a prestar depoimento, na secção de inquéritos da PSP, soube que o assaltado conseguira identificar o carro e que os assaltantes já estavam todos identificados e tinham confessado o crime. Menos mal...

O resto da história veio a saber-se durante o julgamento e, acreditem, ninguém está preparado para ela:



Quando viu as fotos do carro, logo depois do assalto, o assaltado achou que conhecia alguém com um carro assim e, depois de muitos telefonemas conseguiu identificar o dono do carro e até saber onde encontrá-lo. Confrontou-o com as evidências, ele começou por negar, mas acabou por confessar, devolveu o que tinha e tentou devolver o que não tinha. Quanto a dizer quem mais estava implicado, recusou afirmando que não podia, que tinha medo. Acabou por contar tudo depois de alguma pressão (que se supõe ter incluído ameaças – admite-se que terá sido aplicada a lógica: “se tinha medo de falar, nada melhor do que fazer com que tivesse mais medo de não falar, para lhe soltar a língua”): o assalto tinha sido planeado, durante 3 meses, por um grande amigo do assaltado, que frequentava a casa deste, onde era tido como pessoa de confiança, a tal ponto que o assaltado lhe confidenciou que tinha algum dinheiro em casa, proveniente da remuneração dum trabalho de pesquisa no terreno, que fizera durante algum tempo, longe de casa.

O dono do carro foi obrigado a participar no assalto por meio de ameaças e porque devia, ao amigo do assaltado uma elevada quantia...

O “amigo” do assaltado negou tudo, sempre... porém, a sua própria mãe, quando confrontada com a história, assumiu a culpa do filho, devolveu a parte do roubo que este tinha em casa e obrigou-o a pedir desculpa...

Trata-se de 3 estudantes universitários (o dono do carro, o assaltado e o seu “amigo” promotor do assalto) que frequentam o mesmo estabelecimento de ensino.

E o assaltante? O indivíduo que escalou o muro que tem cerca de 4 metros e meio de altura (aproximadamente a altura dum segundo andar) para consumar o assalto? Como é que aparece neste filme? Bom, esse não é estudante universitário nem nada. Até é proveniente dum bairro “problemático” e tem cadastro por assalto a residências. Frequenta as imediações da universidade, os cafés próximos, etc. Os estudantes conhecem-no, bem como as suas “actividades” e a sua capacidade para escalar. Até chegou a fazer um vídeo que esteve na NET mas foi retirado. Também se sabe que caiu. E supõe-se que terá sido preso devido ao facto de ter participado neste assalto, talvez por estar em liberdade condicional, com pena suspensa...



As histórias contadas por cada um em Tribunal:

1 - O dono do carro confessou que promoveu o assalto, por pressão do grande amigo do assaltado que o obrigou com ameaças e para lhe pagar o que devia. A dívida era o acumular de dinheiro que lhe era emprestado durantes as saídas nocturnas.

2 - O “assaltante” limitou-se a confessar o assalto e que o fez a pedido do dono do carro...

3 – O amigo do assaltado, esse, conta outra história: Não teve nada que ver com o assalto, que foi da autoria e da inciativa dos outros dois. O dono do carro deve-lhe uma avultada quantia em dinheiro, mais de mil euros, que lhe foi emprestando aquando das saídas nocturnas. Ele tem insistido para que lhe pague e, numa dessas conversas, disse: “porque é que tu não és poupado como o... (nome do assaltado)? Ele até tem dinheiro guardado em casa...” e terá sido a partir dessa conversa que os 2 participantes no assalto decidiram “actuar”. Como é que sabiam os cantos à casa? Bem, como ele mora num prédio ao lado e as casas são iguais, conheciam a casa dele e “adivinharam”...



O que não foi dito em Tribunal (ou que o Tribunal não quis ouvir):

- A dívida referida não é proveniente de empréstimos durante as saídas nocturnas (nem tal faz qualquer sentido; ninguém empresta tanto dinheiro nessas circunstâncias), tem que ver, sim, é com Consumo e Tráfico de Droga. Mas isso o dono do carro não podia dizer porque os pais estavam presentes quando prestou depoimento e não sabem que consome droga. O “fornecedor” também não iria dizer, obviamente. O assaltado queria dizer isso... mas os advogados acharam que não era boa ideia...

O que se conclui é que, provavelmente, a dívida terá atingido valor tão elevado por “conveniência comercial” do vendedor: se calhar, se recusasse “a dose”, sem dinheiro, não vendia e o “consumidor” corria menos risco de “ficar agarrado”... E como este “fornecedor” demonstrou, neste caso, que é um indivíduo “cheio de recursos”, achou que “o risco” era mínimo; haveria de arranjar alguma maneira de receber...



- Para consumar o assalto havia vários obstáculos a “remover”: um era a existência dum cão de grande porte, que até assustava os vizinhos: o assaltante teria de saber que o animal era manso e como lidar com ele para que nem desse sinal... até porque a existênca do cão é que fazia com que a porta do terraço ficasse aberta; outro obstáculo era a existência de duas cadelas no terraço mais baixo, que davam sinal de tudo e que impediriam qualquer tentativa de escalar aquele muro.  A cadela maior desapareceu 12 dias antes do assalto, durante uma das saídas nocturnas em que a dona as deixava à solta ... e nunca mais voltou a aparecer. A dona da casa assaltad diz que a cadela desapareceu para que o assalto fosse possível e faz todo o sentido. A outra cadela ficou neutralizada, deprimida durante muito tempo e, quando estava sozinha, nem se ouvia nunca... Também haveria que espiar a família para saber quando é que a casa estava vazia. Nessa manhã, à hora do assalto, o estudante teve um exame e o resto da família tinha saído cedo, COMO DE COSTUME.

Nem o assaltante, nem o dono do carro tinham meios (ou perfil) para “remover”  esses obstáculos. Já o mandante do assalto parece ter recursos para tudo...

O perfil social de cada um:

O assaltado, tal como o dono do carro, pertencem a famílias da classe média; o assaltante é, como já se disse, proveniente de bairro problemático e, ao que parece, será o que vai pagar o preço mais elevado, sem ganhar nada com isso (visto que tudo foi devolvido), apenas porque achou piada fazer um favor aos seus “amigos” estudantes, futuros doutores. A julgar pela forma como foi tratado pelo juiz, é ele que vai “pagar o grosso da conta” que é para não continuar a ser ingénuo e pateta...

Quanto ao “amigo” do assaltado, o promotor do assalto, é proveniente duma família com elevados recursos: avós ricos em relação a cujos o maior receio da mãe é que venham a saber das actividades do neto e o deserdem ou coisa parecido; ou então lhes dê uma coisinha má ao saberem...

O que mais assusta é a gente ouvir algumas pessoas ligadas ao caso “ameaçar” que o “amigo” do assaltado ainda se há-de transformar em “político de renome” ou coisa parecida, porque tem todos os predicados... lá a mesma falta de escrúpolos que se vê nas atitudes dos políticos de nomeada (ou coisa parecida) ele tem...



Como já se disse, o assaltado sabe das actividades ilícitas do “amigo” que lhe preparou o assalto. O que eu não consegui descobrir foi se ele percebeu só depois de ser assaltado, ou se já sabia antes e, mesmo assim, achava que podia confiar no outro...



O julgamento está na recta final, a produção de prova está completa e, provavelmente, a sentença já está decidida... mas aguarda-se com espectativa... talvez para ver confirmada a nossa suspeita: de que o menos culpado é que vai levar com as culpas todas e com a condenação maior (por fazer um favor aos seus amigos “importantes”) e que o pior deles todos até corre o risco de se safar... a julgar por alguns indícios de protecções a que tem acesso... e devido aos “pormenores”  de que o tribunal não tomou conhecimento, nem quiz saber.



Veremos!





APELO! Participação Cívica e Direitos Fundamentais: -- Petição Para Valoração da Abstenção -- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI -- Denúncia de Agressão Policial -- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa

2009/09/11

Agressão Inacreditável, diz a Juíza.


Nélio Marques Assassinado.
A Justiça está do lado do Assassino

A foto do Nélio Marques copiada do blog com o seu nome



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A primeira sessão do Julgamento do assassino de Nélio Marques, filho do ex internacional do Benfica, Nelito, foi adiada porque o assassino vinha a rir-se (a gozar com os amigos e familiares da sua vítima) e foi agredido à porta do Tribunal...

Agressão Inacreditável, Diz a Juíza...
Quem diria que há agressões que os juízes consideram "Inacreditáveis"... Mas isso é só pra alguns, no caso, para assassinos. Esses necessitam de tratamento hospitalar...

Há outras Agressões que os juízes consideram aceitáveis e louváveis, a ponto de dizerem: "acho-a (à agredida) em muito boas condições..."; que é como quem diz: "ainda devia ter levado mais porrada".
E no final, a agredida foi "enxotada" pela polícia, para fora do edifício, sem meios ou condições para regressar a casa ou ir ao Hospital.
Mas, compreende-se porque, neste segundo caso não estamos a falar de assassinos. Apenas de alguém que diz o que pensa e sente...

O texto que reproduzo abaixo foi copiado do Jornal de Notícias

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A primeira sessão do julgamento do homicídio de Nélio Marques, filho do antigo internacional do Benfica, foi hoje adiada para 30 de Setembro.
"Acabei de ser informada pelo Dr.João Nabais (advogado) que o arguido foi violentamente agredido e tem de receber tratamento hospitalar", anunciou a juíza Clarice Gonçalves, justificando assim o adiamento da sessão, uma vez que o autor confesso do crime, Gonçalo Nunes Cardoso, não abdicou do direito de prestar declarações.
" porta do tribunal encontravam-se familiares e amigos da vítima, que se revoltaram ao ver chegar o arguido e o advogado, João Nabais.
Um amigo da vítima, que foi imediatamente perseguido por agentes da PSP e identificado, confessou depois aos jornalistas que agiu "numa base de nervos" ao ver chegar o arguido e o advogado "a rirem-se", embora não tenha especificado em concreto o que fez.
A juíza considerou a situação "completamente inacreditável" e avisou que na próxima sessão haverá um cordão policial à porta do tribunal. O público poderá assistir, mas "basta uma palavra para ir imediatamente para a rua".
Os ânimos exaltaram-se entre a família e, além dos gritos de "assassino" proferidos na rua, houve também protestos contra a justiça dentro do tribunal quando a juíza anunciou o adiamento.
Dirigindo-se aos familiares dentro da sala de audiência, a juíza declarou: "Estamos aqui para julgar uma pessoa que fez o que fez e todos sabemos, mas tem de ser julgada. Ninguém faz justiça pelas próprias mãos".
" saída do tribunal, o advogado da família de Nélio Marques, José António Barreiros, apenas disse aos jornalistas que havia aconselhado as pessoas a manterem a calma, "em virtude do estado emocional em que se encontram".
O mesmo apelo havia sido feito pelo pai da vítima, segundo o qual foi uma provocação inaceitável o arguido e o advogado passarem pela família "a rir".
"A minha mulher teve aqui um ataque. Além da morte do meu filho, foi dos piores dias da minha vida vê-los a rir à nossa frente", disse aos jornalistas à porta do tribunal.
João Nabais optou por não abandonar o tribunal pela porta da frente, onde se mantinha cerca de meia centena de familiares e amigos.
Nélio Marques morreu em 2005, vítima de três tiros disparados na sequência de uma rixa de trânsito junto a um posto de abastecimento de combustível.
O arguido ficou a aguardar julgamento com pulseira electrónica e posteriormente em liberdade.
Fim de transcrição
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Toda esta história cheira a tramoia grossa, premeditada. Para quem foi agredida por dois gorilas da polícia, dentro dum elevador, o que é inacreditável é que, naquelas condições, alguém pudesse ter agredido "violentamente" o assassino, a ponto dele necessitar de tratamento hospitalar... a que eu não tive direito.
Mas os assassinos "comovem a justiça" e os juízes; quem diz o que pensa e sente é que não "merece" atenção, nem respeito, nem nada.

Vale a pena ler o relato do assassinato do Nélio para perceber a natureza do assassino.

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Foi no dia 28 de Março de 2005, que tudo aconteceu.
Nélio Marques, um jovem respeitador e incapaz de maltratar seja quem for. Tinha o 12º ano, 3º nível de engenharia mecânica.

Ao terminar os estudos, Nélio começou a trabalhar no El Corte Inglês. Jogava futebol em vários sítios: Águias da Boavista, futebol 5 no El Corte Inglês, nos Juristas de Lisboa e no S.O.V. torneio CIF.

Nesse mesmo dia 28 de Março em que Nélio passeava com a namorada no seu dia de folga, aconteceu o que ninguém esperava…

História contada pela testemunha principal, Susana a namorada: “Quando um Assassino em forma de gente, se cruzou no nosso caminho. Esse "homem" (eu diria: monstro) (...) fez uma ultrapassagem perigosa, metendo o seu carro em frente ao nosso, fazendo com que tivéssemos que travar a fundo para não embater no nosso carro.

Tivemos que buzinar para chamar a sua atenção, mas pensámos que tinha ficado por ali. Não ficou!!!

O Assassino projectou mais á frente o seu carro para cima do nosso lado duas vezes, tocando mesmo com o espelho do carro dele no nosso carro. Ele dirigiu-se para as bombas de gasolina da Repsol (Sete-Rios/Benfica), onde o meu namorado acabou por entrar também, para verificar se tinha algo estragado no espelho do carro.

O Assassino saiu violentamente do carro e entrou numa briga feia contra o meu namorado, o Nélio. Eu andei no meio a tentar separar e também fui agredida pelo o Assassino.

Quando o meu namorado se conseguiu separar dele, ele fingiu que se ia embora mas voltou, dando passos largos, com uma arma de calibre 32 na mão. À queima roupa e a menos de um metro, disparou três tiros contra o peito do meu namorado tirando-lhe a vida, assassinando-o.
Destruiu a minha vida e a da família do Nélio.
O Nélio, ainda resistiu junto de mim alguns minutos, lutou muito pela vida, mas... Acabou por falecer no Hospital.”
Isto parece um filme dos que se vêem na televisão… Mas é a realidade!!!!!!!!!!!!

Não sabia que já se pode matar em Portugal!!!! Quem é este homem que tirou a vida brutalmente ao meu filho!!!!

Conta pai de Nélio, antigo jogador internacional do Sport Lisboa e Benfica. Neste meio e mesmo sem poder fazer nada e das poucas coisas que se pode fazer é lutar contra toda esta injustiça e agradecer a todos os que têm apoiado minha família. Agradecemos a todos os mails recebidos de Portugal e de todo o mundo, a todos os telefonemas de Lisboa, de Portugal inteiro e de todos os países. Agradecemos também a toda a gente que se deslocou ao velório e ao funeral. A todas as pessoas que nos estão a dar todo o apoio neste momento de dor. E um agradecimento especial a todos os amigos de Nélio e da nossa família, também aos directores e colegas de Nélio do El Corte Inglês pelo apoio demonstrado. E por último, por todo o apoio por todo o carinho e afecto a todo o Bairro da Boavista. Eu e a minha família estamos muito magoados e entristecidos. Até parece que nós é que estamos a ser condenados.

O CRIMINOSO mata, vai para casa em prisão domiciliária como se estivesse de férias e a gozar dos bens dele. E nós passamos os dias a chorar lágrimas de sangue e todos os dias vamos ao cemitério. Agora vejam a diferença!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Estamos revoltados com a justiça!!! Uma medida de coação mal dada pelo juiz do TIC deixa centenas de familiares e milhares de amigos a chorarem de revolta. Vamos recorrer da coação mal dada que pôs um CRIMINOSO na rua. Que fez um homicídio qualificado com agravantes.

Não sei quem é o CRIMINOSO!!!!!! Não sei que protecção lhe estão a dar!!!!!!!!!!!

NÃO VAMOS PARAR!!!!!!!!!!!!!

Fim de transcrição
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Ou seja: a juíza acha "inacreditável" que as pessoas se revoltem com a atitude provocadora e vil do assassino, mas não acha inacreditável o que o assassino fez, NEM ACHA INACREDITÁVEL QUE O ASSASSINO ESTEJA EM LIBERDADE... Em que Mundo viverão os nossos juízes? Que conceitos, abjectos, de justiça têm na cabeça?

... E o assassino continua em Liberdade...

Portanto, percebe-se o objectivo da provocação e o que se está a preparar com esta encenação da "agressão violenta".

A justiça é um dos piores cancro das nossa sociedade, como se vê por estes dois exemplos postos lado a lado e pela diferenciação de tratamento e critérios, que garantem impunidae a ASSASSINOS e perseguem o cidadão comum que tenta defender-se (e defender a sociedade) de tanta infâmia, DENUNCIANDO toda esta perfídia.

É urgente acabar com "ISTO" OU "ISTO" acabará conosco...
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APELO!
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