O texto que opublico a seguir "roubei-o", assim tal e qual (quase), em Barão de Tróia.
Transcrição:
Farsa Oculta
Sempre achei curiosos os nomes que a pobre malta da investigação dá às pseudo operações que prometem fazer cair o mundo. Bem! Pelo menos prometem fazer tremer o nosso mundinho. Acho fantástica a imaginação daqueles camaradas, em especial porque é a única coisa que lhes resta: a imaginação, já que a investigação vai, por norma, irremediavelmente pelo cano abaixo, o que parece querer significar que a investigação criminal portuguesa está cheia de inspectores Clouseau. Não há um único Holmes!
A magistratura, porém, parece ser feudo de Einsteines, tal é sapiência, omnisciência e iluminação suprema que os meritíssimos e as meritíssimas figuras, colocam nos seus acórdãos, facto aliás bem visível nas anedóticas sentenças que por cá são proferidas.
Esta observação de um leigo, que jamais ousará tocar rabecão, ficando-se pela cosedura da sola; observação empírica e que leva à opinião de que existe um excesso da qualidade nos juízes e um défice na mesma nos polícias, o que me leva a perguntar: será?
Acho porém estranho, dado que as nossas pseudo autoridades, se desunham em elogios, em exaltações mais ou menos patrioteiras, excepto no caso Maddie; (já agora curioso o arquivamento do caso Freeport em Inglaterra). Andando! Dizia eu que com excepção do caso Maddie em que, aparentemente, a investigar esse caso foram colocados os piores entre os péssimos, as autoridades portuguesas clamam, aos oito ventos, que a nossa polícia de investigação está entre as melhores do mundo, que têm plena confiança nessa rapaziada, que são mesmo bons, como ouvi da boca de um politiqueiro de quinta categoria há uns tempos.
Então como se explica que gente tão boa e tão dotada não consiga, NUNCA, produzir suficiente prova para engaiolar a bandidagem que ocupa esses muitos lugares de poder e próximos ao poder? Até porque não pensem que Godinho é único da espécie. Há, por aí, umas centenas de Godinhos! Aliás, em cada português existe, infelizmente, um potencial Godinho: esse homem tornou-se o paradigma de todo um povo...
Como explicar então que tais sumidades investigatórias, no dizer dos politiqueiros, sejam de uma incúria e inépcia tão gritante? Existirá aqui alguma farsa oculta?
Do ponto de vista do Zé-povinho, esse mal amado, burro de carga da elite e da escumalha, o que salta à vista é que tudo isto é realmente uma farsa, uma grande e orquestrada farsa, onde o "faz de conta", se apoderou de um país que mantém prisioneiro; onde nós desempenhamos o papel de tristes títeres, a fazer de conta que acreditamos que isto é um país. Onde um fato uma gravata e um Dr. valem mais que tudo, onde o bem-falante aldrabão leva sempre a melhor sobre o mal vestido, mesmo que fale bem, onde a parvoíce, a estultice e a burrice fazem profissão de fé e jurisprudência para a perpetuação da cavalgadurice ínclita destas egrégias aves raras, levando os parolos a marchar contra os canhões, arredados da realidade, brigando e consumindo-se em festivaleiras actividades de empurra bolas e outras abstrusidades, que nos conduzem ao abismo da suprema imbecilocracia, que de facto somos.
Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia
Fim de transcrição.
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APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
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2009/11/24
FARSA OCULTA
2009/11/20
POVO(???) Acrítico, Burro e Embrutecido???.
Pelos motivos que todos os que me lêem conhecem (que já referi algumas vezes); ou seja: de propósito; e também por falta de disponibilidade, eu não leio jornais nem vejo televisão, via de regra. Às vezes leio jornais e até vejo (muito pouca) televisão... mas desisto logo.
Há um motivo para esta minha atitude que não recordo se já explicitei ou não: Sou muito mais feliz assim!
Os conteúdos, quer da televisão quer dos jornais, provocam-me náuseas e muita indignação que não quero nem devo "engolir". Vai daí comento dizendo o que penso... e isso tem-me valido uma feroz perseguição das instâncias judiciais e do poder. Como sabem, até agredida já fui, para além de ter sido presa 2ª vez, num acto de puro terrorismo, tendo sido violados, novamente, os meus direitos fundamentais, CONSTANTES DA CARTA DOS DIREITOS HUMANOS QUE PORTUGAL subscreveu...
Isto para explicar que o texto reproduzido abaixo, com o título: "POVO Acrítico, Burro e Embrutecido", me foi enviado por email.
Ele, o texto, inspira-me uma série de comentários de cujos talvez nem a autora (Clara Ferreira Alves) vai gostar... Mas também por isso eu é que fui agredida e não ela... é tudo uma questão de "pontaria"... ou talvez não?!
Mas também é por isso que eu sou boicotada em toda a parte e ela continua a fazer as suas crónicas (vesgas como este texto) todas as semanas em, pelo menos, um jornal...
Enfim! Passemos ao que importa.
No texto fui colocando algumas notas assinaladas com números entre parêntesis: (0), que passo a especificar:
(1) Aprás-me saber que eu, tal como a própria Clara Ferreira Alves, certamente, e MUUUUITOS outros, pelo menos dos que por aqui andam, não somos "POVO", nem "público"... então seremos o quê? (detesto estas reaccionarices disfarçadas de crítica que, por isso mesmo, é inócua... como convém aos "criticados").
(2) "Acrítica, burra e embrutecida" eu não sou, com certeza; até porque ninguém se dá ao trabalho de perseguir (e até espancar) gente "acrítica, burra e embrutecida".... e vocês?
Por favor assumam-se porque, se não, teremos de devolver os epítetos à própria autora por não ser possível lhes identificar outros detinatários.
Mas, afinal, a Maitê Proença tem razão, ou "isto" (de chamar burros e embrutecidos aos portugueses) só é permitido cá, entre nós, mesmo assinado por gente que tem obrigação de ter mais respeito por quem os "alimenta" e de distinguir bem as coisas porque as contacta, as conhece desde dentro? Ou será que nenhum dos "lixados" (perde tempo) escreve a Clara Ferreira Alves? Seria um fenómeno "estranho" se tal acontecesse...
(3) Boa! Essa eu não sabia! Estamos sempre a aprender... coisas que preferíamos não saber mesmo...
(4) Ah bom! Já estava a ficar preocupada. Afinal além de mim e da "própria" e de muitos outros... também ainda há, pelo menos entre os carenciados, "gente mais honesta do que os desonestos, os vendidos..."
(5) Esqueceu-se, a autora, de referir que, onde a ignorância e o analfabetismo promovidos e garantidos pelo sistema de ensino E NÃO SÓ, não faz efeito (como no meu caso e no de muitos outros que me lêem, certamente) usa-se a repressão pidesca e nazi, ATRAVÉS DA JUSTIÇA e não só, e usa-se também a chantagem, a usura e a retaliação, de tal modo que, quem tenha algo de seu (que possa ser apropriado pelos Tribunais), quem tenha um emprego ou qualquer outro tipo de dependência económica do estado, ou de qualquer outra estrutura dominada pelas máfias, nomeadamente partidárias, como estão TODAS as estruturas, NÃO TEM OUTRO REMÉDIO SENÃO "comer e calar" a sua indignação porque a perseguição, a retaliação e a usura são garantidas para os que dizem o que pensam e sentem... Mas isso a autora não pode ver, porque não é esse o seu papel neste "drama"... Afinal, fala dos outros mas...
(6) Será?! Mas já é, há tanto tempo! É caso para perguntar: Quem nasceu primeiro? A galinha ou o ovo?
(7) E CRIMINOSA.
(8) Fico a saber que também não faço parte de "os portugueses"; e vocês? MAS ENTÃO SEREMOS O QUÊ?
Já estou a ficar "angustiada"; ou seja: desordem existencial não, mas "angústia" sim... que treta de crónica... e que tremenda desordem que vai naquela cabeça...
(9) Engraçado que uma pessoa com tanta "instrução" e tão esclarecida não saiba que isso tudo significa apenas uma coisa: conspiração, conspiração, conspiração... (desculpem se falta alguma, mas é que eu não contei os casos referidos)
(10) Oh, oh, oh! Fale por si. Eu posso nunca conseguir chegar a TODA a verdade, mas já sei, já me confirmaram, que ando muito perto... Portanto, tenho "certificado".
Posso nunca saber TODA a verdade... porque não tenho ajuda de nenhuma "Clara Ferreira Alves". Mas este tipo de verborreia é para ser mesmo assim: queixamo-nos uns dos outros, os "culpados" e os seus acólitos até fazem coro com esta conversa: soa-lhes bem, para que fique tudo na mesma (na mesma não! a piorar todos os dias) para que Portugal possa continuar a ser, tranquilamente: "o pátio de recreio dos mafiosos"... que também fazem coro com estas "críticas".
(11) Ah! Não vivemos em ditadura?! Ainda bem que avisa porque, por aqui, não se tinha dado por nada... Então "isto" tudo que retrata é o quê? Uma "linda e bela Democracia"? Vá-se curar!
Pois... realmente não vivemos em ditadura. As ditaduras têm princípios, ideologia; "isto" é bandalheira pura, é o "salve-se quem puder" e quem "pode" são os bandidos sem escrúpulos. Não vivemos em ditadura, vivemos sequestrados por mafiosos e bandidos da pior espécie, que é bem pior do que ditadura...
(12) Oh criatura! As campanhas de "show off", as notícias bombásticas, esses casos todos e os "casos" atrás de casos que fazem as manchetes dos jornais, não se destinam a "fazer justiça", nem a apurar, julgar e punir o que quer que seja ou quem quer que seja; destinam-se a fazer manchetes pela manchete, a alimentar o "voyerismo", para nos habituarmos à ideia (e à situação) que tanto critica... em suma: trata-se de PROPAGANDA NAZI...
E que culpa tenho eu, ou os outros portugueses, este POVO (muitos dos quais pouco letrados e menos esclarecidos e muitos outros "amordaçados" pelas dependências, pelas conveniências e ameaças de retaliação) disso? Acaso alguém quer saber da minha opinião ou da dos outros portugueses?
(13) Pois fique sabendo que EU lembro-me disso tudo E DE VÁRIOS OUTROS CASOS, muitos, que você não referiu. E não referiu porquê sua....? (olhe, escolha entre os seus próprios epíteros) Uns são mais iguais que outros? Ou os outros casos, tão ou mais escabrosos, são "normais", para si?
(14) E quem foi que lhe disse que a criança foi morta? Lembra-se do caso das "cassetes" do processo Casa Pia? O conteúdo das cassetes ilustrava bem como se "fabricam" essas notícias (conspirações), a sua verosimelhança e o que têm de verdade, que é NADA.
(15) E o facto de estarem 2 INOCENTES na cadeia, condenados a pesadas penas de prisão, não tem importância? Ou será que você, TÃO ESCLARECIDA, não conseguiu perceber que aqueles 2 desgraçados estão inocentes, que se provou a sua inocência, EM TRIBUNAL, sem qualquer margem para dúvidas? Pois é! Quem tem telhados de vidro...
(16) Nas gavetas das "nossas" consciências... só se for da sua, porque a minha gaveta não admite este tipo de coisas; e até estou de consciência bem tranquila.
(17) Não sabe quem não QUISER saber. Esse é o problema destes casos muito badalados: não é possível esconder a verdade, a não ser dos muuuito distraídos.
(18) A verdade não tem de ser "escavada"; é como o azeite: vem sempre ao cimo da água... E até dificilmente é ocultada...
A "camada" não tem nada de "subterrânea"; exibe-se, aparece em toda a parte, manda em nós, actua às claras (porque nem tem motivos para se esconder)... e os seus actos são denunciados, PERMANENTEMENTE, pelos cidadãos... em denúncias IGNORADAS por QUEM DE DIREITO... e ignoradas também, de forma vil, pelos "nossos" representantes: os deputados E OS OUTROS eleitos...
Em conclusão: não é ao cidadão que compete TRATAR destes assuntos, até porque não tem meios para tal e é por isso e para isso que existe (devia existir) a DEMOCRACIA representativa. O problema é que "eles" não representam nada nem ninguém.
Ponhamos as coisas no seu lugar porque isso faz parte da honestidade intelectual e é BOM para a solução dos problemas.
É por causa disso tudo que eu defendo A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO; para "meter na ordem" essa gente que ocupa os altos cargos e se OMITE, lançando as culpas para TODOS nós, que temos as costas largas e porque, assim, nada mudará NUNCA, simplesmente porque não pode mudar: quem pode fazer alguma coisa não faz, omite-se; e quem quer fazer não pode, não tem meios.
Além do mais, ficamos à espera de que este texto "produza os devidos efeitos" na correcção e resolução DIGNA das questõe levantadas. É que eu também me farto de criticar (vociferar contra) tanta patifaria e bandalheira, e conheço MUUITAS outras pessoas que criticam e estão contra. Portanto, no limite, já somos duas...
Ou será que não? Que esta conversa toda é, ela também, "faz de conta", criticar para que outros, mais contundentes, clarividentes e "eficientes", não ternham espaço para o fazer?
Em qualquer caso, essa inversão das responsabilidades que aqui são assacadas a TODOS nós (que não temos culpa nenhuma) ilibando os verdadeiros culpados, que até são identificáveis, já me causa legítimas desconfiança acerca das verdadeiras intenções da prosa. Se ela não surtir o efeito devido... confirmam-se as minhas suspeitas: não se chamam os bois pelos nomes, finge-se criticar, mas faz-se-o de forma inócua, para que fique tudo na mesma...
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E, finalmente, eis o texto que recebi por email (Fwd), proveniente de Álvaro José Ferreira:
.../...
POVO(1) Acrítico, Burro e Embrutecido(2).
Não admira que num país assim emirjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, mas que nunca a adquiriram, que usam dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público(1) acrítico, burro e embrutecido(2).
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas(3); em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos(4).
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido(2). Para garantir que vai continuar burro(5) o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos(6).
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca (7).
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses(8), na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que, em Portugal, alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia: foi crime, não foi crime; ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos, de antemão, que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve (9).
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade(10) porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura(11).
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso, em tempo real, ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade(9).
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos? (12)
Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida? (13)
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático? (13)
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico? (13)
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana? (13)
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal? (13)
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém? (14)
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecidas antes delas, quem as procurou? (15)
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega; é também surda, muda, coxa e marreca. (7)
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento (16).
Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra. (17)
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. (18)
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa. (Sem comentários)
Clara Ferreira Alves
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Há um motivo para esta minha atitude que não recordo se já explicitei ou não: Sou muito mais feliz assim!
Os conteúdos, quer da televisão quer dos jornais, provocam-me náuseas e muita indignação que não quero nem devo "engolir". Vai daí comento dizendo o que penso... e isso tem-me valido uma feroz perseguição das instâncias judiciais e do poder. Como sabem, até agredida já fui, para além de ter sido presa 2ª vez, num acto de puro terrorismo, tendo sido violados, novamente, os meus direitos fundamentais, CONSTANTES DA CARTA DOS DIREITOS HUMANOS QUE PORTUGAL subscreveu...
Isto para explicar que o texto reproduzido abaixo, com o título: "POVO Acrítico, Burro e Embrutecido", me foi enviado por email.
Ele, o texto, inspira-me uma série de comentários de cujos talvez nem a autora (Clara Ferreira Alves) vai gostar... Mas também por isso eu é que fui agredida e não ela... é tudo uma questão de "pontaria"... ou talvez não?!
Mas também é por isso que eu sou boicotada em toda a parte e ela continua a fazer as suas crónicas (vesgas como este texto) todas as semanas em, pelo menos, um jornal...
Enfim! Passemos ao que importa.
No texto fui colocando algumas notas assinaladas com números entre parêntesis: (0), que passo a especificar:
(1) Aprás-me saber que eu, tal como a própria Clara Ferreira Alves, certamente, e MUUUUITOS outros, pelo menos dos que por aqui andam, não somos "POVO", nem "público"... então seremos o quê? (detesto estas reaccionarices disfarçadas de crítica que, por isso mesmo, é inócua... como convém aos "criticados").
(2) "Acrítica, burra e embrutecida" eu não sou, com certeza; até porque ninguém se dá ao trabalho de perseguir (e até espancar) gente "acrítica, burra e embrutecida".... e vocês?
Por favor assumam-se porque, se não, teremos de devolver os epítetos à própria autora por não ser possível lhes identificar outros detinatários.
Mas, afinal, a Maitê Proença tem razão, ou "isto" (de chamar burros e embrutecidos aos portugueses) só é permitido cá, entre nós, mesmo assinado por gente que tem obrigação de ter mais respeito por quem os "alimenta" e de distinguir bem as coisas porque as contacta, as conhece desde dentro? Ou será que nenhum dos "lixados" (perde tempo) escreve a Clara Ferreira Alves? Seria um fenómeno "estranho" se tal acontecesse...
(3) Boa! Essa eu não sabia! Estamos sempre a aprender... coisas que preferíamos não saber mesmo...
(4) Ah bom! Já estava a ficar preocupada. Afinal além de mim e da "própria" e de muitos outros... também ainda há, pelo menos entre os carenciados, "gente mais honesta do que os desonestos, os vendidos..."
(5) Esqueceu-se, a autora, de referir que, onde a ignorância e o analfabetismo promovidos e garantidos pelo sistema de ensino E NÃO SÓ, não faz efeito (como no meu caso e no de muitos outros que me lêem, certamente) usa-se a repressão pidesca e nazi, ATRAVÉS DA JUSTIÇA e não só, e usa-se também a chantagem, a usura e a retaliação, de tal modo que, quem tenha algo de seu (que possa ser apropriado pelos Tribunais), quem tenha um emprego ou qualquer outro tipo de dependência económica do estado, ou de qualquer outra estrutura dominada pelas máfias, nomeadamente partidárias, como estão TODAS as estruturas, NÃO TEM OUTRO REMÉDIO SENÃO "comer e calar" a sua indignação porque a perseguição, a retaliação e a usura são garantidas para os que dizem o que pensam e sentem... Mas isso a autora não pode ver, porque não é esse o seu papel neste "drama"... Afinal, fala dos outros mas...
(6) Será?! Mas já é, há tanto tempo! É caso para perguntar: Quem nasceu primeiro? A galinha ou o ovo?
(7) E CRIMINOSA.
(8) Fico a saber que também não faço parte de "os portugueses"; e vocês? MAS ENTÃO SEREMOS O QUÊ?
Já estou a ficar "angustiada"; ou seja: desordem existencial não, mas "angústia" sim... que treta de crónica... e que tremenda desordem que vai naquela cabeça...
(9) Engraçado que uma pessoa com tanta "instrução" e tão esclarecida não saiba que isso tudo significa apenas uma coisa: conspiração, conspiração, conspiração... (desculpem se falta alguma, mas é que eu não contei os casos referidos)
(10) Oh, oh, oh! Fale por si. Eu posso nunca conseguir chegar a TODA a verdade, mas já sei, já me confirmaram, que ando muito perto... Portanto, tenho "certificado".
Posso nunca saber TODA a verdade... porque não tenho ajuda de nenhuma "Clara Ferreira Alves". Mas este tipo de verborreia é para ser mesmo assim: queixamo-nos uns dos outros, os "culpados" e os seus acólitos até fazem coro com esta conversa: soa-lhes bem, para que fique tudo na mesma (na mesma não! a piorar todos os dias) para que Portugal possa continuar a ser, tranquilamente: "o pátio de recreio dos mafiosos"... que também fazem coro com estas "críticas".
(11) Ah! Não vivemos em ditadura?! Ainda bem que avisa porque, por aqui, não se tinha dado por nada... Então "isto" tudo que retrata é o quê? Uma "linda e bela Democracia"? Vá-se curar!
Pois... realmente não vivemos em ditadura. As ditaduras têm princípios, ideologia; "isto" é bandalheira pura, é o "salve-se quem puder" e quem "pode" são os bandidos sem escrúpulos. Não vivemos em ditadura, vivemos sequestrados por mafiosos e bandidos da pior espécie, que é bem pior do que ditadura...
(12) Oh criatura! As campanhas de "show off", as notícias bombásticas, esses casos todos e os "casos" atrás de casos que fazem as manchetes dos jornais, não se destinam a "fazer justiça", nem a apurar, julgar e punir o que quer que seja ou quem quer que seja; destinam-se a fazer manchetes pela manchete, a alimentar o "voyerismo", para nos habituarmos à ideia (e à situação) que tanto critica... em suma: trata-se de PROPAGANDA NAZI...
E que culpa tenho eu, ou os outros portugueses, este POVO (muitos dos quais pouco letrados e menos esclarecidos e muitos outros "amordaçados" pelas dependências, pelas conveniências e ameaças de retaliação) disso? Acaso alguém quer saber da minha opinião ou da dos outros portugueses?
(13) Pois fique sabendo que EU lembro-me disso tudo E DE VÁRIOS OUTROS CASOS, muitos, que você não referiu. E não referiu porquê sua....? (olhe, escolha entre os seus próprios epíteros) Uns são mais iguais que outros? Ou os outros casos, tão ou mais escabrosos, são "normais", para si?
(14) E quem foi que lhe disse que a criança foi morta? Lembra-se do caso das "cassetes" do processo Casa Pia? O conteúdo das cassetes ilustrava bem como se "fabricam" essas notícias (conspirações), a sua verosimelhança e o que têm de verdade, que é NADA.
(15) E o facto de estarem 2 INOCENTES na cadeia, condenados a pesadas penas de prisão, não tem importância? Ou será que você, TÃO ESCLARECIDA, não conseguiu perceber que aqueles 2 desgraçados estão inocentes, que se provou a sua inocência, EM TRIBUNAL, sem qualquer margem para dúvidas? Pois é! Quem tem telhados de vidro...
(16) Nas gavetas das "nossas" consciências... só se for da sua, porque a minha gaveta não admite este tipo de coisas; e até estou de consciência bem tranquila.
(17) Não sabe quem não QUISER saber. Esse é o problema destes casos muito badalados: não é possível esconder a verdade, a não ser dos muuuito distraídos.
(18) A verdade não tem de ser "escavada"; é como o azeite: vem sempre ao cimo da água... E até dificilmente é ocultada...
A "camada" não tem nada de "subterrânea"; exibe-se, aparece em toda a parte, manda em nós, actua às claras (porque nem tem motivos para se esconder)... e os seus actos são denunciados, PERMANENTEMENTE, pelos cidadãos... em denúncias IGNORADAS por QUEM DE DIREITO... e ignoradas também, de forma vil, pelos "nossos" representantes: os deputados E OS OUTROS eleitos...
Em conclusão: não é ao cidadão que compete TRATAR destes assuntos, até porque não tem meios para tal e é por isso e para isso que existe (devia existir) a DEMOCRACIA representativa. O problema é que "eles" não representam nada nem ninguém.
Ponhamos as coisas no seu lugar porque isso faz parte da honestidade intelectual e é BOM para a solução dos problemas.
É por causa disso tudo que eu defendo A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO; para "meter na ordem" essa gente que ocupa os altos cargos e se OMITE, lançando as culpas para TODOS nós, que temos as costas largas e porque, assim, nada mudará NUNCA, simplesmente porque não pode mudar: quem pode fazer alguma coisa não faz, omite-se; e quem quer fazer não pode, não tem meios.
Além do mais, ficamos à espera de que este texto "produza os devidos efeitos" na correcção e resolução DIGNA das questõe levantadas. É que eu também me farto de criticar (vociferar contra) tanta patifaria e bandalheira, e conheço MUUITAS outras pessoas que criticam e estão contra. Portanto, no limite, já somos duas...
Ou será que não? Que esta conversa toda é, ela também, "faz de conta", criticar para que outros, mais contundentes, clarividentes e "eficientes", não ternham espaço para o fazer?
Em qualquer caso, essa inversão das responsabilidades que aqui são assacadas a TODOS nós (que não temos culpa nenhuma) ilibando os verdadeiros culpados, que até são identificáveis, já me causa legítimas desconfiança acerca das verdadeiras intenções da prosa. Se ela não surtir o efeito devido... confirmam-se as minhas suspeitas: não se chamam os bois pelos nomes, finge-se criticar, mas faz-se-o de forma inócua, para que fique tudo na mesma...
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E, finalmente, eis o texto que recebi por email (Fwd), proveniente de Álvaro José Ferreira:
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POVO(1) Acrítico, Burro e Embrutecido(2).
Não admira que num país assim emirjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, mas que nunca a adquiriram, que usam dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público(1) acrítico, burro e embrutecido(2).
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas(3); em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos(4).
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido(2). Para garantir que vai continuar burro(5) o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos(6).
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca (7).
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses(8), na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que, em Portugal, alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia: foi crime, não foi crime; ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos, de antemão, que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve (9).
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade(10) porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura(11).
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso, em tempo real, ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade(9).
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos? (12)
Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida? (13)
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático? (13)
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico? (13)
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana? (13)
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal? (13)
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém? (14)
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecidas antes delas, quem as procurou? (15)
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega; é também surda, muda, coxa e marreca. (7)
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento (16).
Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra. (17)
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. (18)
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa. (Sem comentários)
Clara Ferreira Alves
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2009/11/12
A Paranóia da Gripe A, H1N1, Continua
O texto que publico abaixo foi-me enviado por email (Fwd) por Álvaro José Ferreira, que o recebeu de Álvaro Fernandes.
Só nos resta CONTINUAR também com as denúncias, INSISTIR, INSISTIR, INSISTIR...
Portanto, aqui fica o texto, tal como o recebi (exceptuando a
A nova gripe não é nova por ser do tipo A, nem tampouco por ser do subtipo H1N1: a epidemia de gripe de 1918 foi do tipo A/H1N1 e desde 1977 os vírus A/H1N1 fazem parte da época da gripe anual [2]; a única coisa que é nova é a estirpe S-OIV [3] [4].
Cerca de 33% das pessoas maiores de 60 anos parecem ter imunidade a este tipo de vírus da nova gripe [5].
Desde o seu início até 15 de Setembro de 2009, morreram com esta gripe 137 pessoas na Europa e 3.559 em todo o mundo [6]; há que ter em atenção que anualmente morrem na Europa entre 40.000 e 220.000 pessoas devido à gripe [7].
Como já disseram publicamente reconhecidos profissionais de saúde - entre eles o Dr. Bernard Debré (membro do Conselho Nacional de Ética em França) e o Dr. Juan José Rodriguez Sendin (presidente da Associação de Colégios Médicos do Estado espanhol) -, os dados desta temporada, pela qual já passaram os países do hemisfério Sul, demonstram que a taxa de mortalidade e de complicações da nova gripe é inferior à da gripe anual [8].
Irregularidades que têm de ser explicadas
Em finais de Janeiro de 2009, a filial austríaca da empresa farmacêutica norte-americana Baxter distribuiu a 16 laboratórios da Áustria, Alemanha, República Checa e Eslovénia, 72 kg de material para preparar vacinas contra o vírus da gripe anual; as vacinas tinham de ser administradas à população destes países durante os meses de Fevereiro e Março; antes que qualquer destas vacinas fosse administrada, um técnico de laboratório da empresa BioTest da República Checa decidiu, por sua conta, experimentar as vacinas em furões, que são os animais que desde 1918 são utilizados para estudar as vacinas para a gripe; todos os furões vacinados morreram.
Investigou-se então em que consistia exactamente o material enviado pela casa Baxter e descobriu-se que continha vírus vivos da gripe das aves (vírus A/H5N1) combinados com vírus vivos da gripe anual (vírus A/H3N2). Se esta contaminação não tivesse sido descoberta a tempo, a pandemia que, sem base real, as autoridades sanitárias globais (OMS) e nacionais estão a anunciar, seria agora uma espantosa realidade; esta combinação de vírus vivos pode ser particularmente letal porque combina um vírus vivo com cerca de 60% de mortalidade mas pouco contagioso (o vírus da gripe das aves) com um outro que tem uma mortalidade muito baixa mas com uma grande capacidade de contágio (o vírus da gripe sazonal) [9].
Em 29 de Abril de 2009, quando apenas tinham passado 12 dias sobre a detecção dos dois primeiros casos da nova gripe, a Drª Margaret Chan, directora-geral da OMS, declarou que o nível de alerta por perigo de pandemia se encontrava na fase 5 e mandou que todos os governos dos Estados membros da OMS activassem planos de emergência e de alerta sanitária máxima; um mês mais tarde, 11 de Junho de 2009, a Drª Chan declarou que no mundo já tínhamos uma pandemia (fase 6) causada pelo vírus A/H1N1 S-OIV [10]. Como pode fazer tal declaração quando, de acordo com os dados científicos expostos acima, a nova gripe é uma realidade mais benigna que a gripe sazonal e, além disso, não é um vírus novo e ao qual parte da humanidade está imune?
Pôde declará-lo porque no mês de Maio a OMS tinha alterado a definição de pandemia: antes de Maio de 2009 para poder ser declarada uma pandemia era necessário que por causa de um agente infeccioso morresse uma proporção significativa da população. Esta exigência - que é a única que dá sentido à noção clínica de pandemia e às medidas políticas que lhe estão associadas - foi eliminada da definição adoptada no mês de Maio de 2009 [11], depois dos EUA se terem declarado em «estado de emergência sanitária nacional», quando em todo o país havia apenas 20 pessoas infectadas com a nova gripe, e nenhuma delas tinha morrido [12].
Consequências políticas da declaração de «pandemia»
No contexto de uma pandemia é possível declarar a vacinação obrigatória para determinados grupos de pessoas ou, inclusivamente, para o conjunto dos cidadãos [13].
O que é que pode acontecer a uma pessoa que decida não se vacinar? Enquanto a vacinação não for declarada obrigatória não lhe pode acontecer nada; mas se chegasse a declarar-se a vacinação obrigatória, o Estado tem a obrigação de fazer cumprir a lei impondo multa ou prisão (no estado de Massachussetts dos EUA a multa para estes caso pode chegar a 1.000 dólares por cada dia que passe sem o prevaricador se vacinar) [14].
Perante isto, há quem possa pensar: se me obrigam, vacino-me e já está, a vacina é mais ou menos como a sazonal, também não há para todos...
É preciso que se saiba que há três novidades que fazem com que a vacina da nova gripe seja diferente da vacina da gripe anual: a primeira é que a maioria dos laboratórios estão a desenhar a vacina de forma que uma só injecção não seja suficiente e sejam necessárias duas; a OMS recomenda também que não se deixe de administrar a da gripe sazonal; quem seguir estas recomendações da OMS expõe-se a ser infectado três vezes e isto é uma novidade que, teoricamente, multiplica por três os possíveis efeitos secundários, embora na realidade ninguém saiba que efeitos pode causar, pois nunca antes se fez assim. A segunda novidade é que alguns dos laboratórios responsáveis pela vacina decidiram adicionar-lhe coadjuvantes mais potentes que os utilizados até agora nas vacinas anuais. Os coadjuvantes são substâncias que se adicionam às vacinas para estimular o sistema imunitário. A vacina da nova gripe que está a ser fabricada pelo laboratório Glaxo-Smith-Kline, por exemplo, contém um coadjuvante, AS03, uma combinação que multiplica por dez a resposta imunitária. O problema é que ninguém pode assegurar que este estímulo artificial do sistema imunitário não provoque, passado algum tempo, doenças auto-imunitárias graves, como a paralisia crescente de Guillain-Barré [15]. E a terceira novidade que distingue a vacina para a nova gripe da vacina anual, é que as companhias farmacêuticas que a fabricam estão a exigir que os Estados assinem acordos que lhes garantam a impunidade no caso das vacinas terem mais efeitos secundários que os previstos (por exemplo prevê-se que a paralisia Guillain-Barré venha a afectar 10 pessoas por cada milhão de vacinados); os EUA já assinaram estes acordos que garantem, tanto às farmacêuticas como aos políticos, a retirada de responsabilidade pelos possíveis efeitos secundários da vacina [16].
Uma reflexão
Se o envio de material contaminado fabricado pela Baxter não tivesse sido casualmente descoberto em Janeiro passado, efectivamente, ter-se-ia dado a gravíssima pandemia potencialmente causadora da morte de milhões de pessoas que alguns andam a anunciar. É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu em Fevereiro no laboratório checo. Ainda mais inexplicável o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos, pelas agências de controlo e prevenção de doenças ao declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitário máximo sem uma base real. É irresponsável e inexplicável até extremos inconcebíveis o bilionário investimento saído do erário público destinado ao fabrico milhões e milhões de doses de vacina contra uma pandemia inexistente, ao mesmo tempo que não há dinheiro suficiente para ajudar milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EUA) que por causa da crise perderam o seu trabalho e a sua casa.
Enquanto não forem clarificados estes factos, o risco de este Inverno serem distribuídas vacinas contaminadas e o risco de poderem ser adoptadas medidas legais coercivas para forçar a vacinação, são riscos reais que em caso algum podem ser desvalorizados.
No caso da gripe continuar tão benigna como até agora, não faz qualquer sentido a exposição ao risco de receber uma vacina contaminada ou o de sofrer uma paralisia Guillain-Barré.
No caso de a gripe se agravar de forma inesperada, como já há meses anunciam sem qualquer base científica um número surpreendente de altos dirigentes - entre eles a Directora-Geral da OMS -, e repentinamente, começarem a morrer muito mais pessoas do que é habitual, ainda terá menos sentido deixar-se pressionar para ser vacinado, porque uma surpresa assim só poderá significar duas coisas:
1. Que o vírus da gripe A que agora circula sofreu uma mutação;
2. Que está em circulação outro (ou outros) vírus.
Em qualquer dos casos a vacina que se está a preparar agora não serviria para nada e, tendo em conta o que aconteceu em Janeiro passado com a Baxter, podia ser, inclusivamente, que servisse de veículo de transmissão da doença.
Uma proposta
A minha proposta é clara:
Além de manter a calma, tomar precauções sensatas para evitar o contágio e não se deixar vacinar, coisa que já se propõem muitas pessoas com senso comum no nosso país [Espanha].
Apelo a que se active com carácter de urgência os mecanismos legais e de participação cidadã necessários para assegurar de forma rotunda que no nosso país não se poderá forçar ninguém a vacinar-se contra a sua vontade, e que os que decidirem livremente vacinar-se não serão privados do direito de exigir responsabilidades nem do direito de serem economicamente compensados (eles ou os seus familiares), no caso de a vacina lhes causar uma doença grave ou a morte.
Texto publicado no sítio da Coordenadora Antiprivatização de Saúde Pública, Madrid, (www.casmadrid.org), em Setembro de 2009.
* Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Mosteiro de San Benedito em Montserrat, Barcelona, é doutorada em Saúde Pública, especialista em Medicina Interna pela Universidade de Nova Iorque, autora entre outros livros de «Los crimines de las grandes compañias farmaceuticas».
Tradução de José Paulo Gascão
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Recebi-o em 30-10-2009, há 13 dias. Antes dessa data li muitas denúncias relativas a esta conspiração, vi vários vídeos e publiquei também algumas coisas.
Todavia, e apesar de tudo isso, A PARANÓIA das notícias alarmantes e FALSAS acerca da gripe A, H1N1, continua...
Portanto, aqui fica o texto, tal como o recebi (exceptuando a
Ao ler este texto de Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Convento de Montserrat em Barcelona, médica especialista em Medicina Interna e doutorada em Saúde Pública, ninguém pode deixar de se interrogar sobre a capacidade dos seus governantes e autoridades de Saúde Pública do seu país - particularmente Primeiro-Ministro, Ministro da Saúde e Director-Geral de Saúde - sobre a sua honestidade e o seu grau dependência em relação aos grandes laboratórios internacionais.
Dados científicos
Os dois primeiros casos conhecidos da nova gripe (vírus A/H1N1, estirpe S-OIV) diagnosticaram-se na Califórnia (EUA) no dia 17 de Abril de 2009 [1].
A nova gripe não é nova por ser do tipo A, nem tampouco por ser do subtipo H1N1: a epidemia de gripe de 1918 foi do tipo A/H1N1 e desde 1977 os vírus A/H1N1 fazem parte da época da gripe anual [2]; a única coisa que é nova é a estirpe S-OIV [3] [4].
Cerca de 33% das pessoas maiores de 60 anos parecem ter imunidade a este tipo de vírus da nova gripe [5].
Desde o seu início até 15 de Setembro de 2009, morreram com esta gripe 137 pessoas na Europa e 3.559 em todo o mundo [6]; há que ter em atenção que anualmente morrem na Europa entre 40.000 e 220.000 pessoas devido à gripe [7].
Como já disseram publicamente reconhecidos profissionais de saúde - entre eles o Dr. Bernard Debré (membro do Conselho Nacional de Ética em França) e o Dr. Juan José Rodriguez Sendin (presidente da Associação de Colégios Médicos do Estado espanhol) -, os dados desta temporada, pela qual já passaram os países do hemisfério Sul, demonstram que a taxa de mortalidade e de complicações da nova gripe é inferior à da gripe anual [8].
Irregularidades que têm de ser explicadas
Em finais de Janeiro de 2009, a filial austríaca da empresa farmacêutica norte-americana Baxter distribuiu a 16 laboratórios da Áustria, Alemanha, República Checa e Eslovénia, 72 kg de material para preparar vacinas contra o vírus da gripe anual; as vacinas tinham de ser administradas à população destes países durante os meses de Fevereiro e Março; antes que qualquer destas vacinas fosse administrada, um técnico de laboratório da empresa BioTest da República Checa decidiu, por sua conta, experimentar as vacinas em furões, que são os animais que desde 1918 são utilizados para estudar as vacinas para a gripe; todos os furões vacinados morreram.
Investigou-se então em que consistia exactamente o material enviado pela casa Baxter e descobriu-se que continha vírus vivos da gripe das aves (vírus A/H5N1) combinados com vírus vivos da gripe anual (vírus A/H3N2). Se esta contaminação não tivesse sido descoberta a tempo, a pandemia que, sem base real, as autoridades sanitárias globais (OMS) e nacionais estão a anunciar, seria agora uma espantosa realidade; esta combinação de vírus vivos pode ser particularmente letal porque combina um vírus vivo com cerca de 60% de mortalidade mas pouco contagioso (o vírus da gripe das aves) com um outro que tem uma mortalidade muito baixa mas com uma grande capacidade de contágio (o vírus da gripe sazonal) [9].
Em 29 de Abril de 2009, quando apenas tinham passado 12 dias sobre a detecção dos dois primeiros casos da nova gripe, a Drª Margaret Chan, directora-geral da OMS, declarou que o nível de alerta por perigo de pandemia se encontrava na fase 5 e mandou que todos os governos dos Estados membros da OMS activassem planos de emergência e de alerta sanitária máxima; um mês mais tarde, 11 de Junho de 2009, a Drª Chan declarou que no mundo já tínhamos uma pandemia (fase 6) causada pelo vírus A/H1N1 S-OIV [10]. Como pode fazer tal declaração quando, de acordo com os dados científicos expostos acima, a nova gripe é uma realidade mais benigna que a gripe sazonal e, além disso, não é um vírus novo e ao qual parte da humanidade está imune?
Pôde declará-lo porque no mês de Maio a OMS tinha alterado a definição de pandemia: antes de Maio de 2009 para poder ser declarada uma pandemia era necessário que por causa de um agente infeccioso morresse uma proporção significativa da população. Esta exigência - que é a única que dá sentido à noção clínica de pandemia e às medidas políticas que lhe estão associadas - foi eliminada da definição adoptada no mês de Maio de 2009 [11], depois dos EUA se terem declarado em «estado de emergência sanitária nacional», quando em todo o país havia apenas 20 pessoas infectadas com a nova gripe, e nenhuma delas tinha morrido [12].
Consequências políticas da declaração de «pandemia»
No contexto de uma pandemia é possível declarar a vacinação obrigatória para determinados grupos de pessoas ou, inclusivamente, para o conjunto dos cidadãos [13].
O que é que pode acontecer a uma pessoa que decida não se vacinar? Enquanto a vacinação não for declarada obrigatória não lhe pode acontecer nada; mas se chegasse a declarar-se a vacinação obrigatória, o Estado tem a obrigação de fazer cumprir a lei impondo multa ou prisão (no estado de Massachussetts dos EUA a multa para estes caso pode chegar a 1.000 dólares por cada dia que passe sem o prevaricador se vacinar) [14].
Perante isto, há quem possa pensar: se me obrigam, vacino-me e já está, a vacina é mais ou menos como a sazonal, também não há para todos...
É preciso que se saiba que há três novidades que fazem com que a vacina da nova gripe seja diferente da vacina da gripe anual: a primeira é que a maioria dos laboratórios estão a desenhar a vacina de forma que uma só injecção não seja suficiente e sejam necessárias duas; a OMS recomenda também que não se deixe de administrar a da gripe sazonal; quem seguir estas recomendações da OMS expõe-se a ser infectado três vezes e isto é uma novidade que, teoricamente, multiplica por três os possíveis efeitos secundários, embora na realidade ninguém saiba que efeitos pode causar, pois nunca antes se fez assim. A segunda novidade é que alguns dos laboratórios responsáveis pela vacina decidiram adicionar-lhe coadjuvantes mais potentes que os utilizados até agora nas vacinas anuais. Os coadjuvantes são substâncias que se adicionam às vacinas para estimular o sistema imunitário. A vacina da nova gripe que está a ser fabricada pelo laboratório Glaxo-Smith-Kline, por exemplo, contém um coadjuvante, AS03, uma combinação que multiplica por dez a resposta imunitária. O problema é que ninguém pode assegurar que este estímulo artificial do sistema imunitário não provoque, passado algum tempo, doenças auto-imunitárias graves, como a paralisia crescente de Guillain-Barré [15]. E a terceira novidade que distingue a vacina para a nova gripe da vacina anual, é que as companhias farmacêuticas que a fabricam estão a exigir que os Estados assinem acordos que lhes garantam a impunidade no caso das vacinas terem mais efeitos secundários que os previstos (por exemplo prevê-se que a paralisia Guillain-Barré venha a afectar 10 pessoas por cada milhão de vacinados); os EUA já assinaram estes acordos que garantem, tanto às farmacêuticas como aos políticos, a retirada de responsabilidade pelos possíveis efeitos secundários da vacina [16].
Uma reflexão
Se o envio de material contaminado fabricado pela Baxter não tivesse sido casualmente descoberto em Janeiro passado, efectivamente, ter-se-ia dado a gravíssima pandemia potencialmente causadora da morte de milhões de pessoas que alguns andam a anunciar. É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu em Fevereiro no laboratório checo. Ainda mais inexplicável o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos, pelas agências de controlo e prevenção de doenças ao declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitário máximo sem uma base real. É irresponsável e inexplicável até extremos inconcebíveis o bilionário investimento saído do erário público destinado ao fabrico milhões e milhões de doses de vacina contra uma pandemia inexistente, ao mesmo tempo que não há dinheiro suficiente para ajudar milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EUA) que por causa da crise perderam o seu trabalho e a sua casa.
Enquanto não forem clarificados estes factos, o risco de este Inverno serem distribuídas vacinas contaminadas e o risco de poderem ser adoptadas medidas legais coercivas para forçar a vacinação, são riscos reais que em caso algum podem ser desvalorizados.
No caso da gripe continuar tão benigna como até agora, não faz qualquer sentido a exposição ao risco de receber uma vacina contaminada ou o de sofrer uma paralisia Guillain-Barré.
No caso de a gripe se agravar de forma inesperada, como já há meses anunciam sem qualquer base científica um número surpreendente de altos dirigentes - entre eles a Directora-Geral da OMS -, e repentinamente, começarem a morrer muito mais pessoas do que é habitual, ainda terá menos sentido deixar-se pressionar para ser vacinado, porque uma surpresa assim só poderá significar duas coisas:
1. Que o vírus da gripe A que agora circula sofreu uma mutação;
2. Que está em circulação outro (ou outros) vírus.
Em qualquer dos casos a vacina que se está a preparar agora não serviria para nada e, tendo em conta o que aconteceu em Janeiro passado com a Baxter, podia ser, inclusivamente, que servisse de veículo de transmissão da doença.
Uma proposta
A minha proposta é clara:
Além de manter a calma, tomar precauções sensatas para evitar o contágio e não se deixar vacinar, coisa que já se propõem muitas pessoas com senso comum no nosso país [Espanha].
Apelo a que se active com carácter de urgência os mecanismos legais e de participação cidadã necessários para assegurar de forma rotunda que no nosso país não se poderá forçar ninguém a vacinar-se contra a sua vontade, e que os que decidirem livremente vacinar-se não serão privados do direito de exigir responsabilidades nem do direito de serem economicamente compensados (eles ou os seus familiares), no caso de a vacina lhes causar uma doença grave ou a morte.
Texto publicado no sítio da Coordenadora Antiprivatização de Saúde Pública, Madrid, (www.casmadrid.org), em Setembro de 2009.
* Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Mosteiro de San Benedito em Montserrat, Barcelona, é doutorada em Saúde Pública, especialista em Medicina Interna pela Universidade de Nova Iorque, autora entre outros livros de «Los crimines de las grandes compañias farmaceuticas».
Tradução de José Paulo Gascão
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2009/10/28
Isto Está Como Era Dantes?
Isto Está Como Era Dantes?
Os Resultados Eleitorais e a Fraude
Entretanto foram convocadas eleições para a Assembleia Nacional. O Sr. António, por conveniência e com a convicção que lhe era permitida pelo propaganda fascista (e pela católica também), era eleitor inscrito e ia votar, sempre...
Antes da data das eleições recebia um envelope, em casa, COM UM BOLETIM DE VOTO JÁ PREENCHIDO; isto é: um boletim com a cruzinha a assinalar a opção... pelo partido fascista; boletim que ele teria de levar até à urna, trocando-o pelo que ali lhe era entregue (se é que lhe chegavam a entregar algum...)
O filho (sempre o “traquinas”), vendo o envelope na mão do Pai disse-lhe: “Não sei para que é que vossemecê vai votar. Já recebe o boletim de voto preenchido.”
A resposta foi uma valente bofetada que o fez recuar 2 passos.
O Sr. António explicou, depois, o motivo da bofetada porque, afinal de contas, o moço era ainda muito pequeno, não percebia essas coisas.
A bofetada destinou-se a acabar com a conversa, rapidamente, não fosse alguém passar na altura e ouvir, porque isso seria um sarilho dos diabos.
Esta sua “colaboração” com o regime era um dos preços que o sr. António pagava para ver os seus direitos respeitados, nalguns casos, como no caso do pinheiro.
Era assim que se viciavam os resultados eleitorais antes do 25 de Abril.
Alguns destes procedimentos prolongaram-se depois do 25 de Abril; temos notícias deles, mas custa a acreditar que existam situações destas em quantidade suficiente para “explicar” a monumental fraude que transparece, desde há muito tempo, dos resultados eleitorais.
Disso trataremos noutro texto.
.../...
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Os Resultados Eleitorais e a Fraude
Estamos nos finais da década de sessenta, início da década de setenta, do século passado, numa Aldeia serrana, situada nos contrafortes da Serra da Estrela, que é a Serra mais alta de Portugal Continental. O Pico é mais alto, mas situa-se nos Açores.
Nesta Aldeia serrana, situada naquelas que Aquilino Ribeiro designou “Terras do Demo”, vive o Sr. António, com as suas modestas posses e a sua modesta família. Aqui impera o regime feudal “voluntário”, ferreamente controlado pelo regime fascista e seus caciques.
Toda a gente se conhece e todos estão catalogados. Não há lugar para “clandestinidades”.
Detenhamo-nos, um pouco, nas carecterísticas desse feudalismo.
Um dia o sr. António necessitou de cortar um pinheiro. Tendo-se havido com a árdua tarefa sozinho, não conseguiu evitar que, no último momento (na última machadada), o pinheiro, certamente por traquinice, não decidisse cair para o lado errado, isto é: para a propriedade do seu vizinho, esmagando, na queda, 3 pinheirinhos imberbes, acabados de plantar.
E logo o vizinho do Sr. António, com mais posses e mais bem colocado na escala social, fez questão de reivindicar, estrondosamente, os seus direitos à indemnização pelos pobres pinheirinhos esmagados. Recebeu a indemnização mas, não contente com isso, impediu o Sr. António de recuperar o seu pinheiro, que ficara caído na propriedade do vizinho. Não podia fazê-lo; muito menos depois de ressarcido dos seus pretensos danos, mas fez e teimou na contenda até que o sr. António, de chapeu na mão, recorreu a todos os seus “ilustres” conhecidos, mais ilustres do que o vizinho, e estes “ilustres” pressionaram o vizinho a permitir a remoção do pinheiro.
Tal como em muitas outras aldeias, também nesta as pessoas de poucas posses se ajudavam, mutuamente, nas tarefas da lavoura: num dia iam todos apanhar a azeitona dum deles; noutro dia, se assim calhasse, iam todos vindimar noutra propriedade.
Isto era entre os modestos aldeões, porque, quando se tratava dos ilustres, a conversa era outra: estes, os “ilustres”, não ajudavam ninguém (ficava-lhes mal) mas marcavam, tal como os modestos, as datas das suas tarefas para receberem (e recebiam) a ajuda de todos os modestos...
Claro que, depois do 25 de Abril, as terras dos modestos continuaram a ser cuidadas até onde permitiu a emigração da população mais jovem, enquanto que as terras dos ilustres ficaram, rapidamente, ao abandono...
Acabara-se a mão-de-obra grátis.
Acabara-se a mão-de-obra grátis.
Com a história do pinheiro ficámos a perceber a forma como os “ilustres” (3 famílias) retribuiam a ajuda dos modestos. Mas há mais!
O filho mais novo do Sr. António, ao que pude perceber, o seu único filho homem, não tinha, nem queria ter, a subserviência do pai e indignava-se com todas essas injustiças.
Acontece que o vizinho dos 3 pinheirinhos tinha uma laranjeira na confrontação da sua propriedade com a do Sr. António, laranjeira essa que tinha uns quanto ramos a pender (e a semear laranjas) para a propriedade do sr. António.
O dito vizinho, um dos “ilustres”, dava-se ao trabalho de contar, todos os dias, as laranjas dos ramos que pendiam para a propriedade do sr. António. Quando alguma laranja caía e o sr. António via, pegava nela e amandava para o outro lado da vedação. Mas se era o filho, o “traquinas”, que descobria a laranja, muito calmamente descascava-a e comia-a, apesar de as laranjas não serem nada de especial, segundo afirma, e até serem inferiores às do Sr. António, que também as tinha com fartura.
E logo o vizinho do Sr. António chamava a GNR para punir o “malandrim” que encontrara uma laranja no seu próprio quintal e a comera...
O “malandrim” tinha 7 anos (SETE anos) e o sr. António, como necessitava de continuar a conviver com semelhantes aberrações, não tinha outro remédio que não fosse “entregar” o filho aos verdugos da GNR. O miúdo (a criança) foi preso várias vezes por esse mesmo motivo e, quando chegava ao posto da GNR, era colocado de joelhos, a um canto, virado para a parede, COM MILHO DEBAIXO DOS JOELHOS, durante HORAS... ou seja: era torturado.
Antes da data das eleições recebia um envelope, em casa, COM UM BOLETIM DE VOTO JÁ PREENCHIDO; isto é: um boletim com a cruzinha a assinalar a opção... pelo partido fascista; boletim que ele teria de levar até à urna, trocando-o pelo que ali lhe era entregue (se é que lhe chegavam a entregar algum...)
O filho (sempre o “traquinas”), vendo o envelope na mão do Pai disse-lhe: “Não sei para que é que vossemecê vai votar. Já recebe o boletim de voto preenchido.”
A resposta foi uma valente bofetada que o fez recuar 2 passos.
O Sr. António explicou, depois, o motivo da bofetada porque, afinal de contas, o moço era ainda muito pequeno, não percebia essas coisas.
A bofetada destinou-se a acabar com a conversa, rapidamente, não fosse alguém passar na altura e ouvir, porque isso seria um sarilho dos diabos.
Esta sua “colaboração” com o regime era um dos preços que o sr. António pagava para ver os seus direitos respeitados, nalguns casos, como no caso do pinheiro.
Era assim que se viciavam os resultados eleitorais antes do 25 de Abril.
Alguns destes procedimentos prolongaram-se depois do 25 de Abril; temos notícias deles, mas custa a acreditar que existam situações destas em quantidade suficiente para “explicar” a monumental fraude que transparece, desde há muito tempo, dos resultados eleitorais.
Disso trataremos noutro texto.
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APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
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2009/10/06
A Gripe A, H1N1, e As Organizações De Saúde.
Este rexto foi integralmente copiado DAQUI porque me constou que o autor teme que lhe apaguem estes textos.
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Transcrição:
Juan Gérvas, médico rural e coordenador de equipa CESCA – dirigiu à ministra da Saúde as seguintes palavras:
“Todos temos culpa, desde a OMS, ao ministério da Saúde e Política Social, passando pelos serviços de saúde das regiões autónomas, colégios de especialidade e meios de comunicação.”(…) “Infelizmente a vacina esperada chegará tarde demais e não deixa de ser uma vacina cuja eficácia desconhecemos. Até que exista mais conhecimento sobre estas vacinas, muitos de nós nem as tomaremos nem as receitaremos”.
Um exemplo assenta no facto de “ até 70% das pessoas falecidas com gripe sazonal carecem de factores de risco definidos”, de acordo com dados publicados no New England Journal of Medicine sobre gripe sazonal. Faz tanto sentido dar a vacina a grupos de risco como escolher as pessoas à sorte.
Quanto à adesão dos próprios profissionais de saúde afirma que “ não somos parvos ao ponto de tomar uma vacina porcina experimental”. Recorda, a propósito, na sequência de uma epidemia de gripe porcina , ocorrida nos EUA em 1976, que contagiou basicamente, dois quartéis do Exército, o governo Norte Americano preparou imediatamente uma vacina, como a que se está a fazer agora. Todavia, a campanha de imunização parou subitamente. Quando já se tinham vacinado alguns milhões de pessoas, começaram a surgir efeitos adversos raros e severos como a síndroma de Guillain-Barré. “ A vacina provocou mais mortes e complicações que a própria gripe”.
Em 500 anos raramente houve uma 2ª onda.
As previsões sobre a evolução da gripe “deveriam basear-se no que sabemos desta epidemia e de pandemias prévias”, acrescenta Gérvas, cujas previsões apontam no sentido de “ uma onda de contágio rápido”. Na sua opinião, “falar de outras possibilidades é ignorância, fantasia, irresponsabilidade ou maldade”.
“Quando a Presidente da OMS Margaret Chan, lança a mensagem de pânico com a possibilidade de ocorrência de uma primeira, segunda e terceira onda, ou é ignorante ou está a mentir”, conclui Juan Gérvas.
Juan Gérvas é Profesor Honorário do Departamento de Medicina Preventiva e Saúde Pública da Universidade Autónoma de Madrid
Mais uma opinião:
António Vaz Carneiro, Director do Centro de Medicina Baseada na Evidência, da FML,” (…) o papel da OMS tem sido “ profundamente errada sob o ponto de vista científico”.
Independentemente das recomendações do CDC ou, em Portugal da DGS, “ à luz da evidência dos ensaios clínicos originais sobre as vacinas dos antivirais e do impacto epidemiológico das doenças não é possível afirmar-se o que afirma. Esta é a minha opinião clara, inequívoca e transparente”.
Esta discussão deveria implicar reuniões médicas com números, estatísticas, extrapolações de estudos realizados no passado, análises desapaixonadas…”Ora, existe aqui uma discrepância entre aquilo que, sob o ponto de vista científico esta doença parece ser e aquilo que as autoridades mundiais, incluindo as americanas e europeias, nos vêm dizer”
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Dixo-vos também o link para um interessante artigo sobre AS MÁFIAS DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
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“Todos temos culpa, desde a OMS, ao ministério da Saúde e Política Social, passando pelos serviços de saúde das regiões autónomas, colégios de especialidade e meios de comunicação.”(…) “Infelizmente a vacina esperada chegará tarde demais e não deixa de ser uma vacina cuja eficácia desconhecemos. Até que exista mais conhecimento sobre estas vacinas, muitos de nós nem as tomaremos nem as receitaremos”.
Um exemplo assenta no facto de “ até 70% das pessoas falecidas com gripe sazonal carecem de factores de risco definidos”, de acordo com dados publicados no New England Journal of Medicine sobre gripe sazonal. Faz tanto sentido dar a vacina a grupos de risco como escolher as pessoas à sorte.
Quanto à adesão dos próprios profissionais de saúde afirma que “ não somos parvos ao ponto de tomar uma vacina porcina experimental”. Recorda, a propósito, na sequência de uma epidemia de gripe porcina , ocorrida nos EUA em 1976, que contagiou basicamente, dois quartéis do Exército, o governo Norte Americano preparou imediatamente uma vacina, como a que se está a fazer agora. Todavia, a campanha de imunização parou subitamente. Quando já se tinham vacinado alguns milhões de pessoas, começaram a surgir efeitos adversos raros e severos como a síndroma de Guillain-Barré. “ A vacina provocou mais mortes e complicações que a própria gripe”.
Em 500 anos raramente houve uma 2ª onda.
As previsões sobre a evolução da gripe “deveriam basear-se no que sabemos desta epidemia e de pandemias prévias”, acrescenta Gérvas, cujas previsões apontam no sentido de “ uma onda de contágio rápido”. Na sua opinião, “falar de outras possibilidades é ignorância, fantasia, irresponsabilidade ou maldade”.
“Quando a Presidente da OMS Margaret Chan, lança a mensagem de pânico com a possibilidade de ocorrência de uma primeira, segunda e terceira onda, ou é ignorante ou está a mentir”, conclui Juan Gérvas.
Juan Gérvas é Profesor Honorário do Departamento de Medicina Preventiva e Saúde Pública da Universidade Autónoma de Madrid
Mais uma opinião:
António Vaz Carneiro, Director do Centro de Medicina Baseada na Evidência, da FML,” (…) o papel da OMS tem sido “ profundamente errada sob o ponto de vista científico”.
Independentemente das recomendações do CDC ou, em Portugal da DGS, “ à luz da evidência dos ensaios clínicos originais sobre as vacinas dos antivirais e do impacto epidemiológico das doenças não é possível afirmar-se o que afirma. Esta é a minha opinião clara, inequívoca e transparente”.
Esta discussão deveria implicar reuniões médicas com números, estatísticas, extrapolações de estudos realizados no passado, análises desapaixonadas…”Ora, existe aqui uma discrepância entre aquilo que, sob o ponto de vista científico esta doença parece ser e aquilo que as autoridades mundiais, incluindo as americanas e europeias, nos vêm dizer”
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2009/10/02
ATENÇÃO! Vacina da Gripe A, MATA!
Obtido de Um Homem das Cidades:
O Dr. Kent Holtorf é entrevistado na Fox News sobre os sintomas e o tratamento do H1N1 (a Gripe Suína ou Gripe A). O Dr. Holtorf é um especialista em doenças infecciosas e a sua opinião sobre a vacina que está a chegar ao mercado em Outubro (de 2009) é, no mínimo, alarmante.
O Vídeo
http://video.yahoo.com/watch/6091038/15827172
Também o Correio da Manhã, de 17 Setembro 2009, noticiava que a vacina da gripe A pode ser fatal. Que a nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte.
Dizia o jornal que a Agência Britânica de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), entidade que supervisiona a saúde pública no Reino Unido, enviou uma carta confidencial aos neurologistas britânicos a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças.
.../...
Nota: No dia 09 de Setembro publiquei uma nota, no facebook, com o título: "A vacina para a Gripe Suína mata mais do que a doença?", com um link para este artigo, que recebi por email e que parece ser a mesma "fonte" do Correio da Manhã .
.../...
E no Jornal Nacional da TVI, de 7 de Setembro de 2009, o Dr. Fernando Maltês, Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral e um dos homens que mais tem lidado com a Gripe A em Portugal, afirmava que a Gripe A vai matar menos gente do que uma simples gripe sazonal (gripe comum), que é mais inofensiva e que se trata, na maioria dos casos, com antipiréticos. O Director Geral de Saúde Espanhol é da mesma opinião.
No mesmo Jornal foi dito que saíra a sorte grande à Glaxo Smith Kline, o laboratório britânico a quem Portugal já encomendou seis milhões de doses da vacina contra a Gripe A (a 8 euros cada uma - 48 milhões de euros), que deverá ter um rendimento de cerca de dois mil milhões de euros, tendo em conta que as encomendas estão quase a atingir os trezentos milhões de doses.
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O Dr. Kent Holtorf é entrevistado na Fox News sobre os sintomas e o tratamento do H1N1 (a Gripe Suína ou Gripe A). O Dr. Holtorf é um especialista em doenças infecciosas e a sua opinião sobre a vacina que está a chegar ao mercado em Outubro (de 2009) é, no mínimo, alarmante.
O Vídeo
http://video.yahoo.com/watch/6091038/15827172
Também o Correio da Manhã, de 17 Setembro 2009, noticiava que a vacina da gripe A pode ser fatal. Que a nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte.
Dizia o jornal que a Agência Britânica de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), entidade que supervisiona a saúde pública no Reino Unido, enviou uma carta confidencial aos neurologistas britânicos a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças.
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Nota: No dia 09 de Setembro publiquei uma nota, no facebook, com o título: "A vacina para a Gripe Suína mata mais do que a doença?", com um link para este artigo, que recebi por email e que parece ser a mesma "fonte" do Correio da Manhã .
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E no Jornal Nacional da TVI, de 7 de Setembro de 2009, o Dr. Fernando Maltês, Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral e um dos homens que mais tem lidado com a Gripe A em Portugal, afirmava que a Gripe A vai matar menos gente do que uma simples gripe sazonal (gripe comum), que é mais inofensiva e que se trata, na maioria dos casos, com antipiréticos. O Director Geral de Saúde Espanhol é da mesma opinião.
No mesmo Jornal foi dito que saíra a sorte grande à Glaxo Smith Kline, o laboratório britânico a quem Portugal já encomendou seis milhões de doses da vacina contra a Gripe A (a 8 euros cada uma - 48 milhões de euros), que deverá ter um rendimento de cerca de dois mil milhões de euros, tendo em conta que as encomendas estão quase a atingir os trezentos milhões de doses.
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2009/10/01
RESULTADOS ELEITORAIS LEGISLATIVAS 2009
RESULTADOS ELEITORAIS LEGISLATIVAS 2009
Os ressultados eleitorais abaixo transcritos foram copiados do site da RTP.pt, no dia a seguir às eleições, isto é: no dia 28 de Setembro de 2009.
Referem-se à eleição de 226 Deputados. Suponho que faltarão 4 deputados eleitos pela emigração.
As contas que apresento também contemplam, apenas, a eleição de 226 deputados.
Fica a nota para esclarecimento de quem, eventualmente, venha a consultar este texto mais tarde e a encontrar, no site da CNE.pt, resultados diferentes (terão de o ser depois de contados os votos da emigração).
Atentem bem no quadro e nas contas porque os resultados são deveras interessantes e “instrutivos”.
---A------------B-----------------C----------------D---
-Partido --- % Ofic. ----- Nº eleitores ---- %REAL
PS --------- 36,56 ------- 2 068 665 ---------- 22,15
PPD/PSD -- 29,09 ------ 1 646 097 --------- 17,63
CDS-PP ----- 10,46 ------- 592 064 ---------- 06,34
B.E. ----------- 9,85 -------- 557 109 ---------- 05,97
PCP-PEV ---- 7,88 -------- 446 174 ---------- 04,78
PCTP/MRPP- 0,93 --------- 52 633 --------- 00,56
OUTROS(*) -- 3,34 ------- 122 769 -------- 01,31
BRANCOS -- 1.75 ---------- 98 993 -------- 01,06
NULOS ------ 1.31 ---------- 74 274 -------- 00,79
Total Votantes ---------- 5 658 778
ABSTENÇÃO 39,40% - 3 678 536
TOTAL Eleitores ------- 9 337 536
Nota: Outros(*) = (MEP+PND+ MMS+PPM+P.N.R.+MPT +PPV +POUS+ PTP+MPT)
Na coluna A estão listados os “destinatários" dos votos (ou não votos) dos eleitores: os Partidos, etc.
Na coluna B está listada a percentagem OFICIAL de votos atribuída a cada partido, etc.
Na coluna C o listam-se os respectivos números de eleitores vontantes (em cada partido, etc.);
Na coluna D está listada a PERCENTAGEM REAL de votos de cada "destinatário" (partido, etc.) calculada com base NO TOTAL DE ELEITORES INSCRITOS, que é como "NÓS" defendemos que devem ser feitas as contas... sem vigarices.
Ou seja: ao Partido Socialista foi atribuída, OFICIALMENTE, 36,56% dos votos, mas este partido obteve, APENAS, 22,15% dos votos de TODOS os eleitores... e assim sucessivamente para os restantes partidos.
Vejamos agora a questão do número de deputados Eleitos por cada Partido
----A---------------- E ---------------- F ---------------G----
Partido --------- Nº Dep. -------- Nº Dep. ------ Nº Dep.
-------- -------- Eleitos ------- "Devidos"----- Abstenç
PS ---------------- 96 --------------- 83 ------------- 50 --
PPD/PSD ------- 78 --------------- 66 ------------- 40 --
CDS-PP --------- 21 --------------- 24 ------------- 14 --
B.E. -------------- 16 --------------- 22 ------------- 13 --
PCP-PEV ------- 15 --------------- 18 ------------- 11 --
PCTP/MRPP --- 00 -------------- 02 ------------ 01 --
OUTROS(*) ---- 00 --------------- 05 ------------ 03 --
Nulos ----------- 00 --------------- 03 ------------ 02 --
Brancos --------- 00 ---------------- 04 ------------- 02 --
ABSTENÇÃO - 00 ---------------- 00 ------------- 89 --
-- Na coluna E estão os deputados QUE FORAM eleitos por cada partido.
-- Na coluna F estão os deputados QUE TERIAM SIDO ELEITOS por cada partido, relativos à percentagem OFICIAL de votos, sem as distorções introduzidas pelo facto de as candidaturas serem distritais e pela forma anacrónica e injusta como está defenida a quantidade de deputados para cada distrito, criando assimetrias disparatadas na representação parlamentar.
Portanto, na coluna F estão o número de deputados correspondentes à percentagem oficial de votos atribuída a cada partido e aos votos brancos e nulos... QUE É COMO "NÓS" DEFENDEMOS QUE DEVE SER independentemente da VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO.
E, finalmente, na coluna G está o número REAL de deputados que cada partido elegeu (os outros são os que eles apropriam através da fraude); isto é: Na coluna G está o número de Deputados Eleitos por cada partido (ou destinatário dos votos, ou não votos), relativos à percentagem real de votos, calculada tomando como base o total de eleitores; a percentagem de votos listada na coluna D... TENDO EM CONTA A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO.
Algumas conclusões MUITO INTERESSANTES:
O Partido Socialista e o PSD, não apenas "arrebanham" 7 DEPUTADOS relativos aos votos nulos e brancos, como ainda "usurpam" 18 DEPUTADOS que "pertencem" aos restantes partidos, tendo em conta as respectivas percentagens OFICIAIS de votos...
As conclusões que se tiram em relação à integridade e honestidade dos "Restantes Partidos" não é muito lisonjeira... é mesmo decepcionante. Afinal "eles" só têm de se queixar de si próprios...
Para os cidadãos não faz qualquer diferença porque "ELES" (os partidos) são todos iguais e não se cansam de o demonstrar, até nisto: os restantes partidos pactuam com esta situação que, APARENTEMENTE, lhes é prejudicial porque concordam, porque colaboram na vigarice da apropriação dos votos dos abstencionistas e, mais grave, porque não tem importância: se fossem eles, os "restantes partidos" que tivessem mais votos fariam o mesmo que os actuais partidos mais votados fazem... EM TUDO.
Se os "restantes partidos" fossem sinceros no que dizem e estivessem realmente preocupados com a resolução dos problemas do País (e quisessem fazer alguma coisa para resolver os nossos problemas, ter alguma influência na resolução dos NOSSOS problemas) NUNCA consentiriam numa situação destas; exigiriam que as contas fossem feitas de forma honesta. Mas esses também não querem saber dos nossos problemas; ter acesso a uns tachitos a ganhar umas "massas" avultadas, para eles é suficiente... Mais do que isso acarretaria responsabilidades que eles não querem assumir
Apetece dizer: "Os partidos mais votados (PS e PSD) lixam-nos, a nós todos, (com um F grande)... e os outros partidos batem palmas... fingindo estar contra".
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Referem-se à eleição de 226 Deputados. Suponho que faltarão 4 deputados eleitos pela emigração.
As contas que apresento também contemplam, apenas, a eleição de 226 deputados.
Fica a nota para esclarecimento de quem, eventualmente, venha a consultar este texto mais tarde e a encontrar, no site da CNE.pt, resultados diferentes (terão de o ser depois de contados os votos da emigração).
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---A------------B-----------------C----------------D---
-Partido --- % Ofic. ----- Nº eleitores ---- %REAL
PS --------- 36,56 ------- 2 068 665 ---------- 22,15
PPD/PSD -- 29,09 ------ 1 646 097 --------- 17,63
CDS-PP ----- 10,46 ------- 592 064 ---------- 06,34
B.E. ----------- 9,85 -------- 557 109 ---------- 05,97
PCP-PEV ---- 7,88 -------- 446 174 ---------- 04,78
PCTP/MRPP- 0,93 --------- 52 633 --------- 00,56
OUTROS(*) -- 3,34 ------- 122 769 -------- 01,31
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Total Votantes ---------- 5 658 778
ABSTENÇÃO 39,40% - 3 678 536
TOTAL Eleitores ------- 9 337 536
Nota: Outros(*) = (MEP+PND+ MMS+PPM+P.N.R.+MPT +PPV +POUS+ PTP+MPT)
Na coluna A estão listados os “destinatários" dos votos (ou não votos) dos eleitores: os Partidos, etc.
Na coluna B está listada a percentagem OFICIAL de votos atribuída a cada partido, etc.
Na coluna C o listam-se os respectivos números de eleitores vontantes (em cada partido, etc.);
Na coluna D está listada a PERCENTAGEM REAL de votos de cada "destinatário" (partido, etc.) calculada com base NO TOTAL DE ELEITORES INSCRITOS, que é como "NÓS" defendemos que devem ser feitas as contas... sem vigarices.
Ou seja: ao Partido Socialista foi atribuída, OFICIALMENTE, 36,56% dos votos, mas este partido obteve, APENAS, 22,15% dos votos de TODOS os eleitores... e assim sucessivamente para os restantes partidos.
Vejamos agora a questão do número de deputados Eleitos por cada Partido
----A---------------- E ---------------- F ---------------G----
Partido --------- Nº Dep. -------- Nº Dep. ------ Nº Dep.
-------- -------- Eleitos ------- "Devidos"----- Abstenç
PS ---------------- 96 --------------- 83 ------------- 50 --
PPD/PSD ------- 78 --------------- 66 ------------- 40 --
CDS-PP --------- 21 --------------- 24 ------------- 14 --
B.E. -------------- 16 --------------- 22 ------------- 13 --
PCP-PEV ------- 15 --------------- 18 ------------- 11 --
PCTP/MRPP --- 00 -------------- 02 ------------ 01 --
OUTROS(*) ---- 00 --------------- 05 ------------ 03 --
Nulos ----------- 00 --------------- 03 ------------ 02 --
Brancos --------- 00 ---------------- 04 ------------- 02 --
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-- Na coluna E estão os deputados QUE FORAM eleitos por cada partido.
-- Na coluna F estão os deputados QUE TERIAM SIDO ELEITOS por cada partido, relativos à percentagem OFICIAL de votos, sem as distorções introduzidas pelo facto de as candidaturas serem distritais e pela forma anacrónica e injusta como está defenida a quantidade de deputados para cada distrito, criando assimetrias disparatadas na representação parlamentar.
Portanto, na coluna F estão o número de deputados correspondentes à percentagem oficial de votos atribuída a cada partido e aos votos brancos e nulos... QUE É COMO "NÓS" DEFENDEMOS QUE DEVE SER independentemente da VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO.
E, finalmente, na coluna G está o número REAL de deputados que cada partido elegeu (os outros são os que eles apropriam através da fraude); isto é: Na coluna G está o número de Deputados Eleitos por cada partido (ou destinatário dos votos, ou não votos), relativos à percentagem real de votos, calculada tomando como base o total de eleitores; a percentagem de votos listada na coluna D... TENDO EM CONTA A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO.
Algumas conclusões MUITO INTERESSANTES:
O Partido Socialista e o PSD, não apenas "arrebanham" 7 DEPUTADOS relativos aos votos nulos e brancos, como ainda "usurpam" 18 DEPUTADOS que "pertencem" aos restantes partidos, tendo em conta as respectivas percentagens OFICIAIS de votos...
As conclusões que se tiram em relação à integridade e honestidade dos "Restantes Partidos" não é muito lisonjeira... é mesmo decepcionante. Afinal "eles" só têm de se queixar de si próprios...
Para os cidadãos não faz qualquer diferença porque "ELES" (os partidos) são todos iguais e não se cansam de o demonstrar, até nisto: os restantes partidos pactuam com esta situação que, APARENTEMENTE, lhes é prejudicial porque concordam, porque colaboram na vigarice da apropriação dos votos dos abstencionistas e, mais grave, porque não tem importância: se fossem eles, os "restantes partidos" que tivessem mais votos fariam o mesmo que os actuais partidos mais votados fazem... EM TUDO.
Se os "restantes partidos" fossem sinceros no que dizem e estivessem realmente preocupados com a resolução dos problemas do País (e quisessem fazer alguma coisa para resolver os nossos problemas, ter alguma influência na resolução dos NOSSOS problemas) NUNCA consentiriam numa situação destas; exigiriam que as contas fossem feitas de forma honesta. Mas esses também não querem saber dos nossos problemas; ter acesso a uns tachitos a ganhar umas "massas" avultadas, para eles é suficiente... Mais do que isso acarretaria responsabilidades que eles não querem assumir
Apetece dizer: "Os partidos mais votados (PS e PSD) lixam-nos, a nós todos, (com um F grande)... e os outros partidos batem palmas... fingindo estar contra".
.../...
APELO!
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Etiquetas:
Resultados Eleitorais 2009
2009/09/29
Atenção Clientes da LisboaGás (II)
OS ABUSOS, PREPOTÊNCIAS E PATIFARIAS DA LISBOAGÁS
Se você é cliente da LisboaGás (Grupo Galp Energia) leia, com atenção, o relato que se segue.
O texto que se segue está publicado, como comentário, neste outro texto e confirma, mais uma vez, as minhas suspeitas: a LisboaGás corta o gás de propósito, para sacar dinheiro aos clientes...
E consegue sacar dinheiro a MUITOS clientes porque ninguém pode estar meses sem gás, como no caso relatado.
Eis o texto:
Exmos,
Tive uma situação semelhante: sendo cliente da Lisboagás com acordo de conta certa seria de esperar (como foi durante vários anos) que, mensalmente, fosse efectuado o débito na minha conta conforme o valor estipulado. Mas não! devido a "uma falha informática" apenas 2 "mensalidades" foram cobradas no banco - esta falha só me foi comunicada posteriormente.
No final do ano do acordo, recebi uma factura de acertos no valor de 911 Euro!! Tratando-se duma habitação familiar com 4 pessoas não aceitei.
Mais! A factura tinha escrita a informação de um valor a devolver ao cliente, em metros cúbicos, mas esse mesmo valor era cobrado em €!
Com base nesse erro de cálculo, foi efectuado o compto do valor devido: 911 Euro.
Dirigi-me à Loja do Cidadão onde apresentei reclamação e fui informada de que que factura seria suspensa e analisada. Passadas 3 semanas recebo em casa uma carta com aviso de suspensão de fornecimento do gás devido à falta de pagamento dos 911€.
Liguei para o apoio comercial (nº 808506009): e reclamei da situação. Disseram-me que não me preocupasse pois iriam anular a factura.
Passadas mais 2 semanas - estava eu de férias -, cortaram-me o gás! Reclamei para o apoio comercial e exigi a religação, obviamente sem custos.
Religaram o gás, e o técnico informou que a instalação da casa estava impecável mas o esquentador apresentava uma enorme fuga.
Tive de vir de fora de Lisboa para colocar o aparelho a "arranjar", quando o fui levantar os técnicos da empresa - certificada pela entidade reguladora - informaram que o aparelho não tinha qualquer fuga e que é prática habitual da Lisboagás utilizarem uma pressão superior à de serviço (22mb), sendo que essa força exagerada, obviamente, vai forçar os aparelhos e assim estes apresentam as "fugas".
Exigi à Lisboagás nova religação sem custos, reabriram o gás e posteriormente teriam de efectuar nova inspecção. Nesta nova inspecção mais uma vez nada a apontar à instalação da casa. No entanto, o esquentador apresentava um ligeira fuga não à pressão de serviço (22mb), mas sim aos 23mb.
Por mais argumentos e provas textuais (declaração da entidade reparadora ) que eu apresentasse, o técnico da Lisgoagás informou que normalmente não facilitam, muito menos nos casos de reclamação - tal como era o meu caso.
O gás ficou fechado com a inspecção aprovada na casa mas com defeito crítico no aparelho.
Levei novamente o esquentador a reparação noutra empresa também esta certificada e, mais uma vez, tive a mesma informação de que o aparelho não apresenta qualquer fuga, as ligações também não e, mais uma vez, referiram a situação da prática da Lisboagás quanto à pressão utilizada nas inspecções.
Dirigi-me, logo de seguida, à Loja do Cidadão onde apresentei nova reclamação e exigi novo religamento do gás sem custos.
A resposta neste momento é que a religação do gás será sem custos para mim mas terei de pagar a inspecção, caso contrário o gás não poderá ser religado - primeiro pago e depois é que posso reclamar a devolução desse valor.
Informei que o erro foi desde inicio da Lisboagás e como tal não aceito o pagamento de qualquer importância pois todos os valores decorrentes deste erro tem de ser suportados pela empresa.
Neste momento já apresentei reclamação no Livro de Reclamações, vou apresentar na DECO, no Provedor do Consumidor e, por escrito à empresa, pelo menos.
Entretanto já recebi a nova factura rectificada de acertos de não chega aos 240 Euro e a grossa parte deste valor corresponde aos 9 meses em que a Lisbogás não efectuou a cobrança através do débito directo, conforme contratado no acordo de conta certa.
Agora, devido a erro grosseiro da Lisboagás, tenho de pagar em 6 meses o que eles não debitaram em 9 meses e, continuo à espera que assumam a sua responsabilidade e custeiem a inspecção.
Mais! Com duas crianças em casa estou sem gás há praticamente 1 mês!
Fora a incompetência desta empresa, a falta de comunicação entre departamentos, e a atitude claramente beligerante desta empresa para com os seus clientes apenas uma palavra: INADMISSÍVEL!!
.../...
Cara companheira de desgraças!
Apresente a sua reclamação ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo!
Pode fazê-lo por email, indicando TODOS os dados, que eles actuam.
Só não sei é se, sendo "a coisa" premeditada por parte da Lisboagás, vai obter solução rápida.
O C.A.C.C. interveio no caso relatado no outro texto e a Lisboagás "colaborou... aparentemente. Mas logo depois também enviaram uma factura de leitura real, debitando mais de 200 €, ESTANDO O GÁS FECHADO.
Curiosamente, o gás não foi ligado por "deficiência" das instalações...
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O texto que se segue está publicado, como comentário, neste outro texto e confirma, mais uma vez, as minhas suspeitas: a LisboaGás corta o gás de propósito, para sacar dinheiro aos clientes...
E consegue sacar dinheiro a MUITOS clientes porque ninguém pode estar meses sem gás, como no caso relatado.
Eis o texto:
Exmos,
Tive uma situação semelhante: sendo cliente da Lisboagás com acordo de conta certa seria de esperar (como foi durante vários anos) que, mensalmente, fosse efectuado o débito na minha conta conforme o valor estipulado. Mas não! devido a "uma falha informática" apenas 2 "mensalidades" foram cobradas no banco - esta falha só me foi comunicada posteriormente.
No final do ano do acordo, recebi uma factura de acertos no valor de 911 Euro!! Tratando-se duma habitação familiar com 4 pessoas não aceitei.
Mais! A factura tinha escrita a informação de um valor a devolver ao cliente, em metros cúbicos, mas esse mesmo valor era cobrado em €!
Com base nesse erro de cálculo, foi efectuado o compto do valor devido: 911 Euro.
Dirigi-me à Loja do Cidadão onde apresentei reclamação e fui informada de que que factura seria suspensa e analisada. Passadas 3 semanas recebo em casa uma carta com aviso de suspensão de fornecimento do gás devido à falta de pagamento dos 911€.
Liguei para o apoio comercial (nº 808506009): e reclamei da situação. Disseram-me que não me preocupasse pois iriam anular a factura.
Passadas mais 2 semanas - estava eu de férias -, cortaram-me o gás! Reclamei para o apoio comercial e exigi a religação, obviamente sem custos.
Religaram o gás, e o técnico informou que a instalação da casa estava impecável mas o esquentador apresentava uma enorme fuga.
Tive de vir de fora de Lisboa para colocar o aparelho a "arranjar", quando o fui levantar os técnicos da empresa - certificada pela entidade reguladora - informaram que o aparelho não tinha qualquer fuga e que é prática habitual da Lisboagás utilizarem uma pressão superior à de serviço (22mb), sendo que essa força exagerada, obviamente, vai forçar os aparelhos e assim estes apresentam as "fugas".
Exigi à Lisboagás nova religação sem custos, reabriram o gás e posteriormente teriam de efectuar nova inspecção. Nesta nova inspecção mais uma vez nada a apontar à instalação da casa. No entanto, o esquentador apresentava um ligeira fuga não à pressão de serviço (22mb), mas sim aos 23mb.
Por mais argumentos e provas textuais (declaração da entidade reparadora ) que eu apresentasse, o técnico da Lisgoagás informou que normalmente não facilitam, muito menos nos casos de reclamação - tal como era o meu caso.
O gás ficou fechado com a inspecção aprovada na casa mas com defeito crítico no aparelho.
Levei novamente o esquentador a reparação noutra empresa também esta certificada e, mais uma vez, tive a mesma informação de que o aparelho não apresenta qualquer fuga, as ligações também não e, mais uma vez, referiram a situação da prática da Lisboagás quanto à pressão utilizada nas inspecções.
Dirigi-me, logo de seguida, à Loja do Cidadão onde apresentei nova reclamação e exigi novo religamento do gás sem custos.
A resposta neste momento é que a religação do gás será sem custos para mim mas terei de pagar a inspecção, caso contrário o gás não poderá ser religado - primeiro pago e depois é que posso reclamar a devolução desse valor.
Informei que o erro foi desde inicio da Lisboagás e como tal não aceito o pagamento de qualquer importância pois todos os valores decorrentes deste erro tem de ser suportados pela empresa.
Neste momento já apresentei reclamação no Livro de Reclamações, vou apresentar na DECO, no Provedor do Consumidor e, por escrito à empresa, pelo menos.
Entretanto já recebi a nova factura rectificada de acertos de não chega aos 240 Euro e a grossa parte deste valor corresponde aos 9 meses em que a Lisbogás não efectuou a cobrança através do débito directo, conforme contratado no acordo de conta certa.
Agora, devido a erro grosseiro da Lisboagás, tenho de pagar em 6 meses o que eles não debitaram em 9 meses e, continuo à espera que assumam a sua responsabilidade e custeiem a inspecção.
Mais! Com duas crianças em casa estou sem gás há praticamente 1 mês!
Fora a incompetência desta empresa, a falta de comunicação entre departamentos, e a atitude claramente beligerante desta empresa para com os seus clientes apenas uma palavra: INADMISSÍVEL!!
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O C.A.C.C. interveio no caso relatado no outro texto e a Lisboagás "colaborou... aparentemente. Mas logo depois também enviaram uma factura de leitura real, debitando mais de 200 €, ESTANDO O GÁS FECHADO.
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2009/09/25
Ainda a Fraude Eleitoral
O Impacto da Fraude Eleitoral (II)
Neste texto tentei escalpelizar, com os dados disponíveis (a CNE não respondeu às minhas perguntas) algumas das facetas e consequências da FRAUDE ELEITORAL.
A fraude existe! Há vários relatos e referências, que vêm de longa data e que a confirmam.
Para além de todas as referências e relatos que se ouvem, temos ainda a desonestidade que campeia nos (e monopoliza os) meios políticos com acesso ao Poder e ao Parlamento a CONFIRMAR a existência da Fraude.
Os relatos e notícias que nos chegam referem-se apenas a alguns dos actos fraudulentos. Acredito que a verdadeira dimensão da fraude é muito maior e que os actos fraudulentos mais gravosos nunca saem do segredo dos “deuses” que os praticam; nem deles nunca nos chegam “notícias”.
Não vou enumerar, aqui, as múltiplas formas que a fraude pode assumir, até para não “estimular” a imaginação de alguns e assim contribuir para agravar o problema; vou apenas analisar, dum outro ponto de vista, as consequências da fraude nos resultados eleitorais, em termos de deputados eleitos.
No texto acima referido chegámos à conclusão de que pode haver 4 deputados eleitos pela fraude, contando apenas com as formas de fraude descritas, mas atribuindo cerca de 20 mil votos a cada um desses deputado.
Porém, foi cometido um erro: as contas foram feitas pelo critério que nos parece correcto e não pelo método vigente: o método de Hondt.
A realidade é bem diferente: no sistema actual de atribuição de mandatos, é possível obter muito mais mandatos com contribuição da fraude, MESMO QUE A FRAUDE SEJA DE MUITO MENORES DIMENSÕES.
Concretizemos:
O “nosso” sistema eleitoral” usa o método de Hondt para determinar quais os deputados que devem ser eleitos.
O método de Hondt estipula que sejam eleitos os deputados do partido com maior número de votos, até prefazer o total de mandatos; isto é: elege-se o primeiro deputado do partido mais votado.
Aos votos desse partido retiram-se os votos necessários para eleger um deputado e depois comparam-se novamente os totais de votos remanescentes de cada partido, continuando a eleição sempre pelo partido que tiver maior número de votos. Isto significa que, nos Distritos com elevados índices de abstenção, como o número de deputados a eleger não se altera, podem ser eleitos deputados com apenas 10 mil ou mesmo 5 mil votos... ou menos.
Explicado o método de forma sucinta, suponhamos então que estamos a acompanhar a eleição dos deputados por Lisboa.
A certa altura falta eleger 3 ou 4 deputados e o número de votos remanescentes, de cada partido é muito próximo. Suponhamos que temos o partido A com 18 mil votos, o partido B com 18 200 votos, o partido C com 18 350 votos, etc... Os próximos 2 deputados eleitos sê-lo-ão pelo partido C e pelo partido B.
Pois é! Mas se os partidos C e B tiverem sido “beneficiados”, com 400, ou 500, ou 600 votos fraudulentos cada um... e ainda tiver sido possível prejudicar o partido A com uns 100 ou 200 votitos “anulados” pela fraude, por exemplo, todos os partidos com acesso à fraude elegerão o seu último deputado antes dos partidos “segregados” elegerem o seu primeiro deputado. Os partidos segregados são os partidos mais pequenos...
E estamos a falar duma fraude com dimensão de, APENAS, cerca de 2 mil votos. Uma “brincadeira de crianças” em cidades como Lisboa com as suas 53 Freguesias e as suas cerca de 1500 mesas de voto, a juntar às mesas de voto do resto do Distrito que é o mais populoso do País.
Estendam isto ao total dos 18 distritos, com as devidas adaptações, e terão uma ideia das potencialidades e da dimensão da FRAUDE que é possível com uns escassos 10 mil ou 15 mil votos fraudulentos...
A minha percepção garante-me que, na realidade, há muito mais do que 10 mil ou 15 mil votos fraudulentos.
APELO!
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Neste texto tentei escalpelizar, com os dados disponíveis (a CNE não respondeu às minhas perguntas) algumas das facetas e consequências da FRAUDE ELEITORAL.
A fraude existe! Há vários relatos e referências, que vêm de longa data e que a confirmam.
Para além de todas as referências e relatos que se ouvem, temos ainda a desonestidade que campeia nos (e monopoliza os) meios políticos com acesso ao Poder e ao Parlamento a CONFIRMAR a existência da Fraude.
Os relatos e notícias que nos chegam referem-se apenas a alguns dos actos fraudulentos. Acredito que a verdadeira dimensão da fraude é muito maior e que os actos fraudulentos mais gravosos nunca saem do segredo dos “deuses” que os praticam; nem deles nunca nos chegam “notícias”.
Não vou enumerar, aqui, as múltiplas formas que a fraude pode assumir, até para não “estimular” a imaginação de alguns e assim contribuir para agravar o problema; vou apenas analisar, dum outro ponto de vista, as consequências da fraude nos resultados eleitorais, em termos de deputados eleitos.
No texto acima referido chegámos à conclusão de que pode haver 4 deputados eleitos pela fraude, contando apenas com as formas de fraude descritas, mas atribuindo cerca de 20 mil votos a cada um desses deputado.
Porém, foi cometido um erro: as contas foram feitas pelo critério que nos parece correcto e não pelo método vigente: o método de Hondt.
A realidade é bem diferente: no sistema actual de atribuição de mandatos, é possível obter muito mais mandatos com contribuição da fraude, MESMO QUE A FRAUDE SEJA DE MUITO MENORES DIMENSÕES.
Concretizemos:
O “nosso” sistema eleitoral” usa o método de Hondt para determinar quais os deputados que devem ser eleitos.
O método de Hondt estipula que sejam eleitos os deputados do partido com maior número de votos, até prefazer o total de mandatos; isto é: elege-se o primeiro deputado do partido mais votado.
Aos votos desse partido retiram-se os votos necessários para eleger um deputado e depois comparam-se novamente os totais de votos remanescentes de cada partido, continuando a eleição sempre pelo partido que tiver maior número de votos. Isto significa que, nos Distritos com elevados índices de abstenção, como o número de deputados a eleger não se altera, podem ser eleitos deputados com apenas 10 mil ou mesmo 5 mil votos... ou menos.
Explicado o método de forma sucinta, suponhamos então que estamos a acompanhar a eleição dos deputados por Lisboa.
A certa altura falta eleger 3 ou 4 deputados e o número de votos remanescentes, de cada partido é muito próximo. Suponhamos que temos o partido A com 18 mil votos, o partido B com 18 200 votos, o partido C com 18 350 votos, etc... Os próximos 2 deputados eleitos sê-lo-ão pelo partido C e pelo partido B.
Pois é! Mas se os partidos C e B tiverem sido “beneficiados”, com 400, ou 500, ou 600 votos fraudulentos cada um... e ainda tiver sido possível prejudicar o partido A com uns 100 ou 200 votitos “anulados” pela fraude, por exemplo, todos os partidos com acesso à fraude elegerão o seu último deputado antes dos partidos “segregados” elegerem o seu primeiro deputado. Os partidos segregados são os partidos mais pequenos...
E estamos a falar duma fraude com dimensão de, APENAS, cerca de 2 mil votos. Uma “brincadeira de crianças” em cidades como Lisboa com as suas 53 Freguesias e as suas cerca de 1500 mesas de voto, a juntar às mesas de voto do resto do Distrito que é o mais populoso do País.
Estendam isto ao total dos 18 distritos, com as devidas adaptações, e terão uma ideia das potencialidades e da dimensão da FRAUDE que é possível com uns escassos 10 mil ou 15 mil votos fraudulentos...
A minha percepção garante-me que, na realidade, há muito mais do que 10 mil ou 15 mil votos fraudulentos.
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2009/09/21
Quem Vai Ganhar As Eleições Legislativas 2009?
Ou
O IMPACTO DA FRAUDE ELEITORAL!
Não é necessário ser adivinho par saber QUEM VAI GANHAR AS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS (e as outras):
As eleições vão ser ganhas pela ABSTENÇÃO e pela FRAUDE ELEITORAL.
A abstenção ganha sempre, desde há MUITO tempo e vai subir (mesmo que isso não se perceba nos resultados contabilizados).
A Fraude eleitoral vai ganhar porque SEMPRE existiu, mas vai intensificar-se; VAI AUMENTAR.
São muitos os motivos por que me abstenho. Os principais têm que ver com o descalabro a que a situação do País chegou e com o facto de as coisas mais abomináveis serem possíveis, vitimando, permanentemente, os cidadãos. Essas “coisas mais abomináveis” são, frequentemente, actos torpes e criminosos cometidos pelos diferentes poderes, com especial destaque para as polícias e Tribunais, a cujos está garantida total impunidade, sempre. São também os vencimentos escandalosos de políticos e gestores, são as pensões milionárias pagas a alguns dos que têm ajudado a destruir o País, pondo em risco a sustentabilidade da segurança social, é o elevado número de Deputados a delapidarem o erário público para nada, porque são inúteis... Etc. Etc.
Não adianta votar porque os políticos não cumprem a sua obrigação de zelar pela democracia e garantem impunidade a todo esse rol de crimes, de horrores e de ABUSOS.
Não adianta votar, NEM SE DEVE DAR OUVIDOS AOS RESPECTIVOS apelos, porque eles, os políticos e os responsáveis, também NUNCA nos ouvem, Por maior que seja a razão que nos assista; por mais graves que sejam as coisas que digamos. Portanto, é bom que provem do próprio veneno e sejam ignorados tal como nos ignoram...
“Eles” destroem a democracia; mas nem a democracia se esgota no "votar" nem o facto de podermos votar é, por si só, democracia.
O acto de votar tem um objectivo concreto, a saber: escoher quem nos há-de governar durante o respectivo período de tempo; portanto, se as pessoas percebem a inutilidade desse esforço, porque estão fartas de ser enganadas, é natural que se abstenham.
Chegados a este ponto de descalabro que os números da abstenção, CRESCENTE, não permitem mais ignorar, há que alterar o sistema eleitoral.
Cada um expressa-se como entende ser melhor e uma "democracia" que não respeita todos de igual modo NÃO É democracia.
Há que democratizar o Sistema Eleitoral.
Foi por isso que criei a PETIÇÃO PARA VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO
Um outro motivo pelo qual me abstenho é A FRAUDE ELEITORAL.
O sistema eleitoral é vigarista e nazi, como já expliquei, devido ao facto de ignorar os abstencionistas QUE A ACTUAÇÃO DOS POLÍTICOS PRODUZ. Isso também é FRAUDE do sistema eleitoral
Mas, AGORA, o tema é Fraude ELEITORAL; FRAUDE MESMO: viciação dos votos adulterando os resultados eleitorais e a livre expressão das escolhas dos cidadãos que vão votar.
A Fraude Eleitoral tem sido denunciada desde as primeiríssimas eleições após o 25 de Abril mas, como acontece no segredo dos meios eleitorais, frequentemente à porta fechada, as pessoas não vêem e, por isso, não dão por ela. Mesmo que haja denúncias, TODOS silenciam, INCLUINDO A COMUNICAÇÃO SOCIAL, e a maioria das pessoas permanece na ignorância desses factos e suas implicações.
Vejamos então, mais de perto, a FRAUDE ELEITORAL e as diferentes formas que assume.
A Fraude eleitoral (fraude mesmo, viciação dos resultados) é uma constante em TODAS as eleições e assume diversas formas:
--- nalguns casos são os mortos que ressuscitam nesse dia para votar; por isso os cadernos eleitorais estão cheios de eleitores fantasma. Compreende-se! Não podiam deixar só alguns porque isso daria muito nas vistas
--- noutros casos é o cacique local que descarrega os votos de todos os eleitores, como bem lhe apetece, sem que estes se apresentem a votar, e depois ainda tem a lata de o dizer a esses mesmos eleitores, na rua, abertamente. Nada como contactar com os meios universitáriois (onde existem pessoas de todas as proveniências) para saber estas coisas.
--- noutros casos ainda (eu constatei um exemplo quando fui presidente duma mesa de voto e agora foi referido outro exemplo na comunicação social) há pessoas que votam em DUAS MESAS DE VOTO DIFERENTES. O esquema que eu posso tetemunhar é simples: a pessoa muda de residência, inscreve-se noutra freguesia e depois apresenta-se nas 2 para votar, argumentando, numa delas, que não chegou a inscrever-se na outra. No caso que eu constatei, pedi que trouxesse um papel da outra freguesia a declarar isso mesmo: que a pessoa não estava inscrita, mas todos os outros elementos da mesa decidiram aceitar o voto assim mesmo... porque será? E eu, vencida, apenas consegui fazer com que o incidente fosse referido na acta... Acham que alguém vai, depois, verificar e apurar isso?
Mas há mais:
A CNE ainda exibe, no seu site, um link para esta prosa:
“A DGAI, ao ter verificado a existência de eleitores indevidamente inscritos, incluindo alguns duplamente inscritos e outros com insuficiência de informação nos respectivos registos...
A “prosa” termina afirmando que todos esses casos foram corrigidos, em tempo record...
Vocês acreditam neles? Eu não acredito!
--- Há outra forma de viciação dos votos: É o uso e preenchimento DOS VOTOS EM BRANCO, por elementos das mesas de voto.
Também constatei isso:
Na altura da contagem dos votos e quando se estava a agrupar os boletins em montes separados conforme o partido votado, um dos membros da mesa pegou num voto e numa caneta e, muito rapidamente, fez uma cruz (favorável ao seu partido certamente) depois disfarçou dizendo que era uma cruz que estava mal feita e ele apenas corrigiu...
Pois! Tantos votos com cruzes mal feitas e pontinhos em vez de cruz que foram considerados e contabilizados para os respectivos partidos, só aquele voto é que necessitava de ser "corrigido".
Aliás, numa discussão relativa a esta questão, num dos meus blogues “Sociocracia” um ex-militante do PSD disse que sempre tinha participado em mesas de voto e que sempre constatara a prática desse tipo de fraude: o uso e preenchimento dos Votos em Branco. Por isso era acérrimo defensoir, isso sim, dos VOTOS NULOS dizendo que estes já não se prestam a esse tipo de fraudes... Será que não?
No caso que foi referido na comunicação social, nestas últimas eleições (Europeias): “uma pessoa que votou 2 vezes”, o elemento da CNE dizia que era irrelevante. Eu também cheguei a pensar isso e a afirmá-lo. Mas Será Mesmo Irrelevante?
Depois de fazer alguma contas, de cabeça, conclui o contrário.
Vejamos então as contas:
Existem, no País, 4 260 (quatro mil duzentas e sessenta) freguesias.
Na minha Freguesia que se situa em Lisboa, por exemplo, existem 34 mesas de voto.
Lisboa tem 53 Freguesias e eu admito que a média de 30 mesas de voto por Freguesia seja razoável. Idem para o Porto que tem 15 Freguesias.
Podemos contabilizar, só nestas duas cidades, 68 Freguesias com cerca de 30 mesas de voto cada, num total de 2 040 mesas de voto.
Ficamos ainda com 4 192 Freguesias.
Admitindo que o número de mesas de voto por freguesia, em todas as cidades capitais de distrito e não só, se aproxime das 30, mas tendo em conta que há freguesias com apenas 1 ou 2 mesas de voto, vamos considerar que, em média, em cada Freguesia funcionem 5 mesas de voto. Contabilizamos um total de 20 960 mesas de voto para estas freguesias. Somando os 2 valores: 20 960 + 2 040 = 23 000 mesas de voto...
Nota: (a culpa de eu estar aqui a fazer estas contas todas é da CNE que não respondeu às minhas perguntas...)
Vejamos então a quantidade de votos que podem ser obtidos fraudulentamente pelos partidos.
No caso que eu presenciei, foram viciados 2 votos, usando 2 dos “esquemas” conhecidos e sendo eu presidente da mesa e ACÉRRIMA OPOSITORA à fraude.
Pelo que se ouve e constata, percebe-se que há casos (mesas de voto) em que, seguramente, os votos fraudulentos rondarão a meia dúzia ou mais. Haverá casos em que ultrapassam a dezena.
Pois é!
Se, com esquemas destes, for possível (e é, actualmente) obter uma média de 4 votos por mesa, de forma fraudulenta, teremos um total de 92 mil votos...
Nas últimas legislativas, cada deputado do P.S. foi eleito, em média, com 21 446 votos...
Conclui-se que podem ser 4 os deputados que são eleitos pela fraude.
Nas legislativas de 2001, o B. E. Elegeu 3 deputados com 149 543 votos... A fraude é (pode ser) muito mais de metade duma votação desta magnitude.
Aproximando-se o número total de eleitores inscritos dos 9 milhões, a fraude representará cerca de 1%..., mas em relação ao total de votantes (base das contas dos resultados eleitorais) já se situa em cerca de 1,8% contribuindo largamente para a distorção dos resultados em relação à votade dos eleitores
Digamos que o principal impacto da fraude resulta da outra fraude: da não valoração da abstenção; e tem como principal missão manter os pequenos partidos afastados do parlamento: Há 4 deputadsos que podem entrar no parlamento de foram fraudulenta, à FRENTE dos candidatos dos pequenos partidos que não têm hipótese de beneficiar da fraude e que são, como nós cidadãos, vítimas dela...
Qualquer voto que entre nas urnas pode ser “usado” para a fraude... Mas isso fica para próximo artigo...
É por isso que a CNE (tem a missão de) continua a adiar, com as mais esfarrapadas desculpas, a introdução da votação exclusivamente electrónica...
Este artigo eu tinha de publicar porque acho que a fraude se vai intensificar MUITO nestas legislativas, onde serão usados estes “mecanismos" descritos e outros que não referi... Veremos!
Leia também: AINDA A FRAUDE ELEITORAL
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O IMPACTO DA FRAUDE ELEITORAL!
Não é necessário ser adivinho par saber QUEM VAI GANHAR AS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS (e as outras):
As eleições vão ser ganhas pela ABSTENÇÃO e pela FRAUDE ELEITORAL.
A abstenção ganha sempre, desde há MUITO tempo e vai subir (mesmo que isso não se perceba nos resultados contabilizados).
A Fraude eleitoral vai ganhar porque SEMPRE existiu, mas vai intensificar-se; VAI AUMENTAR.
São muitos os motivos por que me abstenho. Os principais têm que ver com o descalabro a que a situação do País chegou e com o facto de as coisas mais abomináveis serem possíveis, vitimando, permanentemente, os cidadãos. Essas “coisas mais abomináveis” são, frequentemente, actos torpes e criminosos cometidos pelos diferentes poderes, com especial destaque para as polícias e Tribunais, a cujos está garantida total impunidade, sempre. São também os vencimentos escandalosos de políticos e gestores, são as pensões milionárias pagas a alguns dos que têm ajudado a destruir o País, pondo em risco a sustentabilidade da segurança social, é o elevado número de Deputados a delapidarem o erário público para nada, porque são inúteis... Etc. Etc.
Não adianta votar porque os políticos não cumprem a sua obrigação de zelar pela democracia e garantem impunidade a todo esse rol de crimes, de horrores e de ABUSOS.
Não adianta votar, NEM SE DEVE DAR OUVIDOS AOS RESPECTIVOS apelos, porque eles, os políticos e os responsáveis, também NUNCA nos ouvem, Por maior que seja a razão que nos assista; por mais graves que sejam as coisas que digamos. Portanto, é bom que provem do próprio veneno e sejam ignorados tal como nos ignoram...
“Eles” destroem a democracia; mas nem a democracia se esgota no "votar" nem o facto de podermos votar é, por si só, democracia.
O acto de votar tem um objectivo concreto, a saber: escoher quem nos há-de governar durante o respectivo período de tempo; portanto, se as pessoas percebem a inutilidade desse esforço, porque estão fartas de ser enganadas, é natural que se abstenham.
Chegados a este ponto de descalabro que os números da abstenção, CRESCENTE, não permitem mais ignorar, há que alterar o sistema eleitoral.
Cada um expressa-se como entende ser melhor e uma "democracia" que não respeita todos de igual modo NÃO É democracia.
Há que democratizar o Sistema Eleitoral.
Foi por isso que criei a PETIÇÃO PARA VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO
Um outro motivo pelo qual me abstenho é A FRAUDE ELEITORAL.
O sistema eleitoral é vigarista e nazi, como já expliquei, devido ao facto de ignorar os abstencionistas QUE A ACTUAÇÃO DOS POLÍTICOS PRODUZ. Isso também é FRAUDE do sistema eleitoral
Mas, AGORA, o tema é Fraude ELEITORAL; FRAUDE MESMO: viciação dos votos adulterando os resultados eleitorais e a livre expressão das escolhas dos cidadãos que vão votar.
A Fraude Eleitoral tem sido denunciada desde as primeiríssimas eleições após o 25 de Abril mas, como acontece no segredo dos meios eleitorais, frequentemente à porta fechada, as pessoas não vêem e, por isso, não dão por ela. Mesmo que haja denúncias, TODOS silenciam, INCLUINDO A COMUNICAÇÃO SOCIAL, e a maioria das pessoas permanece na ignorância desses factos e suas implicações.
Vejamos então, mais de perto, a FRAUDE ELEITORAL e as diferentes formas que assume.
A Fraude eleitoral (fraude mesmo, viciação dos resultados) é uma constante em TODAS as eleições e assume diversas formas:
--- nalguns casos são os mortos que ressuscitam nesse dia para votar; por isso os cadernos eleitorais estão cheios de eleitores fantasma. Compreende-se! Não podiam deixar só alguns porque isso daria muito nas vistas
--- noutros casos é o cacique local que descarrega os votos de todos os eleitores, como bem lhe apetece, sem que estes se apresentem a votar, e depois ainda tem a lata de o dizer a esses mesmos eleitores, na rua, abertamente. Nada como contactar com os meios universitáriois (onde existem pessoas de todas as proveniências) para saber estas coisas.
--- noutros casos ainda (eu constatei um exemplo quando fui presidente duma mesa de voto e agora foi referido outro exemplo na comunicação social) há pessoas que votam em DUAS MESAS DE VOTO DIFERENTES. O esquema que eu posso tetemunhar é simples: a pessoa muda de residência, inscreve-se noutra freguesia e depois apresenta-se nas 2 para votar, argumentando, numa delas, que não chegou a inscrever-se na outra. No caso que eu constatei, pedi que trouxesse um papel da outra freguesia a declarar isso mesmo: que a pessoa não estava inscrita, mas todos os outros elementos da mesa decidiram aceitar o voto assim mesmo... porque será? E eu, vencida, apenas consegui fazer com que o incidente fosse referido na acta... Acham que alguém vai, depois, verificar e apurar isso?
Mas há mais:
A CNE ainda exibe, no seu site, um link para esta prosa:
“A DGAI, ao ter verificado a existência de eleitores indevidamente inscritos, incluindo alguns duplamente inscritos e outros com insuficiência de informação nos respectivos registos...
A “prosa” termina afirmando que todos esses casos foram corrigidos, em tempo record...
Vocês acreditam neles? Eu não acredito!
--- Há outra forma de viciação dos votos: É o uso e preenchimento DOS VOTOS EM BRANCO, por elementos das mesas de voto.
Também constatei isso:
Na altura da contagem dos votos e quando se estava a agrupar os boletins em montes separados conforme o partido votado, um dos membros da mesa pegou num voto e numa caneta e, muito rapidamente, fez uma cruz (favorável ao seu partido certamente) depois disfarçou dizendo que era uma cruz que estava mal feita e ele apenas corrigiu...
Pois! Tantos votos com cruzes mal feitas e pontinhos em vez de cruz que foram considerados e contabilizados para os respectivos partidos, só aquele voto é que necessitava de ser "corrigido".
Aliás, numa discussão relativa a esta questão, num dos meus blogues “Sociocracia” um ex-militante do PSD disse que sempre tinha participado em mesas de voto e que sempre constatara a prática desse tipo de fraude: o uso e preenchimento dos Votos em Branco. Por isso era acérrimo defensoir, isso sim, dos VOTOS NULOS dizendo que estes já não se prestam a esse tipo de fraudes... Será que não?
No caso que foi referido na comunicação social, nestas últimas eleições (Europeias): “uma pessoa que votou 2 vezes”, o elemento da CNE dizia que era irrelevante. Eu também cheguei a pensar isso e a afirmá-lo. Mas Será Mesmo Irrelevante?
Depois de fazer alguma contas, de cabeça, conclui o contrário.
Vejamos então as contas:
Existem, no País, 4 260 (quatro mil duzentas e sessenta) freguesias.
Na minha Freguesia que se situa em Lisboa, por exemplo, existem 34 mesas de voto.
Lisboa tem 53 Freguesias e eu admito que a média de 30 mesas de voto por Freguesia seja razoável. Idem para o Porto que tem 15 Freguesias.
Podemos contabilizar, só nestas duas cidades, 68 Freguesias com cerca de 30 mesas de voto cada, num total de 2 040 mesas de voto.
Ficamos ainda com 4 192 Freguesias.
Admitindo que o número de mesas de voto por freguesia, em todas as cidades capitais de distrito e não só, se aproxime das 30, mas tendo em conta que há freguesias com apenas 1 ou 2 mesas de voto, vamos considerar que, em média, em cada Freguesia funcionem 5 mesas de voto. Contabilizamos um total de 20 960 mesas de voto para estas freguesias. Somando os 2 valores: 20 960 + 2 040 = 23 000 mesas de voto...
Nota: (a culpa de eu estar aqui a fazer estas contas todas é da CNE que não respondeu às minhas perguntas...)
Vejamos então a quantidade de votos que podem ser obtidos fraudulentamente pelos partidos.
No caso que eu presenciei, foram viciados 2 votos, usando 2 dos “esquemas” conhecidos e sendo eu presidente da mesa e ACÉRRIMA OPOSITORA à fraude.
Pelo que se ouve e constata, percebe-se que há casos (mesas de voto) em que, seguramente, os votos fraudulentos rondarão a meia dúzia ou mais. Haverá casos em que ultrapassam a dezena.
Pois é!
Se, com esquemas destes, for possível (e é, actualmente) obter uma média de 4 votos por mesa, de forma fraudulenta, teremos um total de 92 mil votos...
Nas últimas legislativas, cada deputado do P.S. foi eleito, em média, com 21 446 votos...
Conclui-se que podem ser 4 os deputados que são eleitos pela fraude.
Nas legislativas de 2001, o B. E. Elegeu 3 deputados com 149 543 votos... A fraude é (pode ser) muito mais de metade duma votação desta magnitude.
Aproximando-se o número total de eleitores inscritos dos 9 milhões, a fraude representará cerca de 1%..., mas em relação ao total de votantes (base das contas dos resultados eleitorais) já se situa em cerca de 1,8% contribuindo largamente para a distorção dos resultados em relação à votade dos eleitores
Digamos que o principal impacto da fraude resulta da outra fraude: da não valoração da abstenção; e tem como principal missão manter os pequenos partidos afastados do parlamento: Há 4 deputadsos que podem entrar no parlamento de foram fraudulenta, à FRENTE dos candidatos dos pequenos partidos que não têm hipótese de beneficiar da fraude e que são, como nós cidadãos, vítimas dela...
Qualquer voto que entre nas urnas pode ser “usado” para a fraude... Mas isso fica para próximo artigo...
É por isso que a CNE (tem a missão de) continua a adiar, com as mais esfarrapadas desculpas, a introdução da votação exclusivamente electrónica...
Este artigo eu tinha de publicar porque acho que a fraude se vai intensificar MUITO nestas legislativas, onde serão usados estes “mecanismos" descritos e outros que não referi... Veremos!
Leia também: AINDA A FRAUDE ELEITORAL
.../...
APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
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Etiquetas:
Fraude Eleitoral,
valoração da abstenção
2009/09/18
Voltando ao Caso Joana 5 Anos Depois.
A notícia abaixo transcrita é do Semanário SOL:
.../...
Transcrição:
Moradores da aldeia da Figueira acreditam que Joana foi vendida ou raptada
Cinco anos após o desaparecimento de Joana Cipriano, a população de Figueira, onde vivia, não esquece o caso e mantém vivo, desde então, um sentimento de desconfiança em relação aos desconhecidos: quase todos acreditam que a menina foi vendida ou raptada
Joana, de oito anos, desapareceu daquela aldeia do concelho Algarvio de Portimão a 12 de Setembro de 2004, cerca das 20h30, depois de fazer compras num café próximo de casa a pedido da mãe.
Em declarações à Agência Lusa, vários moradores dizem que o desaparecimento de Joana «despertou» um sentimento de insegurança na aldeia, «obrigando a uma atenção e vigilância constantes».
«Tenho agora mais atenção, não só aos meus filhos, como também a outras crianças que vejo na rua», diz Fernando António, pai de duas crianças de três e seis anos.
«Mantenho-me sempre atento a todas as movimentações de pessoas estranhas e até de conhecidos, principalmente quando se aproximam das crianças, pois nunca sabemos quem nos rodeia», observou, acrescentando que a desconfiança aumenta quando «são avistados forasteiros a tentar falar com os menores».
Cristina Campos, mãe de uma menina de oito anos, partilha o mesmo sentimento: «Até dos vizinhos passei a desconfiar».
«Como o caso nunca foi esclarecido, não sabemos em quem podemos confiar», justificou, afirmando que vive «em constante sobressalto» quando a filha não está por perto.
(...)
Os moradores de Figueira acreditam que o desaparecimento de Joana Cipriano “nunca foi devidamente esclarecido”.
Poucos acreditam na tese da Polícia Judiciária (PJ) de que a criança terá sido morta pela mãe, Leonor Cipriano, e pelo seu tio, João Cipriano
Fim de transcrição
.../...
Nesse artigo deixei o seguinte comentário:
Desde há muito tempo que AFIRMO, COM ABSOLUTA CERTEZA, que os familiares da pequena Joana, acusados do crime e condenados, ESTÃO INOCENTES.
Quem esclareceu a questão, Inequivocamente, FORAM OS INVESTIGADORES: tanto fizeram para provar a culpa daqueles 2 desgraçados, APRESENTANDO PROVA NENHUMA, que acabaram por PROVAR, sem qualquer margem para dúvidas, que ESTÃO INOCENTES.
A P.J. (e as outras polícias) tem muitos cretinos e incompetentes, mas nem as polícias mais incompetentes conseguem ser TÃO incompetentes a ponto de fazerem tanto esforço, usarem tantos meios e GASTAREM TANTO DINHEIRO, para NADA PROVAREM.
Se os acusados fossem culpados teriam de ter encontrado alguma prova, depois de tanto procurarem, mesmo sendo MUITO incmpetentes.
Os investigadores (e, no geral, as instituições da justiça envolvidas no caso) são criminosos do pior que há. Só assim se explica a condenação daqueles familiares, APESAR DA OPINIÃO CONTRA do primeiro relator do Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça. Coisa nunca vista: o texto proposto para o acórdão foi rejeitado e foi feito outro, de encomenda e à medida...
Isto no Supremo Tribunal de Justiça.
Os sentimentos dos moradores da Aldeia da Figueira são o resultado, NATURAL, deste tipo de infâmias: condenar inocentes e garantir impunidade a criminosos... para que repitam os seus crimes.
Os investigadores não se devem sentir muito mal com a sua consciência a julgar pelo "baixo" teor de alguns comentários aqui... Ou então são eles mesmos (os investigadores) que andam por ai a exibir o seu baixo nível...
O que eu pergunto é:
-- quando será que a justiça deixa de ser criminosa e liberta aqueles dois inocentes, restituído-lhes a liberdade e a dignidade enxovalhada por tanta perfídia dos investigadores, da justiça e dos OCS?
-- quando será que o caso é reaberto para podermos saber o que aconteceu à pequena Joana E PREVENIR outros crimes semelhantes e/ou dos mesmos autores?
A propósito relembro os textos que publiquei acerca deste tema:
--- Crianças Desaparecidas. O Caso da Joana.
--- A Crise da Justiça e as Falácias.
--- Ainda a Justiça, O Caso da Joana, o Procurador.
--- Continuamos Reféns da Perfídia
--- A Caminho do Abismo (II)
--- Credibilidade da Justiça
.../...
APELO!
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Transcrição:
Moradores da aldeia da Figueira acreditam que Joana foi vendida ou raptada
Cinco anos após o desaparecimento de Joana Cipriano, a população de Figueira, onde vivia, não esquece o caso e mantém vivo, desde então, um sentimento de desconfiança em relação aos desconhecidos: quase todos acreditam que a menina foi vendida ou raptada
Joana, de oito anos, desapareceu daquela aldeia do concelho Algarvio de Portimão a 12 de Setembro de 2004, cerca das 20h30, depois de fazer compras num café próximo de casa a pedido da mãe.
Em declarações à Agência Lusa, vários moradores dizem que o desaparecimento de Joana «despertou» um sentimento de insegurança na aldeia, «obrigando a uma atenção e vigilância constantes».
«Tenho agora mais atenção, não só aos meus filhos, como também a outras crianças que vejo na rua», diz Fernando António, pai de duas crianças de três e seis anos.
«Mantenho-me sempre atento a todas as movimentações de pessoas estranhas e até de conhecidos, principalmente quando se aproximam das crianças, pois nunca sabemos quem nos rodeia», observou, acrescentando que a desconfiança aumenta quando «são avistados forasteiros a tentar falar com os menores».
Cristina Campos, mãe de uma menina de oito anos, partilha o mesmo sentimento: «Até dos vizinhos passei a desconfiar».
«Como o caso nunca foi esclarecido, não sabemos em quem podemos confiar», justificou, afirmando que vive «em constante sobressalto» quando a filha não está por perto.
(...)
Os moradores de Figueira acreditam que o desaparecimento de Joana Cipriano “nunca foi devidamente esclarecido”.
Poucos acreditam na tese da Polícia Judiciária (PJ) de que a criança terá sido morta pela mãe, Leonor Cipriano, e pelo seu tio, João Cipriano
Fim de transcrição
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Nesse artigo deixei o seguinte comentário:
Desde há muito tempo que AFIRMO, COM ABSOLUTA CERTEZA, que os familiares da pequena Joana, acusados do crime e condenados, ESTÃO INOCENTES.
Quem esclareceu a questão, Inequivocamente, FORAM OS INVESTIGADORES: tanto fizeram para provar a culpa daqueles 2 desgraçados, APRESENTANDO PROVA NENHUMA, que acabaram por PROVAR, sem qualquer margem para dúvidas, que ESTÃO INOCENTES.
A P.J. (e as outras polícias) tem muitos cretinos e incompetentes, mas nem as polícias mais incompetentes conseguem ser TÃO incompetentes a ponto de fazerem tanto esforço, usarem tantos meios e GASTAREM TANTO DINHEIRO, para NADA PROVAREM.
Se os acusados fossem culpados teriam de ter encontrado alguma prova, depois de tanto procurarem, mesmo sendo MUITO incmpetentes.
Os investigadores (e, no geral, as instituições da justiça envolvidas no caso) são criminosos do pior que há. Só assim se explica a condenação daqueles familiares, APESAR DA OPINIÃO CONTRA do primeiro relator do Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça. Coisa nunca vista: o texto proposto para o acórdão foi rejeitado e foi feito outro, de encomenda e à medida...
Isto no Supremo Tribunal de Justiça.
Os sentimentos dos moradores da Aldeia da Figueira são o resultado, NATURAL, deste tipo de infâmias: condenar inocentes e garantir impunidade a criminosos... para que repitam os seus crimes.
Os investigadores não se devem sentir muito mal com a sua consciência a julgar pelo "baixo" teor de alguns comentários aqui... Ou então são eles mesmos (os investigadores) que andam por ai a exibir o seu baixo nível...
O que eu pergunto é:
-- quando será que a justiça deixa de ser criminosa e liberta aqueles dois inocentes, restituído-lhes a liberdade e a dignidade enxovalhada por tanta perfídia dos investigadores, da justiça e dos OCS?
-- quando será que o caso é reaberto para podermos saber o que aconteceu à pequena Joana E PREVENIR outros crimes semelhantes e/ou dos mesmos autores?
A propósito relembro os textos que publiquei acerca deste tema:
--- Crianças Desaparecidas. O Caso da Joana.
--- A Crise da Justiça e as Falácias.
--- Ainda a Justiça, O Caso da Joana, o Procurador.
--- Continuamos Reféns da Perfídia
--- A Caminho do Abismo (II)
--- Credibilidade da Justiça
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2009/09/14
Novamente Os Debates Que Ficam Por Fazer

Este texto foi recuperado e rearranjado. Foi publicado inicialmente em Fev./2005, quando se discutiam os debates eleitorais de então e o que faltou dizer e discutir.
Agora digam-me que eu não tenho razão quando clamo o desespero dos cidadãos, eternamente enganados e vilipendiados, de todas as formas, vezes sem conta... O texto foi escrito há 4 anos... e continua actual.
A agravar o referido desespero dos cidadãos, acresce o intensificar, recente, da censura nazi e a perseguição terrorista que agora se fazem usando os tribunais e as instituições da "Justiça"... como já foi referido várias vezes neste blog. Mas os "debates eleitorais" falam doutras coisas: de coisas que não nos interessam para nada nem têm nada que ver com os nossos REAIS problemas.
Pior!
O que mais se vê é conspiração (com participação activa da justiça), os candidatos a enxovalharem-se uns aos outros, UMA VERGONHA, uma infâmia... mais uma.
Vamos ao texto:
Os Debates Que Ficam Por Fazez...
Actualmente, em 2009, há um debate que não se fez (nem se espera que venha a ser feito) é o debate com a participação de quem defende a valoração da Abstenção que, sendo a maior "força política" nacional, fica excluída dos debates como a maioria dos cidadãos estão excluídos da "política" sempre.
Os Debates Que Ficam Por Fazez...
Um tema deveras interessante que, como tantos outros reflecte, em cada interveniente, a ideia (quase imberbe, subjectiva) de que existem as soluções, existe outra forma de abordar a realidade, de actuar sobre a realidade, capaz de mobilizar consciências e vontades, capaz de nos tirar do atoleiro.
A frustração vem quando se concretiza a ideia que cada um tem do que são as falhas, do como e onde se falha, do que tem de mudar (e como) para que tudo isto mude.
Ao nível da teorização abstracta estamos todos de acordo; ao nível da concretização, das atitudes e das tarefas, da responsabilização, surgem as divergências insanáveis; provenientes duma lógica absurda e disparatada, da mais perfeita mistificação e demagogia, que nos têm sido incutidas, no dia a dia, como sendo a essência da própria democracia e que são, isso sim, a total inversão da democracia, são a mais genuína negação da DEMOCRACIA, como é evidenciado pelos resultados.
E como tudo se passa ao nível do abstracto, assistimos a esta coisa ridícula e absurda: os piores prevaricadores a fazerem coro com as "denúncias"... ABSTRACTAS, pois então...
Este texto foi escrito, inicialmente, para o blogue colectivo: "O Eleito"
Não deixa de ser curioso que o “contributo” anterior apele “à alteração da metodologia das entrevistas, com jornalistas especialistas”, como se a tecnocracia, em vez da partidocracia; como se a especialistocracia, em vez da democracia, resolvesse os nossos problemas.
Tudo isto resulta, principalmente, de dois “embustes” a desmistificar:
(1) A forte sensação que cada um de nós tem de que as nossas ideias nunca são consideradas; o que nos leva a achar que, se fossemos ouvidos, como somos pessoas bem intencionadas, talvez os problemas se resolvessem, mesmo assim, tal e qual como as coisas funcionam agora, sem mudar nada; (acho que ainda não sei, e até talvez nunca venha a saber, se não foi essa presunção que traiu Santana Lopes. Quando ele tomou posse como primeiro ministro, eu já sabia que iria acabar assim e não tenho, nem preciso, de artes de adivinhação).
(2) A assimilação daquelas ideias falsas e perversas de que, mesmo que a democracia não funcione, quando se trata de respeitar a vontade da maioria das pessoas, ela deve “funcionar”, em matéria de atribuição de culpas. A vontade da maioria da população não interessa para nada, o que nos convém são as patifarias que os políticos praticam, abusivamente, em nosso nome, sem quererem saber do que pensamos sobre o assunto; porque isto é uma democracia representativa, onde eles ganham o direito de representatividade, mesmo que, nos seus actos, não representem ninguém.
Porém, quando se trata de atribuição de culpas, a culpa é dos outros. Uns quaisquer outros, não importa; contanto que os culpados nunca sejam identificáveis, porque isso é anti-democrático; contanto que nunca exista um conjunto de pessoas ou actos, ou atitudes, ou procedimentos, que possam ser identificados como culpados, a não ser em abstracto, para GARANTIR impunidade aos prevaricadores. Tudo no abstracto, para que, no concreto, possa ficar tudo na mesma e continuar a piorar.
São os malfadados “inimigos sem rosto” e as malditas entidades abstractas que são destinatárias de todas as culpas e apelos, para encobrirem os verdadeiros culpados, para servirem de capote a toda a espécie de patifes e seus crimes.Esta técnica de transferência de culpas, assente nesta abstracção absoluta, nesta espécie de sublimação de nossa entidade colectiva, onde se concentram o pior e o melhor do que há em nós; no primeiro caso para arcar com todas as culpas, no segundo caso para “ouvir e ignorar” os apelos de todas as boas intenções (até daquelas de que o inferno está cheio) e sobretudo as dos hipócritas que fazem apelos patéticos e patetas, em vez de cumprirem as suas funções e exercerem as suas competências, tem sido o expoente máximo da nossa hipocrisia social, que serve de base ao pilar da iniquidade do sistema que temos, com que se pretende a sua perpetuação.
Portanto, como a gente odeia tanta tacanhez e hipocrisia, concretizemos:
(1) Concordo que o debate eleitoral tem sido um fiasco. Que nenhuma das forças políticas concorrentes disse nada de novo. Que todos dizem e repetem as mesmas generalidades; até mesmo os mais críticos.
Ou seja: nada, nesta campanha, tem consistência para mobilizar, positivamente, os cidadãos. Pior do que issso! Os principais protagonistas não se coíbem de, cada um a seu modo, manterem nos seus discursos, o apelo ao primarismo, ao bairrismo obtuso, ao sectarismo vesgo, fazendo críticas, aos outros candidatos que não passam de perfeita e absoluta maledicência, quantas vezes sem qualquer fundamento que não seja a distorção da realidade ou do seu significado.
É o baixo nível deles a querer impor-se-nos.
(2) Porém, há que ser realista. Na situação em que nos encontramos, perdidos, desenganados e sem esperança, não são os discursos pré-eleitorais que vão mobilizar quem quer que seja. Não é possível mobilizar as pessoas, prometendo-lhes o céu (mesmo que ele esteja ali, ao alcance da mão, como eu acho que está), depois de as ter enganado e ultrajado tantas e tantas vezes.
(3) No entanto, confesso que até eu (que não acredito nada em políticos), mantenho sempre uma aguda atenção a tudo quanto dizem, para ver quando é que aparece alguém a dizer alguma coisa de jeito; a dizer alguma coisa que eu identifique como a via de solução dos nossos problemas. Garanto que, se eu ouvisse, seria capaz de identificar. Portanto, talvez seja esta mesma ansiedade que faz com que as pessoas dêem atenção aos debates.
(4) Tudo isto para concluir que é pequeno o número de pessoas que seriam mobilizáveis pelo discurso correcto. A maioria está de tal maneira atolada em problemas e desenganos que não acredita em nada.
Há um longo caminho a percorrer (que está cada vez mais longo) na recuperação da esperança perdida, da confiança atraiçoada, da justiça ultrajada.
Isso tudo só é possível fazer, fazendo. Não são coisas que se prometam em campanha, quando nas actuações do dia a dia se faz, e consente que se faça, exactamente o contrário.
Dou apenas dois exemplos (importantíssimos, a meu ver):
A Reforma da Administração Pública e o funcionamento da Justiça.
São dois exemplos de casos em que se prometem grandes medidas (para que sejam impossíveis de implementar), mas onde as práticas obtusas, criminosas, destruidoras, infames, se mantêm, sem que ninguém levante um dedo.
Num caso como noutro, a resolução das situiações concretas, denunciadas todos os dias pelos cidadãos, teriam um efeito extraordinário, mobilizador, benéfico, que poderia ajudar-nos a avançar, a “velocidade cruzeiro”, económica e socialmente.
Num caso como noutro, a resolução de cada situação concreta, acabaria por apagar as más práticas e os seus efeitos, resultando numa “reforma” integral, onde, ao invés de ser necessário investir muito dinheiro, se pouparia muito dinheiro.
Há não muito tempo, esperei mais de duas horas, em duas ocasiões diferentes, numa repartição pública de Lisboa, apenas para requerer uma certidão. Numa dessa ocasiões, o papel até se destinava a outra instituição pública.
Quando, pela mesma altura, necessitei de proceder ao registo duma casa, deparei-me com tamanho agravamento da burocracia, deslocações e perda de tempo, que nem quis acreditar. Tudo inútil, posso garantir-vos; tudo escusado, tudo a contribuir para a redução da nossa produtividade. Tudo situações bem conhecidas, onde há que actuar urgentemente, donde resultam enormes economias de tempo e de gastos.
Há uma coisa que eu faria, sem qualquer problema de consciência: proibir que qualquer cidadão esperasse mais de 20 minutos, em qualquer local de atendimento público, fosse a que título fosse. A violação da regra daria origem a despedimento, com perda de regalias sociais entretanto adquiridas. Iriam ver como os procedimentos se simplificavam, como a informatização funcionava, como tudo começava a funcionar melhor.
Mas não é necessário tanto; basta ouvir os cidadãos e resolver os problemas concretos que apresentam.
Na justiça passa-se a mesma coisa, ou pior: Já falei de vários casos escabrosos e muitos outros tenho em mãos, alguns que nem sei como lhes hei-de pegar.
Em todos estes casos, a justiça funciona para molestar pessoas honestas, a “pedido” de criminosos.
Agora, neste país, a forma mais eficiente de criminalidade é aquela que usa as instâncias judiciais.
É uma maravilha, garante total impunidade e eficiência.
Aparece de tudo: desde a vigarice e extorsão, praticadas pelos tribunais, a favor de vigaristas e criminosos (tenho alguns 4 exemplos nas minhas mãos, documentados), passando pelo exemplo do processo Casa Pia, do Dr. LJNS, do caso da Joana.
Se estes problemas fossem resolvidos como devem, poupava-se muito dinheiro ao estado. E como ficava “em cima” a nossa auto estima e a nossa confiança na vida e na sociedade; como a democracia revigorava.
Mas não!
Neste "país" o que impera é a covardia e o embuste, o sofisma e a desresponsabilização, de quem tem de denunciar ou combater o crime, de quem necessita de o fazer para nos governar decentemente, de quem nos deve governar.
Nestas coisas somos todos espectadores, nós e os governantes, os responsáveis da sociedade. Nada disto nos diz respeito. São problemas dos outros. Depois desesperamos porque os nossos problemas colectivos se agravam continuamente.
Portanto, para mim é assim: quem se propõe governar o país, tem de ser responsabilizado pelo êxito ou fracasso da sua actuação.
O actual modelo de representatividade parlamentar, não garante a eficiência do sistema, nem a prática da democracia, uma vez que cada um diz o que quer e ninguém tem de provar coisa nenhuma.
Por isso eu proponho que seja referendada a alteração do actual sistema de representatividade, que deve passar a incluir a valoração da abstenção.
Acho mesmo que qualquer partido que, de facto, pugne pela democracia e queira resolver os problemas do povo terá que reconhecer que não é possível fazê-lo sem a mobilização da maioria da população e sem a consequente valoração da abstenção.
Para saber se um partido é realmente democrático e está de boa fé, na resolução dos problemas do país, basta saber se defende a valoração da abstenção, ou não.
Os partidos que não percebem isso são tão reaccionários como os mais reaccionários. Apenas lhes interessa serem eles a beneficiar do poder, dos lugares no parlamento... nada mais.
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Agora digam-me que eu não tenho razão quando clamo o desespero dos cidadãos, eternamente enganados e vilipendiados, de todas as formas, vezes sem conta... O texto foi escrito há 4 anos... e continua actual.
A agravar o referido desespero dos cidadãos, acresce o intensificar, recente, da censura nazi e a perseguição terrorista que agora se fazem usando os tribunais e as instituições da "Justiça"... como já foi referido várias vezes neste blog. Mas os "debates eleitorais" falam doutras coisas: de coisas que não nos interessam para nada nem têm nada que ver com os nossos REAIS problemas.
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O que mais se vê é conspiração (com participação activa da justiça), os candidatos a enxovalharem-se uns aos outros, UMA VERGONHA, uma infâmia... mais uma.
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Os Debates Que Ficam Por Fazez...
Actualmente, em 2009, há um debate que não se fez (nem se espera que venha a ser feito) é o debate com a participação de quem defende a valoração da Abstenção que, sendo a maior "força política" nacional, fica excluída dos debates como a maioria dos cidadãos estão excluídos da "política" sempre.
Os Debates Que Ficam Por Fazez...
Um tema deveras interessante que, como tantos outros reflecte, em cada interveniente, a ideia (quase imberbe, subjectiva) de que existem as soluções, existe outra forma de abordar a realidade, de actuar sobre a realidade, capaz de mobilizar consciências e vontades, capaz de nos tirar do atoleiro.
A frustração vem quando se concretiza a ideia que cada um tem do que são as falhas, do como e onde se falha, do que tem de mudar (e como) para que tudo isto mude.
Ao nível da teorização abstracta estamos todos de acordo; ao nível da concretização, das atitudes e das tarefas, da responsabilização, surgem as divergências insanáveis; provenientes duma lógica absurda e disparatada, da mais perfeita mistificação e demagogia, que nos têm sido incutidas, no dia a dia, como sendo a essência da própria democracia e que são, isso sim, a total inversão da democracia, são a mais genuína negação da DEMOCRACIA, como é evidenciado pelos resultados.
E como tudo se passa ao nível do abstracto, assistimos a esta coisa ridícula e absurda: os piores prevaricadores a fazerem coro com as "denúncias"... ABSTRACTAS, pois então...
Este texto foi escrito, inicialmente, para o blogue colectivo: "O Eleito"
Não deixa de ser curioso que o “contributo” anterior apele “à alteração da metodologia das entrevistas, com jornalistas especialistas”, como se a tecnocracia, em vez da partidocracia; como se a especialistocracia, em vez da democracia, resolvesse os nossos problemas.
Tudo isto resulta, principalmente, de dois “embustes” a desmistificar:
(1) A forte sensação que cada um de nós tem de que as nossas ideias nunca são consideradas; o que nos leva a achar que, se fossemos ouvidos, como somos pessoas bem intencionadas, talvez os problemas se resolvessem, mesmo assim, tal e qual como as coisas funcionam agora, sem mudar nada; (acho que ainda não sei, e até talvez nunca venha a saber, se não foi essa presunção que traiu Santana Lopes. Quando ele tomou posse como primeiro ministro, eu já sabia que iria acabar assim e não tenho, nem preciso, de artes de adivinhação).
(2) A assimilação daquelas ideias falsas e perversas de que, mesmo que a democracia não funcione, quando se trata de respeitar a vontade da maioria das pessoas, ela deve “funcionar”, em matéria de atribuição de culpas. A vontade da maioria da população não interessa para nada, o que nos convém são as patifarias que os políticos praticam, abusivamente, em nosso nome, sem quererem saber do que pensamos sobre o assunto; porque isto é uma democracia representativa, onde eles ganham o direito de representatividade, mesmo que, nos seus actos, não representem ninguém.
Porém, quando se trata de atribuição de culpas, a culpa é dos outros. Uns quaisquer outros, não importa; contanto que os culpados nunca sejam identificáveis, porque isso é anti-democrático; contanto que nunca exista um conjunto de pessoas ou actos, ou atitudes, ou procedimentos, que possam ser identificados como culpados, a não ser em abstracto, para GARANTIR impunidade aos prevaricadores. Tudo no abstracto, para que, no concreto, possa ficar tudo na mesma e continuar a piorar.
São os malfadados “inimigos sem rosto” e as malditas entidades abstractas que são destinatárias de todas as culpas e apelos, para encobrirem os verdadeiros culpados, para servirem de capote a toda a espécie de patifes e seus crimes.Esta técnica de transferência de culpas, assente nesta abstracção absoluta, nesta espécie de sublimação de nossa entidade colectiva, onde se concentram o pior e o melhor do que há em nós; no primeiro caso para arcar com todas as culpas, no segundo caso para “ouvir e ignorar” os apelos de todas as boas intenções (até daquelas de que o inferno está cheio) e sobretudo as dos hipócritas que fazem apelos patéticos e patetas, em vez de cumprirem as suas funções e exercerem as suas competências, tem sido o expoente máximo da nossa hipocrisia social, que serve de base ao pilar da iniquidade do sistema que temos, com que se pretende a sua perpetuação.
Portanto, como a gente odeia tanta tacanhez e hipocrisia, concretizemos:
(1) Concordo que o debate eleitoral tem sido um fiasco. Que nenhuma das forças políticas concorrentes disse nada de novo. Que todos dizem e repetem as mesmas generalidades; até mesmo os mais críticos.
Ou seja: nada, nesta campanha, tem consistência para mobilizar, positivamente, os cidadãos. Pior do que issso! Os principais protagonistas não se coíbem de, cada um a seu modo, manterem nos seus discursos, o apelo ao primarismo, ao bairrismo obtuso, ao sectarismo vesgo, fazendo críticas, aos outros candidatos que não passam de perfeita e absoluta maledicência, quantas vezes sem qualquer fundamento que não seja a distorção da realidade ou do seu significado.
É o baixo nível deles a querer impor-se-nos.
(2) Porém, há que ser realista. Na situação em que nos encontramos, perdidos, desenganados e sem esperança, não são os discursos pré-eleitorais que vão mobilizar quem quer que seja. Não é possível mobilizar as pessoas, prometendo-lhes o céu (mesmo que ele esteja ali, ao alcance da mão, como eu acho que está), depois de as ter enganado e ultrajado tantas e tantas vezes.
(3) No entanto, confesso que até eu (que não acredito nada em políticos), mantenho sempre uma aguda atenção a tudo quanto dizem, para ver quando é que aparece alguém a dizer alguma coisa de jeito; a dizer alguma coisa que eu identifique como a via de solução dos nossos problemas. Garanto que, se eu ouvisse, seria capaz de identificar. Portanto, talvez seja esta mesma ansiedade que faz com que as pessoas dêem atenção aos debates.
(4) Tudo isto para concluir que é pequeno o número de pessoas que seriam mobilizáveis pelo discurso correcto. A maioria está de tal maneira atolada em problemas e desenganos que não acredita em nada.
Há um longo caminho a percorrer (que está cada vez mais longo) na recuperação da esperança perdida, da confiança atraiçoada, da justiça ultrajada.
Isso tudo só é possível fazer, fazendo. Não são coisas que se prometam em campanha, quando nas actuações do dia a dia se faz, e consente que se faça, exactamente o contrário.
Dou apenas dois exemplos (importantíssimos, a meu ver):
A Reforma da Administração Pública e o funcionamento da Justiça.
São dois exemplos de casos em que se prometem grandes medidas (para que sejam impossíveis de implementar), mas onde as práticas obtusas, criminosas, destruidoras, infames, se mantêm, sem que ninguém levante um dedo.
Num caso como noutro, a resolução das situiações concretas, denunciadas todos os dias pelos cidadãos, teriam um efeito extraordinário, mobilizador, benéfico, que poderia ajudar-nos a avançar, a “velocidade cruzeiro”, económica e socialmente.
Num caso como noutro, a resolução de cada situação concreta, acabaria por apagar as más práticas e os seus efeitos, resultando numa “reforma” integral, onde, ao invés de ser necessário investir muito dinheiro, se pouparia muito dinheiro.
Há não muito tempo, esperei mais de duas horas, em duas ocasiões diferentes, numa repartição pública de Lisboa, apenas para requerer uma certidão. Numa dessa ocasiões, o papel até se destinava a outra instituição pública.
Quando, pela mesma altura, necessitei de proceder ao registo duma casa, deparei-me com tamanho agravamento da burocracia, deslocações e perda de tempo, que nem quis acreditar. Tudo inútil, posso garantir-vos; tudo escusado, tudo a contribuir para a redução da nossa produtividade. Tudo situações bem conhecidas, onde há que actuar urgentemente, donde resultam enormes economias de tempo e de gastos.
Há uma coisa que eu faria, sem qualquer problema de consciência: proibir que qualquer cidadão esperasse mais de 20 minutos, em qualquer local de atendimento público, fosse a que título fosse. A violação da regra daria origem a despedimento, com perda de regalias sociais entretanto adquiridas. Iriam ver como os procedimentos se simplificavam, como a informatização funcionava, como tudo começava a funcionar melhor.
Mas não é necessário tanto; basta ouvir os cidadãos e resolver os problemas concretos que apresentam.
Na justiça passa-se a mesma coisa, ou pior: Já falei de vários casos escabrosos e muitos outros tenho em mãos, alguns que nem sei como lhes hei-de pegar.
Em todos estes casos, a justiça funciona para molestar pessoas honestas, a “pedido” de criminosos.
Agora, neste país, a forma mais eficiente de criminalidade é aquela que usa as instâncias judiciais.
É uma maravilha, garante total impunidade e eficiência.
Aparece de tudo: desde a vigarice e extorsão, praticadas pelos tribunais, a favor de vigaristas e criminosos (tenho alguns 4 exemplos nas minhas mãos, documentados), passando pelo exemplo do processo Casa Pia, do Dr. LJNS, do caso da Joana.
Se estes problemas fossem resolvidos como devem, poupava-se muito dinheiro ao estado. E como ficava “em cima” a nossa auto estima e a nossa confiança na vida e na sociedade; como a democracia revigorava.
Mas não!
Neste "país" o que impera é a covardia e o embuste, o sofisma e a desresponsabilização, de quem tem de denunciar ou combater o crime, de quem necessita de o fazer para nos governar decentemente, de quem nos deve governar.
Nestas coisas somos todos espectadores, nós e os governantes, os responsáveis da sociedade. Nada disto nos diz respeito. São problemas dos outros. Depois desesperamos porque os nossos problemas colectivos se agravam continuamente.
Portanto, para mim é assim: quem se propõe governar o país, tem de ser responsabilizado pelo êxito ou fracasso da sua actuação.
O actual modelo de representatividade parlamentar, não garante a eficiência do sistema, nem a prática da democracia, uma vez que cada um diz o que quer e ninguém tem de provar coisa nenhuma.
Por isso eu proponho que seja referendada a alteração do actual sistema de representatividade, que deve passar a incluir a valoração da abstenção.
Acho mesmo que qualquer partido que, de facto, pugne pela democracia e queira resolver os problemas do povo terá que reconhecer que não é possível fazê-lo sem a mobilização da maioria da população e sem a consequente valoração da abstenção.
Para saber se um partido é realmente democrático e está de boa fé, na resolução dos problemas do país, basta saber se defende a valoração da abstenção, ou não.
Os partidos que não percebem isso são tão reaccionários como os mais reaccionários. Apenas lhes interessa serem eles a beneficiar do poder, dos lugares no parlamento... nada mais.
.../...
APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
.../...
...
2009/09/11
Agressão Inacreditável, diz a Juíza.

Nélio Marques Assassinado.
A Justiça está do lado do Assassino
A foto do Nélio Marques copiada do blog com o seu nome
.A primeira sessão do Julgamento do assassino de Nélio Marques, filho do ex internacional do Benfica, Nelito, foi adiada porque o assassino vinha a rir-se (a gozar com os amigos e familiares da sua vítima) e foi agredido à porta do Tribunal...
Agressão Inacreditável, Diz a Juíza...
Quem diria que há agressões que os juízes consideram "Inacreditáveis"... Mas isso é só pra alguns, no caso, para assassinos. Esses necessitam de tratamento hospitalar...
Há outras Agressões que os juízes consideram aceitáveis e louváveis, a ponto de dizerem: "acho-a (à agredida) em muito boas condições..."; que é como quem diz: "ainda devia ter levado mais porrada".
E no final, a agredida foi "enxotada" pela polícia, para fora do edifício, sem meios ou condições para regressar a casa ou ir ao Hospital.
Mas, compreende-se porque, neste segundo caso não estamos a falar de assassinos. Apenas de alguém que diz o que pensa e sente...
O texto que reproduzo abaixo foi copiado do Jornal de Notícias
.../...
A primeira sessão do julgamento do homicídio de Nélio Marques, filho do antigo internacional do Benfica, foi hoje adiada para 30 de Setembro.
"Acabei de ser informada pelo Dr.João Nabais (advogado) que o arguido foi violentamente agredido e tem de receber tratamento hospitalar", anunciou a juíza Clarice Gonçalves, justificando assim o adiamento da sessão, uma vez que o autor confesso do crime, Gonçalo Nunes Cardoso, não abdicou do direito de prestar declarações.
" porta do tribunal encontravam-se familiares e amigos da vítima, que se revoltaram ao ver chegar o arguido e o advogado, João Nabais.
Um amigo da vítima, que foi imediatamente perseguido por agentes da PSP e identificado, confessou depois aos jornalistas que agiu "numa base de nervos" ao ver chegar o arguido e o advogado "a rirem-se", embora não tenha especificado em concreto o que fez.
A juíza considerou a situação "completamente inacreditável" e avisou que na próxima sessão haverá um cordão policial à porta do tribunal. O público poderá assistir, mas "basta uma palavra para ir imediatamente para a rua".
Os ânimos exaltaram-se entre a família e, além dos gritos de "assassino" proferidos na rua, houve também protestos contra a justiça dentro do tribunal quando a juíza anunciou o adiamento.
Dirigindo-se aos familiares dentro da sala de audiência, a juíza declarou: "Estamos aqui para julgar uma pessoa que fez o que fez e todos sabemos, mas tem de ser julgada. Ninguém faz justiça pelas próprias mãos".
" saída do tribunal, o advogado da família de Nélio Marques, José António Barreiros, apenas disse aos jornalistas que havia aconselhado as pessoas a manterem a calma, "em virtude do estado emocional em que se encontram".
O mesmo apelo havia sido feito pelo pai da vítima, segundo o qual foi uma provocação inaceitável o arguido e o advogado passarem pela família "a rir".
"A minha mulher teve aqui um ataque. Além da morte do meu filho, foi dos piores dias da minha vida vê-los a rir à nossa frente", disse aos jornalistas à porta do tribunal.
João Nabais optou por não abandonar o tribunal pela porta da frente, onde se mantinha cerca de meia centena de familiares e amigos.
Nélio Marques morreu em 2005, vítima de três tiros disparados na sequência de uma rixa de trânsito junto a um posto de abastecimento de combustível.
O arguido ficou a aguardar julgamento com pulseira electrónica e posteriormente em liberdade.
Fim de transcrição
.../...
Toda esta história cheira a tramoia grossa, premeditada. Para quem foi agredida por dois gorilas da polícia, dentro dum elevador, o que é inacreditável é que, naquelas condições, alguém pudesse ter agredido "violentamente" o assassino, a ponto dele necessitar de tratamento hospitalar... a que eu não tive direito.
Mas os assassinos "comovem a justiça" e os juízes; quem diz o que pensa e sente é que não "merece" atenção, nem respeito, nem nada.
Vale a pena ler o relato do assassinato do Nélio para perceber a natureza do assassino.
Agressão Inacreditável, Diz a Juíza...
Quem diria que há agressões que os juízes consideram "Inacreditáveis"... Mas isso é só pra alguns, no caso, para assassinos. Esses necessitam de tratamento hospitalar...
Há outras Agressões que os juízes consideram aceitáveis e louváveis, a ponto de dizerem: "acho-a (à agredida) em muito boas condições..."; que é como quem diz: "ainda devia ter levado mais porrada".
E no final, a agredida foi "enxotada" pela polícia, para fora do edifício, sem meios ou condições para regressar a casa ou ir ao Hospital.
Mas, compreende-se porque, neste segundo caso não estamos a falar de assassinos. Apenas de alguém que diz o que pensa e sente...
O texto que reproduzo abaixo foi copiado do Jornal de Notícias
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A primeira sessão do julgamento do homicídio de Nélio Marques, filho do antigo internacional do Benfica, foi hoje adiada para 30 de Setembro.
"Acabei de ser informada pelo Dr.João Nabais (advogado) que o arguido foi violentamente agredido e tem de receber tratamento hospitalar", anunciou a juíza Clarice Gonçalves, justificando assim o adiamento da sessão, uma vez que o autor confesso do crime, Gonçalo Nunes Cardoso, não abdicou do direito de prestar declarações.
" porta do tribunal encontravam-se familiares e amigos da vítima, que se revoltaram ao ver chegar o arguido e o advogado, João Nabais.
Um amigo da vítima, que foi imediatamente perseguido por agentes da PSP e identificado, confessou depois aos jornalistas que agiu "numa base de nervos" ao ver chegar o arguido e o advogado "a rirem-se", embora não tenha especificado em concreto o que fez.
A juíza considerou a situação "completamente inacreditável" e avisou que na próxima sessão haverá um cordão policial à porta do tribunal. O público poderá assistir, mas "basta uma palavra para ir imediatamente para a rua".
Os ânimos exaltaram-se entre a família e, além dos gritos de "assassino" proferidos na rua, houve também protestos contra a justiça dentro do tribunal quando a juíza anunciou o adiamento.
Dirigindo-se aos familiares dentro da sala de audiência, a juíza declarou: "Estamos aqui para julgar uma pessoa que fez o que fez e todos sabemos, mas tem de ser julgada. Ninguém faz justiça pelas próprias mãos".
" saída do tribunal, o advogado da família de Nélio Marques, José António Barreiros, apenas disse aos jornalistas que havia aconselhado as pessoas a manterem a calma, "em virtude do estado emocional em que se encontram".
O mesmo apelo havia sido feito pelo pai da vítima, segundo o qual foi uma provocação inaceitável o arguido e o advogado passarem pela família "a rir".
"A minha mulher teve aqui um ataque. Além da morte do meu filho, foi dos piores dias da minha vida vê-los a rir à nossa frente", disse aos jornalistas à porta do tribunal.
João Nabais optou por não abandonar o tribunal pela porta da frente, onde se mantinha cerca de meia centena de familiares e amigos.
Nélio Marques morreu em 2005, vítima de três tiros disparados na sequência de uma rixa de trânsito junto a um posto de abastecimento de combustível.
O arguido ficou a aguardar julgamento com pulseira electrónica e posteriormente em liberdade.
Fim de transcrição
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Toda esta história cheira a tramoia grossa, premeditada. Para quem foi agredida por dois gorilas da polícia, dentro dum elevador, o que é inacreditável é que, naquelas condições, alguém pudesse ter agredido "violentamente" o assassino, a ponto dele necessitar de tratamento hospitalar... a que eu não tive direito.
Mas os assassinos "comovem a justiça" e os juízes; quem diz o que pensa e sente é que não "merece" atenção, nem respeito, nem nada.
Vale a pena ler o relato do assassinato do Nélio para perceber a natureza do assassino.
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Foi no dia 28 de Março de 2005, que tudo aconteceu.
Nélio Marques, um jovem respeitador e incapaz de maltratar seja quem for. Tinha o 12º ano, 3º nível de engenharia mecânica.
Ao terminar os estudos, Nélio começou a trabalhar no El Corte Inglês. Jogava futebol em vários sítios: Águias da Boavista, futebol 5 no El Corte Inglês, nos Juristas de Lisboa e no S.O.V. torneio CIF.
Nesse mesmo dia 28 de Março em que Nélio passeava com a namorada no seu dia de folga, aconteceu o que ninguém esperava…
História contada pela testemunha principal, Susana a namorada: “Quando um Assassino em forma de gente, se cruzou no nosso caminho. Esse "homem" (eu diria: monstro) (...) fez uma ultrapassagem perigosa, metendo o seu carro em frente ao nosso, fazendo com que tivéssemos que travar a fundo para não embater no nosso carro.
Tivemos que buzinar para chamar a sua atenção, mas pensámos que tinha ficado por ali. Não ficou!!!
O Assassino projectou mais á frente o seu carro para cima do nosso lado duas vezes, tocando mesmo com o espelho do carro dele no nosso carro. Ele dirigiu-se para as bombas de gasolina da Repsol (Sete-Rios/Benfica), onde o meu namorado acabou por entrar também, para verificar se tinha algo estragado no espelho do carro.
O Assassino saiu violentamente do carro e entrou numa briga feia contra o meu namorado, o Nélio. Eu andei no meio a tentar separar e também fui agredida pelo o Assassino.
Quando o meu namorado se conseguiu separar dele, ele fingiu que se ia embora mas voltou, dando passos largos, com uma arma de calibre 32 na mão. À queima roupa e a menos de um metro, disparou três tiros contra o peito do meu namorado tirando-lhe a vida, assassinando-o.
Destruiu a minha vida e a da família do Nélio.
O Nélio, ainda resistiu junto de mim alguns minutos, lutou muito pela vida, mas... Acabou por falecer no Hospital.”
Isto parece um filme dos que se vêem na televisão… Mas é a realidade!!!!!!!!!!!!
Não sabia que já se pode matar em Portugal!!!! Quem é este homem que tirou a vida brutalmente ao meu filho!!!!
Conta pai de Nélio, antigo jogador internacional do Sport Lisboa e Benfica. Neste meio e mesmo sem poder fazer nada e das poucas coisas que se pode fazer é lutar contra toda esta injustiça e agradecer a todos os que têm apoiado minha família. Agradecemos a todos os mails recebidos de Portugal e de todo o mundo, a todos os telefonemas de Lisboa, de Portugal inteiro e de todos os países. Agradecemos também a toda a gente que se deslocou ao velório e ao funeral. A todas as pessoas que nos estão a dar todo o apoio neste momento de dor. E um agradecimento especial a todos os amigos de Nélio e da nossa família, também aos directores e colegas de Nélio do El Corte Inglês pelo apoio demonstrado. E por último, por todo o apoio por todo o carinho e afecto a todo o Bairro da Boavista. Eu e a minha família estamos muito magoados e entristecidos. Até parece que nós é que estamos a ser condenados.
O CRIMINOSO mata, vai para casa em prisão domiciliária como se estivesse de férias e a gozar dos bens dele. E nós passamos os dias a chorar lágrimas de sangue e todos os dias vamos ao cemitério. Agora vejam a diferença!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Estamos revoltados com a justiça!!! Uma medida de coação mal dada pelo juiz do TIC deixa centenas de familiares e milhares de amigos a chorarem de revolta. Vamos recorrer da coação mal dada que pôs um CRIMINOSO na rua. Que fez um homicídio qualificado com agravantes.
Não sei quem é o CRIMINOSO!!!!!! Não sei que protecção lhe estão a dar!!!!!!!!!!!
NÃO VAMOS PARAR!!!!!!!!!!!!!
Fim de transcrição
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Ou seja: a juíza acha "inacreditável" que as pessoas se revoltem com a atitude provocadora e vil do assassino, mas não acha inacreditável o que o assassino fez, NEM ACHA INACREDITÁVEL QUE O ASSASSINO ESTEJA EM LIBERDADE... Em que Mundo viverão os nossos juízes? Que conceitos, abjectos, de justiça têm na cabeça?
... E o assassino continua em Liberdade...
Portanto, percebe-se o objectivo da provocação e o que se está a preparar com esta encenação da "agressão violenta".
A justiça é um dos piores cancro das nossa sociedade, como se vê por estes dois exemplos postos lado a lado e pela diferenciação de tratamento e critérios, que garantem impunidae a ASSASSINOS e perseguem o cidadão comum que tenta defender-se (e defender a sociedade) de tanta infâmia, DENUNCIANDO toda esta perfídia.
É urgente acabar com "ISTO" OU "ISTO" acabará conosco...
.
A justiça é um dos piores cancro das nossa sociedade, como se vê por estes dois exemplos postos lado a lado e pela diferenciação de tratamento e critérios, que garantem impunidae a ASSASSINOS e perseguem o cidadão comum que tenta defender-se (e defender a sociedade) de tanta infâmia, DENUNCIANDO toda esta perfídia.
É urgente acabar com "ISTO" OU "ISTO" acabará conosco...
.
.
APELO!
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APELO!
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2009/08/28
Boicote Cerrado e Generalizado!
A Petição para Valoração da Abstenção, que redigi e publiquei, está a ser alvo dum boicote cerrado e generalizado.
Por essa altura, enviaram-me um email, do OLX, a convidar-me para publicar um anúncio grátis nesse site: OLX. Achei boa ideia e aproveitei para divulgar a petição. Até me preparava para "promover", pagando... Mas quando, passados 1 ou 2 dias, voltei e procurei o anúncio, constatei que tinha desaparecido. Como tinha o endereço, tentei aceder directamente e recebi a mensagem: Este anúncio já não está disponível...
APELO!
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É uma sensação estranha, que ainda não consegui "digerir" bem.
Estou na blogoesfera há quase 5 anos. Começou por acaso, com um "empurrão" da censura que era feita aos meus comentários no "Portugal Diário", por exemplo... Houve outros casos de censura que também ajudaram.
Os problemas da sociedade e as questões sociais sempre me preocuparam imenso. O pior é olhar para uma boa parte desses problemas e questões e perceber que têm soluções simples e dignas, mesmo ao nível das questões económicas...
Se os problemas têm soluções e não são resolvidos, é culpa de quem governa; é indicativo de 2 coisas:
-- Não são colocadas as pessoas certas nos lugares certos;
-- Não há democracia;
Portanto, para chegar às soluções é necessário "forçar" o sistema e quem governa: os políticos.
Foi assim que criei a proposta para valoração da abstenção, há mais de 3 anos (na verdade essa proposta já existia antes mas foi sendo aperfeiçoada).
Agora criei uma petição que publiquei num site adequado. Rapidamente me apercebi de que era alvo de boicote (do próprio site?): o site está frequentemente "em baixo", quando eu tento aceder e aparece a mensagem: "Internet Explorer cannot display the webpage"... O número de assinaturas parou!
Em resposta recriei a petição em mais 3 sites (agora está publicad em 4 sites) e então continuaram as assinaturas; timidamente, mas continuaram. Porém, o boicote, obstinado, continua: os meus comentários onde divulgo (ou falo de) a existência da petição, SÃO APAGADOS, em toda a parte... mesmo entre os que eu considerava "amigos", mesmo em locais insuspeitos. Até há um sítio que se chama "Deputado da Abstenção", onde publiquei um dos primeiros comentários... que rapidamente foi apagado; ou seja: um deputado da abstenção CONTRA a abstenção... é típico.
Por essa altura, enviaram-me um email, do OLX, a convidar-me para publicar um anúncio grátis nesse site: OLX. Achei boa ideia e aproveitei para divulgar a petição. Até me preparava para "promover", pagando... Mas quando, passados 1 ou 2 dias, voltei e procurei o anúncio, constatei que tinha desaparecido. Como tinha o endereço, tentei aceder directamente e recebi a mensagem: Este anúncio já não está disponível...
A situação tem-se repetido em toda a parte. Tentei publicar um anúncio no google mas não o fiz devido a uma espécie de ameaça de censura ás palavras de busca.
Hoje, usando as minhas prorrogativas de membro da comunidade Sol, publiquei um comentário num artigo e mencionava a petição para valoração da abstenção. Então não é que, passadas pouquinhas horas, quando voltei, O ARTIGO TINHA DESAPARECIDO!
Não há dúvida de que está instalado o pânico nas hostes do "inimigo".
HELP!
Preciso, urgentemente, de ajuda para divulgar esta petição, em toda a parte.
Este boicote vem confirmar, sem margem para dúvidas, que estou no caminho certo; a Petição tem de avançar, tem de ser conhecida, é necessário e urgente "Furar o Cerco". Quem me ajuda?
De referir, TODAVIA, os exemplos possitivos também:
Enviei o manifesto que apela à assinatiura da petição para AVENTAR e o texto foi publicado, naturalmente, sem dramas, como compete numa democracia MADURA, entre gente digna e civilizada. Os meus agradecimentos e o meu reconhecimento ao Ricardo Pinto... e a minha homenagem, também, à dignidade e alto nível intelectual que assim demonstrou.
Esta ressalva eu tinha para fazer há muito tempo e teria mesmo que ser feita.
.../...APELO!
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2009/08/26
O Gangsterismo da "Justiça".
Há uns bons anos, de vez em quando, os políticos publicavam uma amnistia para "crimes" de difamação, multas, etc. Há muito tempo que não há amnistias. Agora isso acabou. Porquê?
Porque a justiça se entretém a "punir" as vítimas de crimes que ousem apresentar queixa, transformando as queixas (que nunca se provam) em "difamação" e usando depois esses processos e as respectivas multas em actos de extorsão e de terrorismo.
O método é simples: as "regras" da justiça e dos processos judiciais são absurdas e anacrónicas, não têm nada que ver com a vida das pessoas e com a justiça e segurança de que necessitam. É longo (e talvez fastidioso para muitos) explicar aqui, com o necessário pormenor, a forma como "a coisa" funciona; mas pode-se afirmar, com segurança, que é uma das GRANDES causas da crise da justiça QUE ASSIM SE JUSTIFICA A SI PRÓPRIA mas que, assim, protege e garante impunidade a criminosos e bandidos, entretendo-se a molestar (e a multar) as vítimas dos bandidos e as pessoas de bem (EU SOU UMA PESSOA DE BEM, e é por me preocupar com o BEM da sociedade que me indigno e uso o meu direito de liberdade de expressão).
Quando as vítimas de crimes apresentam queixa, NADA se prova porque, a esmagadora maioria das vezes, nada se PODE provar. Quem pode investigar e provar não o faz, não o quer fazer e quem quer provar NÃO PODE, até porque não pode investigar (e, mesmo que pudesse, não é sua função nem tem meios para tal...).
Quando os cidadãos apresentam queixa, NADA, se prova, NEM SEQUER se prova o ÓBVIO E O EVIDENTE, não se prova nem aquilo que TODOS SABEM e constatam. Sim porque "prova" é outra coisa. É qualquer coisa que o cidadão não percebe, não sabe o que é, nem tem nada que saber, porque as regras são assim mesmo, PORQUE A JUSTIÇA NÃO É PARA SERVIR A SOCIEDADE; justifica-se a si mesma. O importante é que NADA se prove...
É esta CRISE da justiça que produz o actual descalabro de insegurança que se vive, com o aumentar, constante, dos crimes violentos e cruéis, QUE CONTINUAM A USUFRUIR DE IMPUNIDADE porque NADA SE PROVA, nunca, a não ser que seja alguma conspiração como o processo Casa Pia. Nesses casois tudo se prova e até se prendem e condenam inocentes. Enfim, a coisa é mais complicada do que é possível expressar em raciocínio lógico, por palavras, porque não tem lógica; quando é mentira e para condenar inocentes "PROVA-SE"; quando é verdade e para punir criminosos, NÃO SE PROVA.
Convido-vos a ler a transcrição abaixo, duma queixa que enviei ao MAI, onde descrevo a forma como a "justiça" exturque dinheiro ao cidadão comum (para eles não há crise); extorsão que é o principal motivo pelo qual deixou de haver amnistias para estes "crimes" que nem sequer o são.
.../...
Tal como descrevo no relato abaixo, fui detida pela polícia, no dia 20 de Julho de 2009, para ser presente a Tribunal, no dia seguinte, para audiência de Julgamento do Proc. nº 13158/04.OTDLSB. O processo deve-se ao facto de eu ter a mania de USAR os meus direitos fundamentais, de exercer o meu direito de liberdade de expressão e de opinião e, mais concretamente, de ter direito à indignação e de a expressar.
No caso concreto, a indignação foi(-me) provocada pela exibição pública de atitudes ignóbeis do "assistente" do Processo, José Maria Martins, cuja imagem me aparecia dentro de casa, sem pedir licença, através da televisão, TODOS OS DIAS, a provocar indigestão do jantar. Não conhecia o indivíduo, não conheço, não quero conhecer, mas não há nenhuma lei ou regra consentânea com a liberdade individual e com os direitos fundamentais que me obrigue a calar a indignação que as suas despudoradas exibições públicas me provocavam, engolindo-as e dando cabo da minha saúde, calando.
Sabendo nós, como sabemos e confirmamos através de relatos que nos chegam diariamenteos, que proliferam casos de criminalidade violenta e cruel, vitimando o cidadão comum que, quando se dirige à poliícia para se queixar, se vê confrontado com uma revoltante indiferença, choca e revolta que o simples facto de a gente fazer uso dos nossos direitos fundamentais, seja motivo suficiente para a perseguição de que tenho sido vítima, por parte da justiça, ao serviço deste tipo de gente.
A polícia não tem meios para punir criminosos, nem para os prender, nem para os importunar, mas tem meios para perseguir AS VÍTIMAS.
A agressão de que fui vítima e que relato abaixo, veio PROVAR, sem qualquer margem para dúvidas, o quanto a minha indignação e interpretação dos factos estava (está) correcta. Isto é puro gangsterismo terrorista e, se eu não tivesse razão, essa gente seria incapaz de tais e tão ignóbeis actos como os de que tenho sido vítima e me queixo. Neste momento estou sob ameaça constante de ser vítima, novamente e repetidamente, de actos e abusos desta natureza.
É que as instituições da justiça têm mil e uma maneiras de molestar e perseguir os cidadãos comuns.
Na última 5ª feira, dia 20 de Agosto, voltei a ser PRESA, à porta do prédio onde mora o meu filho, COM ROUPA E CHINELOS que só uso em casa, e novamente fui impedida, com ameaça física, de entrar para me vestir e calçar, e/ou para acautelar a segurança da habitação, etc.
O pretexto era a existência duma multa decorrente dum outro processo igualmente surreal. Este deveu-se ao facto de eu ter participado um acto de vandalismo praticado num carro que eu conduzia, semelhante a tantos outros actos de vandalismo praticados em vários outros carros que conduzi e de ter indicado, como suspeito, quem o era e quem, SEM QUALQUER MARGEM PARA DÚVIDAS, praticou (ou mandou praticar) esses actos de vandalismo, NÃO APENAS SOBRE os "meus" carros.
Como se vê, neste País, o cidadão nem sequer se pode queixar dos crimes de que é vítima porque os criminosos (que o sejam realmente) NUNCA são punidos, nunca se prova... e depois os tribunais servem-se disso para nos perseguirem... É A CRISE DA JUSTIÇA, NO SEU MELHOR.
Estou a explicar os motivos destas perseguições para que melhor se perceba os sentimentos de injustiça e a revolta que estas perseguições provocam, NÃO APENAS EM QUEM É VÍTIMA DELAS. NINGUÉM COMPREENDE NEM ACEITA ESTE ESTADO DE COISAS.
Mas o principal motivo desta queixa tem que ver com os abusos e prepotências de que fui vítima (e o meu filho também) no dia 20 de Agosto de 2009, depois de eu ter sido presa.
Conduziram-me à Esquadra de Benfica, mais uma vez, e perguntaram-me se eu queria pagar a multa. Para falar a verdade, nessa altura eu teria "inventado" maneira de arranjar o dinheiro, porque a gente tem sempre várias tarefas a meio, para dar seguimento... mas, a meio da tarde desse dia, se dependesse de mim, ESSA MULTA NÃO SERIA PAGA. Respondi á pergunta explicando que não tinha nada comigo e que, para pagar, teria de ir tentar arranjar o dinheiro. Então perguntaram-me se queria telefonar a alguém. Disse que queria telefonar ao meu filho e dei o número. Queria telefonar ao meu filho porque ele tinha que saber que eu não estava em casa dele e tinha que tomar a providências adequadas... O agente que ligou para o meu filho, ao invés de me deixar falar, tratou logo de "explicar" a situação e de "exigir" O RESGATE pelo meu sequestro; isto é: que o meu filho pagasse a tal multa, ou então eu estava presa e iria cumprir 60 dias na prisão. Não é só comigo que a polícia pratica estes actos de extorsão. No dia 20 de Julho presenciei outro caso igual, com um cidadão de aspecto muito simples, cuja filha foi "coagida" a pagar o resgate do pai, com semelhantes "argumentos".
Ainda tentei facilitar a vida do meu filho e obter o código numérico para que ele fizesse o pagamento pelo multibanco. Nada disso! Um dos polícias, o sr. Luís, afirmou peremptóriamente que o meu filho teria de pagar em dinheiro vivo, porque "aqui não há disso".
O meu filho perdeu o dia inteiro de trabalho, foi levantar o dinheiro, dirigiu-se à esquadra de Benfica para pagar, mas já me tinham levado para a cadeia de Tires. O objectivo era submeter-me à humilhação da "revista" e a outras que adiante descreverei.
Quando o meu filho chegou à esquadra disseram-lhe que teria de ir pagar ao Tribunal, depois de terem descido ao ridículo de lhe fazerem muitas "queixas" de mim...
No Tribunal deram-lhe um código numérico para pagar no Multibanco... tal como eu dissera anteriormente e me recusaram.
O meu filho pagou a maldita multa desses malditos todos, às 13H01 e voltou ao Tribunal exibir o documento. Disseram-lhe que seria enviado um fax, para a cadeia de Tires, por volta das 16 e tal 17 horas, para que eu fosse libertada. A essa hora o meu filho dirigiu-se a Tires e telefonou para a cadeia para saber de mim e do tal fax. Sabendo que o meu filho estava a chegar, foram buscar-me à cela, onde estive fechada todo o tempo, e perguntaram-me se queria fazer o meu telefonema. Disse que sim, telefonei para o meu filho que me perguntou se ainda não me tinham libertado e me disse que estava a chegar aos portões da cadeia. Transmiti isso ao pessoal da cadeia e responderam-me que ainda não tinha chegado nada e que, portanto, haveria que esperar, mas eu voltava para a cela até que o fax chegasse. Estranhamente, ou talvez não, o fax só chegou às 18H26... mas eu só fui libertada depois das 19H20 e porque reclamei veementemente de semelhante abuso.
O meu filho já se tinha ido embora, cansado de esperar e; eu fui posta na rua, sem dinheiro, sem forma de comunicar com o meu filho e sem sequer estar vestida ou calçada para andar na rua. E assim saí da cadeia, sem saber o que fazer ou como fazer para voltar para casa, perante o olhar de gozo e os comentários de escárnio de 3 dos guardas (2 homens e uma mulher) daquele estabelecimento prisional.
Ou seja, fui detida à porta da casa do meu filho e abandonada a muitos quilómetros de distância, para onde fui levada sem motivo, de propósito, como forma de molestar e ultrajar (ainda mais). Meus senhores! digam o que disserem, isto é violência, é violação dos direitos humanos, é prepotência gratuíta e aviltante... é revoltante.
Até porque o mandato é de detenção/libertação, prevendo que a libertação deve ser imediata ao pagamento da quantia (do resgate). O pagamento foi feito às 13H e eu estive presa ILEGITIMAMENTE durante mais 6 horas e vinte minutos, para molestar o meu filho e me molestar; para que ele se cansasse e regressasse a casa; para me sujeitarem ao tratamento desumano e aviltante de me abandonarem a muitos quilómetros de casa em situação e com aspecto humilhante e sem meios de regressar.
Antes de alinhavar (em cima do joelho) este relato, estive a olhar para "os direitos humanos" (Carta dos Direitos Fundamentais) no site da UE, seguindo o link do site do MAI.
Quem pensarão os senhores que são para violarem assim a vossa palavra, os vossos compromissos, as vossas obrigações? Para tratarem desta forma ignóbil as outras pessoas, sem qualquer motivo? Para vitimarem tudo e todos de forma prepotente e pérfida?
Se esta gente, que pratica estes abusos e crimes sobre o cidadão, não contasse, antecipadamente, com impunidade, não praticaria estes actos.
Isto vai-se repetir. A perseguição continua e ameaça agravar-se. Mas o meu filho está PROIBIDO de voltar a pagar o que quer que seja para me libertar. Se os verdadeiros criminosos contam com impunidade (cumplicidade) das instituições da justiça, os cidadãos de bem é que vão para a cadeia...
Resistindo nós conseguiremos sobreviver à infâmia. Caso contrário será a infâmia que sobrevie e nós não.
Portanto não há volta a dar-lhe...
.../...
APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
.../...
Porque a justiça se entretém a "punir" as vítimas de crimes que ousem apresentar queixa, transformando as queixas (que nunca se provam) em "difamação" e usando depois esses processos e as respectivas multas em actos de extorsão e de terrorismo.
O método é simples: as "regras" da justiça e dos processos judiciais são absurdas e anacrónicas, não têm nada que ver com a vida das pessoas e com a justiça e segurança de que necessitam. É longo (e talvez fastidioso para muitos) explicar aqui, com o necessário pormenor, a forma como "a coisa" funciona; mas pode-se afirmar, com segurança, que é uma das GRANDES causas da crise da justiça QUE ASSIM SE JUSTIFICA A SI PRÓPRIA mas que, assim, protege e garante impunidade a criminosos e bandidos, entretendo-se a molestar (e a multar) as vítimas dos bandidos e as pessoas de bem (EU SOU UMA PESSOA DE BEM, e é por me preocupar com o BEM da sociedade que me indigno e uso o meu direito de liberdade de expressão).
Quando as vítimas de crimes apresentam queixa, NADA se prova porque, a esmagadora maioria das vezes, nada se PODE provar. Quem pode investigar e provar não o faz, não o quer fazer e quem quer provar NÃO PODE, até porque não pode investigar (e, mesmo que pudesse, não é sua função nem tem meios para tal...).
Quando os cidadãos apresentam queixa, NADA, se prova, NEM SEQUER se prova o ÓBVIO E O EVIDENTE, não se prova nem aquilo que TODOS SABEM e constatam. Sim porque "prova" é outra coisa. É qualquer coisa que o cidadão não percebe, não sabe o que é, nem tem nada que saber, porque as regras são assim mesmo, PORQUE A JUSTIÇA NÃO É PARA SERVIR A SOCIEDADE; justifica-se a si mesma. O importante é que NADA se prove...
É esta CRISE da justiça que produz o actual descalabro de insegurança que se vive, com o aumentar, constante, dos crimes violentos e cruéis, QUE CONTINUAM A USUFRUIR DE IMPUNIDADE porque NADA SE PROVA, nunca, a não ser que seja alguma conspiração como o processo Casa Pia. Nesses casois tudo se prova e até se prendem e condenam inocentes. Enfim, a coisa é mais complicada do que é possível expressar em raciocínio lógico, por palavras, porque não tem lógica; quando é mentira e para condenar inocentes "PROVA-SE"; quando é verdade e para punir criminosos, NÃO SE PROVA.
Convido-vos a ler a transcrição abaixo, duma queixa que enviei ao MAI, onde descrevo a forma como a "justiça" exturque dinheiro ao cidadão comum (para eles não há crise); extorsão que é o principal motivo pelo qual deixou de haver amnistias para estes "crimes" que nem sequer o são.
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Tal como descrevo no relato abaixo, fui detida pela polícia, no dia 20 de Julho de 2009, para ser presente a Tribunal, no dia seguinte, para audiência de Julgamento do Proc. nº 13158/04.OTDLSB. O processo deve-se ao facto de eu ter a mania de USAR os meus direitos fundamentais, de exercer o meu direito de liberdade de expressão e de opinião e, mais concretamente, de ter direito à indignação e de a expressar.
No caso concreto, a indignação foi(-me) provocada pela exibição pública de atitudes ignóbeis do "assistente" do Processo, José Maria Martins, cuja imagem me aparecia dentro de casa, sem pedir licença, através da televisão, TODOS OS DIAS, a provocar indigestão do jantar. Não conhecia o indivíduo, não conheço, não quero conhecer, mas não há nenhuma lei ou regra consentânea com a liberdade individual e com os direitos fundamentais que me obrigue a calar a indignação que as suas despudoradas exibições públicas me provocavam, engolindo-as e dando cabo da minha saúde, calando.
Sabendo nós, como sabemos e confirmamos através de relatos que nos chegam diariamenteos, que proliferam casos de criminalidade violenta e cruel, vitimando o cidadão comum que, quando se dirige à poliícia para se queixar, se vê confrontado com uma revoltante indiferença, choca e revolta que o simples facto de a gente fazer uso dos nossos direitos fundamentais, seja motivo suficiente para a perseguição de que tenho sido vítima, por parte da justiça, ao serviço deste tipo de gente.
A polícia não tem meios para punir criminosos, nem para os prender, nem para os importunar, mas tem meios para perseguir AS VÍTIMAS.
A agressão de que fui vítima e que relato abaixo, veio PROVAR, sem qualquer margem para dúvidas, o quanto a minha indignação e interpretação dos factos estava (está) correcta. Isto é puro gangsterismo terrorista e, se eu não tivesse razão, essa gente seria incapaz de tais e tão ignóbeis actos como os de que tenho sido vítima e me queixo. Neste momento estou sob ameaça constante de ser vítima, novamente e repetidamente, de actos e abusos desta natureza.
É que as instituições da justiça têm mil e uma maneiras de molestar e perseguir os cidadãos comuns.
Na última 5ª feira, dia 20 de Agosto, voltei a ser PRESA, à porta do prédio onde mora o meu filho, COM ROUPA E CHINELOS que só uso em casa, e novamente fui impedida, com ameaça física, de entrar para me vestir e calçar, e/ou para acautelar a segurança da habitação, etc.
O pretexto era a existência duma multa decorrente dum outro processo igualmente surreal. Este deveu-se ao facto de eu ter participado um acto de vandalismo praticado num carro que eu conduzia, semelhante a tantos outros actos de vandalismo praticados em vários outros carros que conduzi e de ter indicado, como suspeito, quem o era e quem, SEM QUALQUER MARGEM PARA DÚVIDAS, praticou (ou mandou praticar) esses actos de vandalismo, NÃO APENAS SOBRE os "meus" carros.
Como se vê, neste País, o cidadão nem sequer se pode queixar dos crimes de que é vítima porque os criminosos (que o sejam realmente) NUNCA são punidos, nunca se prova... e depois os tribunais servem-se disso para nos perseguirem... É A CRISE DA JUSTIÇA, NO SEU MELHOR.
Estou a explicar os motivos destas perseguições para que melhor se perceba os sentimentos de injustiça e a revolta que estas perseguições provocam, NÃO APENAS EM QUEM É VÍTIMA DELAS. NINGUÉM COMPREENDE NEM ACEITA ESTE ESTADO DE COISAS.
Mas o principal motivo desta queixa tem que ver com os abusos e prepotências de que fui vítima (e o meu filho também) no dia 20 de Agosto de 2009, depois de eu ter sido presa.
Conduziram-me à Esquadra de Benfica, mais uma vez, e perguntaram-me se eu queria pagar a multa. Para falar a verdade, nessa altura eu teria "inventado" maneira de arranjar o dinheiro, porque a gente tem sempre várias tarefas a meio, para dar seguimento... mas, a meio da tarde desse dia, se dependesse de mim, ESSA MULTA NÃO SERIA PAGA. Respondi á pergunta explicando que não tinha nada comigo e que, para pagar, teria de ir tentar arranjar o dinheiro. Então perguntaram-me se queria telefonar a alguém. Disse que queria telefonar ao meu filho e dei o número. Queria telefonar ao meu filho porque ele tinha que saber que eu não estava em casa dele e tinha que tomar a providências adequadas... O agente que ligou para o meu filho, ao invés de me deixar falar, tratou logo de "explicar" a situação e de "exigir" O RESGATE pelo meu sequestro; isto é: que o meu filho pagasse a tal multa, ou então eu estava presa e iria cumprir 60 dias na prisão. Não é só comigo que a polícia pratica estes actos de extorsão. No dia 20 de Julho presenciei outro caso igual, com um cidadão de aspecto muito simples, cuja filha foi "coagida" a pagar o resgate do pai, com semelhantes "argumentos".
Ainda tentei facilitar a vida do meu filho e obter o código numérico para que ele fizesse o pagamento pelo multibanco. Nada disso! Um dos polícias, o sr. Luís, afirmou peremptóriamente que o meu filho teria de pagar em dinheiro vivo, porque "aqui não há disso".
O meu filho perdeu o dia inteiro de trabalho, foi levantar o dinheiro, dirigiu-se à esquadra de Benfica para pagar, mas já me tinham levado para a cadeia de Tires. O objectivo era submeter-me à humilhação da "revista" e a outras que adiante descreverei.
Quando o meu filho chegou à esquadra disseram-lhe que teria de ir pagar ao Tribunal, depois de terem descido ao ridículo de lhe fazerem muitas "queixas" de mim...
No Tribunal deram-lhe um código numérico para pagar no Multibanco... tal como eu dissera anteriormente e me recusaram.
O meu filho pagou a maldita multa desses malditos todos, às 13H01 e voltou ao Tribunal exibir o documento. Disseram-lhe que seria enviado um fax, para a cadeia de Tires, por volta das 16 e tal 17 horas, para que eu fosse libertada. A essa hora o meu filho dirigiu-se a Tires e telefonou para a cadeia para saber de mim e do tal fax. Sabendo que o meu filho estava a chegar, foram buscar-me à cela, onde estive fechada todo o tempo, e perguntaram-me se queria fazer o meu telefonema. Disse que sim, telefonei para o meu filho que me perguntou se ainda não me tinham libertado e me disse que estava a chegar aos portões da cadeia. Transmiti isso ao pessoal da cadeia e responderam-me que ainda não tinha chegado nada e que, portanto, haveria que esperar, mas eu voltava para a cela até que o fax chegasse. Estranhamente, ou talvez não, o fax só chegou às 18H26... mas eu só fui libertada depois das 19H20 e porque reclamei veementemente de semelhante abuso.
O meu filho já se tinha ido embora, cansado de esperar e; eu fui posta na rua, sem dinheiro, sem forma de comunicar com o meu filho e sem sequer estar vestida ou calçada para andar na rua. E assim saí da cadeia, sem saber o que fazer ou como fazer para voltar para casa, perante o olhar de gozo e os comentários de escárnio de 3 dos guardas (2 homens e uma mulher) daquele estabelecimento prisional.
Ou seja, fui detida à porta da casa do meu filho e abandonada a muitos quilómetros de distância, para onde fui levada sem motivo, de propósito, como forma de molestar e ultrajar (ainda mais). Meus senhores! digam o que disserem, isto é violência, é violação dos direitos humanos, é prepotência gratuíta e aviltante... é revoltante.
Até porque o mandato é de detenção/libertação, prevendo que a libertação deve ser imediata ao pagamento da quantia (do resgate). O pagamento foi feito às 13H e eu estive presa ILEGITIMAMENTE durante mais 6 horas e vinte minutos, para molestar o meu filho e me molestar; para que ele se cansasse e regressasse a casa; para me sujeitarem ao tratamento desumano e aviltante de me abandonarem a muitos quilómetros de casa em situação e com aspecto humilhante e sem meios de regressar.
Antes de alinhavar (em cima do joelho) este relato, estive a olhar para "os direitos humanos" (Carta dos Direitos Fundamentais) no site da UE, seguindo o link do site do MAI.
Quem pensarão os senhores que são para violarem assim a vossa palavra, os vossos compromissos, as vossas obrigações? Para tratarem desta forma ignóbil as outras pessoas, sem qualquer motivo? Para vitimarem tudo e todos de forma prepotente e pérfida?
Se esta gente, que pratica estes abusos e crimes sobre o cidadão, não contasse, antecipadamente, com impunidade, não praticaria estes actos.
Isto vai-se repetir. A perseguição continua e ameaça agravar-se. Mas o meu filho está PROIBIDO de voltar a pagar o que quer que seja para me libertar. Se os verdadeiros criminosos contam com impunidade (cumplicidade) das instituições da justiça, os cidadãos de bem é que vão para a cadeia...
Resistindo nós conseguiremos sobreviver à infâmia. Caso contrário será a infâmia que sobrevie e nós não.
Portanto não há volta a dar-lhe...
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2009/08/17
Isaltino foi condenado!
Isaltino foi condenado?!
... Porquê em vésperas de eleições?
Então vamos lá ver se consigo explicar o meu entendimento do assunto.
Como todos sabem (ou talvez alguns ainda não tenham dado por isso) fui agredida, PELA POLÍCIA, A MANDO DE MAFIOSOS DO PIOR QUE HÁ, porque tenho a mania de dizer o que penso, o que me vai na alma; tenho a mania de não calar a minha indignação.
Fui agredida por 2 energúmenos ao serviço da Polícia, NO ELEVADOR do Edifício do Tribunal e, como os agressores trajavam á civil, foi o segurança no mesmo elevador, para “proteger” e garantir a consumação da agressão, para que não houvesse intrumissões. Fui agredida a mando “da justiça”... a mesma justiça que condena Isaltino... para se prestigiar.
Motivos de indignação não faltam e muita gente fala e se diz indignada mas, se eu sou agredida e outros não, se calhar é porque "tenho mais pontaria".
O que eu disse e me valeu a tal, ignóbil, agressão foi, em resuminho, que o PROCESSO CASA PIA é e foi sempre uma monstruosa conspiração... COM OS OBJECTIVOS DE QUALQUER CONSPIRAÇÃO, urdida por "conspiradores" que também são iguais em toda a parte, com as mesmas características...
Dizia eu isto enquanto MUUUITAS vozes faziam coro com os slogans dos conspiradores dizendo enormidades acerca do Processo Casa Pia e seus réus...
Mas eu é que fui agredida...
Um dos objectivos do Processo Casa Pia, inteirramente conseguido, foi "afinar" o controlo sobre a justiça e, com ele, o controlo, muitas vezes chantagista, sobre os outros poderes. Tudo isto para testar "as potencialidades" desse controlo. Provou-se que TUDO se pode fazer com o controlo da justiça nas mãos...
A justiça treinou-se, assim, em conspirações que continua a promover constantemente, à mercê e ao sabor dos vários interesses conluiados.
A condenação de Isaltino, que fez o mesmo que MUITOS outros e/ou coisas muito menos graves do que muitos OUTROS outros, é só mais uma peça dessa mesma conspiração, permanente, em que é usada a “justiça”.
Isaltino está a ser condenado agora para ser afastado das próximas eleições porque, não sendo pior nem tendo cometido mais crimes do que OUTROS, faz obra; cumpre as promessas e isso valeu-lhe uma vitória nas eleições anteriores, mesmo sem o apoio partidário.
Se atentarmos bem nos alvos destas manobras conspiratórias, constatamos, com horror, que estas cabalas visam pessoas que têm algum prestígio junto dos respectivos eleitores, porque apresentam obra. Isto confirma as nossas piores suspeitas em relação aos objectivos mais pérfidos da tenebrosa conspiração: “abater”, desacreditar, achincalhar, destruir, todas as pessoas que gozem de algum prestígio pessoal, que se destaquem pela positiva, na política ou na sociedade.
Começou, de forma mais visível, com Carlos Cruz, que era uma pessoa que gozava de elevado prestígio (merecidamente). Agora, pelos vistos e na mesma linha, “abatem-se” todos os que consigam algum prestígio pessoal, não vá acontecer que esses se armem em “ambiciosos” e ascendam na carreira política sem o controlo e as rédeas dos “Padrinhos”, SEM SEREM CAVALGADOS PELOS “PADRINHOS”.
Isto consuma um outro objectivo da conspiração (como em todas as conspirações): desorientar os cidadãos, mantê-los desesperados, retirar-lhes TODAS as referências... para ficarem sem defesa à mercê dessa escumalha maldita e das suas campanhas de desinformação e propaganda NAZI.
Assim ao jeito do que se faz, semeando a paranóia e o pânico, com a gripe (INVENTADA) dos porcos, vulgo gripe A ou H1N1.
Bem que eu gostava que houvesse uma qualquer gripe suína que dizimasse todos os “porcos” nazis que enxameiam os mais altos cargos e controlam, destruindo, as sociedades. O Mundo ficaria muito melhor, mais feliz; e poderíamos dizer: abençoada gripe suína! Mas não temos sorte nenhuma: são “os porcos” que controlam a gripe, as notícias sobre a gripe, e não a gripe que afecta “os porcos”.
O controlo, mafioso, dos partidos e suas cúpulas está assegurado; por isso é necessário recuperar os votos destes independentes, como Isaltino, para os partidos. Essa é a ÚNICA razão pela qual Isaltino é condenado...
E preparem-se porque, desta vez, nas próximas eleições legislativas e autárquicas, a FRAUDE ELEITORAL vai ser gigantesca; de proporções muito maiores do que SEMPRE tem sido. Desconfio que até a abstenção vai descer, mesmo que cresça, Muito, O NÚMERO DOS QUE NÃO VOTAM. INSTALADOS OS CONSPIRADORES NO PODER, vale tudo.
Biranta
.../...
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... Porquê em vésperas de eleições?
Então vamos lá ver se consigo explicar o meu entendimento do assunto.
Como todos sabem (ou talvez alguns ainda não tenham dado por isso) fui agredida, PELA POLÍCIA, A MANDO DE MAFIOSOS DO PIOR QUE HÁ, porque tenho a mania de dizer o que penso, o que me vai na alma; tenho a mania de não calar a minha indignação.
Fui agredida por 2 energúmenos ao serviço da Polícia, NO ELEVADOR do Edifício do Tribunal e, como os agressores trajavam á civil, foi o segurança no mesmo elevador, para “proteger” e garantir a consumação da agressão, para que não houvesse intrumissões. Fui agredida a mando “da justiça”... a mesma justiça que condena Isaltino... para se prestigiar.
Motivos de indignação não faltam e muita gente fala e se diz indignada mas, se eu sou agredida e outros não, se calhar é porque "tenho mais pontaria".
O que eu disse e me valeu a tal, ignóbil, agressão foi, em resuminho, que o PROCESSO CASA PIA é e foi sempre uma monstruosa conspiração... COM OS OBJECTIVOS DE QUALQUER CONSPIRAÇÃO, urdida por "conspiradores" que também são iguais em toda a parte, com as mesmas características...
Dizia eu isto enquanto MUUUITAS vozes faziam coro com os slogans dos conspiradores dizendo enormidades acerca do Processo Casa Pia e seus réus...
Mas eu é que fui agredida...
Um dos objectivos do Processo Casa Pia, inteirramente conseguido, foi "afinar" o controlo sobre a justiça e, com ele, o controlo, muitas vezes chantagista, sobre os outros poderes. Tudo isto para testar "as potencialidades" desse controlo. Provou-se que TUDO se pode fazer com o controlo da justiça nas mãos...
A justiça treinou-se, assim, em conspirações que continua a promover constantemente, à mercê e ao sabor dos vários interesses conluiados.
A condenação de Isaltino, que fez o mesmo que MUITOS outros e/ou coisas muito menos graves do que muitos OUTROS outros, é só mais uma peça dessa mesma conspiração, permanente, em que é usada a “justiça”.
Isaltino está a ser condenado agora para ser afastado das próximas eleições porque, não sendo pior nem tendo cometido mais crimes do que OUTROS, faz obra; cumpre as promessas e isso valeu-lhe uma vitória nas eleições anteriores, mesmo sem o apoio partidário.
Se atentarmos bem nos alvos destas manobras conspiratórias, constatamos, com horror, que estas cabalas visam pessoas que têm algum prestígio junto dos respectivos eleitores, porque apresentam obra. Isto confirma as nossas piores suspeitas em relação aos objectivos mais pérfidos da tenebrosa conspiração: “abater”, desacreditar, achincalhar, destruir, todas as pessoas que gozem de algum prestígio pessoal, que se destaquem pela positiva, na política ou na sociedade.
Começou, de forma mais visível, com Carlos Cruz, que era uma pessoa que gozava de elevado prestígio (merecidamente). Agora, pelos vistos e na mesma linha, “abatem-se” todos os que consigam algum prestígio pessoal, não vá acontecer que esses se armem em “ambiciosos” e ascendam na carreira política sem o controlo e as rédeas dos “Padrinhos”, SEM SEREM CAVALGADOS PELOS “PADRINHOS”.
Isto consuma um outro objectivo da conspiração (como em todas as conspirações): desorientar os cidadãos, mantê-los desesperados, retirar-lhes TODAS as referências... para ficarem sem defesa à mercê dessa escumalha maldita e das suas campanhas de desinformação e propaganda NAZI.
Assim ao jeito do que se faz, semeando a paranóia e o pânico, com a gripe (INVENTADA) dos porcos, vulgo gripe A ou H1N1.
Bem que eu gostava que houvesse uma qualquer gripe suína que dizimasse todos os “porcos” nazis que enxameiam os mais altos cargos e controlam, destruindo, as sociedades. O Mundo ficaria muito melhor, mais feliz; e poderíamos dizer: abençoada gripe suína! Mas não temos sorte nenhuma: são “os porcos” que controlam a gripe, as notícias sobre a gripe, e não a gripe que afecta “os porcos”.
O controlo, mafioso, dos partidos e suas cúpulas está assegurado; por isso é necessário recuperar os votos destes independentes, como Isaltino, para os partidos. Essa é a ÚNICA razão pela qual Isaltino é condenado...
E preparem-se porque, desta vez, nas próximas eleições legislativas e autárquicas, a FRAUDE ELEITORAL vai ser gigantesca; de proporções muito maiores do que SEMPRE tem sido. Desconfio que até a abstenção vai descer, mesmo que cresça, Muito, O NÚMERO DOS QUE NÃO VOTAM. INSTALADOS OS CONSPIRADORES NO PODER, vale tudo.
Biranta
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H1N1,
Isaltino
2009/07/30
Valorar A Abstenção. Os Prós e os Contras (I)
Valorar A Abstenção, Os Prós E Os Contras (I).
Depois de ter criado a PETIÇÃO PARA VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO, divulguei-a através de mensagens de email.
Alguns dos destinatários desses emails enviaram mensagens de resposta.
São essas mensagens a as respectivas respostas que publico aqui.
1.
O meu nome é Luís Humberto Teixeira, estou a terminar o mestrado em Política Comparada no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e desde 2003 tenho realizado, a sós ou em parceria com colegas, estudos sobre o sistema eleitoral português e propostas de reforma do sistema eleitoral.
Antes de iniciar esses estudos, também eu cheguei a ponderar se não seria boa ideia deixar lugares vazios no Parlamento, proporcionais à percentagem de votos em branco, nulos ou mesmo à abstenção.
Depois de conhecer melhor o sistema, cheguei à conclusão de que essas propostas não fazem sentido, razão pela qual não irei assinar esta petição.
Os motivos são, basicamente, três:
1. Os cadernos eleitorais portugueses estão repletos de eleitores fantasma. No último estudo que fiz, juntamente com o meu colega José António Bourdain, apurámos perto de 800 mil (http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?module=Files/FileDescription&ID=170&lang=PT). Os últimos dados, avançados por Manuel Meirinho, já apontam para mais de um milhão (http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1167379).
Ora, só em abstenção técnica isso dá logo à partida cerca de 10% de lugares vazios na Assembleia da República, aos quais se juntarão depois os valores da abstenção real.
Ou seja, estaríamos logo a partida a falsear os resultados, atribuindo lugares vazios a eleitores que não existem e que, como tal, não deveriam ser representados.
2. Valorar a abstenção, os votos nulos ou os votos em branco desresponsabiliza os eleitores da participação cívica. É mais fácil recusar-se a participar do que tentar encontrar alternativas.
Felizmente, no último ano e meio temos visto que há grupos de cidadãos que estão a reagir de forma positiva ao desencanto que sentem com o sistema eleitoral e com o sistema político. Já foram a eleições dois novos partidos (Movimento Esperança Portugal e Movimento Mérito e Sociedade) e há pelo menos outros dois que demonstram vontade de concorrer (Portugal Pró-Vida e Partido Pelos Animais).
3. Quanto à redução proposta do número de deputados, penso que 100 é um número demasiado baixo e totalmente fora dos padrões europeus e mundiais para uma população com a dimensão da de Portugal. Por exemplo, um país com uma população similar à nossa, como a República Checa, tem 200 deputados + 81 senadores. E, se não estou em erro, o Parlamento com um menor número de eleitos por habitante é a Holanda, que tem 150 deputados + 75 senadores, que representam 16 milhões de habitantes. Nós temos 230 deputados + 0 senadores.
Além disso, a redução drástica do número de eleitos limita gravemente a representação de minorias (étnicas, sociais ou ideológicas) na Assembleia da República, o que, a acontecer, iria empobrecer imenso o sistema democrático.
Concordo que a reforma eleitoral é um assunto sobre o qual vale a pena pensar e agir, mas convém que a discussão que se faça sobre o tema seja mediatizada e não se confine a acordos de gabinete entre PS e PSD (que geralmente decidem entre si estas matérias), alargando-se não só a outros partidos como também à sociedade civil.
Cumprimentos,
Luís Humberto Teixeira
RESPOSTA
Caro Luís Humberto Teixeira!
Conheço os seus escritos e as suas opiniões sobre o tema.
Quanto à questão da valoração da abstenção, respeito a sua opinião, como também respeito a sua decisão de não assinar a petição, mas discordo em absoluto (da sua opinião, é claro!); isto é: tenho opinião muito diferente PELOS SEGUINTES MOTIVOS:
1 - frequentemente (e nas recentes eleições europeias também) vêm a publico notícias sobre VIGARICES ELEITORAIS. Eu sei, por experiência colhida na participação numa mesa de voto, que essas vigarices existem SEMPRE, EM TODAS AS ELEIÇÕES e, embora, APARENTEMENTE, não consigam influenciar decisivamente os resultados eleitorais (são pouco mais de 4 mil freguesias...) não se sabe qual a sua influência real, porque ninguém liga importância, APESAR de TODOS SABEREM.
Numa discussão antiga sobre este mesmo tema apareceu um ex militante partidário (do PSD) a defender o voto nulo (com argumentos algo semelhantes aos seus) e a assumir a prática dessas vigarices como uma constante que sempre presenciou (acho que até reconheceu que participou) aquando das suas inúmeras participações nas mesas de voto...
Por isso ELE defendia o VOTO NULO.
2. O problema dos eleitores fantasma é simples e fácil de resolver. Não é resolvido porquê? É legítimo pensar que os "eleitores fantasma" estão lá para permitir as mencionadas vigarices... Ou então estão no mesmo espírito de bandalheira que é toda a nossa prática política, para servir de pretexto para isso mesmo: desvalorar a abstenção. Sou contra todo o tipo de bandalheira. Acho que isso é uma das origens dos nossos piores problemas. Portanto, se há "eleitores fantasma" acabe-se com eles. Valorar a abstenção é um bom incentivo para que essa gente faça isso: acabe com a presença de eleitores fantasma nos cadernos eleitorais, que é coisa que já deviam ter feito há muito tempo.
3. Quanto à desresponsabilização dos cidadãos, acho que o meu amigo inverte as coisas. Se cada cidadão tem de fazer o seu trabalho e o dos políticos também então para que precisamos de políticos e de REPRESENTANTES?
A responsabilidade, de MERECER o voto dos cidadãos e de incentivá-los a votar, é dos políticos e não ao contrário... Pela parte que me toca, por exemplo, (que melhor exemplo se pode dar do que o da nossa própria experiencia?), perco a vontade de votar aquando das campanhas eleitorais e ao ver tanta mentira, tanta propaganda enganosa, propaganda que é desmentida pela nossa vivência do dia a dia e pelos problemas ABSURDOS com que nos confrontamos TODOS OS DIAS, em contacto com as nossas "excelsas" instituições, que trazem até nós o desprezo, vil, que os políticos têm pelos cidadãos.
Além disso, a quantidade de situações escandalosas com que o erário público é delapidado e que provocam indignação generalizada, só se podem manter devido á impunidade que este sistema garante aos políticos. Mas este exemplo de situações aberrantes não é o único exemplo dessa natureza que se pode citar...
A valoração da abstenção acaba com essa impunidade e, a prazo muito curto, acabará também com a manutenção, cínica, de todas essas situações aviltantes para nós.
4. Apareceram 2 novos partidos? Sei mas não dei por nada: não fez qualquer diferença. Quantos votos tiveram esses partidos? Seja como for continuou a haver abstenção e a ser esta a opção maioritária...Quanto a mim sei que a minha vocação não é brincar com coisas sérias e "fazer de conta" que faço alguma coisa para mudar, mesmo tendo consciência de que isso não muda nada. Até porque o descrédito dos políticos é tal que, quem crie novos partidos, deve ser masoquista para querer partilhar esse descrédito...
5. A questão passa, sem sombra de dúvidas, pela Valoração da Abstenção e por respeitar TODOS e cada um dos cidadãos, que é para estes respeitarem também os políticos e as instituições. Passa pela valoração da abstenção quer o meu amigo o perceba, quer não!
Desculpe qualquer coisinha e não me interprete mal: continmuo a respeitar a sua opinião e decisão...
Luís Humberto Teixeira ainda disse:
Não se esqueça que os políticos eleitos também são eleitores e que qualquer eleitor pode ser eleito, desde que cumpra os requisitos de candidatura exigidos na lei (que, no caso português, obriga a que se seja proposto em listas partidárias).
O regime em que vivemos não impõe limite ao número de partidos em competição.
Por isso, ninguém a impede de criar um partido dos valorizadores da abstenção e de tentar mudar a lei na Assembleia da República.
Seria eventualmente mais eficaz do que uma petição online e, pelos exemplos recentes, dá para perceber que não é assim tão complicado criar um partido político.
Tendo em conta o número de abstencionistas convictos, certamente não teria dificuldades em reunir as assinaturas necessárias e - quem sabe - ter eleitos suficientes para mudar a lei.
Se não quiser participar no jogo partidário e pôr à prova o princípio de que "o voto é a arma do povo", então só vejo que a mudança do sistema que preconiza se possa fazer da maneira inversa: passar à violência física e defender que "a arma é o voto do povo", como fazia o Partido Revolucionário do Proletariado
RESPOSTA
Há uma coisa que eu NÃO QUERO, com certeza: é participar "no jogo partidário", porque é isso mesmo que nos tem conduzido ao actual descalabro de consequências desastrosas imprevisíveis. O meu amigo só vê uma maneira de isto mudar? Está a precisar de óculos e de alargar os seus conhecimentos de "ciência política":
Gandhi nunca pegou numa arma, nunca preconizou a violência e, mesmo assim, conseguiu vencer o que era, no seu tempo, o maior e mais poderoso exército do Mundo: O Exército Inglês.
Suponhamos então que Gandhi nunca tivesse existido! O princípio continuaria a ser válido mas o meu amigo permaneceria entrincheirado nessa sua "visão" pequena, a defender, a todo o custo, a impunidade e as patifarias dos actuais políticos.
De facto, se ninguém fizer nada eficientemente para que isto mude... um dia irá mudar porque é inevitável; e se não mudar a bem muda a mal, sem dúvida.
Portanto, estamos tentando evitar males maiores!
2. Por seu lado a Margarida, disse:
Acho mais útil usar o voto para exigir respeito pelos direitos dos animais, só votando nos partidos que têm a defesa dos seus direitos inscrita nos respectivos programas. É isso que farei!
RESPOSTA:
Margarida
Você vota em quem quiser. Não é isso que está em causa aqui. Como digo no email, o que está em casusa é a dignidade e a DEMOCRACIA que, neste momento, não se reflectem no sistema eleitoral.
NÓS, pelo menos pela parte que me toca, respeitamos as opções dos outros. EXIGIMOS (e temos o direito a) igual respeito.
Você vota nos partidos que defendem os animais? E as pessoas?
Acha que é possível "defender" os animais sem defender e exigir respeito pelas pessoas?
Está enganada! E o resultado está à vista: não são respeitados os direitos dos animais NEM SEQUER POR AQUELES QUE DIZEM DEFENDÊ-LOS, como também não são respeitados os direitos das pessoas. NINGUÉM RESPEITA OS DIREITOS DAS PESSOAS, nem dos animais.
Mas NEM PODIA SER DOUTRO MODO ENQUANTO SE MANTIVER UM SISTEMA ELEITORAL NAZI que, por acaso, ou talvez não, É EXACTAMENTE O MESMO SISTEMA ELEITORAL QUE PERMITIU A HITLER subir ao poder e que, assim, "legitimou" as suas patifarias e crimes...
De facto, enquanto a HONESTIDADE, O CIVISMO e a IDONEIDADE das pessoas não evoluir até ao ponto de não tolerarem este estado de coisas, seja qual for a sua opção de voto, não vamos longe. Nem pessoas nem animais terão o que merecem. As pessoas, por culpa própria, os animais, coitados, porque são ESCRAVOS dessas pessoas.
Da próxima lembre-se que EU não divulgo nenhuma iniciativa que não esteja bem justificada pela necessidade de alterar a negra realidade da sociedade em que vivemos e que não seja norteada por SÓLIDOS princípios de dignidade, de justiça, de DEMOCRACIA e de idoneidade.
3. O Dr. Carreira Martins, disse:
O sistema eleitoral nacional e, consequentemente, o sistema de nomeação dos representantes da Nação para cargos políticos não obstará à nomeação de incompetentes, predadores, vampiros ou, mais genericamente, de pessoas sem idoneidade moral, ética, intelectual, pessoal para os cargos em questão pelo que a abstenção não resolve o problema que se quer ver resolvido. Vejam e estudem as leis que nos regem na página eléctronica da Comissão Nacional de Eleições (http://www.cne.pt/) na parte referente à legislação.
A solução passa por votar - trata-se de uma demonstração de cidadania que não deve ser postergada, limitada ou diminuída através de mensagens ou iniciativas desta natureza - noutros partidos que não os que têm estado no poder de modo a potenciar a maior diversidade de representação possível.
Se não quiserem estudar a legislação, ao menos tenham o cuidado de verificar se, por exemplo nas últimas eleiçôes (para o Parlamento Europeu) a esmagadora abstenção teve algum efeito prático ao nível da nomeação de deputados para o PE
Outra confusão neste e-mail: confunde-se nomeação para cargos políticos com nomeação para cargos públicos: são processos totalmente distintos.
Esta iniciativa tem o valor que tem: na minha óptica é um disparate.
Melhores cumprimentos
RESPOSTA
Caro Dr. Carreira Martins
Quando decidi divulgar a iniciativa já contava com todo este tipo de reacções (e outras que irão aparecendo).
1- Não há confusão nenhuma: a nomeação para cargos públicos DEPENDE de quem governa (pelo menos o controlo da qualidade dessa gente depende) e isso também está subjacente no espírito da petição.
Explicando melhor: o cidadão é vítima, permanentemente, de toda a espécie de vilanias (eu acabo de passar por uma detenção de 24 horas e fui agredida pela polícia, depois de várias provocações falhadas; portanto, premeditadamente. Fui agredida no elevador do Tribunal, DEPOIS, de ter sido conduzido até ao meu destino: ser presente a Tribunal, portanto, em relação a esse tipo de coisas ignóbeis, sei bem do que estou a falar); mas, dizia eu que o cidadão está sujeito a vilanias de toda a espécie, de cujas se queixa e reclama SEMPRE sem quaisquer consequências para os que cometem estes crimes (e outros) e é por isso que a nossa vivência em sociedade está cada vez pior; é por isso que este tipo de situações aumenta de dia para dia. É devido Á IMPUNIDADE.
2 - Essa pérfida IMPUNIDADE é garantida pelos políticos. Pelos Políticos que, previamente, se garantem impunidade, ignorando uma enorme fatia de eleitores que são todos os abstencionistas. Os políticos é que são responsáveis por essa perversa e destruidora impunidade porque Eles é que são eleitos. Esta responsabilidade cabe a TODOS os políticos eleitos, não apenas a alguns e é por isso que o cidadão não tem por onde escolher...Portanto,também está subjacente ao espírito da Petição que todos e cada um dos cidadãos tenha meios de defesa contra esta torpe bandalheira em que vivemos: de cada vez que um cidadão é vítima de coisas ignóbeis assim e as vê impunes, tem de ter forma de PUNIR quem tem de ser punido por permitir tal: TODOS os políticos... E os políticos têm de saber disso.
3 - Mas, claro está, o seu comentário enferma da mesma perversa mentalidade de irresponsabilização dos políticos que é responsável por este descabro: O sistema político é uma coisa à parte da sociedade, com regras próprias; é um mundo paralelo.
O Problema é que os cidadãos vivem na sociedade e não nos meios políticos e de nada serve VOTAR, quando se ouvem lindas promessas eleitorais que nunca se concretizam, PARA OS CIDADÃOS, porque os políticos vivem noutro Mundo. Os cidadãos reagem como se impõe e punem os políticos: NÃO VOTAM. Mas a falta de vergonha e de dignidade dos políticos é tal que eles NOS ignoram, procedendo de forma NAZI... como está explicado no texto do Manifesto da Petição
4 - Pode levar algum tempo a vencer a barreira das ideias feitas como as que expressa, mas lá chegaremos... É tudo uma questão de começar, insistir e NUNCA desistir... Depois o processo será imparável.
E ainda não se começou a apelar abertamente à abstenção, pelo contrário...
Ainda o O Dr. Carreira Martins:
Boa noite a todos.
Em primeiro, muito obrigado pelo reenvio das mensagens entretanto trocadas. Mais alguma luz se fez.
Deixem que vos transmita o que me parece resultar das intervenções precedentes:
01 - PONTOS COMUM: Todos têm a mesma preocupação e sentimento: Não concordam com o actual estado das coisas - política, economia, sociedade, justiça, segurança entre outros - e, mais vastamente, a falta de respeito, integridade, idoneidade, dignidade dos nossos pseudo representantes e a forma indigna e abjecta por via da qual se servem dos respectivos cargos para alcançar imerecida fama, poder, notoriedade e dinheiro esbanjando o que a todos pertencem. A tal ponto que justo será dizer que sociedade portuguesa, todos nós, se sente ultrajada e ..., esmagada.
Mais: Todos sentem necessidade de intervir, de fazer algo para inverter a tendência.
02 - DIVERGÊNCIAS: Quanto ao método a seguir. Há perspectivas muito diferentes e, necessariamente, clivagens. Pessoalmente não me identifico, nem me revejo, em acções como a que está em cima da mesa pelas razões já aduzidas como ainda, porque faço minhas alguns dos argumentos que estão em linha com o meu pensamento e entendimento.
03 - Face a isto o que fazer?Creio que seria uma pena, um desperdício de forças e energia deixar morrer este impulso e vontades.
Nem creio, tão pouco que encontrar razões que justifiquem o estremar de posições - sem rodeios digo que é o que noto nestas duas últimas intervenções - quando o que se pretende é encontrar soluções para os problemas globais da sociedade portuguesa, que são os de cada um de nós.
04 - Consequentemente, e porque temos e vasta gama de leis injustas, inadequadas, confusas e/ou contraditórias, e uma Assembleia da República (AR) que por disciplina partidária sustenta este estado de coisas, sugiro o seguinte (é apenas uma ideia que carece de ser amadurecida):
A alteração do regime de petições/acções populares - o que implica reunir um número significativo de assinaturas para o efeito - de modo a obrigar a AR a legislar em determinado sentido sempre que estiver confrontado com um "X" número de assinaturas, por exemplo 1 milhão de assinaturas.
Isto passa por alterar em primeiro, o apontado regime e, numa fase seguinte, apresentar autênticos projectos de lei, suficientemente detalhados para não permitir sequer a rejeição da iniciativa a pretexto de isto ou aquilo. Trata-se de, em suma, obter alterações de regime em áreas fundamentais.
À vossa consideração.
Apesar de não ser beirão,Um Bem Haja
RESPOSTA:
Pela parte que me toca, agradeço o seu contributo e sugestões que me parecem muito úteis. Contudo, permita-me que esclareça o seguinte: da minha parte não há nenhum extremar de posições como, erradamente, percebeu, embora em compreenda que assim seja interpretado o meu estilo algo contundente. Não há nenhum extremar de posições, nunca houve nem nunca haverá... até porque eu sei que o êxito destas propostas depende de TODOS.
Esse meu estilo deve-se mais à saturação da actual situação e das ideias feitas com que se mistificam coisas que, para mim, são elementares. Deve-se à saturação do massacre a que todos estamos sujeitos por parte da PROPAGANDA NAZI e ao facto de constatar que essas ideias são incutidas nas pessoas sem serem racionalizadas e pensadas por essas pessoas, que depois as usam como se fossem sublimes argumentos.
Depois há uma outra coisa que tem influência: quando a gente não tem e não expressa as próprias opiniões com convicção, somos literalmente massacrados com as opiniões de outros que se acham donos da verdade e com opiniões e opções que têm de ser BOAS PARA TODOS.
Digamos que eu respeito tudo e todos (se for respeitada e dentro dos limites do que é razoável; não respeito a criminalidade seja de quem for) MAS EXIJO IGUAL RESPEITO, porque o mereço.
Vejamos então a sua proposta:
1 - O descrédito, generalizado, do sistema político actual e do seu funcionamento são tais que se estendem a este tipo de coisas (acções populares ou petições) e sua utilidade ou eficiência.
2 - Desde logo "a alteração do regime de petições/acções populares" ficaria dependente da VONTADE da AR, por maior que fosse o número de assinaturas recolhido. Não se esqueça de que há exemplos de petições que foram ignoradas apesar de terem reunido um número de assinaturas que impunham, por lei, a apreciação e agendamento da questão.
Os nossos deputados (os grupos parlamentares mais exactamente) não gostam de trabalhar sob influência e condicionados pelas Acções Populares... portanto, optam por "cortar o mal pela raiz" à partida. Podem fazê-lo. O regime eleitoral assegura-lhes impunidade por maior que seja o descontentamentop expresso em abstenção...
3 - Não estamos confrontados apenas com "vasta gama de leis injustas, inadequadas, confusas e/ou contraditórias". Estamos confrontados, também e acima de tudo, com violações grosseiras e criminosas das leis e garantias existentes. O texto que "linkei" fala duma situação de elevada gravidade, mas as violações revoltantes, gratuítas, desesperantes e que molestam gravemente os cidadãos de todas as formas possíveis e imagináveis (e até inimagináveis), são cometidas generalizadamente pelos diferentes poderes e por outras entidades que nem "poderes" são.
Os exemplos são aos milhões e eu, só á minha parte, tenho cerca de uma dezena de histórias dessas para contar. Em todas elas, as prevaricações não têm qualquer suporte legal.
É verdade que, pelo menos no caso relatado, podiam ser defenidas, legislativamente, algumas regras obrigatórias com potencialidades para inibir esse tipo de crimes mas, quando estes crimes são possíveis (e são possíveis porque ficam SEMPRE, impunes) não se pode prever o que o engenho e arte dos prevaricadores seria capaz de inventar para violar as novas regras, quaisquer que elas fossem, e continuarem a se garantir impunidade.
O problema é mais profundo e resume-se assim: "COLOCAR AS PESSOAS CERTAS NOS LUGARES CERTOS" (as pessoas existem). Os políticos, (que são eleitos para GOVERNAR) têm de ser obrigados a garantir isso. Eles até sabem como se faz; pois se, agora, fazem exactamente o contrário...
Tudo isto para concluir que as leis não resolvem tudo e, a meu ver, nem resolvem o essencial. Não estamos nesta situação desastrosa por falta de leis.
4 - Para si que é uma pessoa instruída e, provavelmente, conhecedora das leis e sua aplicação, a solução que propõe funcionaria e eu acredito na sua boa fé de pensar que funcionaria para todos.
Não acredito que funcionasse para todos e vou tentar explicar porquê: Para si era fácil, mas a maioria dos cidadãos não tem os seus conhecimentos e nem tem tempo para estudar cada assunto a ponto de emitir opinião (já me aconteceu inúmeras vezes e não me considero ignorante nem iletrada). Os cidadãos, quer porque tenham muito mais o que fazer (é por isso que se elegem pessoas para tratar desses assuntos) quer porque não têm conhecimentos, não podem continuar a estar sujeitas a este estado de coisas e aos constantes atropelos que lhe são inerentes, SEM DEFESA. Os políticos têm de cumprir as suas obrigações sem necessitarem de "petições" de que se lhes diga o que fazer e como, até porque, se eles não sabem o que fazer e como, não se candidatem, não FAÇAM PROMESSAS QUE SABEM SER FALSAS. Se os políticos não cumprirem as suas obrigações que sejam corridos A TEMPO porque não servem.
5 - Com a sua proposta, por si só, corre-se um outro risco: os cidadãos instruídos fazem-se ouvir e vêem os seus direitos contemplados, mas CORRE-SE O RISCO de os cidadãos anónimos (QUE SÃO A ESMAGADORA MAIORIA), que não tenham esse tipo de "argumentos", continuarem á mercê e vítimas dos arbítrios de quem tem poder. Mais, vulgarizando-se o procedimento (acções populares) os políticos ainda ficavam com a desculpa de que "não houve nenhuma acção popular".
Sabe? A especialidade dessa gente é a irresponsabilização própria e as desculpas esfarrapadas (além de que, no dizer deles, a culpa é sempre dos outros) . Chegaríamos a um ponto em que esses, eleitos para garantir a democracia e governar, passariam a ser meros gestores e regateadores das "acções populares" sem nenhuma responsabilidade própria.
Essa gente (os políticos) não faz o que deve ser feito porque não quer; não é porque (ainda) ninguém lhes disse o que tem de fazer.
6 - Por todos estes motivos, eu acho que as propostas de alterações do sistema político e as accções populares para as impôr, têm de satisfazer, ao mesmo tempo, 2 objectivos principais, além de vários outros:
a) Têm de ser mobilizadoras e capazes de demonstrar às pessoas que são SOLUÇÃO e que o controlo está nas mãos delas, das pessoas, COMO TEM DE SER.
b) Têm de partir da forma como as pessoas expressam, actualmente, o seu descontentamento e descrédito e RESPEITÁ-LA (à abstenção).
c) Não podem ter "pontos de fuga" para os políticos, os governantes e os titulares de cargos públicos sob pena de contribuirem para agravar ainda mais o desespero e o descrédito dos cidadãos (que voltariam a ver gorados os seus esforços). Os políticos não podem ter como continuar a ignorar a maioria, SEJA COM QUE DESCULPA FOR, como fazem agora: dizem que estão preocupados com a abstenção, ANTES DAS ELEIÇÕES, mas depois dos votos contados E PORQUE FAZEM AS CONTAS como lhes convém, a conversa já é outra e eles já estão legitimados para TUDO porque "foram eleitos pela maioria"...
d) Têm de ser GENUINAMENTE DEMOCRÁTICAS. Este sistema falha porque não é democrático. Como já disse, este sistema eleitoral é o MESMO QUE LEVOU HITLER AO PODER e nem se compreende que nunca tenha sido devidamente alterado. A nossa salvação e a salvação da humanidade dependem, EXCLUSIVAMENTE, de haver autêntica e genuína democracia.
e) As pessoas não podem andar sempre a fazer petições (acho eu, como já expliquei) por isso há que fazer alguma coisa de DEFINITIVO (Para este tempo; porque o "definitivo" é sempre limitado, no tempo)
Em conclusão, e porque lhe disse, logo no início, que as suas propostas me parecem positivas, acho que elas têm viabilidade MAS COMO COMPLEMENTO DESTA ALTERAÇÃO DE FUNDO que proponho para o sistema eleitoral. Haverá sempre coisas e situações a alterar, que alguns vêem primeiro, melhor e com mais clarividência; e esses "alguns" podem não ser os políticos em exercício.
Cumprimentos
Continua
.../...
APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
.../...
Depois de ter criado a PETIÇÃO PARA VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO, divulguei-a através de mensagens de email.
Alguns dos destinatários desses emails enviaram mensagens de resposta.
São essas mensagens a as respectivas respostas que publico aqui.
1.
O meu nome é Luís Humberto Teixeira, estou a terminar o mestrado em Política Comparada no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e desde 2003 tenho realizado, a sós ou em parceria com colegas, estudos sobre o sistema eleitoral português e propostas de reforma do sistema eleitoral.
Antes de iniciar esses estudos, também eu cheguei a ponderar se não seria boa ideia deixar lugares vazios no Parlamento, proporcionais à percentagem de votos em branco, nulos ou mesmo à abstenção.
Depois de conhecer melhor o sistema, cheguei à conclusão de que essas propostas não fazem sentido, razão pela qual não irei assinar esta petição.
Os motivos são, basicamente, três:
1. Os cadernos eleitorais portugueses estão repletos de eleitores fantasma. No último estudo que fiz, juntamente com o meu colega José António Bourdain, apurámos perto de 800 mil (http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?module=Files/FileDescription&ID=170&lang=PT). Os últimos dados, avançados por Manuel Meirinho, já apontam para mais de um milhão (http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1167379).
Ora, só em abstenção técnica isso dá logo à partida cerca de 10% de lugares vazios na Assembleia da República, aos quais se juntarão depois os valores da abstenção real.
Ou seja, estaríamos logo a partida a falsear os resultados, atribuindo lugares vazios a eleitores que não existem e que, como tal, não deveriam ser representados.
2. Valorar a abstenção, os votos nulos ou os votos em branco desresponsabiliza os eleitores da participação cívica. É mais fácil recusar-se a participar do que tentar encontrar alternativas.
Felizmente, no último ano e meio temos visto que há grupos de cidadãos que estão a reagir de forma positiva ao desencanto que sentem com o sistema eleitoral e com o sistema político. Já foram a eleições dois novos partidos (Movimento Esperança Portugal e Movimento Mérito e Sociedade) e há pelo menos outros dois que demonstram vontade de concorrer (Portugal Pró-Vida e Partido Pelos Animais).
3. Quanto à redução proposta do número de deputados, penso que 100 é um número demasiado baixo e totalmente fora dos padrões europeus e mundiais para uma população com a dimensão da de Portugal. Por exemplo, um país com uma população similar à nossa, como a República Checa, tem 200 deputados + 81 senadores. E, se não estou em erro, o Parlamento com um menor número de eleitos por habitante é a Holanda, que tem 150 deputados + 75 senadores, que representam 16 milhões de habitantes. Nós temos 230 deputados + 0 senadores.
Além disso, a redução drástica do número de eleitos limita gravemente a representação de minorias (étnicas, sociais ou ideológicas) na Assembleia da República, o que, a acontecer, iria empobrecer imenso o sistema democrático.
Concordo que a reforma eleitoral é um assunto sobre o qual vale a pena pensar e agir, mas convém que a discussão que se faça sobre o tema seja mediatizada e não se confine a acordos de gabinete entre PS e PSD (que geralmente decidem entre si estas matérias), alargando-se não só a outros partidos como também à sociedade civil.
Cumprimentos,
Luís Humberto Teixeira
RESPOSTA
Caro Luís Humberto Teixeira!
Conheço os seus escritos e as suas opiniões sobre o tema.
Quanto à questão da valoração da abstenção, respeito a sua opinião, como também respeito a sua decisão de não assinar a petição, mas discordo em absoluto (da sua opinião, é claro!); isto é: tenho opinião muito diferente PELOS SEGUINTES MOTIVOS:
1 - frequentemente (e nas recentes eleições europeias também) vêm a publico notícias sobre VIGARICES ELEITORAIS. Eu sei, por experiência colhida na participação numa mesa de voto, que essas vigarices existem SEMPRE, EM TODAS AS ELEIÇÕES e, embora, APARENTEMENTE, não consigam influenciar decisivamente os resultados eleitorais (são pouco mais de 4 mil freguesias...) não se sabe qual a sua influência real, porque ninguém liga importância, APESAR de TODOS SABEREM.
Numa discussão antiga sobre este mesmo tema apareceu um ex militante partidário (do PSD) a defender o voto nulo (com argumentos algo semelhantes aos seus) e a assumir a prática dessas vigarices como uma constante que sempre presenciou (acho que até reconheceu que participou) aquando das suas inúmeras participações nas mesas de voto...
Por isso ELE defendia o VOTO NULO.
2. O problema dos eleitores fantasma é simples e fácil de resolver. Não é resolvido porquê? É legítimo pensar que os "eleitores fantasma" estão lá para permitir as mencionadas vigarices... Ou então estão no mesmo espírito de bandalheira que é toda a nossa prática política, para servir de pretexto para isso mesmo: desvalorar a abstenção. Sou contra todo o tipo de bandalheira. Acho que isso é uma das origens dos nossos piores problemas. Portanto, se há "eleitores fantasma" acabe-se com eles. Valorar a abstenção é um bom incentivo para que essa gente faça isso: acabe com a presença de eleitores fantasma nos cadernos eleitorais, que é coisa que já deviam ter feito há muito tempo.
3. Quanto à desresponsabilização dos cidadãos, acho que o meu amigo inverte as coisas. Se cada cidadão tem de fazer o seu trabalho e o dos políticos também então para que precisamos de políticos e de REPRESENTANTES?
A responsabilidade, de MERECER o voto dos cidadãos e de incentivá-los a votar, é dos políticos e não ao contrário... Pela parte que me toca, por exemplo, (que melhor exemplo se pode dar do que o da nossa própria experiencia?), perco a vontade de votar aquando das campanhas eleitorais e ao ver tanta mentira, tanta propaganda enganosa, propaganda que é desmentida pela nossa vivência do dia a dia e pelos problemas ABSURDOS com que nos confrontamos TODOS OS DIAS, em contacto com as nossas "excelsas" instituições, que trazem até nós o desprezo, vil, que os políticos têm pelos cidadãos.
Além disso, a quantidade de situações escandalosas com que o erário público é delapidado e que provocam indignação generalizada, só se podem manter devido á impunidade que este sistema garante aos políticos. Mas este exemplo de situações aberrantes não é o único exemplo dessa natureza que se pode citar...
A valoração da abstenção acaba com essa impunidade e, a prazo muito curto, acabará também com a manutenção, cínica, de todas essas situações aviltantes para nós.
4. Apareceram 2 novos partidos? Sei mas não dei por nada: não fez qualquer diferença. Quantos votos tiveram esses partidos? Seja como for continuou a haver abstenção e a ser esta a opção maioritária...Quanto a mim sei que a minha vocação não é brincar com coisas sérias e "fazer de conta" que faço alguma coisa para mudar, mesmo tendo consciência de que isso não muda nada. Até porque o descrédito dos políticos é tal que, quem crie novos partidos, deve ser masoquista para querer partilhar esse descrédito...
5. A questão passa, sem sombra de dúvidas, pela Valoração da Abstenção e por respeitar TODOS e cada um dos cidadãos, que é para estes respeitarem também os políticos e as instituições. Passa pela valoração da abstenção quer o meu amigo o perceba, quer não!
Desculpe qualquer coisinha e não me interprete mal: continmuo a respeitar a sua opinião e decisão...
Luís Humberto Teixeira ainda disse:
Não se esqueça que os políticos eleitos também são eleitores e que qualquer eleitor pode ser eleito, desde que cumpra os requisitos de candidatura exigidos na lei (que, no caso português, obriga a que se seja proposto em listas partidárias).
O regime em que vivemos não impõe limite ao número de partidos em competição.
Por isso, ninguém a impede de criar um partido dos valorizadores da abstenção e de tentar mudar a lei na Assembleia da República.
Seria eventualmente mais eficaz do que uma petição online e, pelos exemplos recentes, dá para perceber que não é assim tão complicado criar um partido político.
Tendo em conta o número de abstencionistas convictos, certamente não teria dificuldades em reunir as assinaturas necessárias e - quem sabe - ter eleitos suficientes para mudar a lei.
Se não quiser participar no jogo partidário e pôr à prova o princípio de que "o voto é a arma do povo", então só vejo que a mudança do sistema que preconiza se possa fazer da maneira inversa: passar à violência física e defender que "a arma é o voto do povo", como fazia o Partido Revolucionário do Proletariado
RESPOSTA
Há uma coisa que eu NÃO QUERO, com certeza: é participar "no jogo partidário", porque é isso mesmo que nos tem conduzido ao actual descalabro de consequências desastrosas imprevisíveis. O meu amigo só vê uma maneira de isto mudar? Está a precisar de óculos e de alargar os seus conhecimentos de "ciência política":
Gandhi nunca pegou numa arma, nunca preconizou a violência e, mesmo assim, conseguiu vencer o que era, no seu tempo, o maior e mais poderoso exército do Mundo: O Exército Inglês.
Suponhamos então que Gandhi nunca tivesse existido! O princípio continuaria a ser válido mas o meu amigo permaneceria entrincheirado nessa sua "visão" pequena, a defender, a todo o custo, a impunidade e as patifarias dos actuais políticos.
De facto, se ninguém fizer nada eficientemente para que isto mude... um dia irá mudar porque é inevitável; e se não mudar a bem muda a mal, sem dúvida.
Portanto, estamos tentando evitar males maiores!
2. Por seu lado a Margarida, disse:
Acho mais útil usar o voto para exigir respeito pelos direitos dos animais, só votando nos partidos que têm a defesa dos seus direitos inscrita nos respectivos programas. É isso que farei!
RESPOSTA:
Margarida
Você vota em quem quiser. Não é isso que está em causa aqui. Como digo no email, o que está em casusa é a dignidade e a DEMOCRACIA que, neste momento, não se reflectem no sistema eleitoral.
NÓS, pelo menos pela parte que me toca, respeitamos as opções dos outros. EXIGIMOS (e temos o direito a) igual respeito.
Você vota nos partidos que defendem os animais? E as pessoas?
Acha que é possível "defender" os animais sem defender e exigir respeito pelas pessoas?
Está enganada! E o resultado está à vista: não são respeitados os direitos dos animais NEM SEQUER POR AQUELES QUE DIZEM DEFENDÊ-LOS, como também não são respeitados os direitos das pessoas. NINGUÉM RESPEITA OS DIREITOS DAS PESSOAS, nem dos animais.
Mas NEM PODIA SER DOUTRO MODO ENQUANTO SE MANTIVER UM SISTEMA ELEITORAL NAZI que, por acaso, ou talvez não, É EXACTAMENTE O MESMO SISTEMA ELEITORAL QUE PERMITIU A HITLER subir ao poder e que, assim, "legitimou" as suas patifarias e crimes...
De facto, enquanto a HONESTIDADE, O CIVISMO e a IDONEIDADE das pessoas não evoluir até ao ponto de não tolerarem este estado de coisas, seja qual for a sua opção de voto, não vamos longe. Nem pessoas nem animais terão o que merecem. As pessoas, por culpa própria, os animais, coitados, porque são ESCRAVOS dessas pessoas.
Da próxima lembre-se que EU não divulgo nenhuma iniciativa que não esteja bem justificada pela necessidade de alterar a negra realidade da sociedade em que vivemos e que não seja norteada por SÓLIDOS princípios de dignidade, de justiça, de DEMOCRACIA e de idoneidade.
3. O Dr. Carreira Martins, disse:
O sistema eleitoral nacional e, consequentemente, o sistema de nomeação dos representantes da Nação para cargos políticos não obstará à nomeação de incompetentes, predadores, vampiros ou, mais genericamente, de pessoas sem idoneidade moral, ética, intelectual, pessoal para os cargos em questão pelo que a abstenção não resolve o problema que se quer ver resolvido. Vejam e estudem as leis que nos regem na página eléctronica da Comissão Nacional de Eleições (http://www.cne.pt/) na parte referente à legislação.
A solução passa por votar - trata-se de uma demonstração de cidadania que não deve ser postergada, limitada ou diminuída através de mensagens ou iniciativas desta natureza - noutros partidos que não os que têm estado no poder de modo a potenciar a maior diversidade de representação possível.
Se não quiserem estudar a legislação, ao menos tenham o cuidado de verificar se, por exemplo nas últimas eleiçôes (para o Parlamento Europeu) a esmagadora abstenção teve algum efeito prático ao nível da nomeação de deputados para o PE
Outra confusão neste e-mail: confunde-se nomeação para cargos políticos com nomeação para cargos públicos: são processos totalmente distintos.
Esta iniciativa tem o valor que tem: na minha óptica é um disparate.
Melhores cumprimentos
RESPOSTA
Caro Dr. Carreira Martins
Quando decidi divulgar a iniciativa já contava com todo este tipo de reacções (e outras que irão aparecendo).
1- Não há confusão nenhuma: a nomeação para cargos públicos DEPENDE de quem governa (pelo menos o controlo da qualidade dessa gente depende) e isso também está subjacente no espírito da petição.
Explicando melhor: o cidadão é vítima, permanentemente, de toda a espécie de vilanias (eu acabo de passar por uma detenção de 24 horas e fui agredida pela polícia, depois de várias provocações falhadas; portanto, premeditadamente. Fui agredida no elevador do Tribunal, DEPOIS, de ter sido conduzido até ao meu destino: ser presente a Tribunal, portanto, em relação a esse tipo de coisas ignóbeis, sei bem do que estou a falar); mas, dizia eu que o cidadão está sujeito a vilanias de toda a espécie, de cujas se queixa e reclama SEMPRE sem quaisquer consequências para os que cometem estes crimes (e outros) e é por isso que a nossa vivência em sociedade está cada vez pior; é por isso que este tipo de situações aumenta de dia para dia. É devido Á IMPUNIDADE.
2 - Essa pérfida IMPUNIDADE é garantida pelos políticos. Pelos Políticos que, previamente, se garantem impunidade, ignorando uma enorme fatia de eleitores que são todos os abstencionistas. Os políticos é que são responsáveis por essa perversa e destruidora impunidade porque Eles é que são eleitos. Esta responsabilidade cabe a TODOS os políticos eleitos, não apenas a alguns e é por isso que o cidadão não tem por onde escolher...Portanto,também está subjacente ao espírito da Petição que todos e cada um dos cidadãos tenha meios de defesa contra esta torpe bandalheira em que vivemos: de cada vez que um cidadão é vítima de coisas ignóbeis assim e as vê impunes, tem de ter forma de PUNIR quem tem de ser punido por permitir tal: TODOS os políticos... E os políticos têm de saber disso.
3 - Mas, claro está, o seu comentário enferma da mesma perversa mentalidade de irresponsabilização dos políticos que é responsável por este descabro: O sistema político é uma coisa à parte da sociedade, com regras próprias; é um mundo paralelo.
O Problema é que os cidadãos vivem na sociedade e não nos meios políticos e de nada serve VOTAR, quando se ouvem lindas promessas eleitorais que nunca se concretizam, PARA OS CIDADÃOS, porque os políticos vivem noutro Mundo. Os cidadãos reagem como se impõe e punem os políticos: NÃO VOTAM. Mas a falta de vergonha e de dignidade dos políticos é tal que eles NOS ignoram, procedendo de forma NAZI... como está explicado no texto do Manifesto da Petição
4 - Pode levar algum tempo a vencer a barreira das ideias feitas como as que expressa, mas lá chegaremos... É tudo uma questão de começar, insistir e NUNCA desistir... Depois o processo será imparável.
E ainda não se começou a apelar abertamente à abstenção, pelo contrário...
Ainda o O Dr. Carreira Martins:
Boa noite a todos.
Em primeiro, muito obrigado pelo reenvio das mensagens entretanto trocadas. Mais alguma luz se fez.
Deixem que vos transmita o que me parece resultar das intervenções precedentes:
01 - PONTOS COMUM: Todos têm a mesma preocupação e sentimento: Não concordam com o actual estado das coisas - política, economia, sociedade, justiça, segurança entre outros - e, mais vastamente, a falta de respeito, integridade, idoneidade, dignidade dos nossos pseudo representantes e a forma indigna e abjecta por via da qual se servem dos respectivos cargos para alcançar imerecida fama, poder, notoriedade e dinheiro esbanjando o que a todos pertencem. A tal ponto que justo será dizer que sociedade portuguesa, todos nós, se sente ultrajada e ..., esmagada.
Mais: Todos sentem necessidade de intervir, de fazer algo para inverter a tendência.
02 - DIVERGÊNCIAS: Quanto ao método a seguir. Há perspectivas muito diferentes e, necessariamente, clivagens. Pessoalmente não me identifico, nem me revejo, em acções como a que está em cima da mesa pelas razões já aduzidas como ainda, porque faço minhas alguns dos argumentos que estão em linha com o meu pensamento e entendimento.
03 - Face a isto o que fazer?Creio que seria uma pena, um desperdício de forças e energia deixar morrer este impulso e vontades.
Nem creio, tão pouco que encontrar razões que justifiquem o estremar de posições - sem rodeios digo que é o que noto nestas duas últimas intervenções - quando o que se pretende é encontrar soluções para os problemas globais da sociedade portuguesa, que são os de cada um de nós.
04 - Consequentemente, e porque temos e vasta gama de leis injustas, inadequadas, confusas e/ou contraditórias, e uma Assembleia da República (AR) que por disciplina partidária sustenta este estado de coisas, sugiro o seguinte (é apenas uma ideia que carece de ser amadurecida):
A alteração do regime de petições/acções populares - o que implica reunir um número significativo de assinaturas para o efeito - de modo a obrigar a AR a legislar em determinado sentido sempre que estiver confrontado com um "X" número de assinaturas, por exemplo 1 milhão de assinaturas.
Isto passa por alterar em primeiro, o apontado regime e, numa fase seguinte, apresentar autênticos projectos de lei, suficientemente detalhados para não permitir sequer a rejeição da iniciativa a pretexto de isto ou aquilo. Trata-se de, em suma, obter alterações de regime em áreas fundamentais.
À vossa consideração.
Apesar de não ser beirão,Um Bem Haja
RESPOSTA:
Pela parte que me toca, agradeço o seu contributo e sugestões que me parecem muito úteis. Contudo, permita-me que esclareça o seguinte: da minha parte não há nenhum extremar de posições como, erradamente, percebeu, embora em compreenda que assim seja interpretado o meu estilo algo contundente. Não há nenhum extremar de posições, nunca houve nem nunca haverá... até porque eu sei que o êxito destas propostas depende de TODOS.
Esse meu estilo deve-se mais à saturação da actual situação e das ideias feitas com que se mistificam coisas que, para mim, são elementares. Deve-se à saturação do massacre a que todos estamos sujeitos por parte da PROPAGANDA NAZI e ao facto de constatar que essas ideias são incutidas nas pessoas sem serem racionalizadas e pensadas por essas pessoas, que depois as usam como se fossem sublimes argumentos.
Depois há uma outra coisa que tem influência: quando a gente não tem e não expressa as próprias opiniões com convicção, somos literalmente massacrados com as opiniões de outros que se acham donos da verdade e com opiniões e opções que têm de ser BOAS PARA TODOS.
Digamos que eu respeito tudo e todos (se for respeitada e dentro dos limites do que é razoável; não respeito a criminalidade seja de quem for) MAS EXIJO IGUAL RESPEITO, porque o mereço.
Vejamos então a sua proposta:
1 - O descrédito, generalizado, do sistema político actual e do seu funcionamento são tais que se estendem a este tipo de coisas (acções populares ou petições) e sua utilidade ou eficiência.
2 - Desde logo "a alteração do regime de petições/acções populares" ficaria dependente da VONTADE da AR, por maior que fosse o número de assinaturas recolhido. Não se esqueça de que há exemplos de petições que foram ignoradas apesar de terem reunido um número de assinaturas que impunham, por lei, a apreciação e agendamento da questão.
Os nossos deputados (os grupos parlamentares mais exactamente) não gostam de trabalhar sob influência e condicionados pelas Acções Populares... portanto, optam por "cortar o mal pela raiz" à partida. Podem fazê-lo. O regime eleitoral assegura-lhes impunidade por maior que seja o descontentamentop expresso em abstenção...
3 - Não estamos confrontados apenas com "vasta gama de leis injustas, inadequadas, confusas e/ou contraditórias". Estamos confrontados, também e acima de tudo, com violações grosseiras e criminosas das leis e garantias existentes. O texto que "linkei" fala duma situação de elevada gravidade, mas as violações revoltantes, gratuítas, desesperantes e que molestam gravemente os cidadãos de todas as formas possíveis e imagináveis (e até inimagináveis), são cometidas generalizadamente pelos diferentes poderes e por outras entidades que nem "poderes" são.
Os exemplos são aos milhões e eu, só á minha parte, tenho cerca de uma dezena de histórias dessas para contar. Em todas elas, as prevaricações não têm qualquer suporte legal.
É verdade que, pelo menos no caso relatado, podiam ser defenidas, legislativamente, algumas regras obrigatórias com potencialidades para inibir esse tipo de crimes mas, quando estes crimes são possíveis (e são possíveis porque ficam SEMPRE, impunes) não se pode prever o que o engenho e arte dos prevaricadores seria capaz de inventar para violar as novas regras, quaisquer que elas fossem, e continuarem a se garantir impunidade.
O problema é mais profundo e resume-se assim: "COLOCAR AS PESSOAS CERTAS NOS LUGARES CERTOS" (as pessoas existem). Os políticos, (que são eleitos para GOVERNAR) têm de ser obrigados a garantir isso. Eles até sabem como se faz; pois se, agora, fazem exactamente o contrário...
Tudo isto para concluir que as leis não resolvem tudo e, a meu ver, nem resolvem o essencial. Não estamos nesta situação desastrosa por falta de leis.
4 - Para si que é uma pessoa instruída e, provavelmente, conhecedora das leis e sua aplicação, a solução que propõe funcionaria e eu acredito na sua boa fé de pensar que funcionaria para todos.
Não acredito que funcionasse para todos e vou tentar explicar porquê: Para si era fácil, mas a maioria dos cidadãos não tem os seus conhecimentos e nem tem tempo para estudar cada assunto a ponto de emitir opinião (já me aconteceu inúmeras vezes e não me considero ignorante nem iletrada). Os cidadãos, quer porque tenham muito mais o que fazer (é por isso que se elegem pessoas para tratar desses assuntos) quer porque não têm conhecimentos, não podem continuar a estar sujeitas a este estado de coisas e aos constantes atropelos que lhe são inerentes, SEM DEFESA. Os políticos têm de cumprir as suas obrigações sem necessitarem de "petições" de que se lhes diga o que fazer e como, até porque, se eles não sabem o que fazer e como, não se candidatem, não FAÇAM PROMESSAS QUE SABEM SER FALSAS. Se os políticos não cumprirem as suas obrigações que sejam corridos A TEMPO porque não servem.
5 - Com a sua proposta, por si só, corre-se um outro risco: os cidadãos instruídos fazem-se ouvir e vêem os seus direitos contemplados, mas CORRE-SE O RISCO de os cidadãos anónimos (QUE SÃO A ESMAGADORA MAIORIA), que não tenham esse tipo de "argumentos", continuarem á mercê e vítimas dos arbítrios de quem tem poder. Mais, vulgarizando-se o procedimento (acções populares) os políticos ainda ficavam com a desculpa de que "não houve nenhuma acção popular".
Sabe? A especialidade dessa gente é a irresponsabilização própria e as desculpas esfarrapadas (além de que, no dizer deles, a culpa é sempre dos outros) . Chegaríamos a um ponto em que esses, eleitos para garantir a democracia e governar, passariam a ser meros gestores e regateadores das "acções populares" sem nenhuma responsabilidade própria.
Essa gente (os políticos) não faz o que deve ser feito porque não quer; não é porque (ainda) ninguém lhes disse o que tem de fazer.
6 - Por todos estes motivos, eu acho que as propostas de alterações do sistema político e as accções populares para as impôr, têm de satisfazer, ao mesmo tempo, 2 objectivos principais, além de vários outros:
a) Têm de ser mobilizadoras e capazes de demonstrar às pessoas que são SOLUÇÃO e que o controlo está nas mãos delas, das pessoas, COMO TEM DE SER.
b) Têm de partir da forma como as pessoas expressam, actualmente, o seu descontentamento e descrédito e RESPEITÁ-LA (à abstenção).
c) Não podem ter "pontos de fuga" para os políticos, os governantes e os titulares de cargos públicos sob pena de contribuirem para agravar ainda mais o desespero e o descrédito dos cidadãos (que voltariam a ver gorados os seus esforços). Os políticos não podem ter como continuar a ignorar a maioria, SEJA COM QUE DESCULPA FOR, como fazem agora: dizem que estão preocupados com a abstenção, ANTES DAS ELEIÇÕES, mas depois dos votos contados E PORQUE FAZEM AS CONTAS como lhes convém, a conversa já é outra e eles já estão legitimados para TUDO porque "foram eleitos pela maioria"...
d) Têm de ser GENUINAMENTE DEMOCRÁTICAS. Este sistema falha porque não é democrático. Como já disse, este sistema eleitoral é o MESMO QUE LEVOU HITLER AO PODER e nem se compreende que nunca tenha sido devidamente alterado. A nossa salvação e a salvação da humanidade dependem, EXCLUSIVAMENTE, de haver autêntica e genuína democracia.
e) As pessoas não podem andar sempre a fazer petições (acho eu, como já expliquei) por isso há que fazer alguma coisa de DEFINITIVO (Para este tempo; porque o "definitivo" é sempre limitado, no tempo)
Em conclusão, e porque lhe disse, logo no início, que as suas propostas me parecem positivas, acho que elas têm viabilidade MAS COMO COMPLEMENTO DESTA ALTERAÇÃO DE FUNDO que proponho para o sistema eleitoral. Haverá sempre coisas e situações a alterar, que alguns vêem primeiro, melhor e com mais clarividência; e esses "alguns" podem não ser os políticos em exercício.
Cumprimentos
Continua
.../...
APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
.../...
2009/07/23
AGRESSÃO POLICIAL
Detida Para Ir a Tribunal e AGREDIDA pela Polícia.
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Nas Fotos acima estão ALGUMAS das marcas bem visíveis da agressão.
Na segunda feira, dia 20/07/2009, cerca das 10H00 da manhã, fui detida por 2 agentes da PSP, que se apresentaram como sendo da Esquadra de Benfica, em cumprimento dum mandato que só me foi entregue mais tarde, naquela esquadra.
Esse mandato foi emitido pela Juíza Marta Maria Gonçalves da Rocha, do 5º Juízo Criminal de Lisboa, sito no Campus da Justiça, na Expo.
“Manda”, esta juíza, “que seja detida e presente a este Tribunal, a pessoa abaixo indicada” (eu).
O mandato especifica ainda:
“Tal detenção prolongar-se-á pelo período de tempo estritamente indispensável e que não poderá exceder as 24 horas, para assegurar a sua comparência neste Tribunal, no dia 21-07-2009 às 10H00, a fim de ser ouvida em audiência de julgamento...”
Fui detida à porta do prédio, com roupa que só visto em casa e logo fui impedida de entrar, sequer, para mudar de roupa.
No meio de algumas provocações e insultos, sempre alvo de tratamento incorrecto e gratuitamente arrogante como é apanágio desse tipo de gente SELECCIONADA para estas profissões, fui conduzida à esquadra de Benfica onde foram preenchidos alguns papéis e dali levaram-me para a enxovia do Governo Civil de Lisboa.
Vi-me privada de sabão para lavar as mãos, de toalha para as limpar, de meios que permitissem, sequer, lavar os pés, de papel higiénico, de escova e pasta de dentes, etc. Até estava impedida de tirar qualquer peça de roupa porque a porta da cela é de grades e, embora aquela seja uma ala de mulheres, estavam constantemente a passar homens. Aliás foi um corropio de homens (de memória conto 6 homens) de serviço àquela cela e até a entrar e a sair a qualquer hora, apesar de todas as outras celas estarem vazias e de haver uma mulher guarda, ao serviço.
No final desse dia, 20/07/2009, vi ser atirada para dentro da mesma cela uma jovem (a Rute), banhada em lágrimas, visivelmente alterada e desesperada, EM RESSACA, que ali ia pernoitar para ser apresentada em Tribunal, no dia seguinte, às 10 da manhã... Devido à ressaca a Rute não parava quieta, batia com a porta e pedia, desesperada, metadona ou qualquer coisa para aliviar. Para substituir pedia cigarros, fumou vários cigarros, e eu sou alérgica ao fumo do tabaco.
Estranhei que a pusessem naquela cela porque, como já referi, todas as outras celas estavam vazias. Depois percebi:
A Rute cumpriu quase 6 anos de prisão duma pena de 8 anos, por agressão com objecto contundente. Aquela gente estava à espera de que a Rute, no seu desespero da ressaca, perdesse o controlo e me agredisse. Teria sido uma noite feliz para eles: lixavam a Rute e eu teria a agressão que me premeditaram.
Não foi assim; a Rute é uma jóia de rapariga, apanhada na engrenagem maldita da delinquência, iniciada por mero acidente...
No dia 21/07/2009, antes das 08H30, ouvi a mulher guarda dizer: “mas são duas mulheres!” em tom que parecia ser de objecção. Logo a seguir entrou um homem pela cela dentro, homem que me pareceu ser o graduado de serviço. Veio mandar que dobrássemos os cobertores e lhos entregássemos porque iamos embora dali a pouco. Quando a Rute perguntou as horas respondeu que eram 8 e vinte e... "ainda falta", disse. Foi o 3º homem que entrou naquela cela, nessa manhã.
Passados poucos minutos veio a guarda dizer-me que saísse. À minha espera tinha 2 gorilas à paisana. Um deles era um dos que me tinham levado para lá no dia anterior e tinha assinado todos os papéis. O outro não sei quem era e quando pedi a sua identidade foi-me recusada.
Esses dois energúmenos ao serviço da Polícia levaram-me de carro, num carro civl e sem identificação, até ao Campus da Justiça, na Expo, onde funciona o 5º Juízo criminal.
Primeiro conduziram-me à esquadra da Polícia onde não cheguei a entrar. Depois, esses mesmos levaram-me até à Secretaria da 1ª Secção do 5º Juízo Criminal onde falaram demoradamente com a escrivâ (Paula Maria Soares?).
A seguir, sem qualquer explicação, agrediram-me arrastaram-me para dentro do elevador apenas porque eu quis saber porque motivo me lavavam novamente, se era ali que eu devia ser apresentada. No elevador entrou também o segurança de serviço naquele piso, para garantir que mais ninguém entrava naquele elevador.
Logo que me apanharam dentro do elevador, um dos gorilas (o mais alto) começou a espancar-me, ao mesmo tempo que se excitava e se satisfazia sexualmente e enquanto o outro me segurava, magoando, o braço direito, torcido e assistia à cena porca e vergonhosa.
Eu gritei que me estavam a bater e o escroque que me espancou troçava dizendo: “bater o quê, qual bater! Aqui ninguém bate em ninguém”, e batia ainda com mais força, por entre as exclamações de “Amén” e outras expressões que lhe vinham com o orgasmo.
Quase no final da viagem, o energúmeno que me espancava deu-me uma bofetada, com toda a força, no lado esquerdo da cabeça e o outro aproveitou para me bater no queixo com algum objecto contundente (o crachá? as chaves?) provocando a lesão que se vê nas fotos e de que ficou um nódulo.
Quando o elevador chegou à cave onde se situa a esquadra, levaram-me para uma cela e eu perguntei pelo chefe. O chefe andava por ali e eu dissse-lhe que queria a identificação do bandido que me agrediu.
Não respondeu, afastaram-se todos para “conferenciar” e, logo a seguir aparece esse mesmo chefe, Rogério Coluina, que abriu a cela e perguntou para outro polícia, disfarçando: “É para ir para cima, não é? Já chamaram?” O outro nem bem respondeu e ele, o chefe Rogério Coluna, agarrou-me pelas roupas com violência, de forma a magoar o mais possível a arrastou-me andando mais depressa do que eu podia andar, até ao elevador. Mas o elevador onde tinha subido e descido antes não lhe serviu, não lhe agradou; e por isso continuou a arrastar-me pelas escandas fazendo-me subir um lance, entrar por uma porta para um átrio cheio de gente, passando por um porteiro, e apanhar o elevador no rés-do-chão, ao mesmo tempo que ME exibia e se exibia para me humilhar e aterrorizar quem visse, para aterorizar quem viu.
Na altura não percebi com que intenção me fez subir as escadas e rejeitou o elevador, na cave; mais tarde "fez-se luz": aquela subida das escadas era para "justificar" as marcas da agressão com uma queda, nas ditas escadas. Estes "truques" ignóbeis da Polícia já estão tão gastos que até me surpreende que eu não tenha percebido logo...
Entretanto continuou "a viagem", sempre maltratando e ia fazendo “Show” empurrando-me e batendo-me na cabeça para que eu não lhe visse bem a placa que tinha ao peito, com o nome, enquanto dizia para “a Plateia”: - “Vira para lá! É em frente! Não vai à juíza por quê? Não vai à juíza por quê?”
O elevador voltou a subir até ao 5º juízo, este escroque exibiu-me com as marcas bem visíveis da agressão à escrivâ (Paula Maria Soares?), perguntou se tinham chamada e, perante a resposta negativa, voltou a arrastar-me para o elevador, para descer, com o mesmo aparato e com os mesmos modos abjectos, voltando a exibir-me para quem estava no rés-do chão. Voltou a fechar-me na cela sempre agredindo e puxando pela roupa de modo a magoar o pescoço que ficou com as marcas.
Passados mais uns quantos minutos, já depois das 10 Horas e portanto com o prazo de prisão ultrapassado, abriram a cela, colocaram-me algemas, o chefe Rogério aproveitou para me dar mais alguns encontrões e fui, pelo meu pé, para a sala de audiências acompanhada por 3 polícias daquela esquadra.
É óbvio que as 2 subidas e descidas anteriores foram formas de violência gratuíta, propositada e desnecessária, que serviram apenas para me molestar e maltratar, para terem oportunidade de me espancar, para violar todos os meus direitos, porque tinham instruções para actuar assim mas também porque esses vermes são mesmo assim: não é possível esperar outra coisa nem comportamentos mais dignos desse tipo de gente. A culpa é de quem os escolhe, os investe das funções que não sabem exercer e lhes garante impunidade para todos os crimes que cometem.
“Isto” são “agentes da autoridade” a quem as leis, feitas por políticos tão bandidos como eles, impõem ao cidadão “obediência” e a quem esses mesmos políticos garantem impunidade para prarticarem todos e quaisquer crimes. E são uma amostra que representa bem o que há por lá. Nem outra coisa seria possível: se estes não fossem a regra mas a excepção, já teriam sido punidos e corridos há muito tempo.
Tenho 60 anos e sou mulher. Imaginem o que não seria se o meu filho, que já estava a telefonar para me localizar, tivesse ido me buscar e me visse naquele estado com o polícia agressor por perto. Os polícias são os piores criminosos! Isto é um descalabro total.
Entrei na sala de audiências ALGEMADA e com as marcas da agressão bem visíveis . Naquela sala estavam 4 advogados, a escrivâ já referida (Paula Maria Soares?), a juíza autora do mandato de detenção e um MAGISTRADO DO MINISTÉRIO PÚBLICO, para além de cerca de 10 testemunhas.
Tanta gente com responsabilidades mas ninguém fez uma exclamação, referiu o facto, lavrou um protesto, enfim: tomou as providências que se impunham.
Mais grave, enquanto os polícias me espancavam gritei o mais que pude (no átrio do 5º Juízo e no elevador do Tribunal) tendo sido escutada e vista por muitas pessoas. Quantos magistrados do Ministério Público, quantos Juízes e advogados ouviram e viram fazendo vista grossa? Essa gente sabe que o que é crime e também sabe que tem o dever de prestar socorro em tais circunstâncias... Ninguém mexeu uma palha, ninguém interpelou os polícias, NADA...
Os cidadãos não era espectável que interviessem, até por estarem num local daqueles com tanta gente com responsabilidades e conhecimentos, com obrigação de actuar; mas os profissionais da Justiça revelaram bem o que são e o conceito que têm de justiça, a forma como "cumprem" as suas obrigações legais...
Conclusão: estão todos implicados, são todos cúmplices; isto é a justiça PÉRFIDA E MALÉVOLA que temos.
A juíza ainda gozou, quando eu disse que não estava em condições de estar de pé, dizendo que me achava em muito boas condições... Os juízes são outros a quem o cidadão, por lei, deve obediência e respeito; até pode ser preso para “respeitar”; outros que podem fazer tudo e que, por isso, cometem todos os crimes, até crimes inimagináveis como neste caso.
A juíza foi mais longe: ameaçou que me mandava para a prisão logo dali quando eu disse que não podia estar de pé. Mandava-me para a prisão porque o sr. Magistrado do Ministério Público CERTAMENTE requereria... Pelo meio foi dizendo, como provocação certamente, que eu estava ali para exercer o direito de ser ouvida porque "nós aqui respeitamos os seus direitos", disse olhando para mim e vendo-me naquele estado, COM AS MARCAS DA AGRESSÃO BEM VISÍVEIS. Fartou-se de gozar, a juíza Marta Maria Gonçalves da Rocha...
E depois, quando eu expliquei os meus motivos de indignação que motivaram a denúncia dos actos torpes de José Maria Martins e que são os fundamentos daquele processo, respondeu que eu iria ver que a liberdade de expressão tem limites.
Assim a juíza afirmou, claramente que, por um lado, o Ministério Público faz o que ela manda e, por outro lado, a sentença já estava “cozinhada”; não importava o que eu dissesse..
Vivi uma situação caricata e surreal, COMO É NORMAL NOS NOSSOS TRIBUNAIS: para exercer o meu direito de ser ouvida mandaram-me prender... e humilhar, e ultrajar, e agredir e molestar. Prefiro não ter o “direito” de ser ouvida. Para quê? Para dizer o que estava dito e escrito e para sancionar, com a minha presença (ao menos foi forçada e não voluntária) aquela palhaçada em que a sentença está ditada à partida e os julgamentos servem só para esbanjar o nosso dinheiro, para desperdiçar MUITOS meios e para molestar as pessoas?
Disse a Juíza que “A liberdade de expressão tem limites (é assim uma espécie de “Liberdade” amordaçada... pelos juízes)... E quem melhor do que juízes assim com comportamentos destes para definir os limites das nossas liberdades?
O melhor é o cidadão, logo que se levanta, consultar um juíz para saber o que pode fazer e dizer nesse dia, no âmbito da “Sua” Liberdade individual. Indignação? O que é isso? Ninguém tem o direito de se indignar com nada. Os patifes podem fazer tudo às claras e o cidadão tem de “comer e calar”., são os juízes que decidem e pronto.
Enquanto estive naquela sala de audiências estiveram também 3 polícias... a audiência decorreu com apresença de 3 polícias; isto porque eu estava detida, despojada até dos meus pertences que estavam na esquadra.
Saí da sala de audiências acompanhada pelos 3 polícias e permaneci detida até depois das 11 horas da manhã, ultrapassando largamente o prazo máximo de prisão especificado no mandato... Um mandato que previa que o prazo de prisão seria "pelo período de tempo estritamente indispensável" durou mais de 25 horas, para eu estar na sala de audiências menos de 1 hora... e já depois de expirando o prazo máximo de prisão que esse mesmo mandato especificava. É Obra!
É só mais uma violação das leis e regras especificadas no Mandato elaborado pela escrivã Paula Maria Soares e assinado pela Juíza Marta Maria Gonçalves da Rocha. Este tipo de gente é assim mesmo: têm de violar as leis para se sentirem alguém, para testarem a sua impunidade, para afirmarem claramente que as leis não se lhes aplicam, que nãoi têm de cumprir leis por que eles são "a lei" (da selva).
Estamos a viver, realmente, a mais cruel das tiranias.
O resto eu conto noutra altura.
Apenas referir que é um Processo que tem que ver com o PROCESSO CASA PIA, que o “queixoso” é José Maria Martins que não gostou de ter sido denunciado à ordem dos Advogados. É o Processo nº 13158/04.OTDLSB.
Campanha:
Assine a Petição Para Valoração da Abstenção
Isto tem de mudar, definitivamente. A nossa liberdade e a democracia não podem continuar sequestradas por gente desta e à mercê destes crimes ignóbeis.
TEXTO PUBLICADO EM:
-- PAPALVOS
-- Sol - Blogues
-- REMÉDIOS CASEIROS
-- Poemas e Pensamentos ao Acaso
- O Arquivo
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APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
.../...
2009/07/18
Petição Para Valoração da Abstenção
Petição Para Valoração da Abstenção e redução, para 100, do número máximo de Deputados.
A proposta para Valorar a Abstenção
MANIFESTO!
Iniciado que está um novo ciclo eleitoral, achamos que é altura de fazer ouvir a nossa voz também.
A “NOSSA VOZ” é a voz dos segregados, dos ignorados, dos ultrajados, dos que são constantemente “lixados” pelo sistema e pelas suas instituições; dos que são vítimas, permanentemente, do gangsterismo e criminalidade institucionalizados (que se exercem de dentro das instituições) com que nos defrontamos todos os dias, que nos molestam das mais diversas formas.
O regime político actual, a chamada Democracia Representativa, não tem nada de DEMOCRACIA e nem é representativa.
Não tem nada de Democracia, já lá vamos.
A provar que não é representativa está o elevado número de abstenções. Nas recentes Eleições Europeias (Europeias 2009) os deputados eleitos representam (receberam os votos de), APENAS, 32,62% dos eleitores. Ficaram de fora, sem serem representados, 67,38% dos Eleitores. E, no entanto, TODOS os lugares para o Parlamento Europeu foram preenchidos, como se todos tivéssemos votado...
Note-se que, se fosse um referendo, o resultado não era vinculativo; não tinha mérito. Porquê esta dualidade de critérios?
Os políticos têm uma série de desculpas e “explicações”, invariavelmente cínicas, para esta anormalidade, mas “explicações” e argumentos cínicos qualquer malandrim tem para “justificar” (e manter) as suas patifarias...
Quero dizer com isto que a culpa é dos políticos e só deles. É a forma de fazer política que está na origem desta situação e é isso que tem de mudar!
Não tenhamos ilusões! Este sistema político NAZI, manhosamente disfarçado de “democracia”, impropriamente alcunhado de democracia, não irá mudar, quero dizer: NÃO IRÁ MELHORAR, por iniciativa dos políticos. Porquê? Para quê? Eles não necessitam de mudar o sistema; PARA ELES funciona muito bem. E funciona SEMPRE por maior e mais generalizado que seja o descontentamento; traduzido em abstenção PORQUE ELES são TODOS iguais, não há por onde escolher...
Este sistema não tem nada de democracia: é um sistema político vigarista e NAZI. É nazi, desde logo ao eliminar do mapa dos cidadãos com direitos todos os que não votam “NOS ELEITOS”. É vigarista fazendo as contas dos resultados eleitorais como se NÓS não existíssemos, apropriando-se, ILEGITIMAMENTE, da nossa representatividade e dos votos que lhes recusámos. Isto é um procedimento tipicamente NAZI; de democracia não tem nada. É uma ditadura de malandros sem vergonha.
Para “legitimarem” esta sua patifaria de consequências desastrosas, esses salafrários: os políticos e seus apaniguados, usam e abusam da propaganda NAZI, insultando e injuriando quem ousa manifestar assim o seu descontentamento e não votar neles, não votar porque não se justifica o esforço, bem pelo contrário: dá náuseas participar de semelhantes palhaçadas depois das campanhas eleitorais vergonhosas, onde tudo é usado EXCEPTO A VERDADE, onde os eleitos assumem compromissos conscientemente mentirosos, que regenam após tomarem posse com as desculpas mais torpes, mas que voltam a usar quando de novo em campanha.
Este estado de coisas conduziu-nos a um descalabro sem precedentes que, todavia, ameaça agravar-se.
Já não há métodos da propaganda nazi que lhes valham, que permitam continuar “a tapar o Sol com a peneira”; está à vista de todos... mas ELES negam! Sobretudo negam as suas responsabilidades, mesmo que essa estratégia da propaganda nazi só sirva para aumentar o desespero dos cidadãos e o fosso entre estes e a política.
As responsabilidades são deles e só deles: assim como têm usurpado a nossa representatividade, usando-a para cometer toda a espécie de crimes e abusos, comprometendo o nosso futuro, também podiam tê-la usado para fazer o que é correcto, o que é necessário fazer. Mas issso é contra a sua natureza... de escroques.
A impunidade que este sistema garante a essa gente sem vergonha, aos políticos (e garante-lhes impunidade porque ELES não têm vergonha, nem dignidade e não são obrigados a ter) é perversa a ponto de já ser quase banal haver notícias sobre os crimes cometidos por políticos e políticos criminosos que se pavoneiam sem pudor. E, digo eu, isto só pode acontecer porque não há nenhum político que preste. Conclui-se que as pessoas que prestam não têm lugar na política...
Este estado de coisas conduziu-nos a um descalabro sem precedentes não só na política mas também na Justiça que se transformou num antro de perfídia, controlada por criminosos; que só serve para proteger criminosos e para perseguir e molestar os cidadãos honestos.
Na justiça portuguesa, quando se trata de proteger criminosos, invoca-se a DEMOcracia e os “Direitos Liberdades e Garantias”; mas, por outro lado, quando se trata de molestar e perseguir os cidadãos de bem, todos os pretextos servem: serve como pretexto o facto de o cidadão se indignar e dizer o que pensa e sente; como serve o facto de o cidadão ser vítima dum crime e denunciar o respectivo criminoso ou criminosos. Neste último caso, como NUNCA se prova nada, contra bandidos, na justiça portuguesa (e o cidadão também não pode fazê-lo porque lhe é proibido investigar) fica “provado” que o cidadão se queixou “e não provou” (porque está impedido, por lei, de o fazer e quem pode e deve NUNCA o faz), logo será molestado perseguido e condenado, espoliado dos seus bens até... porque ousou beliscar os “direitos liberdades e garantias” existentes para uso exclusivo de criminosos e bandidos...
Pior! Chegam-nos “notícias” de diversas proveniências dizendo que, TAL COMO A POLÍTICA, o sistema judicial TAMBÉM está minado de criminosos, está minado pela Alta Criminalidade que se “protege” “combatendo” a CORRUPÇÃO, conspirando, acusando inocentes, alimentando escândalos vergonhosos como o Processo Casa Pia, etc. Tudo isso para desviar atenções e manter o alarme social com essas notícias, para que os seus crimes e respectivas consequências não tenham espaço nas notícias...
Isto é democracia?
Os políticos, claro, DIZEM nada ter que ver com a “Crise da Justiça”, devido à “famigerada” separação de poderes. Tal como tudo o resto, também este princípio é distorcido e abusado para “legitimar” a actual tirania, QUE SE EXERCE COM A CUMPLICIDADE DOS POLÍTICOS. De quem mais? Os políticos é que são eleitos, os juízes não são; são nomeados e mantidos pelos políticos...
Este estado de coisas conduziu-nos a um descalabro sem precedentes no sistema de Segurança Social que ameaça ruir a todo o momento; no nível de vida que piora em vez de melhorar; na economia onde impera o “faz de conta”; no progresso social e económico que é, cada vez mais, retrocesso, deixando os jovens sem perspectivas profissionais e os desempregados desesperados por ausência de esperança de voltarem à vida activa.
Não tem de ser assim! TODOS os problemas têm solução desde que se coloquem as pessoas certas nos lugares certos, desde que HAJA vontade de os resolver.
A eterna desculpa é a de que não há meios. É FALSO! Os meios existem!
Existem e estão, actualmente, a ser delapidados para custear a chulice dos políticos e seus apaniguados (acessores, consultores, etc.);
Estão a ser delapidados para pagar ordenados escandalosos, de gangsters, a administradores e gestores de empresas com participação do Estado, que fornecem bens essenciais (pagos por nós);
Estão a ser delapidados pagando vencimentos escandalosos aos que não são eleitos e, ainda assim, ocupam os cargos;
Estão a ser delapidados para pagar reformas escandalosas que, em alguns casos, até acumulam com vencimentos tambémde valores muito elevados...
OS MEIOS EXISTEM MAS ESTÃO A SER DELAPIDADOS, ROUBADOS por essa cambada de energúmenos, de inúteis, de salafrários, de INCOMPETENTES.
Neste texto demonstrei que a delapidação do Erário Público pelos meios que aqui se enumeram ascende a mais de 20% (VINTE POR CENTO) da Despesa Pública Corrente e há muitas outras formas de delapidação que não foram contabilizadas... Gerindo adequadamente esses meios, “geram-se” mais meios, e podem-se resolver muitos problemas, fazendo crescer a economia e subir o nível de vida dos cidadãos; até se pode reduzir a carga fiscal.
É por isso e para isso que APELO a que todos assinem esta petição EXIGINDO A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO e a REDUÇÃO DO NÚMERO MÁXIMO DE DEPUTADOS PARA 100 (Cem Deputados); A Assembleia da República passará a ter cem deputados, se e quando TODOS os eleitores votarem.
Resumidamente, a Valoração da Abstenção significa que cada partido elege uma percentagem de deputados, ou vereadores (ou o que for) igual à percentagem REAL de votos que recebeu dos eleitores, tomando como base o total de eleitores inscritos. Significa que a percentagem de abstenção se reflete em lugares vazios (porque os respectivos titulares não foram eleitos).
Significa que a duração dos mandatos é reduzida em função da percentagem de votos obtidos nas urnas e depois disso esse executivo só se mantem se for referendado e obtiver mais de 50% dos votos.
A governação é um assunto muito sério, que diz respeito a todos, logo deve ter a concordância da maioria, pelo menos; não pode ser decidida, em definitivo, por meia dúzia de pessoas das quais uma grande parte é iludida com falsas promessas, ou com outras patranhas irrelevantes.
Estas alterações do sistema eleitoral (ou outras) bem como os vencimentos dos políticos devem passar a só poder ser decididas através de REFERENDOS.
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APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
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A proposta para Valorar a Abstenção
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Iniciado que está um novo ciclo eleitoral, achamos que é altura de fazer ouvir a nossa voz também.
A “NOSSA VOZ” é a voz dos segregados, dos ignorados, dos ultrajados, dos que são constantemente “lixados” pelo sistema e pelas suas instituições; dos que são vítimas, permanentemente, do gangsterismo e criminalidade institucionalizados (que se exercem de dentro das instituições) com que nos defrontamos todos os dias, que nos molestam das mais diversas formas.
O regime político actual, a chamada Democracia Representativa, não tem nada de DEMOCRACIA e nem é representativa.
Não tem nada de Democracia, já lá vamos.
A provar que não é representativa está o elevado número de abstenções. Nas recentes Eleições Europeias (Europeias 2009) os deputados eleitos representam (receberam os votos de), APENAS, 32,62% dos eleitores. Ficaram de fora, sem serem representados, 67,38% dos Eleitores. E, no entanto, TODOS os lugares para o Parlamento Europeu foram preenchidos, como se todos tivéssemos votado...
Note-se que, se fosse um referendo, o resultado não era vinculativo; não tinha mérito. Porquê esta dualidade de critérios?
Os políticos têm uma série de desculpas e “explicações”, invariavelmente cínicas, para esta anormalidade, mas “explicações” e argumentos cínicos qualquer malandrim tem para “justificar” (e manter) as suas patifarias...
Quero dizer com isto que a culpa é dos políticos e só deles. É a forma de fazer política que está na origem desta situação e é isso que tem de mudar!
Não tenhamos ilusões! Este sistema político NAZI, manhosamente disfarçado de “democracia”, impropriamente alcunhado de democracia, não irá mudar, quero dizer: NÃO IRÁ MELHORAR, por iniciativa dos políticos. Porquê? Para quê? Eles não necessitam de mudar o sistema; PARA ELES funciona muito bem. E funciona SEMPRE por maior e mais generalizado que seja o descontentamento; traduzido em abstenção PORQUE ELES são TODOS iguais, não há por onde escolher...
Este sistema não tem nada de democracia: é um sistema político vigarista e NAZI. É nazi, desde logo ao eliminar do mapa dos cidadãos com direitos todos os que não votam “NOS ELEITOS”. É vigarista fazendo as contas dos resultados eleitorais como se NÓS não existíssemos, apropriando-se, ILEGITIMAMENTE, da nossa representatividade e dos votos que lhes recusámos. Isto é um procedimento tipicamente NAZI; de democracia não tem nada. É uma ditadura de malandros sem vergonha.
Para “legitimarem” esta sua patifaria de consequências desastrosas, esses salafrários: os políticos e seus apaniguados, usam e abusam da propaganda NAZI, insultando e injuriando quem ousa manifestar assim o seu descontentamento e não votar neles, não votar porque não se justifica o esforço, bem pelo contrário: dá náuseas participar de semelhantes palhaçadas depois das campanhas eleitorais vergonhosas, onde tudo é usado EXCEPTO A VERDADE, onde os eleitos assumem compromissos conscientemente mentirosos, que regenam após tomarem posse com as desculpas mais torpes, mas que voltam a usar quando de novo em campanha.
Este estado de coisas conduziu-nos a um descalabro sem precedentes que, todavia, ameaça agravar-se.
Já não há métodos da propaganda nazi que lhes valham, que permitam continuar “a tapar o Sol com a peneira”; está à vista de todos... mas ELES negam! Sobretudo negam as suas responsabilidades, mesmo que essa estratégia da propaganda nazi só sirva para aumentar o desespero dos cidadãos e o fosso entre estes e a política.
As responsabilidades são deles e só deles: assim como têm usurpado a nossa representatividade, usando-a para cometer toda a espécie de crimes e abusos, comprometendo o nosso futuro, também podiam tê-la usado para fazer o que é correcto, o que é necessário fazer. Mas issso é contra a sua natureza... de escroques.
A impunidade que este sistema garante a essa gente sem vergonha, aos políticos (e garante-lhes impunidade porque ELES não têm vergonha, nem dignidade e não são obrigados a ter) é perversa a ponto de já ser quase banal haver notícias sobre os crimes cometidos por políticos e políticos criminosos que se pavoneiam sem pudor. E, digo eu, isto só pode acontecer porque não há nenhum político que preste. Conclui-se que as pessoas que prestam não têm lugar na política...
Este estado de coisas conduziu-nos a um descalabro sem precedentes não só na política mas também na Justiça que se transformou num antro de perfídia, controlada por criminosos; que só serve para proteger criminosos e para perseguir e molestar os cidadãos honestos.
Na justiça portuguesa, quando se trata de proteger criminosos, invoca-se a DEMOcracia e os “Direitos Liberdades e Garantias”; mas, por outro lado, quando se trata de molestar e perseguir os cidadãos de bem, todos os pretextos servem: serve como pretexto o facto de o cidadão se indignar e dizer o que pensa e sente; como serve o facto de o cidadão ser vítima dum crime e denunciar o respectivo criminoso ou criminosos. Neste último caso, como NUNCA se prova nada, contra bandidos, na justiça portuguesa (e o cidadão também não pode fazê-lo porque lhe é proibido investigar) fica “provado” que o cidadão se queixou “e não provou” (porque está impedido, por lei, de o fazer e quem pode e deve NUNCA o faz), logo será molestado perseguido e condenado, espoliado dos seus bens até... porque ousou beliscar os “direitos liberdades e garantias” existentes para uso exclusivo de criminosos e bandidos...
Pior! Chegam-nos “notícias” de diversas proveniências dizendo que, TAL COMO A POLÍTICA, o sistema judicial TAMBÉM está minado de criminosos, está minado pela Alta Criminalidade que se “protege” “combatendo” a CORRUPÇÃO, conspirando, acusando inocentes, alimentando escândalos vergonhosos como o Processo Casa Pia, etc. Tudo isso para desviar atenções e manter o alarme social com essas notícias, para que os seus crimes e respectivas consequências não tenham espaço nas notícias...
Isto é democracia?
Os políticos, claro, DIZEM nada ter que ver com a “Crise da Justiça”, devido à “famigerada” separação de poderes. Tal como tudo o resto, também este princípio é distorcido e abusado para “legitimar” a actual tirania, QUE SE EXERCE COM A CUMPLICIDADE DOS POLÍTICOS. De quem mais? Os políticos é que são eleitos, os juízes não são; são nomeados e mantidos pelos políticos...
Este estado de coisas conduziu-nos a um descalabro sem precedentes no sistema de Segurança Social que ameaça ruir a todo o momento; no nível de vida que piora em vez de melhorar; na economia onde impera o “faz de conta”; no progresso social e económico que é, cada vez mais, retrocesso, deixando os jovens sem perspectivas profissionais e os desempregados desesperados por ausência de esperança de voltarem à vida activa.
Não tem de ser assim! TODOS os problemas têm solução desde que se coloquem as pessoas certas nos lugares certos, desde que HAJA vontade de os resolver.
A eterna desculpa é a de que não há meios. É FALSO! Os meios existem!
Existem e estão, actualmente, a ser delapidados para custear a chulice dos políticos e seus apaniguados (acessores, consultores, etc.);
Estão a ser delapidados para pagar ordenados escandalosos, de gangsters, a administradores e gestores de empresas com participação do Estado, que fornecem bens essenciais (pagos por nós);
Estão a ser delapidados pagando vencimentos escandalosos aos que não são eleitos e, ainda assim, ocupam os cargos;
Estão a ser delapidados para pagar reformas escandalosas que, em alguns casos, até acumulam com vencimentos tambémde valores muito elevados...
OS MEIOS EXISTEM MAS ESTÃO A SER DELAPIDADOS, ROUBADOS por essa cambada de energúmenos, de inúteis, de salafrários, de INCOMPETENTES.
Neste texto demonstrei que a delapidação do Erário Público pelos meios que aqui se enumeram ascende a mais de 20% (VINTE POR CENTO) da Despesa Pública Corrente e há muitas outras formas de delapidação que não foram contabilizadas... Gerindo adequadamente esses meios, “geram-se” mais meios, e podem-se resolver muitos problemas, fazendo crescer a economia e subir o nível de vida dos cidadãos; até se pode reduzir a carga fiscal.
É por isso e para isso que APELO a que todos assinem esta petição EXIGINDO A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO e a REDUÇÃO DO NÚMERO MÁXIMO DE DEPUTADOS PARA 100 (Cem Deputados); A Assembleia da República passará a ter cem deputados, se e quando TODOS os eleitores votarem.
Resumidamente, a Valoração da Abstenção significa que cada partido elege uma percentagem de deputados, ou vereadores (ou o que for) igual à percentagem REAL de votos que recebeu dos eleitores, tomando como base o total de eleitores inscritos. Significa que a percentagem de abstenção se reflete em lugares vazios (porque os respectivos titulares não foram eleitos).
Significa que a duração dos mandatos é reduzida em função da percentagem de votos obtidos nas urnas e depois disso esse executivo só se mantem se for referendado e obtiver mais de 50% dos votos.
A governação é um assunto muito sério, que diz respeito a todos, logo deve ter a concordância da maioria, pelo menos; não pode ser decidida, em definitivo, por meia dúzia de pessoas das quais uma grande parte é iludida com falsas promessas, ou com outras patranhas irrelevantes.
Estas alterações do sistema eleitoral (ou outras) bem como os vencimentos dos políticos devem passar a só poder ser decididas através de REFERENDOS.
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2009/06/11
Resultados das Eleições Europeias 2009.
APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
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-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
Resultados das Eleições Europeias 2009.
SEM VIGARICES
O ridículo de “cantar vitória” com mais de 62% de Abstenção, 1,72% de votos em Branco e 0,74% de votos Nulos; isto é: com 65,40% de eleitores que NÃO CONFIAM nestes “deputedos”, sem contar com os votos nos pequenos partidos.
É nossa sina! Então vamos lá a refazer as contas para desmascarar a vigarice dos "Resultados Oficiais".
Total de eleitores 9 600 629 ----- 100%
Abstenção ------ 6 043 596 ------- 62,95%
Brancos --------- 164 829 ------ 1,72%
Nulos ----------- 71 135 ------- 0,74%
TOTAL -------- 6 279 560 ------- 65,40%
Votantes e percentagens de votos dos partidos com resultados OFICIAIS superiores a 1%
-----Partido ------- Nº Eleitores -------- % Oficial ------ % REAL
------- PSD ------------ 1127026 ---------- 31,68% ------- 11,74%
------- PS -------------- 945303 ----------- 26,58% -------- 9,85%
------- BE -------------- 381787 ----------- 10,73% --------- 3,98%
-----PCP-PEV -------- 379286 --------- 10,66% ------- -- 3,95%
------- CDS ------------- 297793 ----------- 8,37% ---------- 3,10%
------- MEP ------------- 52924 ----------- 1,49% ---------- 0,60%
------PCTP ------------- 43077 ------------ 1,21% ---------- 0,45%
Donde se conclui que os “eleitos” para o Parlamento Europeu representam 32,62% do Total de Eleitores...
Não há dúvida de que, assim, se constrói uma "Europa dos cidadãos" a sério!
Dizer que isto é Ridículo é usar um eufemismo.
Não me digam que não é dum ridículo levado aos extremos “cantar vitória” com uns reles 11,74% de votos... Até porque TODOS os partidos com deputados eleitos, á excepção do BE, perderam MUITOS eleitores, desde as últimas legislativas..
Este crescimento do BE é sintomático e preocupante: as pessoas estão cansadas da vigarice e desonestidade dos políticos, mas caem na esparrela de dar o seu voto a esta gente sem princípios, tão desonesta como os restantes. Estes eleitores são “levados” na conversa demagógica e falsa, oca, desta Publicidade enganosa. Coitados! Quando “acordarem” e perceberem o logro em que caíram, vão ter uma grande desilusão; mais uma...
Isto é duma extrema perversidade para a democracia. É por isso que se diz que os “falsos amigos” são muito piores do que os inimigos.
É urgente acabar com esta vigarice, com este descalabro de consequências desastrosas para a sociedade!
É por isso que eu defendo A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO.
Toda a gente tem consciência das terríveis implicações que esta realidade acarreta. Note-se que o resultado dum REFERENDO com esta votação, não é vinculativo; não tem "mérito"; então porque raio têm estes senhores legitimidade para se dizerem "eleitos" e ainda por cima para usurparem até a representatividade dos que não votaram neles?
É claro que há, por aí, uns "aprendizes de ditadores déspotas" que logo avançam uma "solução" ao nível do seu baixo nível cívico:
Se o cidadão se recusa a votar neles e, por isso, logicamente e naturalmente, nem se dá ao trabalho de ir votar, em vez de arrepiarem caminho e se esforçarem por merecer a confiança dos cidadãos e por lhes conquistarem o voto, em vez de exercerem as suas funções com lealdade, idoneidade e DECÊNCIA, esses estafermos "resolvem" o SEU problema de consciência propondo a obrigatoriedade do voto.
Se o cidadão expressa o seu descontentamento e desprezo, não votando... repressão para cima desses "malandros" que ousam "pôr em causa a demo cracia". Sim porque a manifestação de vontade e de opinião dos cidadãos, nada tem que ver com a DEMO cracia deles. Nesse regime eles é que mandam, eles é que decidem, eles é que sabem, eles é que se apropriam de tudo (como se apropriam dos votos que não lhes são confiados) e o "bom" cidadão tem de concordar, como rezam as cartilhas da propaganda nazi...
Até quando estará a sociedade subjugada por estes sabujos sem pudor, sem vergonha, sem dignidade, desonestos, sem idoneidade?
Atenção às campanhas mais recentes:
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Resultados das Eleições Europeias 2009.
SEM VIGARICES
O ridículo de “cantar vitória” com mais de 62% de Abstenção, 1,72% de votos em Branco e 0,74% de votos Nulos; isto é: com 65,40% de eleitores que NÃO CONFIAM nestes “deputedos”, sem contar com os votos nos pequenos partidos.
É nossa sina! Então vamos lá a refazer as contas para desmascarar a vigarice dos "Resultados Oficiais".
Total de eleitores 9 600 629 ----- 100%
Abstenção ------ 6 043 596 ------- 62,95%
Brancos --------- 164 829 ------ 1,72%
Nulos ----------- 71 135 ------- 0,74%
TOTAL -------- 6 279 560 ------- 65,40%
Votantes e percentagens de votos dos partidos com resultados OFICIAIS superiores a 1%
-----Partido ------- Nº Eleitores -------- % Oficial ------ % REAL
------- PSD ------------ 1127026 ---------- 31,68% ------- 11,74%
------- PS -------------- 945303 ----------- 26,58% -------- 9,85%
------- BE -------------- 381787 ----------- 10,73% --------- 3,98%
-----PCP-PEV -------- 379286 --------- 10,66% ------- -- 3,95%
------- CDS ------------- 297793 ----------- 8,37% ---------- 3,10%
------- MEP ------------- 52924 ----------- 1,49% ---------- 0,60%
------PCTP ------------- 43077 ------------ 1,21% ---------- 0,45%
Donde se conclui que os “eleitos” para o Parlamento Europeu representam 32,62% do Total de Eleitores...
Não há dúvida de que, assim, se constrói uma "Europa dos cidadãos" a sério!
Dizer que isto é Ridículo é usar um eufemismo.
Não me digam que não é dum ridículo levado aos extremos “cantar vitória” com uns reles 11,74% de votos... Até porque TODOS os partidos com deputados eleitos, á excepção do BE, perderam MUITOS eleitores, desde as últimas legislativas..
Este crescimento do BE é sintomático e preocupante: as pessoas estão cansadas da vigarice e desonestidade dos políticos, mas caem na esparrela de dar o seu voto a esta gente sem princípios, tão desonesta como os restantes. Estes eleitores são “levados” na conversa demagógica e falsa, oca, desta Publicidade enganosa. Coitados! Quando “acordarem” e perceberem o logro em que caíram, vão ter uma grande desilusão; mais uma...
Isto é duma extrema perversidade para a democracia. É por isso que se diz que os “falsos amigos” são muito piores do que os inimigos.
É urgente acabar com esta vigarice, com este descalabro de consequências desastrosas para a sociedade!
É por isso que eu defendo A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO.
Toda a gente tem consciência das terríveis implicações que esta realidade acarreta. Note-se que o resultado dum REFERENDO com esta votação, não é vinculativo; não tem "mérito"; então porque raio têm estes senhores legitimidade para se dizerem "eleitos" e ainda por cima para usurparem até a representatividade dos que não votaram neles?
É claro que há, por aí, uns "aprendizes de ditadores déspotas" que logo avançam uma "solução" ao nível do seu baixo nível cívico:
Se o cidadão se recusa a votar neles e, por isso, logicamente e naturalmente, nem se dá ao trabalho de ir votar, em vez de arrepiarem caminho e se esforçarem por merecer a confiança dos cidadãos e por lhes conquistarem o voto, em vez de exercerem as suas funções com lealdade, idoneidade e DECÊNCIA, esses estafermos "resolvem" o SEU problema de consciência propondo a obrigatoriedade do voto.
Se o cidadão expressa o seu descontentamento e desprezo, não votando... repressão para cima desses "malandros" que ousam "pôr em causa a demo cracia". Sim porque a manifestação de vontade e de opinião dos cidadãos, nada tem que ver com a DEMO cracia deles. Nesse regime eles é que mandam, eles é que decidem, eles é que sabem, eles é que se apropriam de tudo (como se apropriam dos votos que não lhes são confiados) e o "bom" cidadão tem de concordar, como rezam as cartilhas da propaganda nazi...
Até quando estará a sociedade subjugada por estes sabujos sem pudor, sem vergonha, sem dignidade, desonestos, sem idoneidade?
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