2009/06/11

Resultados das Eleições Europeias 2009.

Resultados das Eleições Europeias 2009.

O ridículo de “cantar vitória” com mais de 62% de Abstenção, 1,72% de votos em Branco e 0,74% de votos Nulos; isto é: com 65,40% de eleitores que NÃO CONFIAM nestes “deputedos”, sem contar com os votos nos pequenos partidos.

É nossa sina! Então vamos lá a refazer as contas para desmascarar a vigarice dos "Resultados Oficiais".

Total de eleitores 9 600 629 ----- 100%

Abstenção ------ 6 043 596 ------- 62,95%
Brancos --------- 164 829 ------ 1,72%
Nulos ----------- 71 135 ------- 0,74%
TOTAL -------- 6 279 560 ------- 65,40%

Votantes e percentagens de votos dos partidos com resultados OFICIAIS superiores a 1%

-----Partido ------- Nº Eleitores -------- % Oficial ------ % REAL
------- PSD ------------ 1127026 ---------- 31,68% ------- 11,74%
------- PS -------------- 945303 ----------- 26,58% -------- 9,85%
------- BE -------------- 381787 ----------- 10,73% --------- 3,98%
-----PCP-PEV -------- 379286 --------- 10,66% ------- -- 3,95%
------- CDS ------------- 297793 ----------- 8,37% ---------- 3,10%
------- MEP ------------- 52924 ----------- 1,49% ---------- 0,60%
------PCTP ------------- 43077 ------------ 1,21% ---------- 0,45%

Donde se conclui que os “eleitos” para o Parlamento Europeu representam 32,62% do Total de Eleitores...
Não há dúvida de que, assim, se constrói uma "Europa dos cidadãos" a sério!
Dizer que isto é Ridículo é usar um eufemismo.

Não me digam que não é dum ridículo levado aos extremos “cantar vitória” com uns reles 11,74% de votos... Até porque TODOS os partidos com deputados eleitos, á excepção do BE, perderam MUITOS eleitores, desde as últimas legislativas..

Este crescimento do BE é sintomático e preocupante: as pessoas estão cansadas da vigarice e desonestidade dos políticos, mas caem na esparrela de dar o seu voto a esta gente sem princípios, tão desonesta como os restantes. Estes eleitores são “levados” na conversa demagógica e falsa, oca, desta Publicidade enganosa. Coitados! Quando “acordarem” e perceberem o logro em que caíram, vão ter uma grande desilusão; mais uma...
Isto é duma extrema perversidade para a democracia. É por isso que se diz que os “falsos amigos” são muito piores do que os inimigos.

É urgente acabar com esta vigarice, com este descalabro de consequências desastrosas para a sociedade!

É por isso que eu defendo A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO.

Toda a gente tem consciência das terríveis implicações que esta realidade acarreta. Note-se que o resultado dum REFERENDO com esta votação, não é vinculativo; não tem "mérito"; então porque raio têm estes senhores legitimidade para se dizerem "eleitos" e ainda por cima para usurparem até a representatividade dos que não votaram neles?

É claro que há, por aí, uns "aprendizes de ditadores déspotas" que logo avançam uma "solução" ao nível do seu baixo nível cívico:
Se o cidadão se recusa a votar neles e, por isso, logicamente e naturalmente, nem se dá ao trabalho de ir votar, em vez de arrepiarem caminho e se esforçarem por merecer a confiança dos cidadãos e por lhes conquistarem o voto, em vez de exercerem as suas funções com lealdade, idoneidade e DECÊNCIA, esses estafermos "resolvem" o SEU problema de consciência propondo a obrigatoriedade do voto.
Se o cidadão expressa o seu descontentamento e desprezo, não votando... repressão para cima desses "malandros" que ousam "pôr em causa a demo cracia". Sim porque a manifestação de vontade e de opinião dos cidadãos, nada tem que ver com a DEMO cracia deles. Nesse regime eles é que mandam, eles é que decidem, eles é que sabem, eles é que se apropriam de tudo (como se apropriam dos votos que não lhes são confiados) e o "bom" cidadão tem de concordar, como rezam as cartilhas da propaganda nazi...

Até quando estará a sociedade subjugada por estes sabujos sem pudor, sem vergonha, sem dignidade, desonestos, sem idoneidade?

2009/05/28

O Passado Tenebroso de José Sá Fernandes

O texto transcrito abaixo encontrei, por aí, publicado na NET, quando pesquisava outros temas.








Trata-se do "curriculo" de larápio, nomeadamente de automóveis, e passador de droga do Dr. José Sá Fernandes, "distinto" vereador da Câmara Municipal de Lisboa (CML) e responsável pelo pelouro DHURS - Limpeza e Higiene Urbana, que inclui o famigerado Canil Municipal de Lisboa onde, como sabemos de longa data, e já referimos várias vezes, se cometem os mais abomináveis crimes, violando, sistematicamente, as leis e molestando pessoas e animais; tudo isto com a complacência, o consentimento de José Sá Fernandes; tudo isto enquanto José Sá Fernandes se "promove" com Processos como Bragaparques (assim como se promoveu com algumas providências cautelares, INCLUINDO a que determinou o embargo da Construção do Túnel do Marquês de Pombal, em Lisboa).

Trata-se do "curriculo" de larápio de José Sá Fernandes; mas não dum larápio qualquer: a história envolve "posse de arma de fogo" e troca de tiros com a Polícia.

NÓS entendemos (condescendemos) que qualquer salafrário tem o direito de se regenerar e não ligaríamos muita importância ao relato se não se desse o caso de José Sá Fernandes demonstrar que não se regenerou; pelo contrário: continua a ter a mesma mentalidade e a mesma falta de idoneidade e de respeito pelas pessoas (pelos cidadãos) e pelas leis e regras BOAS que reflectem e regem a sã convivência em sociedade.
Condescendemos mas custa a "engolir", sobretudo quando essas pessoas se exibem como José Sá Fernandes. Começa logo a "cheirar a vigarice".
Convenhamos que, para quem andou descalço até aos 9 anos; passou a calçar umas SANDÁLIAS DE PLÁSTICO que recebeu como PRENDA DE NATAL, comeu o pão que o diabo amassou (quando havia pão), passou muita fome e outras carências, mas NUNCA praticou esse tipo de actos criminosos, ou os encarou como "solução", embora se diga que "roubar para comer não é pecado", custa a engolir e aceitar que alguém cometa crimes desses SÓ para "ir passar férias ao Algarve" e depois se "regenere" desta maneira estrondosa.
Quer queiramos quer não, há um fundo de IDONEIDADE e INTEGRIDADE pessoal, ou ausência delas, que determina a possibilidade de as pessoas praticarem esse tipo de crimes, mesmo quando "justificadamente", havendo necessidades, fome e carências. O que podemos pensar então de quem o faz por motivos tão fúteis e levianos?
Quando se vê essa gente subir na carreira política percebemos os motivos das nossas desgraças colectivas: os critérios de selecção estão subvertidos. Os que não prestam é que "governam", toda a sociedade paga o respectivo preço, QUE É MUITO ELEVADO, como se pode constatar pelo descalabro social e político em que vivemos.
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.../...

(Transcrição):

Jorge Fragoso, um antigo amigo e companheiro de folias da juventude de José Sá Fernandes, diz que o actual vereador independente do BE tem um passado pouco recomendável que esconde da opinião pública.

Sá Fernandes fumava e vendia pequenas doses de drogas para manter o vício, e participou em assaltos a carros com Jorge Fragoso e dois outros homens – um deles já falecido - , num dos quais foi preso e esteve detido na cadeia do Linhó: “safámo-nos em julgamento devido às influências da família e porque o juiz preferiu fazer de conta que não viu”, garante.

O actual político «bloquista» e membro do Executivo da Câmara Municipal de Lisboa foi, também, investigado pela PJ, onde tem ficha…

Jorge Fragoso, que se encontra detido no Estabelecimento Prisional de Coimbra, a cumprir pena por tráfico de estupefacientes, acusa Sá Fernandes de ter esquecido os amigos que caíram em desgraça, como é o seu caso: “liguei-lhe, há tempos, a pedir ajuda mas ele descartou-se, embora esteja bem na vida, esquecendo os longos anos em que andámos juntos em Lisboa”, lamenta.

“Foi com imensa surpresa que, aquando das eleições para a Câmara de Lisboa e já antes, vi como candidato, e figura proeminente da política, falando de anti-corrupção e a denunciar tudo e todos, o meu ex-companheiro de lides e de farras, José Manuel Sá Fernandes.
Isto, sabendo eu que, ao fim e ao cabo, ele não é muito melhor do que eu, como pessoa, só que eu estou na cadeia e o senhor Sá Fernandes é figura pública. É ridículo, não é?”, pergunta Jorge Fragoso.

E prosseguindo opina o seguinte: “O nosso amigo aparentemente lavou a cara, vestiu um fatinho, pôs um ar de intelectual e aí temos um Senhor político de primeira linha”.

Há tempos atrás, Sá Fernandes (e assessores), andou numa roda viva, a tentar evitar que saísse uma notícia sobre o julgamento em que foi réu em 1997, por furto de viatura e posse de droga: um saco de liamba. O único jornal que, honra lhe seja feita, teve coragem para mexer no assunto foi o «24 Horas», mas, mesmo assim, omitiu o saco de droga que ia no carro onde Sá Fernandes foi preso – e relatado no relatório da PSP que chegou a Tribunal.

Na altura, José Sá Fernandes terá desmentido que tenha fumado drogas na época: “mentira”, garante Jorge Fragoso. “Fumávamos tudo o que havia e tomávamos lsd’s. Fazíamos bacanais. Ele até vendia «ganza» aos amigos, para ir fumando e ter umas coroas, embora não fosse propriamente traficante”, afirma.

Jorge Fragoso, que faz questão de dizer que nunca foi «bufo» ou «chibo» de ninguém, quer antes quer depois de estar preso, diz que só fala porque Sá Fernandes é figura pública e estas têm de dizer o que foram e o que são à opinião pública. “um político não pode mentir”, lembra.

A VERDADE:
Eis o seu depoimento:
“Tenho 47 anos, conheci o Zé Sá Fernandes na Avenida de Roma na zona do café Luanda, andávamos quase sempre juntos e éramos um grupo de, mais ou menos, 10 rapazes e raparigas.-Isto foi logo na época pós-25 de Abril, vivia-se o tempo das liambas, LSD, álcool (whiskis, gins, etc…).
Nessas alturas fazíamos pequenos roubos (carros para passear, roupas de marca, discotecas) e havia rivalidades entre grupos.
-Eu, o Zé Fernandes e o resto do grupo todo, participávamos, fumávamos drogas, tomávamos uns ácidos, grandes bebedeiras, e até ao fim da nossa juventude, foi assim quase diariamente.
- A zona de Lisboa que mais frequentávamos era a Avenida de Roma, Praça de Londres, (Pastelaria mexicana, Vá-Vá, Café Roma, Café Sul-América); a liamba, o haxixe e os ácidos, comprávamo-la onde calhava, podendo ser na zona do Rossio e na zona do Camões.
- Em 1977 eu e o Zé Fernandes e mais dois amigos, roubámos um carro na Avenida de Roma, que acabou mal, pois fomos presos, houve tiros;
…tínhamos uma pistola de nove mílimetros e um saco de liamba que ele tinha comprado não sei onde e o nosso destino era o Algarve com férias pagas pelo Sá Fernandes que iria vender a liamba a uns amigos do Algarve e com esse dinheiro pagaria as férias; só que a Polícia estragou tudo, fomos presos, houve feridos graves e acabamos na Judiciária e, depois, no EP do Linhó, como poderão confirmar”.

VÁRIOS FURTOS
- Fizemos, também, vários furtos de carros e outras coisas entre Lisboa e Cascais, onde o Zé Fernandes esteve metido, mas, tivemos a sorte de nunca termos sido agarrados.
- O Zé Fernandes era mais velho do que nós e tinha mais contactos para comprar e vender a droga, portanto ele vendia aos amigos sempre que possível e o dinheiro era para curtir. As quantidades rondavam as 500 gramas a um quilo de liamba de cada vez.
- Essas drogas eram vendidas a amigos nossos, dessa mesma faixa etária, que hoje são políticos, médicos, juízes, advogados, artistas, etc.

De resto, o Zé Fernandes terá sido investigado pela PJ por tráfico de droga, mas conseguiu safar-se e a polícia nunca conseguiu provar nada contra ele, pois falava-se nos meios de rua e dos amigos que era ele que arranjava a droga.

-Tivemos sorte.
Para além do julgamento de 1977, pelo furto do carro e pelos tiros contra a polícia, não houve outros julgamentos. Mas há testemunhas sobre isso, que existem e se necessário direi quem são, pois não vale a pena estar a incomodar ninguém, nesta fase.

A VISÃO DO AMIGO: PREPOTENTE E VAIDOSO
- O Senhor Zé Sá Fernandes, quando precisou e era necessário, tudo era bom e facilidades, mas, depois, que se apanhou no poleiro, e ganhou algum nome na política transformou-se num grande filho da mãe, prepotente vaidoso e arrogante.

- Um político que se reclama da seriedade e dos valores da cidadania, escondendo o seu passado aos eleitores só pode ser considerado uma farsa, é uma pessoa indigna de ocupar lugares públicos e capaz de praticar as maiores indignidades desde que a oportunidade e o momento se lhes apresentem, pessoalmente…
Creio que é a partir daí que se catapultam para estarem bem na sua vida privada agarrando o dinheiro e benesses possíveis, escondendo-os debaixo do nome de testas de ferro ou empresas-fantasmas. E, pelo que conheço do Sr. José Fernandes, creio não estar longe da realidade.

Jorge Fragoso

Este texto foi extraído das declarações escritas de Jorge Coelho Sequeira Fragoso, que as rubricou e se dispõem a confirmá-las em qualquer outro lugar se alguém assim o desejar…

(Fim de transcrição)
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Entendemos que qualquer salafrário tem o direito de se regenerar, achamos isso positivo e louvável, mas não temos ilusões:
Só muito raramente um indivíduo destes se regenera completamente e muito mais raramente se transforma numa pessoa íntegra, idónea, confiável, defensora e praticante dos valores maiores da sociedade e implacável para com a patifaria, o arbítrio e o gangsterismo que minam TODAS as nossas instituições, que destroem a sociedade e molestam permanentemente os cidadãos, como José Sá Fernandes se exibe... e como qualquer figura pública deveria ser, principalmente na política, para que a sociedade seja digna e haja democracia.
Para nos enganar, José Sá Fernanades esconde este seu passado e as consequências funestas de “ter o rabo preso” por causa dele. Este seu passado, que lhe moldou a falta de civismo e de idoneidade que constatamos hoje e permitem os crimes enumerados, TODOS eles (crimes) sem qualquer justificação ou necessidade, crimes gratuítos.

Político Safardana é o que não falta, por aí. A maioria deles até já nem tentam disfarçar; têm os seus apoios e fidelidades estabilizados, comprados com muitos favorecimentos, à custa dos "longos anos" com o controlo, MAFIOSO, da governação e doutros cargos poderosos, não têm que se preocupar; até porque os descontentes abstêm-se por falta de alternativas que mereçam o voto e eles ignoram; é como se nada se passasse.
Este (José Sá Fernandes) "aparece" a tentar "pescar em água turvas", ocupando o espaço deixado pelo descrédito dos outros; aparece com fama de impoluto lutador contra a corrupção, quando afinal é apenas "mais um" salafrário, malfeitor. Um deles, igual aos outros!

Aliás, esta sua "obsessão" pela "corrupção" em perfeita sintonia com uma certa campanha, orquestrada, para desviar atenções e garantir impunidade à alta criminalidade e ao gangsterismo generalizados, eles sim os nossos GRANDES flagelos porque vêm de dentro das instituições, já nos tinha levantado suspeitas sobre o real carácter e objectivos de José Sá Fernandes... Foi devido a essas "suspeitas", a essa desconfiança, que desisti de votar nele quase no último momento e decidi continuar a abster-me. O meu desespero de agora seria bem maior se ele me tivesse conseguido enganar a ponto de receber o meu voto. Salafrário dum raio!
Desgraçadamente, confirmam-se as nossas suspeitas, da pior e mais atroz forma possível: constatando e sendo vítimas dos crimes que a sua mentalidade de marginal consente e este seu passado estimula sejam praticados por quem depende dele.

Comparativamente com o gangsterismo referido, a "corrupção" que tanto preocupa José Sá Fernandes e outras ALTAS figuras envolvidas em crimes piores, não passa duma coisa quase banal e insignificante... E olhem que eu sou, visceralmente, contra a corrupção TAMBÉM, mas sou, muito mais, contra outros crimes mais graves e mais pérfidos.
Isso é que me dana: que estes salafrários armem em "chicos espertos" a tentar enganar o pagode sem medirem as desastrosas consequências dos seus actos infames e o poder destrutivo destes logros no ânimo dos cidadãos e sua confiança no Mundo e na vida.
"Chico esperto" é mesmo assim: pensa que engana toda a gente eternamente. Cretinos!

José Sá Fernandes deve estar a preparar-se para ser um dos próximos convidados do Bilderberg. Tem todos os requesitos necessários...

Político Safardana é o que não falta, por aí!
O "presidiário" refere que vendia drogas a: "amigos nossos, dessa mesma faixa etária, que hoje são políticos, médicos, juízes, advogados, artistas, etc."

Político Safardana é o que não falta, por aí. O que não se encontra é gente honesta, digna e idónea entre esses salafrários: os políticos TODOS.

Campanha:

Acabemos com as atrocidades contra as pessoas usando os animais

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2009/05/10

Os Crimes selvagens dos FUNCIONÁRIOS do Canil Municipal de Lisboa

OS CRIMES, A BRUTALIDADE E A SELVAJARIA dos FUNCIONÁRIOS DO Canil Municipal de Lisboa (II)



De: TEOLINDA GARCIA

Transcrição:

ASSª : Grito de Alerta

Exmo. Senhor Presidente da CML,

Na madrugada do passado dia 23 de Abril, pela calada da noite ( 03Horas), à velha maneira pidesca, chegou ao Castelo de São Jorge a v/carrinha matrícula 08-56-IM. Logo dela saíram 3 ou 4 funcionários dessa Câmara que, sob o olhar complacente da autoridade que os acompanhava, começaram a "dar caça" aos gatos que aqui habitam.
A brutalidade com que tentaram agarrar os animais foi de tal ordem que uma moradora acordou com o miado aflitivo dos animais e com os risos alarves daqueles que os estavam a maltratar. Não conseguindo ficar indiferente, veio à janela ver o que se passava e tentou perguntar-lhes o que estavam a fazer. Vendo-se questionados responderam que estavam a agir de acordo com a Lei e logo viraram a parte traseira da carrinha a fim de se esconderem e melhor executarem os seus "bravos e legais" actos.

Ora, Sr. Presidente, existe, há algum tempo a esta parte, um protocolo entre essa autarquia e alguns moradores ( Dª Teolinda Garcia, Dª Gabriela Ribeiro, Sr. Alfredo Jorge e Dª Elvira Oliveira), com o conhecimento da Junta de Freguesia do Castelo ( Sr. Carlos Lima ) e que foi assinado na Sala Ogival do Castelo no qual esses moradores se comprometeram a, A SUAS EXPENSAS, cuidar dos gatos errantes do Castelo tratando-os, alimentando-os e esterilizando-os sempre que necessário. DA NOSSA PARTE TEMOS CUMPRIDO.
Da vossa parte ficou acordado que , qualquer acção deste género seria efectuada com o nosso conhecimento e a nossa presença e que isso pressuporia o arresto dos animais, EFECTUADO DE ACORDO COM O BEM ESTAR DOS MESMOS, sua esterilização e posterior devolução ao seu habitat. Já houve uma acção similar que foi concertada entre ambas as partes e que correu pelo melhor dada a boa vontade e cuidados da Dr.ª Ana Machado.

Desta vez VOCÊS NÂO CUMPRIRAM.
Mas, o que nos leva ainda mais à s/presença é a denúncia do modo selvagem como toda esta operação se desenrolou. Funcionários, sem nenhuma qualificação, que se divertem com a dor dos animais.
Um dos gatos que não conseguiram apanhar foi de tal modo brutalizado que tememos que tenha uma pata partida. Trata-se de um jovem gato, de menos de um ano de idade, que temos estado a sociabilizar a fim de, a nossas expensas, o levarmos para ser esterilizado. Agora anda coxo e cada vez mais se afasta de nós. Tememos pela sua condição física e psicológica.
Aqueles que conseguiram "arrebanhar" foram atirados com toda a força para dentro da "carroça". E chamamos-lhe "carroça" porque outro nome não conhecemos para dar a um veículo sem a mínimas condições, donde exala um cheiro nauseabundo, onde os animais que para lá entram saudáveis saem de lá doentes. Será propositado ? É que, assim, em vez de os tratarem ficam prontos para "abate".

Sr. Presidente! Já alguma vez se deslocou ao maquiavélico canil/gatil propriedade desse Município que mais parece um campo de extermínio? Animais assustados, esfomeados e em condições degradantes. Não será melhor que eles sejam tratados e alimentados pela população que por eles zela ?
Se isto acontece num local onde existe um protocolo que, reiteramos, tem sempre sido cumprido pela nossa parte, como será o "espectáculo" em zonas da cidade onde esse protocolo não exista?

Atrevemo-nos a dar-lhe alguns conselhos a fim de obter uma melhor e mais especializada produtividade dos meios humanos ao seu dispor:
Já que estes funcionários são tão "fortes" a bater em animais bem que devem de ter forças para calcetar as ruas da Freguesia que tão degradadas estão e que já provocaram diversas quedas, não só a moradores como a turistas que nos visitam.

O Sr. Agente da Autoridade seria muito mais útil à população se andasse, principalmente, no eléctrico 28, no trajecto entre a Praça da Figueira e a Graça, onde, tantos dos que nele andam, são roubados por ladrões profissionais.
Bastavam estas duas acções para melhorar muito mais a imagem da n/cidade e do Castelo de São Jorge do que tirar de circulação dois ou três gatos felizes e que são constantemente fotografados e acarinhados pelos que com eles se cruzam.

Ou, então, virem esses funcionários dar de comida aos pavões que, muitas das vezes, andam pelas rua desta Freguesia esfomeados. Mas, se estes que são um ex-líbris do Castelo de São Jorge passam fome, como poderá haver sensibilização para o bem estar dos animais errantes?Entretanto, com tanta gente desempregada, porque não dar-lhes formação na área da captura e tratamento de animais no sentido de formar quadros capazes de exercer as suas funções? Nem custaria muito caro a essa edilidade. Bastaria pedir à "SIC Mulher" as cassetes da série "Hospital dos Animais" para eles visionarem.
E, como calculamos que esta acção tenha sido despoletada por uma qualquer denúncia anónima, feita por algumas hormonas histéricas que se "assanham" com os miados naturais dos gatos, chamamos a atenção do Sr. Presidente para o facto de que não é o miar dos gatos que impede o silêncio. Antes a má recuperação do parque habitacional que faz com que o mais pequeno ruído ultrapasse as mal insonorizadas paredes que foram (re)construídas.

Sr. Presidente, se nos leu até aqui pedimos-lhe um pouco mais de paciência pois ainda temos mais uma consideração a fazer :
Quando julgávamos ter chegado ao fim eis que, na noite de quarta para quinta feira ( de dia 29 para 30 de Abril), um gato foi atropelado. Logo de manhã, ao se constatar que o animal ainda respirava vários comerciantes, moradores e, até o funcionário da Junta de Freguesia do Castelo, telefonaram, insistentemente, para o Canil Municipal solicitando a s/intervenção. Finalmente, às 14 Horas 50 Minutos apareceram. Quando lhes disseram que o animal ainda estava vivo obtiveram a resposta : "Se soubéssemos que estava vivo não teríamos vindo tão depressa".
(Sr. Presidente, já nem comentamos mais nada)

Por último, mas talvez o mais importante :"A Democracia também se consolida com o respeito pelos direitos dos animais"
Sr. Presidente, muito agradecíamos que nos transmitisse o que se lhe aprouver sobre esta nossa missiva e, reiteramos a nossa disponibilidade para qualquer esclarecimento adicional que necessite.

Melhores Cumprimentos
Assinam :
As responsáveis pelo mencionado Protocolo

Fim de Transcrição.

Recebi esta carta, por email. Ela prova, MAIS UMA VEZ, que os Funcionários do Canil Municipal de Lisboa, os mesmos que assssinaram o GATO CINZENTO a que se refere este texto, são um bando de facínoras, comandados por facínoras, ao serviço de facínoras. Em ambos os casos: na história desta carta e no texto linkado, se reconhecem os mesmoS procedimentos sádicos, pérfidos e criminosos...
Não esquecer que o Pelouro é do "impoluto" Vereador Dr. JOSÉ SÁ FERNANDES, "lutador" incansável contra a corrupção, mas complacente com estes crimes e atrocidades, e "protector" destes criminosos, os funcionários que dele dependem; Complacente com o gangsterismo existente por detrás do assassinato do gato cinzento, sendo certo que esse tipo de gangsterismo é, ele sim, o NOSSO PIOR FLAGELO. Estas atrocidades atingem também as pessoas dignas que se vêem ultrajadas com tanta perfidia impune. IMPUNIDADE GARANTIDA PELO DR. JOSÉ SÁ FERNANDES. Na verdade, a corrupção que o Dr. José Sá Fernandes quer fazer crer que combate, comparativamente com este tipo de actos criminosos continuados, e "protegidos" por lei, e com o gangsterismo evidenciado na História do Gato Cinzento, é uma coisa quase "banal". Não tem, nem de perto nem de longe, a gravidade destas situações que são, elas sim, A PRINCIPAL CAUSA DO NOSSO ATRASO ANCESTRAL porque atingem e condicionam toda a sociedade mantendo-nos reféns de toda esta perfídia, sofocados por ela. Estes actos criminosos e de gangsterismo, contra os quais os cidadãos não têm defesa, atingem generalizadamente as pessoas, tal como atingiram os animais (e estas pessoas que com eles se relacionam), nos casos referidos.
JOSÉ SÁ FERNANDES É (mais um) POLÍTICO VIGARISTA, a tentar se promover junto das pessoas de bem com campanhas publicitárias enganosas (para cujas usa uns processos judiciais, toscos, contra a corrupção). Esta sua faceta de protector de bandidos está muito mais de acordo com o seu passado tenebroso... o resto é "venda de banha da cobra".

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2009/05/02

ATENÇÃO Clientes da LisboaGás!

OS ABUSOS, PREPOTÊNCIAS E PATIFARIAS DA LISBOAGÁS

Se você é cliente da LisboaGás (Grupo Galp Energia) leia, com atenção, o relato que se segue.

TENHA MUITO CUIDADO COM OS CONTACTOS PARA O APOIO COMERCIAL, porque essa gente arranja-lhe um grande sarilho e exturque-lhe dinheiro com a MAIOR NATURALIDADE.

.../...
Reclamação Para a LisboaGás

Em 23-Jan-2008 foi emitida, pela Lisboa Gás, em meu nome, a factura nº8042#### no valor de 26,## €, debitando 22 m3 de gás resultante do acerto inerente à leitura real do contador. Essa leitura é a mesma que o contador exibe actualmente: 14##.
Passados cerca de 2 ou 3 meses (não sei precisar), o contador voltou a ser lido por uma senhora baixinha, gorda, que registou (ou não terá registado?) a mesma leitura: 14##.
Essa segunda leitura nunca foi considerada. Na verdade, desde antes da factura referida que não tem havido consumo de gás neste local.
Surpreendentemente, sou confrontada com a factura nº 80320###, emitida em 03-Abr-2008, com o valor de 55,##€, resultante de 59 M3 DE CONSUMO ESTIMADO.
No dia 15-Abr-2008 telefonei para o APOIO COMERCIAL, nº 808506009, reclamando do valor exorbitante desta factura e informando a leitura; isto é: que não tinha havido consumo entretanto. Disseram-me para ignorar a factura porque seria emitida uma nova para correcção. Confiei na eficiência do serviço e não tomei nota do nome da pessoa que me atendeu, mas aprendi a lição.

Em Junho de 2008, recebi a factura nº 80220##, com data de 03-Jun-2008, com o valor de 49,##€, debitando um consumo estimado de 52 m3. Verifico ainda, com total surpresa, que a factura que eu reclamara no dia 15-Abr-2008, aparecia relacionada em débitos créditos, como valor em dívida.
Voltei a ligar para o APOIO COMERCIAL, no dia 16-Jun-2008, tendo sido atendida pela Sra. T? C?. Voltei a reclamar do valor das duas facturas, voltei a informar a LEITURA DO CONTADOR; e reclamei ainda pelo facto de a reclamação anterior não ter sido considerada apesar de me terem informado que ignorasse essa factura porque receberia uma de correcção.
A Sra. T? C? procedeu à correcção das duas facturas e foram emitidas novas facturas, em 16-Jun-2008, respectivamente com os valores 4,##€ e 3,##€ que paguei em 25-Jun-2008.

AGORA A HISTÓRIA SURREAL:
Alguém dentro da Lisboa Gás decidiu, prepotentemente; embirrar comigo e me sobrecarregar com desgaste psicológico, arrelias, despesas, contratempos e problemas.

Em Setembro de 2008 recebi a factura 80320##,com data de 31-Ago-2008, NO VALOR DE 57,##€, DEBITANDO 62 M3 de CONSUMO ESTIMADO. Faço notar que o consumo real era ZERO desde havia mais de 6 meses.
Liguei novamente para o APOIO COMERCIAL, no dia 02-Out-2008, cerca das 13H30 e falei com o Sr. P? F?. Informei a leitura do contador e reclamei do consumo estimado ser tão alto, depois de tantos meses sem consumo. O Sr. P? F? tomou as anotações que entendeu (e que aparecem na minha ficha) e disse-me que ignorasse essa factura porque iria ser feita uma correcção. Ignorei!
Logo a seguir a esta reclamação, recebi a factª 80320###, no valor de 20,##€, debitando 23 m3 de CONSUMO ESTIMADO, consumo inexistente. Tratei de reparar no espaço "débito/crédito" e, como nada aparecia, deduzi que a factura anterior que reclamara, teria sido anulada. Faço notar que foi dessa forma que descobri que o primeiro telefonema que fiz para o Apoio Comercial fora ignorado e que a informação que me deram era falsa e enganosa.
Também tenho na minha frente a factª 8032008#, emitida em 03/Dez/2008, no valor de 12,##€, debitando 9 m3 de CONSUMO ESTIMADO, consumo inexistente, factura esta que paguei em 23/Dez/2008. Mais uma vez procurei o espaço "débito/crédito" e, como nada aparecia, fiquei descansada quanto às minhas contas com a Lisboa Gás.

Surpreendentemente, recebi, no início de Janeiro de 2009, uma carta emitida pela LisboaGás em 31/Dez/2008, informando que "receberam instruções do "meu" comercializador de gás natural para proceder à suspensão de fornecimento devido a falta de pagamento de factura". Isto quando eu tinha a certeza absoluta de que pagara mais do que o que devia, pois pagara consumo estimado inexistente.
Essa carta não contém qualquer informação acerca de qual o valor em débito e, pretendendo, pelo tom, ser uma carta de entidade independente do "meu" fornecedor de gás natural, só podia ter sido ignorada por mim, visto que, a existir qualquer débito pendente, o "meu" formecedor de gás natural tinha A OBRIGAÇÃO de me comunicar de forma clara e concisa a existência dessa dívida, bem como o seu valor; isto é: qual a factura ou facturas não pagas, antes de DAR INSTRUÇÕES para proceder à suspensão. Portanto, ignorei a carta porque só podia ser engano... ou brincadeira de mau gosto. Era "brincadeira" de muito mau gosto!
Esta gente desonesta e sem pudor, que se julga impune para cometer toda a espécie de atropelos e, com isso, maltratar e prejudicar os cidadãos, quando brinca brinca mesmo, mas com a vida e a saúde dos outros.

Em 20-Jan-2009 o gás foi-me desligado e encontrei, na caixa do correio, um "relatório de visita técnica" comunicando isso mesmo e insistindo no pretexto da "falta de pagamento" que eu sabia não existir, mas, MAIS UMA VEZ, sem qualquer referência concreta a qualquer débito específico não pago.
Como não tenho vindo a usar o gás e como tenho MUITO MAIS que fazer do que andar atrás dos caprichos e prepotências da LisboaGás, arrumei o papel que ficou esperando disponibilidade para tratar do assunto. Em Fevereiro necessitei, ocasionalmente, de utilizar o gás (tive de "inventar" uma maneira de ultrapassar o problema) e telefonei para o APOIO COMERCIAL, em 02-Fev-2009. Falei com a Sra. E? F?. A D. E? informou-me que o corte se deveu ao não pagamento da fact de 31-Ago-2008, no valor de 57,## Euros. Informei que não devia nada, que tinha até dinheiro a haver porque pagara consumos inexistentes; informei a leitura do contador: 14##, disse que reclamara, para o apoio comercial, de todas as facturas que recebi com valores excessivos de consumos estimados e essa factura, se não fora contestada por mim só podia ser porque não a tinha recebido.A D. E? disse-me que eu não era obrigada a pagar consumos estimados (coisa que eu já sabia com absoluta certeza), MAS que, em caso de haver corte, A FACTURA TINHA DE SER LIQUIDADA. Não queria dizer que não viesse a reaver o dinheiro mais tarde, mas tinha de pagar.
Coitada da D. E?! Deve ter ficado toda baralhada com o que ela própria dizia: Eu não era obrigada a pagar porque não devia, mas TINHA DE PAGAR porque esse valor QUE EU NÃO DEVIA servira de pretexto para a suspensão do fornecimento... Ou será que não? Que estas pessoas nem pensam no que dizem, não usam a cabeça, se limitam a ler o texto respectivo no écrã? "Consumo estimado: não é obrigado a pagar! Corte: Tem de pagar!”
Respondi que não pagava porque não devia: não tinha havido consumo; e também não pagava porque não tinha dinheiro. Ainda expliquei que a LisboaGás tinha obrigação de saber que aquela estimativa era absurda porque eu já reclamara duas facturas anteriores de valores excessivos e informara as leituras e que, por isso, sabiam que havia mais de 6 meses SEM CONSUMO.
Sucede que, mexendo nos papeis, encontrei a factura em causa com a indicação do meu contacto para o Apoio Comercial, especificando a pessoa com quem falei, bem como a data e hora, TAL COMO REFIRO ACIMA. Voltei a ligar para aqueles serviços no dia 20-Fev-2009 para me corrigir em relação ao contacto anterior.
Afinal o meu contacto do dia 02-Out-2008 está registado na ficha mas não produziu efeitos, APESAR DE ME TER SIDO DITO QUE IGNORASSE A FACTURA. Informaram-me, APROVEITANDO O MEU TELEFONEMA, que tinha agendada uma visita para leitura do contador, no dia 23-Fev-2009, entre as 9H00 e as 11H00, para depois marcar a religação. Respondi que não estaria em casa naquele dia e àquelas horas e que me parecia difícil dispor de 2 meios dias para contar e religar; nem me sentia na obrigação de suportar mais estes contratempos, visto que o corte se deveu SÓ a erros e omissões da LisboaGás. Que a LisboaGás tinha o direito de confirmar a leitura do contador mas devia religar o gás imediatamente, sem me provocar mais contratempos e problemas (para além de continuar privada do gás). Disseram-me que fosse à Loja do Cidadão, no dia seguinte, tentar remarcar a leitura e pedir que o gás fosse ligado na mesma visita. Perda de tempo! Na Loja do Cidadão a senhora que me atendeu nem se deu ao trabalho de comunicar aos serviços que eu não estaria em casa, poupando a deslocação, inútil, do técnico (J. G?). A mim disse-me que tinha de esperar a leitura e DEPOIS IR LÁ, COM O PAPEL DA LEITURA, PARA MARCAR A RELIGAÇÃO.
O despudor desta gente e o seu arrivismo no relacionamento com os clientes é "fantástico"! Eles não têm obrigações e, se fazem asneira atrás de asneira, o cliente é que se lixa; ou então fica sem gás, porque esses estafermos se acham no direito de impôr as suas prepotências e abusos usando as necessidades dos consumidores para (n)os chantagear e impor a “aceitação” das (e submissão às) suas patifarias. Até parece que são eles que nos pagam a nós e não o contrário...
Recebi uma carta datada de 20-Mar-2009, “Assunto: Pré-Aviso de Rescisão de Contrato”, que me tirou do sério. Por causa dela já perdi imenso tempo e saúde. Na presença da carta voltei a ligar para o Apoio Comercial, cerca das 14H55 (no meu relógio). Falei com a sra. A? P? P? que me disse que eu tinha de pagar a factura, que tinha de marcar a leitura E DEPOIS pedir a religação. Aduzi as minhas razões; disse, inclusive, QUE NÃO TINHA DINHEIRO PARA PAGAR e que não pagava coisas que não devia, mas de nada valeu. Aquela sra. ficou surda para tudo o que eu dizia. Os meus problemas e as minhas razões não lhe interessavam para nada porque isso lhe colocava um problema que ela não sabia resolver nem queria resolver. Por isso decidiu "resolver" o seu problema (ignorando os meus problemas que eram os únicos motivos do meu telefonema, QUE EU ESTAVA A PAGAR) insistindo, de forma insolente, em ME DAR UMA INFORMAÇÃO, EM ME INFORMAR. Me informar o quê? Que eu tinha de pagar, que tinha de marcar leitura, que tinha de, depois, requerer a religação. E como eu lhe respondesse que parasse de insultar a minha inteligência, deixou-me "pendurada" durante longos minutos, por TRÊS vezes, até que o meu telemóvel ficou sem carga e fui obrigada a desligar, QUE ERA O QUE aquela sra. QUERIA. Estas pessoas que se comportam como se fossem gravações, ligadas a um écrã de computador merecem mesmo é ser DESPEDIDAS e substituídas por gravações, até para ver se percebem e acreditam quando as pessoas dizem que NÃO TÊM DINHEIRO. Voltei a ligar, já com o telemóvel ligado à electricidade e falei com a Sra. D. F? C? que, finalmente, e em vistas do que estava escrito e dito, anulou a factura, COISA QUE DEVIA TER SIDO FEITA EM 02-OUT-2008, em conformidade com a informação que me foi transmitida. Conclusão: Em 8 (OITO) VEZES que liguei para o apoio comercial apenas fui atendida correctamente e coerentemente 2 (DUAS) vezes. Todas as restantes foram tempo e dinheiro perdidos e, por causa disso e das informações erradas que me foram dadas, tive imensos contratempos e problemas, prejuízos e desgaste físico e psicológico, crise de irritação e indignação, eu sei lá.
É uma amostragem muito má para o vosso controlo de qualidade que NÃO FUNCIONA, como não funcionam os serviços do Apoio Comercial. Parece que, na LisboaGás, NINGUÉM controla NEM VERIFICA O QUE QUER QUE SEJA: nem a qualidade nem o desempenho de quem atende no Apoio Comercial. Nem mesmo são verificados os registos em casos como o meu, partindo-se, levianamente, para a retaliação sobre os clientes porque, mesmo que a culpa seja da LisboaGás, não há problema: o cliente é que se lixa e tem de se submeter a todas as arbitrariedades SE QUER CONTINUAR A TER GÁS.
.../...

Nota:
Depois do envio desta reclamação, por email, recebi um email a comunicar que estava agendada nova visita do técnico, para leitura. A visita concretizou-se; eu faltei a outros afazeres para estar presente. Perdi imenso tempo (e paciência) devido ao trânsito. Tudo isto para o técnico me dar um papel com a leitura. A MESMA LEITURA QUE EU transmiti, ao Apoio Comercial, várias vezes. MAS O GÁS CONTINUOU FECHADO e fez falta, entretanto.

A LisboaGás decidiu me insultar com esta visita para me “informar” a leitura (que eu repetira meia dúzia de vezes quando falei para o APOIO COMERCIAL, porque eu não sou pessoa confiável, nem sei ler. Preciso que um técnico me faça perder imenso tempo e gastar dinheiro (QUE NÃO TENHO) para me dar um papel com a leitura. MAS O GÁS CONTINUOU FECHADO.

Ou seja: O Apoio Comercial da LisboaGás funciona pessimamente, mas funciona “à imagem e semelhança” de quem o dirige, de quem dirige a LisboaGás, COMO NÃO PODIA DEIXAR DE SER.

OUTRA HISTÓRIA Absurda e o mesmo comportamento, vil, da LisboaGás:
Neste caso o cliente da LisboaGás até tinha autorizado o débito directo.
Quando o débito directo foi autorizado limitou o montante dos pagamentos BEM ACIMA do valor habitual das facturas.
É emitida uma factura de valor superior ao limite e o cliente nem dá por isso... Só se apercebe da situação ATRAVÉS DA VISITA DO TÉCNICO QUE SE APRESENTA PARA CORTAR O GÁS.
Pretende pagar imediatamente, como é seu direito protegido por lei; isto é: pretende pagar QUANDO TEM CONHECIMENTO DA EXISTÊNCIA DO DÉBITO NÃO LIQUIDADO, mas não pode pagar DEVIDO AOS "procedimentos da Empresa". É-lhe recusado o pagamento e o ´fornecimento de gás é cortado, arbitrariamente.
Lei? QUAL LEI?! Para essa gente não há lei; só a lei deles e das suas patifarias: a lei da selva onde eles mandam. O técnico não "pode" receber...
Os serviços da empresa também têm o registo dos telefones dos clientes, MAS NÃO CONTACTAM OS CLIENTES, segundo informação do "famigerado" Apoio Comercial. Mandam um técnico fazer o corte ilegalmente, sem motivo objectivo, porque é mais económico e prático... sobretudo para os clientes.
Segundo a LEI, a interrupção destes serviços essenciais só pode ser feita POR FALTA DE PAGAMENTO. Portanto o cliente deve ter o direito de pagar, QUANDO TEM CONHECIMENTO DA FALTA DE PAGAMENTO. O corte só pode fazer-se se o cliente não pagar e não quando o cliente se protifica a pagar. Constatado o facto de o cliente se prontificar a pagar, quando tem conhecimento da situação do débito em atraso, deixa de haver FALTA DE PAGAMENTO imputável ao cliente; a "falta de pagamento" passa a ser da responsabilidade da empresa, que se recusa a receber.
Portanto, não caia na asneira de autorizar débitos directos porque até isso pode ser usado para lhe criar problemas, contratempos, prejuízos e despesas; para além de servir para o ultrajar e violar os seus direitos PROTEGIDOS POR LEI.

O LEMA DA LISBOAGÁS É: FAZER DE CADA CLIENTE UM INIMIGO!

Perante tudo isto surge a dúvida:
Será que a LisboaGás faz isto, rotineiramente, (actuar de forma absurda para "produzir" situações de corte, injustificadas) como forma de aumentar o volume de negócios artificialmente, como forma de "dar trabalho" às Empresas sub-contratadas, extorquindo dinheiro aos clientes e criando-lhes inúmeros problemas e contratempos?

A Galp há muito que tem fama de ser um antro de corrupção e de negócios escabrosos. Pelos vistos "filho de peixe sabe nadar!"
A galp "trabalha" com os carregamentos de petróleo, em alto mar... e como, na LisboaGás, não "há" contacto com petroleiros em alto mar, inventam-se outros esquemas???
Será?
Até quando estaremos, sem defesa, sujeitos a tanta vilania impune por parte destas empresas fornecedoras de bens essenciais?


Campanha:
ACABEMOS COM AS ATROCIDADES CONTRA AS PESSOAS USANDO OS ANIMAIS:

Assine a Petição!

2009/02/13

Atrocidades no Canil Municipal de Lisboa

Abusos, prepotências e crimes gratuítos por todo o lado. Estamos atolados em patifaria e sofocados por prepotências e crimes gratuítos que afectam as pessoas e até os animais.
Gato cinzento roubado para ser torturado e assassinado no Canil Municipal de Lisboa, por encomenda.



Copiado de Estúpidos:
O meu gatinho maravilha, o meu gatinho cinzento, tornava o Mundo mais bonito, mais calmo, melhor, mais harmonioso; quer quando ficava deitado no tapete, quer quando me acompanhava na Rua tal e qual como um cachorro, quer quando me saía ao caminho, chamando, pedindo carinho, atenção e comidinha. Mas há pessoas horríveis que não vêem a beleza do Mundo, não têm beleza interior, não toleram as coisas e os seres belos; e muito menos admitem que os outros disfrutem dum Mundo melhor. O Mundo, para essas pessoas, tem de ser pérfido e tenebroso como é o seu próprio psiquismo. Acham-se donos do Mundo e de tudo, inclusive dos outros e, por isso, acham que podem cometer toda a espécie de crimes (e cometem). Foi assim que o meu gatinho maravilha "se foi" num cenário de verdadeiro horror, vítima dum crime monstruoso e arrepiante. Há que fazer alguma coisa para que "ISTO" MUDE.


Acabemos com isto!




Boicotemos o pagamento dos impostos e taxas Municipais, nomeadamente do IMI, até que o problema seja resolvido.

Do email anterior:
…/…
“A grandeza duma Nação e o seu progresso moral podem ser avaliados pela maneira como os seus animais são tratados”.

MAHATMA GANDHI

Como era O Gato Cinzento?
(…) O gato cinzento desapareceu, nessa mesma noite (de 22 para 23 de Dezembro de 2008) entre as 23 horas e as 01H30.
O gato preto que tenho comigo, irmão do gato cinzento, depois do desaparecimento, passa muito tempo deitado no tapete, à espera que o irmão venha.
Na noite de sábado para domingo a seguir ao Ano Novo, respectivamente dias 03 e 04 de Janeiro de 2009, o gato preto quis ficar no tapete até tarde da noite. Já passava da uma da madrugada quando ouvi duas pessoas saírem do elevador e conversarem, na entrada. Ouvi o miúdo dizer: “Olha! O Gato.” Espreitei pelo óculo da porta e vi a mulher, que acompanhada o miúdo, inclinada e com a mão estendida para o gato preto. Abri a porta e disse: “boa noite!”. Ninguém me respondeu! A mulher baixou ainda mais a cabeça para que eu não lhe visse a cara e virou-se saindo ambos rapidamente, enquanto ela resmungava qualquer coisa sobre “deixar os gatos…”.
Essa mulher e o miúdo tinham entrado, ao princípio da noite...
O gato cinzento não se deixava tocar facilmente por desconhecidos. Depois do acidente do irmão e ao ver a forma como o tratei (ao irmão), transformou-se num amigão, dócil e meigo que me acompanhava na rua tal e qual um cachorro. Visitava-me em busca de mimos, de atenção e de protecção e era dócil para com quem saía e entrava no prédio por causa da confiança que tinha em mim e para que o deixassem entrar. Foi aproveitando-se disso que conseguiram apanhá-lo.
…/…
Como assassinaram o Gato Cinzento no cenário do maior horror que se pode imaginar para um animal destes.

A história da busca:
No dia 23 de Dezembro o gato cinzento não me procurou, nem o encontrei quando fui procurá-lo, mas pensei que se tivesse entretido com os mimos de algum dos outros seus amigos humanos e depois tivesse arranjado algum “assunto mais urgente”. No dia 24, ao procurá-lo, constatei que tinha desaparecido.
Procurei-o por todo o lado mas sem sucesso. A meio da tarde liguei para o Canil Municipal e disse: “Procuro um gato cinzento, todo cinzento, só cinzento, que desapareceu anteontem à noite e queria saber se está aí.”
Resposta do outro lado: “De que zona está a falar?”
Eu: “Da zona das Laranjeiras, em Lisboa.”
Do Canil: “Não! Dessa zona não temos nenhum!”
Eu: “Mas tem algum gato cinzento? Ele pode ter-se afastado!”
Do canil: “Gatos cinzentos há muitos!”
Eu: “Não há muitos gatos cinzentos!”
Do canil: “Pois não. Mas passam por aqui muitos animais. Por isso é que estou a dizer à senhora que há muitos gatos cinzentos.”
Insisti: “Mas têm aí algum gato cinzento?”
Do Canil: “Não! Dessa zona não!”
Eu: “Ele pode estar ferido, ou coisa parecida.”
Do Canil (após um breve momento): “Já procurei até nos gatos mortos. Não consta!”
Prolonguei as buscas pela noite dentro, afastando-me mais e mais, até à exaustão, mas em vão. No dia seguinte: 25 de Dezembro, voltei às buscas, ainda para mais longe, durante toda a tarde e princípio da noite.
No dia 26 fui atrás de informações vagas que me chegavam de gatos que tinham sido vistos aqui ou ali. Em vão!
Ao fim da manhã voltei a telefonar para o Canil Municipal de Lisboa, donde me garantiram que não estava lá. Até especificaram que, nesse dia, só tinha entrado um gato preto. Ainda assim decidi me deslocar ao Canil, a meio da tarde, para confirmar. Depois duma longa espera, lá fui ao gatil acompanhada por um “escroque nazi”, funcionário do Canil Municipal de Lisboa.
Começámos por ver as jaulas da fila do lado direito. Depois o bandido deixou-me a ver as outras jaulas e afastou-se para junto duma jaula da penúltima fila à esquerda. Senti uma vibração pérfida, vinda do indivíduo e decidi continuar a ver as jaulas, uma a uma, não fosse aquilo uma manobra para que eu não visse alguma das jaulas. Senti que um dos gatos da jaula onde o escroque se deteve reagia com fúria à sua presença. Não sei o que lhe fez (ou terá feito antes) para enfurecer tanto o pobre animal. Quando me aproximei dessa jaula, passados uns quantos segundos, o bandido disse-me, sem se afastar da frente da jaula, onde tinha pousado as patas imundas, atraindo permanentemente a atenção do bicho: “É este?”
Na jaula estava um gato cinzento igual ao meu (era o meu), misturado com outros gatos de cores mais claras. E, curiosamente, o gato cinzento era o único que reagia, enfurecido, à presença do bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa.
À pergunta do porco nazi, se era aquele, respondi: “É igual!” e comecei a tentar falar com o bicho para que ele me reconhecesse. O monstro dos infernos, funcionário do
Canil Municipal de Lisboa, não se afastou da frente da jaula, para onde o bicho estava virado, não tirou as patas imundas da jaula e começou aos berros para o bicho repetindo, atabalhoadamente, o que eu dizia. O bicho, como é óbvio e era intenção do escroque nazi, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, nunca olhou para mim, nunca me viu (eu nunca consegui ficar na frente da jaula) e, provavelmente, nem nunca me ouviu, obcecado que estava com a presença do bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa.
Naquele estado, o meu “gatinho maravilha”, dócil e meigo, bonito e inteligente, sociável, mimado como era, que gostava muito de atenção e de mimos, que percebia tudo o que eu lhe dizia, orgulhoso da sua capacidade para se esconder e dissimular, não teve oportunidade de me reconhecer e era irreconhecível. Além disso ele já estava mais magro e, por isso, pareceu-me ligeiramente mais novo.
Após alguns momentos nisto, o escroque, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, afastou-se, concluindo: “Não é este!” e dirigindo-se, apressadamente, para a porta do gatil.

Mesmo sem ter a certeza de que era o meu, fiquei com uma pena enorme do bicho e com uma enorme vontade de o tirar dali, mas a minha única chance de conseguir trazê-lo era ele me reconhecer e foi isso que o bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, pretendeu evitar a todo o custo, e conseguiu. A atitude do bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, enojou-me e revoltou-me, independentemente de saber se era, ou não, o meu gato. Pareceu-me, na altura, um acto de puro sadismo e perfídia de quem se entretém e diverte a maltratar e torturar os pobres animais que devia cuidar.

Para obter mais informações que me permitissem concluir, perguntei: “Porque é que ele está junto com os outros?”. Esclareço que havia gatos isolados, sozinhos numa jaula, e jaulas vazias. Aqueles nem se podiam mexer. Resposta do bandido: “Certamente porque foram apanhados juntos!”.
Conhecendo o gato cinzento como conhecia sabia que isso era impossível; na rua ninguém teria conseguido apanhá-lo, nem com jaulas armadilha nem com nada, e muito menos em conjunto com outros gatos, por mais apetitosos que fossem os engodos. Ele estava gordo, bem tratado e sabia onde se dirigir para comer do bom e do melhor.
Aquela resposta do bandido, que era mentira premeditada mas que eu julguei ser verdade, mais me afastou a hipótese de que fosse o meu gato. Além disso havia ainda a informação que me fora dada pelo telefone, a sugestionar-me a ideia de que aquele gato não teria a menor hipótese de ser o meu.
Lembro-me de ter pensado: “pode ser que não seja ele mas, se for, não há outro dono para o vir buscar e eu hei-de voltar, hei-de conseguir encontrá-lo mais calmo e vou tirá-lo daqui”.
Já no corredor para a saída disse ao escroque, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, que voltaria lá, se entretanto o meu gato não aparecesse, para o caso de ele ir lá parar mais tarde. Hoje, depois de tudo o que sei, acho que posso ter “assinado” a sua sentença de morte, mais cedo, com essas palavras. Isto passou-se no dia 26 de Dezembro de 2008 e o meu gatinho maravilha morreu, torturado e maltratado, naquele campo de concentração nazi, no dia 30 de Dezembro de 2008, por isso não voltei a encontrá-lo (nem a qualquer outro gato cinzento) nas várias vezes que lá voltei. Voltei a encontrar, isso sim, os seus colegas de jaula.

Quando soube, no primeiro fim-de-semana de Janeiro e da forma que descrevo acima (por ter visto a mesma bandida a tentar levar também o irmão dele, o gato preto), que o gato cinzento tinha sido apanhado à porta do prédio, a tentar entrar (única hipótese de terem oportunidade para o apanhar), mais fiquei convencida de que aquele gato cinzento, que encontrei no Canil, não era o meu. Não me parecia possível que alguém o tivesse apanhado e entregado ao Canil com a recomendação (encomenda) de o matarem. Mas foi isso mesmo que aconteceu e foi esse “plano diabólico” que aqueles monstros malditos, funcionários do Canil Municipal de Lisboa, executaram, meticulosamente, torpedeando-me e mentindo consciente e propositadamente.

Continuei a procurá-lo.
No dia 28 de Dezembro enviei um email ao Sindicato dos Médicos Veterinários e à Ordem dos Médicos Veterinários, com fotografias do gato cinzento, pedindo que fossem reenviados a todos os veterinários para o caso de ele aparecer (ou ter aparecido) ferido nalgum consultório. Não houve qualquer reacção a essas mensagens e acredito que tenham sido ignoradas. Confesso que fiquei descansada até em relação aos Canis Municipais, porque todos eles têm veterinários. Essas estruturas comportam-se como se não existissem e depois queixam-se de serem ignoradas…

Pus anúncio na Internet, num site moderado por gente horrorosa e frequentado por gente ainda mais horrorosa, e voltei ao Canil Municipal de Lisboa, semana após semana, mas não voltei a encontrar qualquer gato cinzento. Foi isso que me fez duvidar de tudo porque, se era mentira que passem muitos “gatos cinzentos” pelo Canil, se essa bujarda fora lançada, sem fundamento, para iludir e torpedear a minha pergunta, então tudo o resto podia ser mentira e fazer parte da mesma conspiração e aquele gato cinzento que eu vi no Canil ser mesmo o meu. Era muita coincidência que, num Canil onde nunca aparecem gatos cinzentos, logo tivesse aparecido um gato cinzento igual ao meu, na mesma altura em que o meu desapareceu.

Entretanto fiz queixa do roubo do meu gato, na PSP, que tratou o assunto como se me tivessem roubado a carteira. Pedi que fosse feita uma diligência para identificar, positivamente, a bandida, autora do roubo, mas foi-me negado; “A Polícia não faz isso”. Pois não! A polícia não faz isso, nem faz nada; não serve para nada, a não ser para proteger criminosos e, com isso, aumentar a insegurança dos cidadãos. A Polícia é (mais) um encargo inútil a sugar os nossos impostos.
Telefonei para a Direcção Geral de Veterinária, tentando denunciar “maus tratos a animais”, mas fui atendida por uma funcionária que soprava enquanto eu falava e que, pelo meio dumas quantas desculpas esfarrapadas, me disse que não actuavam nesses casos e que “o caminho” era fazer queixa, na Polícia, e esperar.
Telefonei para o SEPNA, Serviço da GNR que teoricamente trata desses assuntos, mas recebi a mesma resposta que me foi dada pela Direcção Geral de Veterinária: o caminho era fazer queixa… e esperar.
E continuei a procurar, ao mesmo tempo que a minha angústia crescia de dia para dia.

Na quinta-feira, dia 05 de Fevereiro de 2009, voltei ao Canil Municipal de Lisboa, ao princípio da tarde, já com a intenção de saber tudo sobre o gato cinzento que lá encontrei. Percorri, mais uma vez, aquela sala de horrores, voltei a encontrar animais desesperados no meio de todos os outros visivelmente aterrorizados mas, MAIS UMA VEZ, não encontrei qualquer gato cinzento. Pedi ao funcionário que verificasse o registo do gato cinzento que lá encontrara, “apenas para ter a certeza”.
O escroque, Funcionário do Canil Municipal de Lisboa, perguntou a data do desaparecimento. No dia 22 de Dezembro não constava. Viu as fichas do dia 23 mas não me disse nada. Dirigiu-se ao computador e verificou-as uma a uma. A primeira tinha um gato preto, COM FOTO; a segunda idem e na terceira constava um gato cinzento, catalogado como “gato vadio” que nem foto tinha. De repente aquele outro verme sabia tudo sobre esse gato:
Segundo a sua versão, o gato cinzento terá sido apanhado no JARDIM ZOOLÓGICO DE LISBOA, a tentar entrar pelo portão. MENTIRA! No dia seguinte dirigi-me ao Jardim Zoológico e disseram-me que era absurdo! Nunca fazem isso, nunca chamam o Canil e os gatos entram e saem pelas grandes sem necessitarem de licença para entrar pelo portão. A administração do Jardim Zoológico nega que alguma vez se tenha feito semelhante coisa lá, mas o escroque, funcionário do Canil Municipal de Lisboa repetiu, pelo telefone, à secretária da Administração do Jardim Zoológico a mesma versão, embora sem saber indicar o nome da pessoa que chamou o Canil. MENTIRA! Eu garanto que, naquelas condições, ninguém apanharia o meu gatinho maravilha.

É óbvio que o gato cinzento foi entregue aos escroques nazis, funcionários da Canil Municipal de Lisboa e foi-lhes encomendado que o liquidassem, como fizeram num cenário de verdadeiro horror. Os escroques nazis, funcionários do Canil Municipal de Lisboa, sabem muito bem quem lhes entregou o gato e lhes fez a encomenda. Será que há algum funcionário do Jardim Zoológico que usou o seu treino com animais para o apanhar?
O facto é que ele desapareceu antes da uma e meia da madrugada do dia 23 de Dezembro e só entrou no Canil às quatro da tarde desse mesmo dia, segundo consta na ficha, mas entrou em condições tais que nem foi possível tirar-lhe uma fotografia. A imagem era demasiado comprometedora?
O facto é que ele foi entregue ao canil manietado, imobilizado, aprisionado (talvez inanimado) e foi entregue por alguém conhecido dos bandidos funcionários do Canil Municipal de Lisboa.
E porque é que o bandido dos infernos que me atendeu o telefone no dia 24 de Dezembro, me disse, insistentemente, que ele não estava lá? Tudo teria sido diferente se esse escroque maldito dos infernos tivesse sido sincero, honesto e leal comigo, COMO É SUA OBRIGAÇÃO, e me tivesse dito que o tinha lá. Toda a gente sabe que as Laranjeiras e Sete Rios são zonas contíguas e ele sabia que era aquele gato cinzento que eu procurava; por isso me torpedeou até mais não poder, me mentiu, se recusou a responder às minhas perguntas.

Aqueles monstros malditos, facínoras do inferno, funcionários do Canil Municipal de Lisboa, assassinaram o meu gatinho maravilha, de forma premeditada. Mas não necessitaram de se esforçar muito. Bastou-lhes usar “os meios” que têm e dar o “jeitinho certo”; coisa que eles sabem fazer muito bem; fazem-no todos os dias. De TODAS as vezes que me desloquei ao Canil encontrei animais desesperados, no meio de TODOS os outros, visivelmente aterrorizados, num cenário de verdadeiro horror. Só consegui registar uma excepção: um gato preto, grande, que lá permaneceu durante meses e que se “insinuava” para toda a gente e miava pedindo mimos. Um verdadeiro herói!
Na generalidade dos casos, basta aquela sala de horrores que é o gatil, e o facto de os animais estarem ali aprisionados naquelas jaulas horríveis, privados até da luz do Sol, para os “matar”. No caso do meu gatinho maravilha há ainda o trauma horrendo de ter vindo em busca de mimos e de protecção, de ter confiado devido à confiança que tinha em mim e de ter sido apanhado à traição, maltratado e metido naquele inferno, de forma tão pérfida. Os maus tratos e torturas dos monstros malditos, funcionários do Canil Municipal de Lisboa fizeram o resto, agravando o seu desespero e acelerando o seu fim.
Aqueles antros de ignomínia que são os espaços interiores do Canil Municipal de Lisboa, destinados quer a gatos quer a cães, têm de ser imediatamente interditos à permanência de animais saudáveis por períodos que excedam 4 a 6 horas (tempo suficiente para rastreios, etc.).

Aqueles monstros malditos que são os funcionários do Canil Municipal de Lisboa e os seus cúmplices na conspiração para assassinar o meu gatinho maravilha têm de ser exemplarmente punidos, com exposição pública, de modo a servir de lição a outros que tenham o mesmo carácter de bandidos, para que não ousem ter a tentação de fazer coisas parecidas com os pobres animais.

Aqueles monstros malditos que são os funcionários do Canil Municipal de Lisboa actuam assim porque têm a cumplicidade e protecção, a garantia de impunidade dos seus superiores que os deviam punir mas que são tão bandidos como eles e por isso seleccionaram gente daquela natureza para aqueles lugares, para torturarem e assassinarem os nossos animais domésticos, cometendo toda a espécie de crimes e atropelos, como aconteceu com o meu gato.
Essa gente não se comove com “petições”. Mesmo que uma petição tenha 2 milhões de assinaturas eles “ignoram” sem qualquer problema de vergonha ou de consciência, que não têm. Mas se 20 mil dessas pessoas boicotarem o pagamento dos impostos e taxas a questão é com,pletamente diferente e a resposta também.

Para acabar com isto tudo, urgentemente, lancei uma petição on-line e apelo a que todas as pessoas de bem a assinem e boicotem os pagamentos dos impostos e taxas municipais, nomeadamente o IMI, até resolução cabal deste vergonhoso problema e punição exemplar dos crimes cometidos e registados.

2009/01/16

AS PRISÕES, NOTÍCIAS DO INFERNO (5)

Este comentário foi deixado neste texto

Fica aqui para os devidos efeitos porque, infelizmente, é possível que seja tudo verdade. Sei do que estou a falar como todos compreendem.

O governo não ajuda as familias dos detidos. Muitos deles estão inocentes.
Sou esposa de um recluso. Fiquei sem nada.
Até as assistências sociais dos nossos filhos me tiraram e agora querem dá-los para adopção.

Peço ajuda monetária para arranjar um advogado. Sou uma mãe em desespero, sem ajuda 962853015 Fico a aguardar alma amiga.

Obrigada
Isa

2008/04/07

Quando Os Animais Nos Pedem Socorro (I).

“A grandeza duma Nação e o seu progresso moral podem ser avaliados pela maneira como os seus animais são tratados”.

MAHATMA GANDHI

Se até as pessoas são tratadas “abaixo de cão”, é isso mesmo (e só isso) que, em muitos casos, têm para partilhar com os animais.

A União Zoófila é um antro de barbaridades, que está a exterminar os nossos animais domésticos. Na união Zoófila maltratam-se os animais e usam-se estes para maltratar as pessoas também. Aquela gente até se vangloria disso, como se pode ver nos comentários aí em baixo noutro texto.

Vejamos como é o Canil Municipal

As atrocidades do Canil Municipal de Lisboa

Acontece-me, às vezes, os animais me pedirem socorro.
Via de regra, ignorava os “pedidos”, com muita pena, porque tinha consciência de que não podia socorrer; não tinha como! Mas há situações em que é impossível ignorar ou recusar.

Diz quem sabe (ou julga saber) destas coisas que, quando os animais confiam nas pessoas é porque essas pessoas são confiáveis. O que os animais não sabem, coitados, é que nós seres supostamente humanos, vivemos numa coisa que se chama “sociedade” numa engrenagem maldita, dominada por gente pérfida que destrói tudo, até as condições mínimas de suporte à confiabilidade dos seus melhores elementos. Os animais não sabem porque ninguém lhes explicou e, se alguém lhes explicasse, eles também não entenderiam. Vão percebendo à custa de muito sofrimento, sujeitos à tirania, até dos que dizem defendê-los, como é o caso da União Zoófila.
A história que vou contar a seguir é mais uma História de Terror, agora protagonizada por animais. Já contei uma protagonizada por pessoas.

No dia 7 de Dezembro de 2003, domingo e véspera de feriado, encontrei, na rua, uma cachorrinha que não me largou mais. A falar verdade, foi mais “ela que me encontrou” do que o contrário.
Gosto muito de animais, principalmente de cães, e não consegui mais me desligar do problema da bichana.
Tentei encontrar-lhe dono, tentei que a veterinária da minha gata a examinasse e tratasse, mas como os meus esforços foram vãos, e como a cachorra se encontrava doente (até tinha febre), vi-me obrigada a levá-la para o canil municipal, não sem antes telefonar e perguntar se tinham veterinário e se a tratavam. Responderam-me que sim; que apenas teria que obter uma guia, numa esquadra de polícia. Assim fiz, e lá entreguei o animal, com muito constrangimento, mas porque não tinha qualquer hipótese de a manter e tratar.
Voltei ao canil, na quarta-feira seguinte, para saber como estava e encontrei-a um pouco melhor, mas ainda com febre. Entretanto soube da existência dum canil, em S. Pedro de Sintra, onde consegui, a custo, que a aceitassem, mediante uma contribuição; até que lhe conseguisse um dono, ou até que alguém a adoptasse.
No sábado seguinte, voltei ao Canil Municipal de Lisboa, para a resgatar, mas recusaram-me até o acesso a poder vê-la. Insisti, no Domingo. Fui para buscá-la, passados 8 dias da entrega como me tinham dito.
Achei-a bastante melhor e já sem febre, mais gordinha. Ainda a trouxe até à Secretaria para preencher os papéis; mas o “excesso de zelo” dum dos funcionários, do responsável, obrigou-me a deixá-la novamente, numa sala horrível, fechada dentro duma gaiola metálica, também horrível, porque ainda não tinham passado oito dias desde que fora entregue e, portanto, “a lei” não me permitia trazê-la; só no dia seguinte.
Sempre desconfiei e suspeitei de pessoas que necessitam, obstinadamente, de provar a si próprias que são “muito rigorosas”, mas só o fazem em situações de cujas resultam estes “actos criminosos”. O que tanto terão essas pessoas para disfarçar, para esconder, a ponto de serem assim malevolamente obstinadas, “rigorosas” quando não devem? Quando disso resultam coisas desastrosas, como neste caso?
Na segunda-feira não pude voltar lá e, na terça-feira, quando finalmente consegui ir buscá-la, encontrei-a demasiado magra (a jaula não tinha comida e acho que também não tinha água), escanzelada mesmo, triste, com o pêlo todo a cair. Já nem reagia: não ladrava nem gania, como fazia no início.
Mesmo assim, lá a levei para o outro canil, onde ela tratou imediatamente de arranjar um lugar ao sol, para passar o que seriam as suas últimas horas de vida.
Morreu no dia seguinte. Os responsáveis do canil dizem que não tinha salvação. E na minha alma ficou mais uma nuvem negra; que acentuou a minha revolta contra as instituições desta sociedade.
Ainda me estou perguntado como foi que aquela gente conseguiu “assassinar” a cadelinha em 48 horas…
Na minha alma ficou mais uma nuvem negra, mas também algum sentimento de culpa e remorso, por não ter conseguido socorrer a pobre bichinha, que me pareceu muito esperta e especial. Ficou remorso por ter acreditado numa instituição, o canil, e por tê-la lá deixado ficar.

Acredito mesmo que qualquer pessoa que já tenha constatado este estado de coisas achará que a culpa foi minha. Eu não estou de acordo! Acho que devíamos poder confiar nas instituições, ainda por cima as que são sustentadas com os nossos impostos.
Ficou-me remorso por não ter conseguido prever, a tempo, o que iria acontecer e não ter enganado o canil, levando comigo uma qualquer pessoa que dissesse tê-la perdido e a fosse buscar. Eu sou uma pessoa honesta; socialmente e intelectualmente honesta, mas não me causaria qualquer problema de consciência tê-lo feito, embora ache que as instituições não têm o direito de nos obrigarem a usar de falsidade, de estratagemas, porque não é necessário e, macroscopicamente falando, é pernicioso.
Até porque existem, sempre, outras soluções: neste caso, o canil podia, pura e simplesmente, ter devolvido a bichinha aos meus cuidados, com a condição de a entregar, caso fosse reclamada dentro do prazo (coisa que eles sabiam bem não iria acontecer, como não aconteceu); ou então tratavam-na convenientemente (eu até me prontifiquei a pagar), o que obviamente não fizeram.

O Canil Municipal de Lisboa é uma casa de terror. Terror que se exerce, indiscriminadamente sobre os bichos e que nem poupa aqueles que nós queremos socorrer.
Quando entreguei a cadelinha, conversando com o porteiro, a quem contei a história e a minha intenção de a resgatar logo que possível, ele, o porteiro, disse-me: “Mas então diga isso lá dentro, que quer vir buscar a cadelinha, porque senão eles aqui dão cabo dela. É o que fazem sempre.”
Eu segui o conselho, disse e redisse, afirmei e voltei, TRÊS VEZES, para resgatar a cadelinha. De nada serviu. Só ma entregaram quando já não tinha salvação. Foi mais uma vítima daquele “outro” antro.

É exactamente o mesmo que a União Zoófila está a fazer, em relação à gatinha Joana.

Se você tem alguma “ligação” com os animais, se tem alma, se ainda não se transformou, como muitos, num ser metálico com coração de pedra, se os animais também “lhe pedem socorro”, verifique, por si mesmo, o horror que é o Canil Municipal. Vá até lá! Os animais, sobretudo os cães mas também os gatos, percebem, sentem, a presença de um SER HUMANO, e gritam, berram, pedindo socorro, como só criaturas desesperadas sabem fazer. É uma experiência arrepiante e desoladora. Posso garantir, porque passei por isso. O pior é nós sabermos que os animais sabem que estão a ser ouvidos e compreendidos e nada podermos fazer para os socorrer.

E, no entanto, HÁ OUTRAS SOLUÇÕES, que têm de ser implementadas urgentemente.

Vivemos numa sociedade tão pérfida que a lei e as nossas instituições até obrigam os cidadãos a assistir ao suplício dos animais. Quem alimentar um animal abandonado pode ser multado. Portanto, a LEI permite que as instituições nos torturem, obrigando-nos a assistir ao sofrimento dos animais.

Se há leis que punem os maus-tratos a animais e se há uma declaração dos direitos dos animais PARA SER RESPEITADA, que punição não merecem as nossas instituições, pagas com os nossos impostos, QUE COMETEM ESTES CRIMES, ao invés de solucionarem os problemas dos animais e das pessoas?
Quem pune esta gente? Quem defende os nossos animais e o “progresso moral” da sociedade?
Quem ajuda a acabar com isto?

2008/03/31

A Extinção Dos Gatos!


A foto da gatinha Joana, no site da União Zoófila.
O Extermínio Dos Gatos

Uma reportagem que vi, há tempos, sobre a eficiência dos predadores, colocava no topo da lista uma gatinha doméstica, muito dócil e meiga, que saía para caçar, à noite, nas ruas de Nova Iorque, matando cerca de duas dezenas de ratos.
A gatinha era tão dócil e tão amiga dos donos que lhes trazia, de presente, vários dos ratos que matava e que espalhava pela casa. Comia um ou dois, no máximo.

Conheço 3 colónias de gatos de rua; duas delas já foram quase totalmente dizimadas. Todas têm uma característica comum: uma amiga dos animais que os alimenta e a quem eles agradecem muito, do seu jeito próprio… Todas estas amigas dos animais são “gente simples”.
Uma destas colónias foi dizimada com veneno: vários gatos foram envenenados, reduzindo a colónia, que chegou a ter mais de vinte gatos, a meia dúzia. A tratadora reconhece que trata os bichos porque gosta de animais; e também porque os gatos evitam males maiores: a infestação de ratos.
Mas esse é o “acordo” tácito, estabelecido entre pessoas e gatos desde há milénios: nós cuidamos os gatos e eles caçam os ratos.
A colónia foi dizimada, por acção de gente estúpida e má, e logo começaram a aparecer os resultados: os sistemas eléctricos dos carros roídos pelos ratos.
Os gatos desta colónia são gatos felizes e saudáveis, alguns bem sociáveis: gostam imenso de festinhas apesar de sempre terem vivido na rua; e nunca conheceram veterinário, vacinas, rações especiais, etc. etc.. Comem o que há e é possível arranjar… cozido com massa. Às vezes comem ração que uma ou outra pessoa oferece.
Apesar desta utilidade, evidente, dos gatos de rua, todas estas “tratadoras”, amigas dos animais, se sujeitam a maus tratos e insultos, por parte de gente estúpida, que não quer que os animais sejam alimentados. Até a Polícia Municipal, paga com os nossos impostos, se apresenta a importunar estas pessoas, por tratarem os animais; e que prestam um serviço inestimável á comunidade, substituindo as instituições que deviam cuidar desse assunto, de forma organizada e esclarecida.

Mas este texto é para vos contar a “história” da gatinha Joana, sequestrada pelos carrascos da União Zoófila.
Por motivos que não vou relatar agora, desloquei-me à sede da União Zoófila, no dia 24 de Março e encontrei, por acaso, a gatinha Joana. Eu ia às cegas, à morada da U.Z. retirada da lista telefónica, com a intenção, mal amadurecida, de apadrinhar um cão e um gato, respondendo aos muitos apelos do site da U.Z.
A gatinha Joana estava para consulta.
É linda a Joana e eu disse-lhe isso!
A pessoa que a acompanhava logo informou que a gatinha tinha sido abandonada e que estava na U.Z. para adopção. Trocámos números de telefone e eu achei que ia ficar com a gatinha, apesar dos MUITOS condicionalismos e respectivas delongas na concretização da adopção, que não me agradaram.

No mesmo dia tentei saber os resultados dos testes da gatinha e como estava.
Então era assim: a gatinha é FIV e FeLV negativa, mas não podia ser vacinada porque não tinha peso suficiente. Logo: teria de ir para a “engorda”.
Achei que, se ia ficar com a gatinha, podia e DEVIA, tratar dela de imediato. Por isso tentei formalizar a adopção. Levantou-se um muro de impedimentos. Eu até podia adoptar um de vários outros gatos, mas não a Joana. Porquê? Porque a gatinha ainda não tinha sido esterilizada nem se sabia quando poderia sê-lo, devido ao baixo peso.
Como aconteceria com qualquer cidadão normal, que se preze, e que exija o respeito que lhe é devido pelos seus direitos e critérios, achei um absurdo. Se eu ia ficar com a gatinha porque não poderia cuidá-la e decidir da necessidade, ou não, de esterilização e quando fazê-la?

Entre ditos e desditos, desculpas esfarrapadas e histórias mal contadas, acabei concluindo que a gatinha estava sequestrada pelos carrascos da União Zoófila, de cujas mãos não poderia sair inteira, sem ser esterilizada, nem que isso comprometesse, definitivamente, as suas possibilidades de adopção, de ser socorrida; nem que isso comprometesse, comprometa, as suas hipóteses de sobrevivência.
A sobrevivência e o bem-estar da gatinha não interessam nada perante o “superior” objectivo de castrar e esterilizar.
Na União Zoófila, a palavra de ordem é: Esterilizar e castrar, a qualquer custo, a todo o custo, até à extinção total dos gatos.
O critério de quem adopta não interessa nada. Aquela gente da União Zoófila são semi-deuses, seres superiores, que se arvoram o direito de tratar com a mesma arrogância e desprezo, de maltratar, os animais que lhes caiam nas mãos e os vulgares seres humanos que se candidatem a adopções.
O Objectivo maior e absoluto é, segundo dizem: não deixar proliferar os gatos. A julgar pelo fanatismo, injustificado, com que me confrontei, eu acho que é: extinguir os gatos.
Essa gente odeia animais, de certeza!

Tentei de tudo para socorrer e resgatar a gatinha Joana, mas aquela gente da U.Z. quer transformá-la em “Joana D’Arc” e então disseram-me que tinha ido para uma FAT e que já tinha adoptantes… Tudo para que possa ser esterilizada antes de ser entregue para adopção.

FAT e adoptantes? Sei! Certamente tudo gente da mesma seita, inimigos dos animais, que colaboram e se submetem ao objectivo maior: esterilizar e castrar, a todo o custo, até à extinção total.

A União Zoófila tem cerca de 200 gatos em cativeiro, castrados e esterilizados, respectivamente, condenados à extinção. Nalguns casos, como acontece com a gatinha Joana, são estas exigências, absurdas e pérfidas, insultuosas para com quem quer adoptar, que comprometeram definitivamente as possibilidades de adopção.

A União Zoófila tem cerca de 200 gatos em cativeiro, castrados e esterilizados, respectivamente, condenados à extinção. Alguns deles, compreendendo o drama, irreversível em que estão e em que está a sua espécie, já optaram pelo suicídio: recusam-se a comer. Como eu os compreendo!

A União Zoófila tem cerca de 200 gatos em cativeiro, castrados e esterilizados, respectivamente, condenados à extinção, em situação que contrasta, flagrantemente, com a felicidade dos gatos de rua que conheço.

A União Zoófila tem cerca de 200 gatos em cativeiro, castrados e esterilizados, respectivamente, condenados à extinção; e eu pergunto-me o quanto não poderiam todos estes gatos fazer de útil, pela desratização da cidade, se integrados em colónias de rua, com alguém que os cuidasse e vigiasse… e o quanto isso não os faria mais felizes.

Certamente não seria o caso da gatinha Joana, tão frágil e descrita no site da U.Z. como raquítica. O caso da gatinha Joana, que até pode nunca necessitar ou justificar esterilização, serve só para ilustrar os objectivos fundamentalistas, obcecados e totalitários de esterilização e castração, de extinção, aplicados cegamente e levados ao extremo sem olhar a consequências.
Foi a minha experiência com este caso da gatinha Joana que me fez acordar para esta realidade, perceber esta realidade da exterminação, metódica e programada, fanática, dos gatos.

Há mais gente, por aí, empenhada na esterilização e extermínio dos gatos de rua, sem olhar a consequências. Até fazem campanhas de angariação de donativos… Se os encontrar, recuse ajudar e denuncie este propósito pérfido de extinguir os gatos.
Não há gatos de rua a mais! Bem pelo contrário; continuamos a tropeçar, em pleno dia, em ratazanas do tamanho de coelhos, aí pelas ruas da cidade.
Ratos pela cidade? Usam-se venenos porque as respectivas fábricas necessitam de vender e aquela gente da Câmara “necessita” de fazer umas negociatas…

Ratos pela cidade a ponto de tropeçarmos neles em pleno dia? Usam-se venenos! Perigosos para pessoas, para os animais domésticos e para o ambiente? Não importa! É necessário fazer umas negociatas e as fábricas de venenos precisam de os vender e espalhar por aí…

Por tudo isto, o meu conselho é: se quiser socorrer algum gato abandonado, tente encontrar-lhe uma colónia de gatos de rua onde possa integrar-se, que ele tem possibilidades de ser muito mais feliz, e útil, do que se cair nas mãos dos carrascos da U.Z. e seus voluntários. Sobretudo salve-o dessa gente.

Quanto aos animais sequestrados pela U.Z. não adianta tentar socorrê-los. Numa boa parte dos casos essa gente já destruiu as possibilidades desses animais; mas mesmo que não seja o caso, você tem de se dispor a ser humilhado e maltratado para socorrer um animal desses; e mesmo assim só depois de o bicho ter sido “mutilado”, independentemente do seu critério.
Você percebe! O humano comum não tem nada que ter critérios! Eles é que sabem, são doutra espécie, são donos e senhores absolutos dos animais e até são “donos” de quem tenha a veleidade de se candidatar à adopção de algum animal! Se estão empenhados numa cruzada pelo extermínio dos gatos, esse objectivo deve ser colocado acima de tudo, contra tudo e contra todos, se necessário for.

Fiz tudo, os possíveis e os impossíveis, para socorrer a gatinha Joana. Nada adiantou. Está sequestrada nas mãos daqueles carrascos que não a largarão sem esterilização, nem que isso implique que ela morra antes.

"A grandeza duma Nação e o seu progresso moral podem ser avaliados pela maneira como os seus animais são tratados"
Mahatma Gandhi


Pois… Se até as pessoas são tratadas abaixo de cão, não surpreende que, nalguns casos, seja isso mesmo que têm para “partilhar” com os animais.

2008/02/25

O Direito À Ignorância

Publicado também em Biranta.

O "Direito à Ignorância" não está consagrado na Declaração Universal dos Direitos do Homem, mas há quem o reivindique… e o use.
Na Declaração Universal dos Direitos do Homem, está consagrado, isso sim, o Direito à Educação, ao saber; e até de participar no progresso científico, imagine-se!
Quanto ao direito à ignorância, nada!
E, para “nós” que até somos capazes de nos sacrificar e prejudicar por defender o direito ao saber, ao conhecimento, à instrução e à informação, é um choque a reivindicação do “Direito à Ignorância”. Até porque a ignorância está muito associada à miséria e agrava a miséria.
Como os tempos mudam...
Mas há, entre nós, em abundância, quem reivindique o “direito à ignorância”. Actualmente eu colocaria à cabeça dessa lista o PGR, Pinto Monteiro.
Na sua última grande entrevista, ao Sol, o PGR, para além de cair em frequentes contradições, como, aliás, tem acontecido também com a sua actuação, volta a afirmar, referindo-se a uma violação grosseira da lei: as escutas ilegais: “Como é que vou lidar com isso? Não sei! Como vou controlar isto? Não sei!”
Mas não é de agora que este PGR afirma a sua ignorância ou, se preferirem (eu prefiro), reivindica o Direito à Ignorância… que não deve ter (o direito, é claro).
Quando se colocou a questão da substituição do estafermo que o antecedeu e o seu nome apareceu como nomeável, também havia uma última entrevista em que afirmara: “A justiça funciona mal mas empolaram de tal forma o funcionamento mau da justiça, com o apoio de toda a gente, que não sei como é que vão descalçar esta bota”.
A propósito eu escrevi: "Então o Sr. Dr. Juiz Conselheiro “não sabe como vão descalçar a bota” e eles vão a correr enfiar-lha?"
Entretanto, quando o “Apito Dourado” aqueceu com a publicação do Livro de Carolina Salgado, o PGR, Pinto Monteiro, voltou a reivindicar o seu “direito à ignorância” manifestando-se surpreendido e indignado (acho que foram esses os termos usados) com esta notícia:
“Os vários magistrados do processo ‘Apito Dourado’ foram submetidos, durante meses a fio, em 2004 e 2005, à vigilância de detectives privados, visando a sua vida privada e familiar, incluindo a orientação sexual. Carlos Teixeira, procurador titular do ‘Apito Dourado’, foi o mais visado, chegando a ser perseguido durante a noite à saída do Tribunal de Gondomar. As vigilâncias incluíram dirigentes e inspectores da PJ, além de funcionários judiciais, para tentar condicionar e obstruir a acção dos profissionais da Justiça.
Segundo a notícia, as vigilâncias e perseguições tiveram a participação de elementos ligados à DINFO (antiga Secreta militar) e de um antigo inspector-chefe da Polícia Judiciária...
As perseguições só acabaram quando Pinto Nogueira, que era coordenador do ‘Apito Dourado’, sendo agora o procurador distrital da República no Porto, denunciou então tal situação numa entrevista ao ‘DN’, mas as vigilâncias terão continuado”.
Mas a notícia já tinha sido notícia, como a mesma refere: As perseguições só acabaram quando Pinto Nogueira, que era coordenador do ‘Apito Dourado’ denunciou então tal situação numa entrevista ao ‘DN’… Notícia de que, aliás, até eu me lembro e não trabalho na Justiça…
Mas o PGR, "profissional" da Justiça, não sabia de nada…
O mais grave é que, pelos vistos, continua a “não saber de nada”, na mesma linha da sua reivindicação do “Direito à Ignorância” uma vez que “o caso” envolve crimes graves sem que haja notícias de que tenham sido devidamente apurados, registados (toda a gente sabe quem os cometeu e como) e punidos…
Sempre achei que Pinto Monteiro foi escolhido devido a esta sua característica; pelos visto ele, PGR, também sabe disso e faz questão de se reafirmar, para sossegar as muitas consciências pesadas que por aí se pavoneiam… Assim só lhes pesa a consciência, mas sabem que não correm o risco de lhes pesar a Justiça...
Não é só Pinto Monteiro que reivindica o “Direito à Ignorância”
No verão de 2003, apareceu, na NET (depois de ter sido enviado a várias entidades e à Comunicação Social) uma coisa que se convencionou designar por “Relatório do GOVD”, publicado num site com o nome de “Muito Mentiroso”. Para além de desmascarar aquela conspiração monstruosa que dá pelo nome de “Processo Casa Pia”, o documento faz referência a uma situação antiga, escabrosa, muito grave, que toda a gente conhece: o tráfico de Droga dentro da Polícia Judiciária e não só.
Levantou-se um coro de hipocrisia e de covardia para denegrir o documento que nunca foi devidamente investigado, apesar de ter sido enviado à PGR, fundamentando uma denúncia ASSINADA.
A PGR ignorou e mandou perseguir quem assinava a denúncia. Mas do então PGR não se esperaria outra coisa.
Mais recentemente, em 2007-08-03, novamente uma notícia que começa assim:
“Um dossier explosivo, destinado à Procuradoria-Geral da República e a que o CM teve acesso, descreve práticas ilegais e dezenas de crimes cometidos por responsáveis no combate ao tráfico de droga da Polícia Judiciária longo dos anos. Denúncias concretas de corrupção, utilização de agentes provocadores nas operações encobertas, pagamentos em droga aos informadores, apropriação de dinheiro do tráfico e droga vendida a traficantes.A quantidade exacta de cada apreensão "não é pública", pode ler-se na denúncia, "pois [nomes concretos] declaram sempre uma quantidade menor e a diferença é vendida em Madrid por um agente infiltrado, `X'. Após a venda, o dinheiro da droga é distribuído por [...]", todos eles elementos da Direcção Central de Investigação ao Tráfico de Estupefacientes (DCITE).O autor da denúncia, que diz ser "inspector da DCITE", nomeia e acusa 2 7 colegas por corrupção e envolvimento no tráfico e identifica as 27 embarcações que fazem transporte de droga na costa, com conivência da PJ.Os agentes infiltrados nomeados na denúncia são 28, detidos, indiciados ou ex-condenados. E entre eles estão Y. e Z., velhos conhecidos da PJ e referenciados durante anos como dos maiores traficantes da península ibérica. Z. foi recentemente absolvido num processo e, disse ao CM o seu advogado, já está em Espanha, "de férias e a tratar de negócios".
Nota: Como é óbvio, este Z referidos no texto é Franclim, ou Franklim, Lobo, cujo “processo de absolvição já é do tempo de Pinto Monteiro… Se lhe perguntarem dirá que "Não sabia de nada!"
Mas o PGR continua a não saber de nada.
É mais um escândalo, tratado em surdina, para nascer e morrer nas páginas dos jornais, porque “ELES” TEIMAM EM REIVINDICAR O Direito à Ignorância…
Pior: O Director Nacional da PJ sabe (o assunto não é novo, existem várias denúncias, afirma) mas vê com distanciamento… as denúncias de coisas que toda a gente sabe mas de cujas ninguém quer falar; será que também está implicado? Ou tem medo? Medo de quê?
E o então Ministro da Justiça, Alberto Costa, também achou por bem reivindicar o seu Direito à Ignorância” e não saber de nada…
São apenas alguns exemplos de reivindicações do “Direito à Ignorância”, que é uma prática generalizadamente adoptada pelos titulares de cargos públicos, quando se querem esquivar às suas responsabilidades, com consequências gravíssimas para a sociedade e que destroem o Estado de Direito.
Prometo voltar ao assunto que dá “pano para mangas”

2008/02/03

Questões de Moral.

“Questões de Moral” é o nome dum programa radiofónico transmitido pela antena 2 da RDP, da autoria de Joel Costa, que pode ser ouvido, “online”, AQUI.

Ouço pouco rádio e não vejo televisão, de propósito. É a minha forma de boicote (uma delas) a todos esses “cachorros que não conhecem dono e mordem a mão que os alimenta”.
Convido-vos a adoptar uma atitude semelhante, pelos vossos próprios motivos é claro, e a fazê-lo saber.
Este intróito é só para explicar que não ouço o programa com regularidade. Contudo, a julgar pelo que apanhei, ocasionalmente, nas ondas hertzianas, é capaz de merecer nota positiva.
Mas não chega para compensar o padrão de comportamento das rádios e televisões, de veículos, quase exclusivos, da propaganda nazi, de tendenciosismo faccioso e enfeudado às ideias mais reaccionárias e perversas, porque destruidoras.
Não chega para compensar esse padrão de comportamento desses “cachorros que não conhecem dono e mordem a mão que os alimenta”.

Este programa não consegue fazer a diferença; aliás não faz qualquer diferença!
É mais um programa que nos deixa com aquela angústia permanente, a magicar tentando descobrir: “o que andaremos TODOS a fazer de errado, HÁ TANTO TEMPO, há décadas, há séculos (porque já Eça de Queiroz se fartou de “denunciar” e antes dele muitos outros), para que tudo continue na mesma, ou pior”.
Pior! Porque tudo piora todos os dias, fazendo a diferença, enquanto que estas denúncias inócuas, não fazem qualquer diferença.
Desportivismo a mais e empenho a menos?
Se quiserem formar a vossa própria opinião vão até ao site do link acima e ouçam.

Porém, as Questões de Moral que me preocupam, e ocupam este tempo, são outras!
Uma boa parte das pessoas da minha lista de links sabe quem sou e conhece-me há “muito” tempo. Também conhecem os meus escritos (todos já tiveram curiosidade de ler, alguma vez), como também sabem dos problemas que tenho enfrentado e da guerra actualmente aberta com essa gente.

Quem não tiver presente os diferentes episódios pode inteirar-se melhor AQUI, ou AQUI
Resumindo a história é assim:
Vivemos, actualmente, neste país e no Mundo, em constante ambiente conspirativo.
Lá fora, os pontos altos dessa conspiração global a que “assistimos” todos os dias, foram os atentados terroristas de 11 de Setembro, de 11 de Março, de 07 de Julho, respectivamente em Nova Iorque, em Madrid, em Londres, todos eles perpetrados pela CIA e cia, que são quem comanda e controla TODOS os terroristas, em todo o Mundo.
Mas nos casos a que faço referência não foram usados terroristas amadores, como acontece habitualmente noutras situações! Era muito arriscado!
Todos esses atentados, inseridos numa conspiração monstruosa, promovida pelo Bilderberg e pelos neo-cons com o objectivo de dominarem o Mundo, foram executados pelos diferentes serviços secretos, envolvendo outras instituições militares e paramilitares, com a conivência e cumplicidade de todos os que detém algum poder ou notoriedade.

Cá, o culminar dessa conspiração, o ponto alto do assalto ao controlo dos poderes, com a necessária e consequente desestruturação da sociedade e suas instituições, deu-se com o “Processo Casa Pia”.
Foram as minhas opiniões e a divulgação dos meandros escabrosos dessa conspiração que me valeram a perseguição a que faço referência neste texto.

Mas, não tenhamos ilusões! Enquanto “as criticas e denúncias”, as crónicas e outras “opiniões” não lograrem desmascarar completamente e de forma irreversível esses conspiradores malditos, o Mundo não pode melhorar, não há maneira de “Fazer a diferença, ou de fazer qualquer diferença”, as “coisas” irão continuar a piorar, todos os dias, como até agora tem acontecido.

Há muito tempo que não tenho disponibilidade para manter actualizados os meus blogues, mas não deixa de ser quase caricato que o que se justifica e impõe dizer agora seja exactamente o mesmo que dissemos no ano passado, no ano anterior, e no ano anterior ao anterior…
O que raio andaremos TODOS a fazer de errado?
“Desportivismo” a mais e empenho a menos?
Ou anda por aí muita gente confusa e confundida, que não distingue um boi dum palácio, como no caso dos apoios ao blog “Do Portugal Profundo”, que tem beneficiado duma enorme campanha de propaganda, nos OCS, e que até tem “protecção” da “justiça”, a mesma “justiça” que tanto me persegue?
Ou anda por aí muita gente a falar, falar, falar, para não dizer nada nem deixar que os outros digam, para desviar as atenções, com intenções traidoras?
Tudo isso é possível.

Para garantir o triunfo da conspiração é preciso garantir o controlo até de quem está contra (ou diz estar contra).
Afinal, parece que sou eu, principalmente, quem consegue fazer “diferença” a ponto de merecer uma acérrima perseguição.

Já chega de “entretantos”; vamos aos “finalmentes”:

Como todos sabem, criei o blog Remédios Caseiros com o objectivo de contribuir decisivamente para que a NET não seja SÓ uma selva, PAGA POR TODOS NÓS.
O objectivo foi conseguido a julgar pelo impacto e interesse gerado pelo blog e seu conteúdo.
Mas isso também não conseguiu fazer qualquer diferença, quanto ao essencial: a atitude de quem manda e decide, para com os cidadãos de bem e seus direitos.
A tal ponto que decidi apagar uma boa parte dos textos que estavam publicados, devido às inúmeras dificuldades e problemas que essa perseguição me tem criado nos acessos à NET.
Apaguei uns textos e não cheguei a publicar vários outros que tinha planeados e que respondiam a buscas dos leitores.

Antes disso já tinha apelado a que os utilizadores boicotassem os pagamentos das facturas da ligação à NET, única forma eficiente de chamar essa gente à realidade.
Esse meu blog, Remédios Caseiros, tinha uma média diária de visitas da ordem das duas mil e oitocentas, segundo os contadores. E ainda havia gente que se queixava de só lá chegar depois de vários meses de utilização dos motores de busca sem encontrar o que procurava: isto é: apesar do boicote nas listagens de busca.

Agora, as visitas diárias ao blog (a maioria vinda pelos motores de busca, como antigamente) desceram para cerca de mil. Donde se conclui que existem, diariamente, cerca de 2 mil pessoas que não encontram o que procuram. É muita gente! São cerca de 60 mil pessoas por mês…São 60 mil pessoas que pagam para ter acesso à NET, mas que não têm acesso aos conteúdos que lhes interessam porque “essa gente” acha que tem o direito de se apropriar do dinheiro do cidadão comum; que o cidadão tem obrigação de os sustentar, mesmo sem ter qualquer benefício do dinheiro que lhes paga.
Acham que os cidadãos têm que os sustentar para serem intoxicados com publicidade, assediados com propostas vigaristas, vigarizados, enganados, molestados com vírus e outras porcarias que impedem o bom funcionamento dos computadores, etc., etc., etc.

Tudo isso, que é perverso, mau e prejudicial, pode existir na NET e o cidadão deve pagar, para ser molestado e assediado, importunado, vigarizado. Conteúdos que interessam a uma grande quantidade de utilizadores, que contribuem para ajudar as pessoas, de cujos se possa tirar benefícios, não importa se existem ou não.
Se houver por aí algum papalvo, ou alguns papalvos que os disponibilizem, mesmo que com enormes sacrifícios, para benefício e lucro dessa gente, muito bem, óptimo. Mas como os papalvos, felizmente, são uma raça em vias de extinção, a NET ameaça ser um deserto, no que concerne aos conteúdos mais importantes e úteis.
Os papalvos estão em vias de extinção; restam alguns palermas que fornecem conteúdos que não interessam a ninguém e que fornecem também as visitas - nos quais me incluo.
Mas também não há problema, pelo facto de os conteúdos não existirem... desde que os utilizadores continuem a pagar…

Num outro blog que criem recentemente, “Plantas e Características”, também para responder a uma lacuna informativa com que me deparei, eu “queixei-me”, há pouco, da falta de informação, na NET, acerca de coisas tão importantes e úteis.~
Em boa verdade nunca se pode concluir isso, porque os conteúdos podem existir sem que os motores de busca no-los mostrem. Mas, se não existem, é evidente que PODEM existir, que há condições para que existam e gente capaz de assegurar que existam.

Não sei o que se irá passar a seguir mas, seja o que for, esta batalha eu já venci. “Eles” nunca o irão perceber e eu também não vou explicar, mas venci!
Pena é que não esteja nas minhas mãos vencer esta fase da guerra...

Essa gente continua convencida de que detém a posse do Mundo e de todos os seus recursos e habitantes. Até Quando?

2008/01/17

Os Animais Falam?





Battle at Kruger. Buffalo survives Lion attack


Fábula que se preze começa assim: “No tempo em que os animais falavam…”

No final deste texto talvez estejamos aptos a corrigir “o dito” para: “No tempo em que os homens ainda tinham capacidade para perceber a fala dos animais…”;



e a concluir que, nesse tempo, éramos muito mais civilizados e evoluídos, como os animais ainda demonstram ser.

Vejam, com atenção, este vídeo, cujo endereço é: (http://www.youtube.com/watch?v=LU8DDYz68kM).






É incrível! Fantástico!

Depois da análise que se segue, ponderando os aspectos mais relevantes e fantásticos desse vídeo; vejam se eu não tenho razão, sobretudo quanto à “MORAL DA HISTÓRIA”

Vou deixar aqui a descrição da “história do vídeo”, pode haver quem não tenha condições para ver; ou para o caso de o link deixar de existir (e o meu texto ficaria “vazio”, como já aconteceu outras vezes).

Um grupo de turistas de visita ao “KRUGER National Park”, na África do Sul. Um dos turistas tem uma câmara de vídeo e filma as imagens do vídeo.

No início das imagens vê-se um búfalo, caminhando. Depois percebe-se que é seguido por outros búfalos e vêem-se mais búfalos pastando. Percebe-se que o búfalo visto inicialmente, caminha à beira de água (lago, represa…) integrado num grupo de 4 búfalos, que seguem como se escoltassem uma cria: Dois dos búfalos seguem à frente, depois a cria e seguem-se os outros dois búfalos.
Mais adiante, no caminho deste grupo de búfalos, vêem-se vários leões por ali deitados.
Quando os leões percebem a aproximação do grupo de búfalos, “colam-se” ao chão e juntam-se uns aos outros, de modo a se confundirem com uma elevação de terreno, com erva seca; camuflados, emboscados, de tocaia. Parecem, sobretudo, não querer deixar perceber quantos são.

Os búfalos avançam, o “batedor” (o da frente) perscruta o horizonte e o que se segue observa a vegetação, como que para prevenir “surpresas”. Finalmente o primeiro búfalo percebe os leões, mas não distingue quantos são e faz menção de prosseguir, contornando a água; ou então vira-se para observar melhor com a sua excelente visão periférica. Quando vê bem quantos leões são, foge, pelo mesmo caminho donde vinham, e com ele todo o grupo dos búfalos, mas mantendo “a escolta” da cria: os 2 búfalos da frente vão agora atrás, depois a cria e à frente os dois búfalos que vinham atrás.
Uma leoa ultrapassa os 2 búfalos de trás e ataca a cria, caindo ambas (cria e leoa) na água. A cria parece resvalar com a inclinação do terreno, mesmo antes de ser atacada, ou então pressentiu o perigo, percebeu a aproximação da leoa, e estava a tentar desviar-se.

Dentro d’água, a mesma leoa trata de tentar asfixiar a cria, fechando-lhe a boca, enquanto esta se debate e berra. Todo o grupo dos leões (no total é possível contar 8 leões, na retirada) vem ajudar, tentando tirar a cria da água, mas sem deixar de a asfixiar.
Cerca de 36 segundos depois da cria ser atacada, o guia começa a dizer, para o grupo de turistas, que os búfalos vêm ajudar a cria. Como não se vêem imagens (só da luta entre a cria e os leões) não se percebe se os búfalos já estavam a caminho, ou se o guia fala por experiência.
A tentativa dos leões asfixiarem a cria, dentro d’água, sem a perderem, dura uns longos 83 segundos, até que aparece um crocodilo a tentar ficar com a cria, prejudicando a tarefa de a asfixiar…
Segue-se uma disputa entre leões e crocodilo, com a cria de búfalo pelo meio. O crocodilo a abocanhar a cria puxando-a para dentro d’água e os leões puxando-a para fora, ajudados pela cria que sabe ter mais chances em terra.
Os leões vencem e a cria é retirada da água. Esta luta dura cerca de 43 segundos.
No total, passaram cerca de 2 minutos desde que a cria caíu à água.
Cerca de 18 segundos depois vêem-se os búfalos caminhando, apressados, em fila cerrada, como se fossem um exército, em direcção aos leões que têm a cria. Hesitam uns breves instantes a alguma distância mas logo ganham ânimo e avançam, em passo de corrida, para os leões, cercando-os em 19 segundos. Um dos leões foge imediatamente. Perdeu o apetite com a aproximação dos búfalos.

Seguem-se uns 22 segundos de manobras desestabilizadoras, por parte dos búfalos e de “hesitação” até que um dos búfalos se decide e numa de “porcaria de leões, vamos lá a acabar com isto” ataca um dos leões, que estava mais a jeito (suerguido nas patas dianteiras), dando-lhe patadas com as patas dianteiras. O leão foge e é perseguido pelo búfalo que, no entanto, desiste e volta para junto da manada. No grupo de turistas ouve-se alguém repetir, várias vezes, espantado: “they kick them! they kick them!” (Eles dão-lhes pontapés)
Mais uns longos 37 segundos de “manobras desestabilizadoras” e hesitação dos búfalos, com agitação constante entre eles, e novamente um búfalo se decide e ataca um outro leão (este estava agachado e tudo) fazendo-o voar a uns bons 2 metros de altura. O búfalo parece ser o mesmo do primeiro ataque, a julgar pelo local donde surge nas imagens.
Mais um leão que foge. Este é perseguido por um outro búfalo que sai da manada, logo seguido de vários outros, em grande quantidade. Mas ouvem-se berros e há movimentações entre os búfalos, a chamar a manada para o “seu objectivo”. Estes voltam a juntar-se, em cerca de 22 segundos, cercando os leões que restaram e que ainda têm a cria.
Quando a manada se reaproxima, a cria debate-se e tenta levantar-se, mas há 3 ou 4 leões que a mordem e procuram mantê-la. A cria consegue ficar de pé em cerca de 13 segundos.
Enquanto a cria se tenta libertar dos leões que insistem em mordê-la e prendê-la, a agitação na manada dos búfalos aumenta e há uns 6 ou 7 búfalos que vêm em seu auxílio, ajudando-a a libertar-se dos leões, ameaçando-os e obrigando-os a largá-la.
Um dos búfalos dá um encontrão na cria, com o focinho, para obrigar um leão (o único que ainda a mordia) a largá-la e depois dá outro encontrão, na cria, empurrando-a para dentro da manada e metendo o focinho entre a cria e os leões que restam. A cria “desaparece”, rapidamente, no meio da manada.

Mas a manada não desmobiliza e continua a cercar os leões que agora estão agachados, colados ao terreno, com medo de serem atacados (foto acima).
Os leões acabam por fugir todos, um a um, e as imagens terminam.
Segundo a estimativa do guia serão mais de cem búfalos.

Depois de ver este vídeo fantástico só podemos concluir que “os animais falam!”

É preciso uma forma de comunicação elaborada e MUITO eficiente para juntar uma manada de búfalos, que se encontravam dispersos, a pastar, em cerca de 2 minutos, explicando o objectivo e o comportamento a adoptar.
Vocês não me acreditam? Experimentem ter um problema grave ou conhecer alguém que tenha, e desloquem-se a um local muito frequentado tentando juntar cem pessoas para ajudar. Provavelmente nem sequer o conseguirão; mas o que é garantido é que não o conseguem em 2 minutos, fazendo essas pessoas se comportarem como um “corpo disciplinado”, como um exército.

E reparem que eu falo em cem pessoas; não a totalidade (ou quase totalidade) como no caso da manada.


É preciso uma forma de comunicação elaborada e MUITO eficiente para contrariar os instintos da manada e fazê-la retroceder, quando a maioria dos búfalos se afastava correndo, um após o outro (como é normal), seguindo os que perseguiam um leão.

Os búfalos demonstram, aqui, serem muito mais civilizados e evoluídos do que as pessoas.

Os búfalos socorrem as suas crias, nós não conseguimos socorrer as nossas crianças.













Os búfalos enfrentam um magote de predadores e salvam as suas crias das garras das feras, nós abandonamos as nossas crianças à mercê de monstros (que nos governam e infestam as nossas instituições) deixando-as sujeitas a padecerem horrores inimagináveis.

















(Só dois exemplos! Caso contrário o espaço não chegava)


E eu pergunto:
Quando foi que a humanidade, no seu processo evolutivo, começou a retroceder a ponto de chegar ao actual estado de descalabro?
E, como não se percebe ninguém capaz de dar a resposta exacta, aqui vai:
Desde que se implementou o monopólio da propaganda nazi, que os nazis nem sequer tiveram necessidade de “inventar” porque existiu muito antes deles;
Desde que se praticam, de dentro das instituições e poderes, as conspirações mais monstruosas e aberrantes, em total impunidade.

A humanidade irá pagar um pesado preço (já está a pagar) pelo facto de consentir o ser dominada e estar sequestrada por essa escumalha maldita, esses monstros, que dominam e destroem o Mundo.

2008/01/07

O Caso da Joana!



Neste Ano que começa não esqueçamos as nossas crianças.

Principalmente aquelas que "desapareceram" com a conivência da "Justiça" a todos os níveis.


Um blogue a não perder de vista:
JOANA ISABEL CIPRIANO GUERREIRO,



Enquanto estes casos forem possíveis todos os pais têm motivos para viver em constante sobressalto.

2008/01/05

Afinal, Quantos São?

É Verão e está calor!
O Cenário é uma paragem de autocarro. É, mais exactamente, a paragem de autocarros junto ao Centro Cultural de Belém, em Lisboa (C.C.B.).
É fim-de-semana (sábado, ou domingo, não me lembro bem). Está um homem sentado no muro, balançando as pernas, com ar de “tou nem aí!” e há mais duas pessoas na paragem, esperando transporte. Uma delas sou eu!

Uma dessas pessoas, a que chegou depois, perguntou se os autocarros estavam a circular, se já tinha passado algum. E esclareceu o motivo da pergunta: quando há “acontecimento” social em frente ao palácio de Belém: parada, manifestação, etc. a circulação dos autocarros é suspensa, às vezes durante muitas horas, sem que as pessoas sejam avisadas; isto é: sem que sejam colocados quaisquer avisos nas respectivas paragens. E acrescentou: “As pessoas que moram aqui e que viajam de autocarro são umas sacrificadas. Ninguém tem respeito por nós! “Eles” querem lá o dinheiro e pronto! Pagamos mas não temos direitos!”

Têm respeito, não têm respeito, a conversa continuou com os relatos de alguns exemplos, vividos por cada uma dessas pessoas, da falta de respeito, “deles”, pelos cidadãos e seus direitos.

Mas quem é essa gente que ocupa os altos cargos da sociedade e que não tem respeito pelos cidadãos? Que tipo de gente?
Mais exemplos e casos vieram à conversa até que, a dada altura, esta história:

É como o caso dum indivíduo que mora ali (fez sinal, com a cabeça, na direcção da zona habitacional); agora está no estrangeiro. Vai muitas vezes ao estrangeiro. Tem 42 anos e é um grande traficante de droga, do pior que há.
É filho dum juiz; mas não é um juiz qualquer, é dos importantes. Quando a polícia vem procurá-lo, para o prender, o pai é informado previamente e avisa-o. Ele fecha-se em casa e não abre a porta a ninguém. É o que o pai lhe diz para fazer. Ou então vai para casa da mãe. E pronto! Continua por aí a fazer o que quer, impunemente, a traficar droga, a desgraçar a vida de tanta gente, e ninguém lhe toca, ninguém o prende porque é filho do juiz… É uma pouca vergonha!”

Neste texto, podemos encontrar as seguintes passagens:

Há meses, um profissional das “Forças da Ordem”, comentava, falando com conhecidos, perto dum vendedor, na “Feira do Relógio”, em Lisboa, que “o traficante de droga mais arrogante, pérfido e perigoso que conhece é filho dum juiz e “usa” o cargo do pai para se garantir impunidade. O facto é do conhecimento de todos e, por isso, conta com a passividade das polícias que têm de fazer “vista grossa” aos seus crimes”.

Há tempo, em conversa com um jornalista que tinha feito umas matérias sobre toxicodependência, este relatou que foi procurado, em casa, por um juiz, dum tribunal superior, que lhe relatou, com nomes (e quase com lágrimas nos olhos), ter conhecimento de várias figuras importantes do País, ligadas ao tráfico de droga, incluindo juízes, também eles de tribunais superiores. Porém o “facto” não foi objecto de notícia nem de denúncia, porque o Juiz não se quis assumir (não tem essa obrigação, como juiz… os cidadãos é que têm…) e o jornalista “não tem provas”. Estava fresca, na memória de todos, a condenação do jornalista Manso Preto…

Neste outro texto, encontramos isto:

(Assassinato dum jovem de cor, por um grupo de “skin heads”, no Bairro Alto)

Segundo esta versão, a briga terá envolvido vários “skin heads” e também vários jovens de cor.
Enquanto que o grosso do grupo dos “skin heads” “jogava à estalada” com o grosso do grupo dos indivíduos de cor, dois dos “skin heads” isolaram um jovem de cor, arrancaram um poste da calçada e assassinaram-no, fugindo, de seguida.
Como o “arraial” de estalada continuava, a polícia chegou e prendeu os que brigavam, acusando-os de crime.
Sucede porém que um dos assassinos é filho dum juiz, que o mandou para o Brasil, no dia seguinte, juntamente com o “amigo” e co-autor do crime, enquanto que os restantes eram presos e enfrentavam a acusação… pela qual foram condenados a cumprir pena de prisão

Portanto, recapitulando:

- Indivíduo de 42 anos que mora perto do C.C.B. e trafica droga; filho de Juiz…;
- Fulano, conhecido das forças da ordem como traficante de droga, do pior que há, mas que beneficia da respectiva complacência (ninguém lhe toca) porque é filho dum juiz…;
- “Skin head” envolvido no assassinato dum jovem de cor, a quem o pai, Juiz, garantiu uma viagem para o Brasil, no dia seguinte, para escapar à acusação e à prisão, deixando os comparsas a braços com a condenação…

É o mesmo “filho”, do mesmo juiz, ou são vários filhos de vários juízes? Afinal quantos são?


Juízes e outras figuras importantes (figurões) conhecidos pelos seus pares (os juízes) como envolvidos com a alta criminalidade e o tráfico de droga, provocando nalguns dos seus pares, frustração, revolta, indignação, angústia… quantos são?

Afinal, quantos são?

Como é que a justiça não há-de estar em crise? Como podemos nos admirar com a enorme quantidade de sentenças aberrantes, protegendo criminosos e perseguindo e prendendo inocentes e pessoas de bem?

E diz o outro (o P.G.R.) que não sabe como resolver os problemas da justiça… Pois não! Compactuando com situações escabrosas assim, é impossível.

É caso para dizer: - As coisas que ele não sabe, apesar de toda a gente saber.

2008/01/03

Aconteceu!

Ontem "ACONTECEU" que este blogue esteve bloqueado, para mim: não podia escrever nele.
Daí eu ter escrito isto, em "Remédios Caseiros".

Como a questão está (ainda) muito mal compreendida, decidi passar para aqui duas respostas: a um comentário e a um email.

..../..../....
Tina!
Agradeço o seu empenho!
Mas você está a ver mal a questão!

O problema não se resolve telefonando, até porque a chamada é atendida por um(a) simples "operador(a) de call center" que tem mais é que lhe arranjar uma desculpa qualquer; é a função destes.
Ainda assim, telefonar também ajuda, porque agita, mais pessoas têm conhecimento deste assunto...

O problema resolve-se enviando um email para a empresa (qualquer destas empresas em qualquer parte do Mundo) informando que se vai suspender o pagamento; indicando os motivos e enviando um link para o texto respectivo.
Se muitas pessoas fizerem isso o problema resolve-se e resolve-se em menos de 3 tempos, posso garantir. Basta que metade das pessoas que aqui vêm sejam suficientemente pessoas para o fazerem, mas você não deixe para os outros, porque todos não somos demais.

Eles têm como resolver o problema mas, é claro, vão dizer e jurar que não, coitadinhos, não sabem de nada. Só que isto é uma questão da sociedade, coitadinhos não são para aqui chamados, nem existem entre essa gente.

A questão é esta: você (qualquer pessoa) paga uma ligação à NET (ADSL), que lhe permite aceder aos conteúdos. A Empresa a quem você paga, paga aos fornecedores de conteúdos (os donos dos servidores onde nós alojamos os sites, blogues, etc.), pelos seus acessos.

Para eles tanto faz que os conteúdos existam ou não, desde que você continue e pagar, como eles acham que deve pagar.
É esta lógica que terá de se inverter.

Este boicote não acarreta perigo ou prejuízo, para quem o adopte, superior ao prejuízo que advém da situação actual. Além disso, as pessoas menos clarividentes podem sempre pagar só ao 3º ou 4º aviso, com ameaça de tribunal e penhora, o que já representa um enorme problema para estas empresas. E esse é apenas um dos problemas que enfrentam.

Quanto à capacidade ou possibilidade deles de resolverem o problema não se preocupe: são eles que recebem o seu dinheiro, o problema é deles, eles que resolvam (eles podem resolver, asseguro-lhe com absoluta certeza, embora digam e jurem que não).

Agora se as pessoas se comovem com as desculpas esfarrapadas e com as "dificuldades" deles, nada feito.
A ideia é que todos os fornecedores de ligações se vejam obrigados a "transferir" o boicote para os fornecedores de conteúdos, porque esses "podem" tudo (o que quiserem, é claro; a questão é "obrigá-los" a querer)

..../..../....

Você também pode fazer muita coisa! Puxe pela imaginação.

Não sei a que chama Internet gratis mas, ao menos, você paga uma factura de linha telefónica ou equivalente.
Pois saiba que, se você acede à Internet através desse serviço, eles terão de pagar aos "fornecedores de conteúdos" os seus acessos. É aí que está o cerne da questão e a justificação para o boicote.

Além disso, você certamente conhece muita gente que pode boicotar também e que necessita de conhecer a existência do blogue. Ainda pode fazer umas folhinhas, manuscritas até se for necessário, a divulgar a existência deste blogue.
Também pode escrever (enviar email) para o google a reclamar da situação e a manifestar intenção de boicotar (evitar a todo o custo os acessos ao portal), etc.

Tanta coisa que se pode fazer. Ficar quieto e calado é que não dá.
Essa gente não pára se não for travada pelos "pagantes".
..../....

2007/12/22

A MARIA MERECE???

Dizem as más-línguas, que o Palácio das Necessidades (Ministério dos Negócios Estrangeiros) é um “Paraíso” Gay.

“Dizem as más-línguas” não é o termo mais correcto. Todas as pessoas que têm conhecimento directo do assunto, ou que conhecem alguém que conheça, sabem que é assim. Portanto, o correcto será dizer: “Dizem as más-línguas”, ou as “fontes bem informadas”, decida o leitor. Agrada-se a “todos os gostos” e sensibilidades…

Dizem as más-línguas, ou as fontes bem informadas, conforme se preferir, que o Embaixador Jorge Ritto foi “escolhido”, como bode expiatório, para aquela conspiração monstruosa que é o “Processo Casa Pia”, mas que podia ter sido qualquer outro Embaixador de entre muitos que reúnem as mesmas características, antecedentes semelhantes, etc.,

Levando a conversa à laia de “má-língua” a questão quase parece trivial, de tão habituados que estamos a escândalos e situações escabrosas. Mas uma situação assim nada tem de trivial.
A incidência de gays, (ou paneleiros, se se preferir) na sociedade portuguesa, não atinge, nem de perto nem de longe, o nível generalizado que atinge entre o pessoal do Palácio das Necessidades; e não é só entre os diplomatas.
Portanto, temos de concluir que, para se chegar a uma tal situação, foi necessário muito compadrio e tráfico de influências, muito favorecimento de clã, muita descriminação e exclusão dos heterossexuais, muita troca de vantagens profissionais por “favores” sexuais; quiçá assédio, etc., etc., etc..

É óbvio que ali, no Palácio das Necessidades (Ministério dos Negócios Estrangeiros) generalizou-se a convicção de que ser gay, homossexual, paneleiro, o que se quiser usar como designação, é bom para a carreira. E, repito, não é só entre o pessoal diplomático…
Uma situação assim foi construída ao longo de muitos anos, com muitos abusos e prepotências, muitos “desvios”; foi imposta pelos altos cargos, por quem decide e por quem manda, e é impossível que ninguém tenha dado por nada, que ninguém se tenha queixado, denunciado...

Sou contra todo o tipo de descriminações ou racismo. Mas também já vi muito racista, mais racista do que todos os racistas, a ter atitudes racistas ao mesmo tempo que se queixam do racismo.
Nesta situação, do Palácio das Necessidades, é óbvio que os gays são favorecidos, "descriminados” positivamente e existe descriminação negativa (e exclusão)… dos heterossexuais. Ou então quem quiser progredir na carreira diplomática vê-se forçado a “alinhar”…

Dizem as más-línguas, ou as fontes bem informadas, conforme se preferir, que, de entre os “Bem-Aventurados” desse “Paraíso”, alguns há que, mais sensíveis a essa coisa das convenções sociais e das “boas” aparências, são casados e têm filhos.

Sim porque “ser casado” também é bom para a carreira diplomática. Evita muito constrangimento e salvaguarda, nem que seja no mínimo, as aparências.
Imaginem o que não seria um país conhecido nos meios diplomáticos internacionais como tendo um corpo diplomático constituído exclusivamente por gays, assumidos.

Assim do estilo: “É Embaixador de Portugal? Então é paneleiro, com certeza!”

Não será muito diferente a actual situação visto que, nesses meios, tudo se sabe. Nós é que já estamos habituados a fazer “papel de corno”… Somos sempre os últimos a saber!


Os que fazem o sacrifício de manter casamentos de conveniência, são os que querem todas as vantagens: são gays porque é bom para a carreira (agrada aos chefes e é essencial para ser admitido no meio) e são casados porque também é bom para a carreira: salvaguarda as aparências e evita constrangimentos excessivos.

A “participação” do embaixador Jorge Ritto no “Processo Casa Pia” também foi “muito conveniente” para salvaguardar as aparências, externamente. Sabendo-se a elevada incidência de paneleiros no corpo diplomático português, nada mais natural do que haver um embaixador entre os acusados, para que os incautos pensem que “bate certo”!
Ainda assim deve ter sido árdua a “negociação” entre máfias: a máfia gay e a máfia de criminosos e conspiradores que engendrou o “Processo Casa Pia”, a julgar pelas hesitações e pelo tempo que demorou a prisão de Jorge Ritto.

Dizem as más-línguas, ou as fontes bem informadas, conforme se preferir, que foi assim, por “merecimento” paterno, que a Maria Monteiro ascendeu ao “Paraíso” e subiu vertiginosamente na carreira, conforme consta no texto abaixo, que chegou à minha caixa de email em Fevereiro deste ano.
Afinal, este Paraíso Gay também admite excepções...

E assim Maria Monteiro passou a ter a honra de integrar a lista das mega chulices nacionais, as tais com que o erário público é delapidado em verba superior a 20% da Despesa Pública Corrente.

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A nossa Maria merece...
"De acordo Com O Correio da Manhã, Maria Monteiro, filha do antigo ministro António Monteiro e que actualmente ocupa o cargo de adjunta do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros vai para a embaixada portuguesa em Londres.

Para que a mudança fosse possível, José Sócrates e o ministro das Finanças descongelaram, a título excepcional, uma contratação de pessoalespecializado.
Contactado pelo jornal, o porta-voz Carneiro Jacinto explicou que a contratação de Maria Monteiro já tinha sido decidida antes do anúncio da redução para metade dos conselheiros e adidos das embaixadas.

As medidas de contenção avançadas pelo actual governo, nomeadamente o congelamento das progressões na função pública, começam a dar frutos.
Os sacrifícios pedidos aos portugueses permitem assegurar a carreira desta jovem de 28 anos que, apesar da idade, já conseguiu, por mérito próprio e com uma carreira construída a pulso, atingir um nível de rendimento mensal superior a 9000 euros.

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A Maria Merece?
É difícil acreditar tendo em conta o contexto. É caso para perguntar quantas outras Marias e quantos pais doutras Marias foram descriminados e lixados para que A Maria "mereça".

A Maria Merece?
Nós é que não merecemos continuar a ser governados por escumalha que compactua com estas situações escabrosas. Ninguém Merece!

A máfia gay não se confina “nas Necessidades”. Penetrou em muitos outros sectores e tem visibilidade desmesurada e absurda, em detrimento dos heterossexuais.
Há casos, por exemplo na televisão pública, que podemos constatar porque nos entram pela casa dentro, de favorecimentos de tal maneira descarados e injustificados, que são de bradar aos céus.