2009/05/02

ATENÇÃO Clientes da LisboaGás!

OS ABUSOS, PREPOTÊNCIAS E PATIFARIAS DA LISBOAGÁS

Se você é cliente da LisboaGás (Grupo Galp Energia) leia, com atenção, o relato que se segue.

TENHA MUITO CUIDADO COM OS CONTACTOS PARA O APOIO COMERCIAL, porque essa gente arranja-lhe um grande sarilho e exturque-lhe dinheiro com a MAIOR NATURALIDADE.

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Reclamação Para a LisboaGás

Em 23-Jan-2008 foi emitida, pela Lisboa Gás, em meu nome, a factura nº8042#### no valor de 26,## €, debitando 22 m3 de gás resultante do acerto inerente à leitura real do contador. Essa leitura é a mesma que o contador exibe actualmente: 14##.
Passados cerca de 2 ou 3 meses (não sei precisar), o contador voltou a ser lido por uma senhora baixinha, gorda, que registou (ou não terá registado?) a mesma leitura: 14##.
Essa segunda leitura nunca foi considerada. Na verdade, desde antes da factura referida que não tem havido consumo de gás neste local.
Surpreendentemente, sou confrontada com a factura nº 80320###, emitida em 03-Abr-2008, com o valor de 55,##€, resultante de 59 M3 DE CONSUMO ESTIMADO.
No dia 15-Abr-2008 telefonei para o APOIO COMERCIAL, nº 808506009, reclamando do valor exorbitante desta factura e informando a leitura; isto é: que não tinha havido consumo entretanto. Disseram-me para ignorar a factura porque seria emitida uma nova para correcção. Confiei na eficiência do serviço e não tomei nota do nome da pessoa que me atendeu, mas aprendi a lição.

Em Junho de 2008, recebi a factura nº 80220##, com data de 03-Jun-2008, com o valor de 49,##€, debitando um consumo estimado de 52 m3. Verifico ainda, com total surpresa, que a factura que eu reclamara no dia 15-Abr-2008, aparecia relacionada em débitos créditos, como valor em dívida.
Voltei a ligar para o APOIO COMERCIAL, no dia 16-Jun-2008, tendo sido atendida pela Sra. T? C?. Voltei a reclamar do valor das duas facturas, voltei a informar a LEITURA DO CONTADOR; e reclamei ainda pelo facto de a reclamação anterior não ter sido considerada apesar de me terem informado que ignorasse essa factura porque receberia uma de correcção.
A Sra. T? C? procedeu à correcção das duas facturas e foram emitidas novas facturas, em 16-Jun-2008, respectivamente com os valores 4,##€ e 3,##€ que paguei em 25-Jun-2008.

AGORA A HISTÓRIA SURREAL:
Alguém dentro da Lisboa Gás decidiu, prepotentemente; embirrar comigo e me sobrecarregar com desgaste psicológico, arrelias, despesas, contratempos e problemas.

Em Setembro de 2008 recebi a factura 80320##,com data de 31-Ago-2008, NO VALOR DE 57,##€, DEBITANDO 62 M3 de CONSUMO ESTIMADO. Faço notar que o consumo real era ZERO desde havia mais de 6 meses.
Liguei novamente para o APOIO COMERCIAL, no dia 02-Out-2008, cerca das 13H30 e falei com o Sr. P? F?. Informei a leitura do contador e reclamei do consumo estimado ser tão alto, depois de tantos meses sem consumo. O Sr. P? F? tomou as anotações que entendeu (e que aparecem na minha ficha) e disse-me que ignorasse essa factura porque iria ser feita uma correcção. Ignorei!
Logo a seguir a esta reclamação, recebi a factª 80320###, no valor de 20,##€, debitando 23 m3 de CONSUMO ESTIMADO, consumo inexistente. Tratei de reparar no espaço "débito/crédito" e, como nada aparecia, deduzi que a factura anterior que reclamara, teria sido anulada. Faço notar que foi dessa forma que descobri que o primeiro telefonema que fiz para o Apoio Comercial fora ignorado e que a informação que me deram era falsa e enganosa.
Também tenho na minha frente a factª 8032008#, emitida em 03/Dez/2008, no valor de 12,##€, debitando 9 m3 de CONSUMO ESTIMADO, consumo inexistente, factura esta que paguei em 23/Dez/2008. Mais uma vez procurei o espaço "débito/crédito" e, como nada aparecia, fiquei descansada quanto às minhas contas com a Lisboa Gás.

Surpreendentemente, recebi, no início de Janeiro de 2009, uma carta emitida pela LisboaGás em 31/Dez/2008, informando que "receberam instruções do "meu" comercializador de gás natural para proceder à suspensão de fornecimento devido a falta de pagamento de factura". Isto quando eu tinha a certeza absoluta de que pagara mais do que o que devia, pois pagara consumo estimado inexistente.
Essa carta não contém qualquer informação acerca de qual o valor em débito e, pretendendo, pelo tom, ser uma carta de entidade independente do "meu" fornecedor de gás natural, só podia ter sido ignorada por mim, visto que, a existir qualquer débito pendente, o "meu" formecedor de gás natural tinha A OBRIGAÇÃO de me comunicar de forma clara e concisa a existência dessa dívida, bem como o seu valor; isto é: qual a factura ou facturas não pagas, antes de DAR INSTRUÇÕES para proceder à suspensão. Portanto, ignorei a carta porque só podia ser engano... ou brincadeira de mau gosto. Era "brincadeira" de muito mau gosto!
Esta gente desonesta e sem pudor, que se julga impune para cometer toda a espécie de atropelos e, com isso, maltratar e prejudicar os cidadãos, quando brinca brinca mesmo, mas com a vida e a saúde dos outros.

Em 20-Jan-2009 o gás foi-me desligado e encontrei, na caixa do correio, um "relatório de visita técnica" comunicando isso mesmo e insistindo no pretexto da "falta de pagamento" que eu sabia não existir, mas, MAIS UMA VEZ, sem qualquer referência concreta a qualquer débito específico não pago.
Como não tenho vindo a usar o gás e como tenho MUITO MAIS que fazer do que andar atrás dos caprichos e prepotências da LisboaGás, arrumei o papel que ficou esperando disponibilidade para tratar do assunto. Em Fevereiro necessitei, ocasionalmente, de utilizar o gás (tive de "inventar" uma maneira de ultrapassar o problema) e telefonei para o APOIO COMERCIAL, em 02-Fev-2009. Falei com a Sra. E? F?. A D. E? informou-me que o corte se deveu ao não pagamento da fact de 31-Ago-2008, no valor de 57,## Euros. Informei que não devia nada, que tinha até dinheiro a haver porque pagara consumos inexistentes; informei a leitura do contador: 14##, disse que reclamara, para o apoio comercial, de todas as facturas que recebi com valores excessivos de consumos estimados e essa factura, se não fora contestada por mim só podia ser porque não a tinha recebido.A D. E? disse-me que eu não era obrigada a pagar consumos estimados (coisa que eu já sabia com absoluta certeza), MAS que, em caso de haver corte, A FACTURA TINHA DE SER LIQUIDADA. Não queria dizer que não viesse a reaver o dinheiro mais tarde, mas tinha de pagar.
Coitada da D. E?! Deve ter ficado toda baralhada com o que ela própria dizia: Eu não era obrigada a pagar porque não devia, mas TINHA DE PAGAR porque esse valor QUE EU NÃO DEVIA servira de pretexto para a suspensão do fornecimento... Ou será que não? Que estas pessoas nem pensam no que dizem, não usam a cabeça, se limitam a ler o texto respectivo no écrã? "Consumo estimado: não é obrigado a pagar! Corte: Tem de pagar!”
Respondi que não pagava porque não devia: não tinha havido consumo; e também não pagava porque não tinha dinheiro. Ainda expliquei que a LisboaGás tinha obrigação de saber que aquela estimativa era absurda porque eu já reclamara duas facturas anteriores de valores excessivos e informara as leituras e que, por isso, sabiam que havia mais de 6 meses SEM CONSUMO.
Sucede que, mexendo nos papeis, encontrei a factura em causa com a indicação do meu contacto para o Apoio Comercial, especificando a pessoa com quem falei, bem como a data e hora, TAL COMO REFIRO ACIMA. Voltei a ligar para aqueles serviços no dia 20-Fev-2009 para me corrigir em relação ao contacto anterior.
Afinal o meu contacto do dia 02-Out-2008 está registado na ficha mas não produziu efeitos, APESAR DE ME TER SIDO DITO QUE IGNORASSE A FACTURA. Informaram-me, APROVEITANDO O MEU TELEFONEMA, que tinha agendada uma visita para leitura do contador, no dia 23-Fev-2009, entre as 9H00 e as 11H00, para depois marcar a religação. Respondi que não estaria em casa naquele dia e àquelas horas e que me parecia difícil dispor de 2 meios dias para contar e religar; nem me sentia na obrigação de suportar mais estes contratempos, visto que o corte se deveu SÓ a erros e omissões da LisboaGás. Que a LisboaGás tinha o direito de confirmar a leitura do contador mas devia religar o gás imediatamente, sem me provocar mais contratempos e problemas (para além de continuar privada do gás). Disseram-me que fosse à Loja do Cidadão, no dia seguinte, tentar remarcar a leitura e pedir que o gás fosse ligado na mesma visita. Perda de tempo! Na Loja do Cidadão a senhora que me atendeu nem se deu ao trabalho de comunicar aos serviços que eu não estaria em casa, poupando a deslocação, inútil, do técnico (J. G?). A mim disse-me que tinha de esperar a leitura e DEPOIS IR LÁ, COM O PAPEL DA LEITURA, PARA MARCAR A RELIGAÇÃO.
O despudor desta gente e o seu arrivismo no relacionamento com os clientes é "fantástico"! Eles não têm obrigações e, se fazem asneira atrás de asneira, o cliente é que se lixa; ou então fica sem gás, porque esses estafermos se acham no direito de impôr as suas prepotências e abusos usando as necessidades dos consumidores para (n)os chantagear e impor a “aceitação” das (e submissão às) suas patifarias. Até parece que são eles que nos pagam a nós e não o contrário...
Recebi uma carta datada de 20-Mar-2009, “Assunto: Pré-Aviso de Rescisão de Contrato”, que me tirou do sério. Por causa dela já perdi imenso tempo e saúde. Na presença da carta voltei a ligar para o Apoio Comercial, cerca das 14H55 (no meu relógio). Falei com a sra. A? P? P? que me disse que eu tinha de pagar a factura, que tinha de marcar a leitura E DEPOIS pedir a religação. Aduzi as minhas razões; disse, inclusive, QUE NÃO TINHA DINHEIRO PARA PAGAR e que não pagava coisas que não devia, mas de nada valeu. Aquela sra. ficou surda para tudo o que eu dizia. Os meus problemas e as minhas razões não lhe interessavam para nada porque isso lhe colocava um problema que ela não sabia resolver nem queria resolver. Por isso decidiu "resolver" o seu problema (ignorando os meus problemas que eram os únicos motivos do meu telefonema, QUE EU ESTAVA A PAGAR) insistindo, de forma insolente, em ME DAR UMA INFORMAÇÃO, EM ME INFORMAR. Me informar o quê? Que eu tinha de pagar, que tinha de marcar leitura, que tinha de, depois, requerer a religação. E como eu lhe respondesse que parasse de insultar a minha inteligência, deixou-me "pendurada" durante longos minutos, por TRÊS vezes, até que o meu telemóvel ficou sem carga e fui obrigada a desligar, QUE ERA O QUE aquela sra. QUERIA. Estas pessoas que se comportam como se fossem gravações, ligadas a um écrã de computador merecem mesmo é ser DESPEDIDAS e substituídas por gravações, até para ver se percebem e acreditam quando as pessoas dizem que NÃO TÊM DINHEIRO. Voltei a ligar, já com o telemóvel ligado à electricidade e falei com a Sra. D. F? C? que, finalmente, e em vistas do que estava escrito e dito, anulou a factura, COISA QUE DEVIA TER SIDO FEITA EM 02-OUT-2008, em conformidade com a informação que me foi transmitida. Conclusão: Em 8 (OITO) VEZES que liguei para o apoio comercial apenas fui atendida correctamente e coerentemente 2 (DUAS) vezes. Todas as restantes foram tempo e dinheiro perdidos e, por causa disso e das informações erradas que me foram dadas, tive imensos contratempos e problemas, prejuízos e desgaste físico e psicológico, crise de irritação e indignação, eu sei lá.
É uma amostragem muito má para o vosso controlo de qualidade que NÃO FUNCIONA, como não funcionam os serviços do Apoio Comercial. Parece que, na LisboaGás, NINGUÉM controla NEM VERIFICA O QUE QUER QUE SEJA: nem a qualidade nem o desempenho de quem atende no Apoio Comercial. Nem mesmo são verificados os registos em casos como o meu, partindo-se, levianamente, para a retaliação sobre os clientes porque, mesmo que a culpa seja da LisboaGás, não há problema: o cliente é que se lixa e tem de se submeter a todas as arbitrariedades SE QUER CONTINUAR A TER GÁS.
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Nota:
Depois do envio desta reclamação, por email, recebi um email a comunicar que estava agendada nova visita do técnico, para leitura. A visita concretizou-se; eu faltei a outros afazeres para estar presente. Perdi imenso tempo (e paciência) devido ao trânsito. Tudo isto para o técnico me dar um papel com a leitura. A MESMA LEITURA QUE EU transmiti, ao Apoio Comercial, várias vezes. MAS O GÁS CONTINUOU FECHADO e fez falta, entretanto.

A LisboaGás decidiu me insultar com esta visita para me “informar” a leitura (que eu repetira meia dúzia de vezes quando falei para o APOIO COMERCIAL, porque eu não sou pessoa confiável, nem sei ler. Preciso que um técnico me faça perder imenso tempo e gastar dinheiro (QUE NÃO TENHO) para me dar um papel com a leitura. MAS O GÁS CONTINUOU FECHADO.

Ou seja: O Apoio Comercial da LisboaGás funciona pessimamente, mas funciona “à imagem e semelhança” de quem o dirige, de quem dirige a LisboaGás, COMO NÃO PODIA DEIXAR DE SER.

OUTRA HISTÓRIA Absurda e o mesmo comportamento, vil, da LisboaGás:
Neste caso o cliente da LisboaGás até tinha autorizado o débito directo.
Quando o débito directo foi autorizado limitou o montante dos pagamentos BEM ACIMA do valor habitual das facturas.
É emitida uma factura de valor superior ao limite e o cliente nem dá por isso... Só se apercebe da situação ATRAVÉS DA VISITA DO TÉCNICO QUE SE APRESENTA PARA CORTAR O GÁS.
Pretende pagar imediatamente, como é seu direito protegido por lei; isto é: pretende pagar QUANDO TEM CONHECIMENTO DA EXISTÊNCIA DO DÉBITO NÃO LIQUIDADO, mas não pode pagar DEVIDO AOS "procedimentos da Empresa". É-lhe recusado o pagamento e o ´fornecimento de gás é cortado, arbitrariamente.
Lei? QUAL LEI?! Para essa gente não há lei; só a lei deles e das suas patifarias: a lei da selva onde eles mandam. O técnico não "pode" receber...
Os serviços da empresa também têm o registo dos telefones dos clientes, MAS NÃO CONTACTAM OS CLIENTES, segundo informação do "famigerado" Apoio Comercial. Mandam um técnico fazer o corte ilegalmente, sem motivo objectivo, porque é mais económico e prático... sobretudo para os clientes.
Segundo a LEI, a interrupção destes serviços essenciais só pode ser feita POR FALTA DE PAGAMENTO. Portanto o cliente deve ter o direito de pagar, QUANDO TEM CONHECIMENTO DA FALTA DE PAGAMENTO. O corte só pode fazer-se se o cliente não pagar e não quando o cliente se protifica a pagar. Constatado o facto de o cliente se prontificar a pagar, quando tem conhecimento da situação do débito em atraso, deixa de haver FALTA DE PAGAMENTO imputável ao cliente; a "falta de pagamento" passa a ser da responsabilidade da empresa, que se recusa a receber.
Portanto, não caia na asneira de autorizar débitos directos porque até isso pode ser usado para lhe criar problemas, contratempos, prejuízos e despesas; para além de servir para o ultrajar e violar os seus direitos PROTEGIDOS POR LEI.

O LEMA DA LISBOAGÁS É: FAZER DE CADA CLIENTE UM INIMIGO!

Perante tudo isto surge a dúvida:
Será que a LisboaGás faz isto, rotineiramente, (actuar de forma absurda para "produzir" situações de corte, injustificadas) como forma de aumentar o volume de negócios artificialmente, como forma de "dar trabalho" às Empresas sub-contratadas, extorquindo dinheiro aos clientes e criando-lhes inúmeros problemas e contratempos?

A Galp há muito que tem fama de ser um antro de corrupção e de negócios escabrosos. Pelos vistos "filho de peixe sabe nadar!"
A galp "trabalha" com os carregamentos de petróleo, em alto mar... e como, na LisboaGás, não "há" contacto com petroleiros em alto mar, inventam-se outros esquemas???
Será?
Até quando estaremos, sem defesa, sujeitos a tanta vilania impune por parte destas empresas fornecedoras de bens essenciais?


Campanha:
ACABEMOS COM AS ATROCIDADES CONTRA AS PESSOAS USANDO OS ANIMAIS:

APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa

2009/02/13

Atrocidades no Canil Municipal de Lisboa

Abusos, prepotências e crimes gratuítos por todo o lado. Estamos atolados em patifaria e sofocados por prepotências e crimes gratuítos que afectam as pessoas e até os animais.

Gato cinzento roubado para ser torturado e assassinado no Canil Municipal de Lisboa, por encomenda.




Copiado de Estúpidos:
O meu gatinho maravilha, o meu gatinho cinzento, tornava o Mundo mais bonito, mais calmo, melhor, mais harmonioso; quer quando ficava deitado no tapete, quer quando me acompanhava na Rua tal e qual como um cachorro, quer quando me saía ao caminho, chamando, pedindo carinho, atenção e comidinha. Mas há pessoas horríveis que não vêem a beleza do Mundo, não têm beleza interior, não toleram as coisas e os seres belos; e muito menos admitem que os outros disfrutem dum Mundo melhor. O Mundo, para essas pessoas, tem de ser pérfido e tenebroso como é o seu próprio psiquismo. Acham-se donos do Mundo e de tudo, inclusive dos outros e, por isso, acham que podem cometer toda a espécie de crimes (e cometem). Foi assim que o meu gatinho maravilha "se foi" num cenário de verdadeiro horror, vítima dum crime monstruoso e arrepiante. Há que fazer alguma coisa para que "ISTO" MUDE.


Acabemos com isto!




Boicotemos o pagamento dos impostos e taxas Municipais, nomeadamente do IMI, até que o problema seja resolvido.

Do email anterior:
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“A grandeza duma Nação e o seu progresso moral podem ser avaliados pela maneira como os seus animais são tratados”.

MAHATMA GANDHI

Como era O Gato Cinzento?
(…) O gato cinzento desapareceu, nessa mesma noite (de 22 para 23 de Dezembro de 2008) entre as 23 horas e as 01H30.
O gato preto que tenho comigo, irmão do gato cinzento, depois do desaparecimento, passa muito tempo deitado no tapete, à espera que o irmão venha.
Na noite de sábado para domingo a seguir ao Ano Novo, respectivamente dias 03 e 04 de Janeiro de 2009, o gato preto quis ficar no tapete até tarde da noite. Já passava da uma da madrugada quando ouvi duas pessoas saírem do elevador e conversarem, na entrada. Ouvi o miúdo dizer: “Olha! O Gato.” Espreitei pelo óculo da porta e vi a mulher, que acompanhada o miúdo, inclinada e com a mão estendida para o gato preto. Abri a porta e disse: “boa noite!”. Ninguém me respondeu! A mulher baixou ainda mais a cabeça para que eu não lhe visse a cara e virou-se saindo ambos rapidamente, enquanto ela resmungava qualquer coisa sobre “deixar os gatos…”.
Essa mulher e o miúdo tinham entrado, ao princípio da noite...
O gato cinzento não se deixava tocar facilmente por desconhecidos. Depois do acidente do irmão e ao ver a forma como o tratei (ao irmão), transformou-se num amigão, dócil e meigo que me acompanhava na rua tal e qual um cachorro. Visitava-me em busca de mimos, de atenção e de protecção e era dócil para com quem saía e entrava no prédio por causa da confiança que tinha em mim e para que o deixassem entrar. Foi aproveitando-se disso que conseguiram apanhá-lo.
…/…
Como assassinaram o Gato Cinzento no cenário do maior horror que se pode imaginar para um animal destes.

A história da busca:
No dia 23 de Dezembro o gato cinzento não me procurou, nem o encontrei quando fui procurá-lo, mas pensei que se tivesse entretido com os mimos de algum dos outros seus amigos humanos e depois tivesse arranjado algum “assunto mais urgente”. No dia 24, ao procurá-lo, constatei que tinha desaparecido.
Procurei-o por todo o lado mas sem sucesso. A meio da tarde liguei para o Canil Municipal e disse: “Procuro um gato cinzento, todo cinzento, só cinzento, que desapareceu anteontem à noite e queria saber se está aí.”
Resposta do outro lado: “De que zona está a falar?”
Eu: “Da zona das Laranjeiras, em Lisboa.”
Do Canil: “Não! Dessa zona não temos nenhum!”
Eu: “Mas tem algum gato cinzento? Ele pode ter-se afastado!”
Do canil: “Gatos cinzentos há muitos!”
Eu: “Não há muitos gatos cinzentos!”
Do canil: “Pois não. Mas passam por aqui muitos animais. Por isso é que estou a dizer à senhora que há muitos gatos cinzentos.”
Insisti: “Mas têm aí algum gato cinzento?”
Do Canil: “Não! Dessa zona não!”
Eu: “Ele pode estar ferido, ou coisa parecida.”
Do Canil (após um breve momento): “Já procurei até nos gatos mortos. Não consta!”
Prolonguei as buscas pela noite dentro, afastando-me mais e mais, até à exaustão, mas em vão. No dia seguinte: 25 de Dezembro, voltei às buscas, ainda para mais longe, durante toda a tarde e princípio da noite.
No dia 26 fui atrás de informações vagas que me chegavam de gatos que tinham sido vistos aqui ou ali. Em vão!
Ao fim da manhã voltei a telefonar para o Canil Municipal de Lisboa, donde me garantiram que não estava lá. Até especificaram que, nesse dia, só tinha entrado um gato preto. Ainda assim decidi me deslocar ao Canil, a meio da tarde, para confirmar. Depois duma longa espera, lá fui ao gatil acompanhada por um “escroque nazi”, funcionário do Canil Municipal de Lisboa.
Começámos por ver as jaulas da fila do lado direito. Depois o bandido deixou-me a ver as outras jaulas e afastou-se para junto duma jaula da penúltima fila à esquerda. Senti uma vibração pérfida, vinda do indivíduo e decidi continuar a ver as jaulas, uma a uma, não fosse aquilo uma manobra para que eu não visse alguma das jaulas. Senti que um dos gatos da jaula onde o escroque se deteve reagia com fúria à sua presença. Não sei o que lhe fez (ou terá feito antes) para enfurecer tanto o pobre animal. Quando me aproximei dessa jaula, passados uns quantos segundos, o bandido disse-me, sem se afastar da frente da jaula, onde tinha pousado as patas imundas, atraindo permanentemente a atenção do bicho: “É este?”
Na jaula estava um gato cinzento igual ao meu (era o meu), misturado com outros gatos de cores mais claras. E, curiosamente, o gato cinzento era o único que reagia, enfurecido, à presença do bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa.
À pergunta do porco nazi, se era aquele, respondi: “É igual!” e comecei a tentar falar com o bicho para que ele me reconhecesse. O monstro dos infernos, funcionário do
Canil Municipal de Lisboa, não se afastou da frente da jaula, para onde o bicho estava virado, não tirou as patas imundas da jaula e começou aos berros para o bicho repetindo, atabalhoadamente, o que eu dizia. O bicho, como é óbvio e era intenção do escroque nazi, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, nunca olhou para mim, nunca me viu (eu nunca consegui ficar na frente da jaula) e, provavelmente, nem nunca me ouviu, obcecado que estava com a presença do bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa.
Naquele estado, o meu “gatinho maravilha”, dócil e meigo, bonito e inteligente, sociável, mimado como era, que gostava muito de atenção e de mimos, que percebia tudo o que eu lhe dizia, orgulhoso da sua capacidade para se esconder e dissimular, não teve oportunidade de me reconhecer e era irreconhecível. Além disso ele já estava mais magro e, por isso, pareceu-me ligeiramente mais novo.
Após alguns momentos nisto, o escroque, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, afastou-se, concluindo: “Não é este!” e dirigindo-se, apressadamente, para a porta do gatil.

Mesmo sem ter a certeza de que era o meu, fiquei com uma pena enorme do bicho e com uma enorme vontade de o tirar dali, mas a minha única chance de conseguir trazê-lo era ele me reconhecer e foi isso que o bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, pretendeu evitar a todo o custo, e conseguiu. A atitude do bandido, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, enojou-me e revoltou-me, independentemente de saber se era, ou não, o meu gato. Pareceu-me, na altura, um acto de puro sadismo e perfídia de quem se entretém e diverte a maltratar e torturar os pobres animais que devia cuidar.

Para obter mais informações que me permitissem concluir, perguntei: “Porque é que ele está junto com os outros?”. Esclareço que havia gatos isolados, sozinhos numa jaula, e jaulas vazias. Aqueles nem se podiam mexer. Resposta do bandido: “Certamente porque foram apanhados juntos!”.
Conhecendo o gato cinzento como conhecia sabia que isso era impossível; na rua ninguém teria conseguido apanhá-lo, nem com jaulas armadilha nem com nada, e muito menos em conjunto com outros gatos, por mais apetitosos que fossem os engodos. Ele estava gordo, bem tratado e sabia onde se dirigir para comer do bom e do melhor.
Aquela resposta do bandido, que era mentira premeditada mas que eu julguei ser verdade, mais me afastou a hipótese de que fosse o meu gato. Além disso havia ainda a informação que me fora dada pelo telefone, a sugestionar-me a ideia de que aquele gato não teria a menor hipótese de ser o meu.
Lembro-me de ter pensado: “pode ser que não seja ele mas, se for, não há outro dono para o vir buscar e eu hei-de voltar, hei-de conseguir encontrá-lo mais calmo e vou tirá-lo daqui”.
Já no corredor para a saída disse ao escroque, funcionário do Canil Municipal de Lisboa, que voltaria lá, se entretanto o meu gato não aparecesse, para o caso de ele ir lá parar mais tarde. Hoje, depois de tudo o que sei, acho que posso ter “assinado” a sua sentença de morte, mais cedo, com essas palavras. Isto passou-se no dia 26 de Dezembro de 2008 e o meu gatinho maravilha morreu, torturado e maltratado, naquele campo de concentração nazi, no dia 30 de Dezembro de 2008, por isso não voltei a encontrá-lo (nem a qualquer outro gato cinzento) nas várias vezes que lá voltei. Voltei a encontrar, isso sim, os seus colegas de jaula.

Quando soube, no primeiro fim-de-semana de Janeiro e da forma que descrevo acima (por ter visto a mesma bandida a tentar levar também o irmão dele, o gato preto), que o gato cinzento tinha sido apanhado à porta do prédio, a tentar entrar (única hipótese de terem oportunidade para o apanhar), mais fiquei convencida de que aquele gato cinzento, que encontrei no Canil, não era o meu. Não me parecia possível que alguém o tivesse apanhado e entregado ao Canil com a recomendação (encomenda) de o matarem. Mas foi isso mesmo que aconteceu e foi esse “plano diabólico” que aqueles monstros malditos, funcionários do Canil Municipal de Lisboa, executaram, meticulosamente, torpedeando-me e mentindo consciente e propositadamente.

Continuei a procurá-lo.
No dia 28 de Dezembro enviei um email ao Sindicato dos Médicos Veterinários e à Ordem dos Médicos Veterinários, com fotografias do gato cinzento, pedindo que fossem reenviados a todos os veterinários para o caso de ele aparecer (ou ter aparecido) ferido nalgum consultório. Não houve qualquer reacção a essas mensagens e acredito que tenham sido ignoradas. Confesso que fiquei descansada até em relação aos Canis Municipais, porque todos eles têm veterinários. Essas estruturas comportam-se como se não existissem e depois queixam-se de serem ignoradas…

Pus anúncio na Internet, num site moderado por gente horrorosa e frequentado por gente ainda mais horrorosa, e voltei ao Canil Municipal de Lisboa, semana após semana, mas não voltei a encontrar qualquer gato cinzento. Foi isso que me fez duvidar de tudo porque, se era mentira que passem muitos “gatos cinzentos” pelo Canil, se essa bujarda fora lançada, sem fundamento, para iludir e torpedear a minha pergunta, então tudo o resto podia ser mentira e fazer parte da mesma conspiração e aquele gato cinzento que eu vi no Canil ser mesmo o meu. Era muita coincidência que, num Canil onde nunca aparecem gatos cinzentos, logo tivesse aparecido um gato cinzento igual ao meu, na mesma altura em que o meu desapareceu.

Entretanto fiz queixa do roubo do meu gato, na PSP, que tratou o assunto como se me tivessem roubado a carteira. Pedi que fosse feita uma diligência para identificar, positivamente, a bandida, autora do roubo, mas foi-me negado; “A Polícia não faz isso”. Pois não! A polícia não faz isso, nem faz nada; não serve para nada, a não ser para proteger criminosos e, com isso, aumentar a insegurança dos cidadãos. A Polícia é (mais) um encargo inútil a sugar os nossos impostos.
Telefonei para a Direcção Geral de Veterinária, tentando denunciar “maus tratos a animais”, mas fui atendida por uma funcionária que soprava enquanto eu falava e que, pelo meio dumas quantas desculpas esfarrapadas, me disse que não actuavam nesses casos e que “o caminho” era fazer queixa, na Polícia, e esperar.
Telefonei para o SEPNA, Serviço da GNR que teoricamente trata desses assuntos, mas recebi a mesma resposta que me foi dada pela Direcção Geral de Veterinária: o caminho era fazer queixa… e esperar.
E continuei a procurar, ao mesmo tempo que a minha angústia crescia de dia para dia.

Na quinta-feira, dia 05 de Fevereiro de 2009, voltei ao Canil Municipal de Lisboa, ao princípio da tarde, já com a intenção de saber tudo sobre o gato cinzento que lá encontrei. Percorri, mais uma vez, aquela sala de horrores, voltei a encontrar animais desesperados no meio de todos os outros visivelmente aterrorizados mas, MAIS UMA VEZ, não encontrei qualquer gato cinzento. Pedi ao funcionário que verificasse o registo do gato cinzento que lá encontrara, “apenas para ter a certeza”.
O escroque, Funcionário do Canil Municipal de Lisboa, perguntou a data do desaparecimento. No dia 22 de Dezembro não constava. Viu as fichas do dia 23 mas não me disse nada. Dirigiu-se ao computador e verificou-as uma a uma. A primeira tinha um gato preto, COM FOTO; a segunda idem e na terceira constava um gato cinzento, catalogado como “gato vadio” que nem foto tinha. De repente aquele outro verme sabia tudo sobre esse gato:
Segundo a sua versão, o gato cinzento terá sido apanhado no JARDIM ZOOLÓGICO DE LISBOA, a tentar entrar pelo portão. MENTIRA! No dia seguinte dirigi-me ao Jardim Zoológico e disseram-me que era absurdo! Nunca fazem isso, nunca chamam o Canil e os gatos entram e saem pelas grandes sem necessitarem de licença para entrar pelo portão. A administração do Jardim Zoológico nega que alguma vez se tenha feito semelhante coisa lá, mas o escroque, funcionário do Canil Municipal de Lisboa repetiu, pelo telefone, à secretária da Administração do Jardim Zoológico a mesma versão, embora sem saber indicar o nome da pessoa que chamou o Canil. MENTIRA! Eu garanto que, naquelas condições, ninguém apanharia o meu gatinho maravilha.

É óbvio que o gato cinzento foi entregue aos escroques nazis, funcionários da Canil Municipal de Lisboa e foi-lhes encomendado que o liquidassem, como fizeram num cenário de verdadeiro horror. Os escroques nazis, funcionários do Canil Municipal de Lisboa, sabem muito bem quem lhes entregou o gato e lhes fez a encomenda. Será que há algum funcionário do Jardim Zoológico que usou o seu treino com animais para o apanhar?
O facto é que ele desapareceu antes da uma e meia da madrugada do dia 23 de Dezembro e só entrou no Canil às quatro da tarde desse mesmo dia, segundo consta na ficha, mas entrou em condições tais que nem foi possível tirar-lhe uma fotografia. A imagem era demasiado comprometedora?
O facto é que ele foi entregue ao canil manietado, imobilizado, aprisionado (talvez inanimado) e foi entregue por alguém conhecido dos bandidos funcionários do Canil Municipal de Lisboa.
E porque é que o bandido dos infernos que me atendeu o telefone no dia 24 de Dezembro, me disse, insistentemente, que ele não estava lá? Tudo teria sido diferente se esse escroque maldito dos infernos tivesse sido sincero, honesto e leal comigo, COMO É SUA OBRIGAÇÃO, e me tivesse dito que o tinha lá. Toda a gente sabe que as Laranjeiras e Sete Rios são zonas contíguas e ele sabia que era aquele gato cinzento que eu procurava; por isso me torpedeou até mais não poder, me mentiu, se recusou a responder às minhas perguntas.

Aqueles monstros malditos, facínoras do inferno, funcionários do Canil Municipal de Lisboa, assassinaram o meu gatinho maravilha, de forma premeditada. Mas não necessitaram de se esforçar muito. Bastou-lhes usar “os meios” que têm e dar o “jeitinho certo”; coisa que eles sabem fazer muito bem; fazem-no todos os dias. De TODAS as vezes que me desloquei ao Canil encontrei animais desesperados, no meio de TODOS os outros, visivelmente aterrorizados, num cenário de verdadeiro horror. Só consegui registar uma excepção: um gato preto, grande, que lá permaneceu durante meses e que se “insinuava” para toda a gente e miava pedindo mimos. Um verdadeiro herói!
Na generalidade dos casos, basta aquela sala de horrores que é o gatil, e o facto de os animais estarem ali aprisionados naquelas jaulas horríveis, privados até da luz do Sol, para os “matar”. No caso do meu gatinho maravilha há ainda o trauma horrendo de ter vindo em busca de mimos e de protecção, de ter confiado devido à confiança que tinha em mim e de ter sido apanhado à traição, maltratado e metido naquele inferno, de forma tão pérfida. Os maus tratos e torturas dos monstros malditos, funcionários do Canil Municipal de Lisboa fizeram o resto, agravando o seu desespero e acelerando o seu fim.
Aqueles antros de ignomínia que são os espaços interiores do Canil Municipal de Lisboa, destinados quer a gatos quer a cães, têm de ser imediatamente interditos à permanência de animais saudáveis por períodos que excedam 4 a 6 horas (tempo suficiente para rastreios, etc.).

Aqueles monstros malditos que são os funcionários do Canil Municipal de Lisboa e os seus cúmplices na conspiração para assassinar o meu gatinho maravilha têm de ser exemplarmente punidos, com exposição pública, de modo a servir de lição a outros que tenham o mesmo carácter de bandidos, para que não ousem ter a tentação de fazer coisas parecidas com os pobres animais.

Aqueles monstros malditos que são os funcionários do Canil Municipal de Lisboa actuam assim porque têm a cumplicidade e protecção, a garantia de impunidade dos seus superiores que os deviam punir mas que são tão bandidos como eles e por isso seleccionaram gente daquela natureza para aqueles lugares, para torturarem e assassinarem os nossos animais domésticos, cometendo toda a espécie de crimes e atropelos, como aconteceu com o meu gato.
Essa gente não se comove com “petições”. Mesmo que uma petição tenha 2 milhões de assinaturas eles “ignoram” sem qualquer problema de vergonha ou de consciência, que não têm. Mas se 20 mil dessas pessoas boicotarem o pagamento dos impostos e taxas a questão é com,pletamente diferente e a resposta também.

Para acabar com isto tudo, urgentemente, lancei uma petição on-line e apelo a que todas as pessoas de bem a assinem e boicotem os pagamentos dos impostos e taxas municipais, nomeadamente o IMI, até resolução cabal deste vergonhoso problema e punição exemplar dos crimes cometidos e registados.

2009/01/16

AS PRISÕES, NOTÍCIAS DO INFERNO (5)

Este comentário foi deixado neste texto

Fica aqui para os devidos efeitos porque, infelizmente, é possível que seja tudo verdade. Sei do que estou a falar como todos compreendem.

O governo não ajuda as familias dos detidos. Muitos deles estão inocentes.
Sou esposa de um recluso. Fiquei sem nada.
Até as assistências sociais dos nossos filhos me tiraram e agora querem dá-los para adopção.

Peço ajuda monetária para arranjar um advogado. Sou uma mãe em desespero, sem ajuda 962853015 Fico a aguardar alma amiga.

Obrigada
Isa

APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa