Mostrar mensagens com a etiqueta crimes da justiça. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta crimes da justiça. Mostrar todas as mensagens

2011/06/29

CASA PIA, FARFALHA E PADRE FREDERICO, SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS



O CASO do PADRE FREDERICO, na Ilha da MADEIRA, o do FARFALHA, nos AÇORES e o PROCESSO CASA PIA (em Lisboa) são os três maiores casos judiciais de Pedofilia em Portugal - Analisam-se, a seguir, as semelhanças entre eles, as diferenças, os fundamentos das acusações, as investigações, o que revelam e o que escondem
HAJA VERGONHA!!!


Opinião (publicado no Grupo "NOTÍCIAS SEM CENSURA")
Carlos Tomás (jornalista)
Quando optei por ser jornalista, em 1989, com apenas 19 anos, estava longe de imaginar que, um dia, estaria a trabalhar num dos casos mais mediáticos deste pequeno país. Curiosamente, a vida prega-nos destas partidas e acabei, sem querer, por estar envolvido profissionalmente nos maiores processos de pedofilia tornados públicos em Portugal: o caso do padre Frederico Cunha, na Madeira, O chamado "Processo Casa Pia" (em Lisboa) e a rede de Farfalha, nos Açores.
O processo do padre Frederico remonta ao início da década de 90 do século passado. Dizia a acusação que o clérigo tinha assassinado um jovem com quem manteria relações sexuais no Caniçal, uma localidade situada na ponta de São Lourenço, na ilha da Madeira.


O julgamento realizou-se em Santa Cruz corria o ano de 1993. De um lado, o Ministério Público e os assistentes do jovem falecido. Do outro, o padre e a Igreja.

Ao contrário do processo Casa Pia, os jornalistas só “acordaram” para o caso quando Frederico Cunha se sentou no bando dos réus. Mas ainda foram a tempo de detectar algumas falhas na investigação que, no entanto, não foram tidas em conta pelos juízes e jurados que condenaram Frederico Cunha a 13 anos de cadeia: mais de uma dezena pelo alegado homicídio e um ano e meio pelo abuso sexual de menores.De toda a prova produzida em julgamento ficou uma certeza: Frederico Cunha abusava de menores. Já sobre o alegado homicídio ficam muitas dúvidas. Dizia a acusação que o padre agredira o jovem com um objecto não identificado, provocando-lhe a morte. Depois, pegou no corpo e atirou-o para o mar numa falésia da Ponta de São Lourenço.
Eu estive nessa falésia com Joaquim Franco, actual jornalista da SIC Notícias, e nem uma pequena pedra conseguimos atirar ao mar. Além disso, as lesões encontradas no corpo do jovem não são compatíveis com uma queda da altura referida na acusação. Ainda hoje estou para perceber quais as razões que levaram o Tribunal de Santa Cruz a não ouvir o perito forense José Sombreireiro, que fez a exumação do cadáver e chegou a outras conclusões que não as da delegação regional do Instituto de Medicina Legal. E repare-se só nesta afirmação assombrosa do médico legista em serviço na região autónoma: “O examinado esteve no mar, porque o seu estômago apresentava cheiro a maresia”. Cheiro?
O padre acabou por fugir na sua primeira saída precária com a ajuda de quatro bispos. A PJ abriu uma investigação à fuga do padre e aos bispos. Os resultados dessa investigação nunca foram conhecidos e o processo há muito que desapareceu algures numa gaveta do Ministério Público.

Já nos Açores a investigação parece não ter deixado dúvidas. Farfalha, o dono de uma garagem na ilha de São Miguel onde alegadamente decorriam orgias com menores, foi seguido durante meses, escutado e fotografado. Com ele, todos os clientes da garagem. Uma investigação elogiada publicamente, na altura, pelo director nacional da PJ, Adelino Salvado, quando nomeou Dias da Silva, o director da Judiciária em Ponta Delgada, responsável pela prisão de quase duas dezenas de alegados pedófilos, para subdirector da PJ do Porto.

E o processo Casa Pia? Foi bem investigado?

Tenho poucas dúvidas sobre isso. Várias fontes da PJ, que tenho por credíveis, garantem-me que se prendeu para investigar. E as minhas dúvidas sobre o rigor da investigação mais se adensaram quando tive acesso a uma carta enviada pelo responsável máximo da PJ ao procurador-geral da República, Souto de Moura.

Escreveu assim Adelino Salvado, logo após a detenção de Carlos Cruz: “Tudo visto e em resumo, afigurasse-se legítimo enformar as seguintes conclusões: desde o início sempre foi intenção do sr. procurador (João Guerra, procurador-adjunto do Ministério Público que dirigiu as investigações do processo de pedofilia na Casa Pia) afastar qualquer intervenção hierárquica da PJ e, aparentemente, também do Ministério Público, na investigação a decorrer; Assim, reafirmando o desconhecimento sobre os termos em que evoluiu a investigação, será de manifestar a máxima inquietação pela forma como a mesma se encontra a ser conduzida, nomeadamente em sede de fundamentação probatória, tanto em relação aos arguidos detidos (na altura em que esta carta foi enviada a Souto Moura apenas Carlos Cruz e Ferreira Dinis), como a outros indivíduos já mencionados nos autos."

E o documento enviado por Adelino Salvado ao então procurador geral é incisivo. Atente-se: “”Pese embora o facto de, antes das detenções, terem sido interceptadas linhas telefónicas respeitantes a pelo menos dois dos arguidos (Carlos Cruz e João Dinis), não foi colhido – tanto quanto nos foi informado pela coordenadora Rosa Mota – qualquer elemento de relevo. Por outro lado, e segundo a mesma fonte – a coordenadora – eram desconhecidos alguns elementos essenciais e básicos em qualquer investigação e, nomeadamente nos autos em causa, como sejam as localizações das residências onde os abusos terão sido cometidos, as identificações dos seus proprietários ou locatários, a existência de relações interpessoais comprovadas entre os arguidos, a falta de realização (mormente aquando das detenções de Carlos Cruz, Ferreira Dinis e Hugo Marçal) de buscas domiciliárias e em escritórios dos visados, a recolha e tratamento da facturação dos seus telemóveis e análise dos próprios telemóveis.”

Estes documento está nos autos para quem o quiser ler e demonstra que, pelo menos na PJ, havia, logo no início do mediático caso, sérias dúvidas em relação à culpabilidade dos arguidos. Mais! Comprovam que, segundo a P. Judiciária, não havia provas para prender os arguidos.
O Ministério Público, através dos procuradores João Guerra, Cristina Faleiro e Paula Soares, entendeu o contrário. Não obstante os avisos da PJ ao próprio procurador-geral Souto de Moura.

Hoje:
- Depois de assistir às manobras de bastidores feitas pela maioria dos órgãos de Comunicação Social, que estão a tentar, a todo o custo, tapar o sol com uma peneira, com receio de terem divulgado falsas informações e induzido milhares de pessoas num erro com consequências monstruosas para os inocentes envolvidos (e para o país, digo eu);
- Depois de entrevistar Carlos Silvino e uma das testemunhas/vítimas fulcrais do processo, Ilídio Marques, que ao contrário de todos os outros deu a cara pela verdade;
- Depois de falar com Luís Marques, outra alegada vítima, que mentiu descaradamente numa conversa que manteve comigo num café do Largo Camões, em Lisboa;
- Depois de tentar entrevistar Francisco Guerra, que se recusou a dá-la com medo de ser confrontado com a verdade, conforme os colegas dele na Casa Museu Paula Rêgo, em Cascais, onde é empregado de mesa, podem testemunhar;
- Agora, que já falei com Ricardo Oliveira, o indivíduo que acusou, além destes arguidos, pessoas como Ferro Rodrigues, Jaime Gama, Chalana, Carlos Manuel, etc.;
- Depois de ouvir as mentiras de Pedro Namora em declarações a vários órgãos de comunicação social, de Catalina Pestana e do relojoeiro Américo Henriques;
- Depois de saber que Teresa Costa Macedo foi condenada em tribunal por ter inventado, conforme a própria admitiu, a existência de uma alegada lista contendo os nomes de pessoas importantes envolvidas numa suposta rede de pedofilia e que estaria guardada num cofre que tinha em casa;
Hoje, dizia, não tenho quaisquer dúvidas de que o Processo Casa Pia é uma monstruosa mentira.
 “Oxalá” – uma expressão com origem nas divindades africanas – a verdade venha ao de cima como o azeite e que todos, mas mesmo todos, tenham a coragem de admitir o inacreditável erro que foi cometido e pedir desculpa às verdadeiras VÍTIMAS deste Processo: os arguidos condenados a 3 de Setembro de 2010 sem quaisquer outras provas que não fossem os depoimentos “credíveis” e com “ressonância da verdade” das testemunhas/vítimas, “corroboradas pelo arguido Carlos Silvino”(...)
Haja vergonha!!!
Ass: Carlos Tomás
Adenda minha:
(...) depoimentos esses em que alguns já reconheceram que mentiram (como sempre foi evidente)... arrasando a "ressonância de verdade".
Como é que alguém (e que tipo de gente) consegue perceber "ressonância de verdade" em tanta mentira? Em depoimentos tão contraditórios, inseguros, obviamente fantasiados ao sabor da inspiração do momento? Porquê?
Como é que alguém e que tipo de instituições, conseguem prosseguir com essa monstruosa conspiração, continuando a delapidar o erário público, mesmo depois de os que "forneceram" as "provas" terem vindo reconhecer publicamente que mentiram?
A explicação é simples: todo o processo não passa duma conspiração com objectivos bem defenidos onde as mentiras agora assumidas publicamente sempre foram óbvias e do conhecimento de todos: investigadores, tribunal, Comunicação social... o próprio poder político, com a benção de todos os dirigentes de TODOS os partidos. Só assim é possível!
Haja vergonha!!!
Conclusão:
Da comparação destes 3 casos saltam á vista várias coisas: O único caso bem investigado: o do Farfalha, nos Açores, não levanta dúvidas, foi simples e célere, custou, ao erário público, muito menos dinheiro do que os outros dois, não gerou qualquer onde de indignação, de revolta, não deu origem a uma quantidade enorme de outros processos (e crimes da justiça) como aconteceu no Caso da Casa Pia... simplesmente porque, neste caso do Farfalha, NÃO HAVIA grandes criminosos, PROTEGIDOS pela justiça, com capacidade de influenciar as decisões judiciais a seu favor, ENVOLVIDOS nos crimes e com necessidade de ficarem impunes através da condenação de inocentes. Parece que, no caso do padre Federico havia (a existência duma rede de pedofilia, na Madeira, é facto bem conhecido de todos e amplamente denunciado, até INTERNACIONALMENTE)... e, no Processo Casa Pia, não só havia culpados a proteger, como havia outros interesses pérfidos, mafiosos, a manipularem essa conspiração... de que muitos tiraram partido, como convém a uma conspiração bem engendrada.




«»«»«»«»«»

APELO!
Participação Cívica e Direitos Fundamentais:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
»»»»»

2011/05/13

Os “”ERROS” Criminosos da Justiça, a Pedofilia, O Caso António Sanches.

Os “”ERROS” Criminosos da Justiça, a Pedofilia, O Caso António Sanches.




Extraído deste texto de Carlos Tomás:

A, agora desembargadora (juiza do Tribunal da Relação de Lisboa), Guilhermina Freitas foi a juíza que presidiu ao colectivo responsável pela condenação de António Sanches, funcionário do colégio de Pina Manique da Casa Pia de Lisboa, a nove anos de cadeia e ao pagamento de uma indemnização de 75 mil euros a um jovem alegadamente violado duas vezes, e de quatro mil euros a outra, por danos não patrimoniais. A magistrada considerou que ficaram por provar sete dos 10 crimes de que o funcionário da Casa Pia estava acusado. Os demais considerou-os provados, sobretudo pela forma como os miúdos depuseram no tribunal. “A vergonha e o sentimento de humilhação que um deles demonstrou ajudou a criar a convicção dos factos provados”, explicou a juíza.



Concretizando: neste julgamento, tal como no principal processo, não existia qualquer prova material dos factos: apenas os depoimentos das supostas vítimas. Não havia escutas, não havia fotografias, não havia provas de pagamentos e os depoimentos das testemunhas até abonavam a favor do arguido. Claro que isso de nada valeu face à postura dos rapazitos em tribunal, ambos com 10 anos na altura dos supostos abusos, mas já adolescentes quando as respectivas queixas foram formalizadas ao Ministério Público e quando foram ouvidos pela juíza. E QUEREM SABER COMO FOI OBTIDO, PELO TRIBUNAL, UM DESSES DEPOIMENTOS? Vou tentar explicar por palavras o que, digo desde já, não será fácil. Mas existem gravações que podem ser ouvidas por quem quiser para confirmar e elucidar melhor o que a seguir vão ler:

Juíza – Então o menino conhece este senhor? Foi abusado por este senhor que está aqui?

Vítima – (silêncio)

Juíza – Não precisa de ter medo. Aqui ninguém lhe faz nada?

Vítima – (silêncio)

Juíza – O menino foi abusado por este senhor, não foi?

Vítima – (silêncio)

Juíza – Esse gesto que está a fazer com a cabeça quer dizer que sim?

Vítima – (silêncio)

Juíza – Pronto, o tribunal vai entender que esse gesto quer dizer que sim…



Comentários de Laura Santos:

António Sanches morreu, na cadeia, a pouco tempo de poder sair, com um cancro na cabeça, que nem tratamento quase teve. O advogado visitava-o frequentemente e um dia o Sanches desmaiou e ficou no chão e não foi assistido. O advogado numa das visitas soube e fez queixa contra a cadeia. Depois esteve internado mas morreu como alguns animais, pois há animais que morrem mais dignamente

Morreu agarrado à imagem da Nª Senhora de Fátima e sempre jurou inocência



Os psicólogo e psiquiatras dos meninos, diziam que os meninos estavam ali a mentir, mas era porque tinham vergonha da verdade, e essa era que ele os violou, no entanto o menino disse que não, e depois de muito ter sido levado a dizer o sim por essa senhora que agora até é desembargadora, disse que foi violado com calças e teimou até ao fim isto. O Sanches é preso porque violou o menino com calças... Antes disso tinham sido interrogados num processo quando despediram o Sanches e os meninos sempre disseram que ele não os violou

Conheci pessoalmente o Sanches e o caso dele foi um caso de psicólogos e pseudo- psiquiatras. Peço desculpa pelo meu português, mas este caso consegue tirar-me do sério. Os amigos e alguns familiares nunca o foram visitar, pois tinham vergonha. As pessoas da Casa Pia que trabalhavam com ele não queriam ir testemunhar porque tinham de defender o emprego, mas sabiam que ele não era pedófilo, mas não podiam dizer nada. Os valores humanos acabaram!



Comentário de António Martins de Brito:

O processo do António Sanches foi instaurado a partir duma certidão extraída do processo principal (o designado “Processo Casa Pia”). Fui advogado do Sanches, desde o início até ao termo do processo e, por isso, tenho conhecimento de causa do tema aqui abordado.

Como o processo já está findo e o meu constituinte já faleceu, não existe qualquer impedimento, legal ou deontológico, aos comentários que aqui deixo.

O interrogatório judicial, em sede de audiência de julgamento, de um dos menores (alegadamente vítima de crime de violação) foi, em minha opinião, uma autêntica vergonha e de uma absoluta ausência de imparcialidade.

O extracto que acima se publica é apenas uma parte do que se passou, realmente, em tribunal...

Seria interessante publicar-se a transcrição integral da gravação desse interrogatório, para que o grande público possa tirar as suas conclusões.

Mas, o mais grave de tudo foi o seguinte: tendo sido, por mim, perguntado ao menor se o arguido lhe havia despido as calças, por forma a consumar-se a penetração anal, ele afirmou repetidamente que não.

Juízes e MP tentaram, desesperadamente, alterar o sentido destas declarações, mas sem qualquer êxito. O menor continuava a dizer que não.

Chegado o momento de ouvir o perito nomeado pelo Instituto de Medicina Legal, o psicólogo Prof. Mendes Pedro, por ele foi defendida a tese bizarra de que, com aquela afirmação negativa, o menor só poderia querer dizer precisamente o contrário... Isto é: ao dizer que nunca lhe foram despidas as calças, a criança pretendia dizer que as calças lhe foram, efectivamente, retiradas e que o arguido teria praticado o crime de violação, através de penetração anal.

Segundo o "douto" entendimento deste ilustre (?) psicólogo e professor universitário, o menor estaria com vergonha de dizer a verdade e as suas declarações deveriam ser entendidas em sentido contrário...



Obviamente que este "parecer" do “insigne” professor pesou sobejamente na condenação do arguido, pois nenhumas provas havia contra ele, nem mesmo o próprio depoimento da vítima.



Faço, portanto, aqui um apelo no sentido de este tema ser amplamente debatido, por forma a que os psicólogos e psiquiatras, quando actuam como peritos, sejam responsabilizados pela leviandade com que, muitas vezes, sem qualquer rigor científico, influenciam os juízes e contribuem de forma decisiva para a condenação de inocentes. É que este caso não é único...



Falta fazer referência ao verdadeiro "desempenho teatral" de Catalina Pestana, que, em vez de deixar a Justiça funcionar, optou por exercer toda a espécie de pressões, a vários níveis, dando a entender que temia que "o feitiço se virasse contra a feiticeira". E não virou, porque a sua actuação na Casa Pia, antes de ser Provedora, não foi devidamente investigada. Senão...virava mesmo!







APELO! Participação Cívica e Direitos Fundamentais: -- Petição Para Valoração da Abstenção -- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI -- Denúncia de Agressão Policial -- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa

2010/03/01

Farsa Oculta (Face Oculta), a CONSPIRAÇÃO DO MOMENTO

ESTES SÃO DOIS COMENTÁRIOS QUE ESCREVI NO Facebook E QUE VOU PASSAR PARA AQUI POR MOTIVOS ÓBVIOS:

1
O que se passa com os partidos é o resultado da total falta de vergonha, de pudor, de idoneidade deles (partidos e respectivos protagonistas).´


É assim por duas razões fundamentais: porque eles são salafrários, CRIMINOSOS (têm mentalidade de criminosos e comportam-se como tal) e porque o sistema eleitoral, vigarista e nazi, lhes garante impunidade.

Foi para acabar com isso que criei a Petição para valoração da abstenção e a causa: Democratização do Sistema Eleitoral. Fi-lo porque não há ninguém que faça alguma coisa eficiente para que isto mude.

Chegámos ao descalabro total; já se ultrapassaram todos os limites; isto é a mais completa pouca vergonha: eles procedem assim, criminosamente, exibem-se, nem sequer disfarçam. De vez em quando os mafiosos que os controlam "sacrificam" um ou outro em escandalosas cabalas que só pretendem afrontar a democracia... e a nós cabe-nos o papel de "engolir" e CALAR. Eu até já fui agredida, covardemente, pela polícia, por dizer o que penso e por exercer o meu direito à indignação.

Compete-nos "comer e calar"... ou então andarmos por aí a dizer que a culpa é dos OUTROS, desde que nunca especifiquemos ou apontemos os verdadeiros culpados....
Discordo inteiramente Giovanni!


2
NINGUÉM merece isto e muito menos merecem "os portugueses". Em resposta ao seu outro comentário tentei explicar o meu entender de como "a coisa" se passa, que decorre inteiramente da total pouca vergonha e caracter criminosos e arrivista dos políticos (e dos mafiosos que controlam os políticos e que controlam, principalmente TODAS as instituições da Justiça) que andam por aí a promover cabalas, como é o caso da" Farsa Oculta", sempre com o mesmo objectivo: desacreditar tudo e todos (até os seus próprios lacaios), afrontar a democracia e mostrar que são eles quem manda (atacam Sócrates, despudoradamente e criminosamente - cometendo crimes atrás de crimes - depois dele ter sido reeleito, como forma de dizer que são eles quem manda e a democracia não interessa nada; não interessa se e em quem o povo vota, com uma qualquer conspiração "eles" repõem as peças onde bem lhes apetece). Isto para além da fraude eleitoral que é de dimensões assustadoras. Mas a fraude faz-se às escondidas e eles, agora, preferem actuar às claras para exibiremtodo o seu arrivismo e pavonearem os seus tiques de ditadores prepotentes e arbitrários.

Manter o povo desmoralizado e sem auto estima, manter as pessoas desorientadas, deprimidas e desesperadas, com medo, é o outro grande objectivo de tudo isto e faz parte da estratégia dos neo-cons para dominarem o Mundo... e resulta! P*elo menos tem resultado até agora.

A gente fala e denuncia mas é como se nada se passasse, porque tudo passa pelos slogans e pelas campanhas da PROPAGANDA NAZI, que intoxica e entorpece a mente de cada um, impedindo-nos de ver alguma saída para isto.

Nem os debates radiofónicos ou televisivos servem para o que quer que seja. As pessoas falam mas ninguém ouve opu liga importância. E quem ouve nada pode fazer, como eu, ou como você, ou como cada um dos "Outros"... ... Ver mais

Esse assacar das culpas aos "portugueses" faz parte da Campanha, é um grande favor que se faz aos mafiosos e, pasme-se! até eles (os mafiosos) concordam com isso, o repetem e incitam, porque isso os iliba e até os legitima: se as pessoas consentem, então eles podem e devam ser CRIMINOSOS. Mas andam atrás de quem não consen te (nem repete essas patranhas), perseguem, aterrorizam, agridem, ameaçam. Tudo isto usando as polícias e as instituições da justiça, como têm feito (e continuam a fazer) comigo






APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa

2006/08/17

A Função dos Tribunais!

Uma das principais funções dos tribunais, no nosso país, é sancionar vigarices e extorsão...


O autor do Blog "Sem Palavras", tem mais um processo em Tribunal.

Já anteriormente referi, aqui uma situação semelhante.

Ao lado está a denúncia tal como é apresentada naquele blog.



Mas vale a pena visitar o blog para ver as outras imagens, que são elucidativas...

Neste país, afinal, compensa ser-se desonesto e cometer todo este tipo de atropelos, devido ao funcionamento da nossa justiça.
Bem vistas as coisas este tipo de comportamentos dolosos até podem ser "um modo de vida", de extorsão... a ser sancionada pelos Tribunais. Compensa muito mais do que o trabalho honesto e competente...

neste post eu denunciava um outro caso (existem muitos exemplos) em que os Tribunais são "usados" para cometer este tipo de crimes... que ficam, SEMPRE, impunes, apesar de configurarem, no mínimo, "denegação de justiça".

Tenho em mãos uma outra denúncia semelhante que me foi enviada por "email" e que publicarei em breve, duma pessoa que tem sido vítima, sistematicamente, deste estratagema, apenas porque recusa calar a sua indignação.

Não temos direito a liberdade de expressão, nem à indignação. Os criminosos estão protegidos pela "lei" e pelo poder, tão pérfido, vigarista e corrupto como eles.

Os exemplos são aos milhões. Toda a gente sabe, toda a gente vê... mas os responsáveis não fazem o que devem para acabar com este descalabro, que destrói a nossa idoneidade colectiva e o Estado de Direito.

Há muito que se sabe que as execuções judiciais, por exemplo (outro exemplo), são um meio de extorsão e roubo que indigna todos os que dele têm conhecimento directo, incluindo funcionários judiciais, advogados, etc.: Os bens das pessoas são "apropriados" por metade do seu valor real, deixando na penúria e aumentando muito o desespero dos "executados". Esses bens vão, depois, "alimentar" circuitos e esquemas de vigarice e fuga ao fisco de proporções monumentais...
Mas denunciar os casos concretos não se pode... porque os bandidos têm direito "ao bom nome", mesmo que nada façam por isso e não o mereçam.
Nós é que não temos meios par nos defendermos de toda esta escumalha que controla o governo, as leis, os tribunais e nos destrói como povo e como nação.

APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa

2004/12/12

Crianças Desaparecidas! O Caso da Joana!

Eu não queria, juro! Mas não tenho saída (a não ser cruzar os braços, o que não faz o meu género).

Há pouco, no noticiário da tarde, voltaram a falar no caso do desaparecimento da pequena Joana.
Para os que me lêem de paragens mais distantes, esclareço que a Pequena Joana Cipriano é uma criança que desapareceu duma aldeia do interior do Algarve, Portugal.


Neste noticiário, mais uma vez, a opinião pública foi “bombardeada” com a “garantia” de que os familiares presos são culpados, de que a criança está morta; de que “confessaram” o “crime”.

Pois o crime, digo eu, aquele de que nos queixamos todos; que não nos deixa viver em paz, nem ser felizes, nem progredir; nem sequer ser cidadãos; o crime, dizia, são notícias como esta, comportamentos como este ficarem impunes e terem toda a protecção. Isso é que é crime!

Mas, já que me provocam, analisemos, então, com objectividade, os factos conhecidos.
Antes dos factos directamente relacionados com este caso, quero contar aqui um episódio, como exemplo característico dum certo comportamento, que ouvi relatar a três pessoas diferentes, que não se conheciam entre si, que encontrei em circunstâncias, casuais, diferentes. O exemplo passa-se no “Colombo”:
Um casal perde de vista a criança pequena, que os acompanhava. O pai, ao que me disseram, militar, dirigiu-se a um “segurança” e exigiu, com veemência, que as saídas fossem fechadas, até encontrar a criança. Foi-lhe dito que não podiam fazer isso, mas que seria impedida a saída de qualquer pessoa com criança(s) pequena(s). Devido a essa medida, a criança não pôde sair. Veio a ser encontrada, numa casa de banho, com roupa diferente, e com o cabelo rapado. Algo semelhante se terá passado no Shoping de Cascais, donde a criança não terá saído porque a mãe teve um “pressentimento”, quando viu uma mulher a carregar um tapete enrolado. Achou que a sua criança ia ali dentro.
Portanto, pais! Muita atenção aos Centros Comerciais. Basta um segundo para a criança encontrar outra mão na sua e seguir com essa pessoa, pensando que está com um dos progenitores!

Numa das edições recentes de “O Crime”, eram referidos sete casos de crianças “desaparecidas sem deixar rasto”. Lendo o artigo, apeteceu-me dizer: Grande título para coisa nenhuma!

Após estes “preliminares” passemos então ao tema principal deste artigo:
- Sabemos (saberemos?) que a pequena Joana tinha sido “referenciada” (e localizada) pela Segurança Social.
- Sabemos que logo foi “desaparecer”, por mero acaso (apenas por mero acaso, é claro) num dia de festa da aldeia onde morava, que se encontrava, então, repleta de visitantes.
- Sabemos que, segundo a comunicação social, a criança começou por ter sido “vendida” pela mãe, para a Alemanha. Sabemos que a PJ decidiu prender a mãe e o tio, como autores dum imaginário assassinato (que até terá sido confessado, imagine-se).

Porém, apresentar provas, simples, palpáveis, credíveis, quer do assassinato, quer da confissão, ZERO!
Não precisam! Eles são a “todo poderosa e prepotente” PJ, cujas “decisões”, por mais absurdas e criminosas que sejam, devem prevalecer!
Então agora sigam o “meu” raciocínio: e se a pequena Joana foi levada por “alguém” que a localizou através da Segurança Social. E se esse “alguém”, dispõe de “protecção” e capacidade de influenciar as “decisões” policiais? E se a PJ, conscientemente, montou esta “tragicomédia”, para favorecer os raptores (nada melhor, para quem rapta uma criança do que ela ser dada como morta; assim ninguém mais a procura) e, ao mesmo tempo, poder dar como “resolvido” um caso, para não se ver, novamente, confrontada com outro “processo” como os do Rui Pereira, ou do Rui Pedro, de que todos já ouvimos falar, mas que a PJ sempre se recusou a resolver?
(O Rui Pereira e o Rui Pedro eram duas crianças que desapareceram de aldeias do Norte de Portugal, quando tinham cerca de 9 anos. Os casos já ocorreram há vários anos e nunca foram esclarecidos apesar dos esforços (e desespero) dos pais dessas crianças).

O que eu sei, o que todas as evidências conhecidas clamam ensurdecedoramente, é que aqueles familiares nada tem que ver com o desaparecimento da criança.
É óbvio que não têm, mas se, por mera hipótese absurda, tivessem, então teríamos que concluir que se trata duma demonstração, clamorosa, da irrecuperável incompetência da PJ, igualmente a exigir punição severa, porque intolerável.
De facto, se a tese da PJ se verificasse, não há como explicar a sua incapacidade para obter uma confissão positiva, dos culpados, obviamente com localização da criança, viva ou morta! E não adianta virem-nos com delírios falaciosos e perversos. Trata-se de pessoas com baixo nível de instrução e de cultura, que só podem estar a enganar quem seja ainda mais baixo (e muito mais imbecil) do que eles!

É isto que me arrelia: quando é necessário, a nossa população é ignorante e não sabe o que faz! Mas se, por uma qualquer conveniência ocasional, o “interesse” mudar, já qualquer anónimo ignorante se transforma num ardiloso malfeitor, capaz de “enganar” “uma das melhores polícias do mundo”. Não restam dúvidas de que é um “slogan” de “publicidade enganosa” e premeditada, de quem acha que não tem que corresponder à fama. Basta afirmar (ou ter quem o afirme, falsamente, por eles).
Até quando, meu Deus!

Como não gosto de “deixar créditos por mãos alheias”, falta a última e decisiva pergunta: Em vista de todos os casos conhecidos e da forma obtusa como as nossas instituições protegem estes comportamentos aberrantes, das instâncias judiciais; em vista da total ausência de controlo, credível, dos respectivos actos; em vista da total falta de idoneidade e da consequente incapacidade de corrigir “erros” tão pérfidos como este, não têm toda a razão de ser as minhas “suspeitas”?

Deixem-nos ter um feliz Natal, sem infâmias, absurdas, que nos ensombram a todos! Já basta a persistência dos problemas que são de difícil resolução.

APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa