OS ABUSOS, PREPOTÊNCIAS E PATIFARIAS DA LISBOAGÁS
Se você é cliente da LisboaGás (Grupo Galp Energia) leia, com atenção, o relato que se segue.
TENHA MUITO CUIDADO COM OS CONTACTOS PARA O APOIO COMERCIAL, porque essa gente arranja-lhe um grande sarilho e exturque-lhe dinheiro com a MAIOR NATURALIDADE.
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Reclamação Para a LisboaGás
Em 23-Jan-2008 foi emitida, pela Lisboa Gás, em meu nome, a factura nº8042#### no valor de 26,## €, debitando 22 m3 de gás resultante do acerto inerente à leitura real do contador. Essa leitura é a mesma que o contador exibe actualmente: 14##.
Passados cerca de 2 ou 3 meses (não sei precisar), o contador voltou a ser lido por uma senhora baixinha, gorda, que registou (ou não terá registado?) a mesma leitura: 14##.
Essa segunda leitura nunca foi considerada. Na verdade, desde antes da factura referida que não tem havido consumo de gás neste local.
Surpreendentemente, sou confrontada com a factura nº 80320###, emitida em 03-Abr-2008, com o valor de 55,##€, resultante de 59 M3 DE CONSUMO ESTIMADO.
No dia 15-Abr-2008 telefonei para o APOIO COMERCIAL, nº 808506009, reclamando do valor exorbitante desta factura e informando a leitura; isto é: que não tinha havido consumo entretanto. Disseram-me para ignorar a factura porque seria emitida uma nova para correcção. Confiei na eficiência do serviço e não tomei nota do nome da pessoa que me atendeu, mas aprendi a lição.
Em Junho de 2008, recebi a factura nº 80220##, com data de 03-Jun-2008, com o valor de 49,##€, debitando um consumo estimado de 52 m3. Verifico ainda, com total surpresa, que a factura que eu reclamara no dia 15-Abr-2008, aparecia relacionada em débitos créditos, como valor em dívida.
Voltei a ligar para o APOIO COMERCIAL, no dia 16-Jun-2008, tendo sido atendida pela Sra. T? C?. Voltei a reclamar do valor das duas facturas, voltei a informar a LEITURA DO CONTADOR; e reclamei ainda pelo facto de a reclamação anterior não ter sido considerada apesar de me terem informado que ignorasse essa factura porque receberia uma de correcção.
A Sra. T? C? procedeu à correcção das duas facturas e foram emitidas novas facturas, em 16-Jun-2008, respectivamente com os valores 4,##€ e 3,##€ que paguei em 25-Jun-2008.
AGORA A HISTÓRIA SURREAL:
Alguém dentro da Lisboa Gás decidiu, prepotentemente; embirrar comigo e me sobrecarregar com desgaste psicológico, arrelias, despesas, contratempos e problemas.
Em Setembro de 2008 recebi a factura 80320##,com data de 31-Ago-2008, NO VALOR DE 57,##€, DEBITANDO 62 M3 de CONSUMO ESTIMADO. Faço notar que o consumo real era ZERO desde havia mais de 6 meses.
Liguei novamente para o APOIO COMERCIAL, no dia 02-Out-2008, cerca das 13H30 e falei com o Sr. P? F?. Informei a leitura do contador e reclamei do consumo estimado ser tão alto, depois de tantos meses sem consumo. O Sr. P? F? tomou as anotações que entendeu (e que aparecem na minha ficha) e disse-me que ignorasse essa factura porque iria ser feita uma correcção. Ignorei!
Logo a seguir a esta reclamação, recebi a factª 80320###, no valor de 20,##€, debitando 23 m3 de CONSUMO ESTIMADO, consumo inexistente. Tratei de reparar no espaço "débito/crédito" e, como nada aparecia, deduzi que a factura anterior que reclamara, teria sido anulada. Faço notar que foi dessa forma que descobri que o primeiro telefonema que fiz para o Apoio Comercial fora ignorado e que a informação que me deram era falsa e enganosa.
Também tenho na minha frente a factª 8032008#, emitida em 03/Dez/2008, no valor de 12,##€, debitando 9 m3 de CONSUMO ESTIMADO, consumo inexistente, factura esta que paguei em 23/Dez/2008. Mais uma vez procurei o espaço "débito/crédito" e, como nada aparecia, fiquei descansada quanto às minhas contas com a Lisboa Gás.
Surpreendentemente, recebi, no início de Janeiro de 2009, uma carta emitida pela LisboaGás em 31/Dez/2008, informando que "receberam instruções do "meu" comercializador de gás natural para proceder à suspensão de fornecimento devido a falta de pagamento de factura". Isto quando eu tinha a certeza absoluta de que pagara mais do que o que devia, pois pagara consumo estimado inexistente.
Essa carta não contém qualquer informação acerca de qual o valor em débito e, pretendendo, pelo tom, ser uma carta de entidade independente do "meu" fornecedor de gás natural, só podia ter sido ignorada por mim, visto que, a existir qualquer débito pendente, o "meu" formecedor de gás natural tinha A OBRIGAÇÃO de me comunicar de forma clara e concisa a existência dessa dívida, bem como o seu valor; isto é: qual a factura ou facturas não pagas, antes de DAR INSTRUÇÕES para proceder à suspensão. Portanto, ignorei a carta porque só podia ser engano... ou brincadeira de mau gosto. Era "brincadeira" de muito mau gosto!
Esta gente desonesta e sem pudor, que se julga impune para cometer toda a espécie de atropelos e, com isso, maltratar e prejudicar os cidadãos, quando brinca brinca mesmo, mas com a vida e a saúde dos outros.
Em 20-Jan-2009 o gás foi-me desligado e encontrei, na caixa do correio, um "relatório de visita técnica" comunicando isso mesmo e insistindo no pretexto da "falta de pagamento" que eu sabia não existir, mas, MAIS UMA VEZ, sem qualquer referência concreta a qualquer débito específico não pago.
Como não tenho vindo a usar o gás e como tenho MUITO MAIS que fazer do que andar atrás dos caprichos e prepotências da LisboaGás, arrumei o papel que ficou esperando disponibilidade para tratar do assunto. Em Fevereiro necessitei, ocasionalmente, de utilizar o gás (tive de "inventar" uma maneira de ultrapassar o problema) e telefonei para o APOIO COMERCIAL, em 02-Fev-2009. Falei com a Sra. E? F?. A D. E? informou-me que o corte se deveu ao não pagamento da fact de 31-Ago-2008, no valor de 57,## Euros. Informei que não devia nada, que tinha até dinheiro a haver porque pagara consumos inexistentes; informei a leitura do contador: 14##, disse que reclamara, para o apoio comercial, de todas as facturas que recebi com valores excessivos de consumos estimados e essa factura, se não fora contestada por mim só podia ser porque não a tinha recebido.A D. E? disse-me que eu não era obrigada a pagar consumos estimados (coisa que eu já sabia com absoluta certeza), MAS que, em caso de haver corte, A FACTURA TINHA DE SER LIQUIDADA. Não queria dizer que não viesse a reaver o dinheiro mais tarde, mas tinha de pagar.
Coitada da D. E?! Deve ter ficado toda baralhada com o que ela própria dizia: Eu não era obrigada a pagar porque não devia, mas TINHA DE PAGAR porque esse valor QUE EU NÃO DEVIA servira de pretexto para a suspensão do fornecimento... Ou será que não? Que estas pessoas nem pensam no que dizem, não usam a cabeça, se limitam a ler o texto respectivo no écrã? "Consumo estimado: não é obrigado a pagar! Corte: Tem de pagar!”
Respondi que não pagava porque não devia: não tinha havido consumo; e também não pagava porque não tinha dinheiro. Ainda expliquei que a LisboaGás tinha obrigação de saber que aquela estimativa era absurda porque eu já reclamara duas facturas anteriores de valores excessivos e informara as leituras e que, por isso, sabiam que havia mais de 6 meses SEM CONSUMO.
Sucede que, mexendo nos papeis, encontrei a factura em causa com a indicação do meu contacto para o Apoio Comercial, especificando a pessoa com quem falei, bem como a data e hora, TAL COMO REFIRO ACIMA. Voltei a ligar para aqueles serviços no dia 20-Fev-2009 para me corrigir em relação ao contacto anterior.
Afinal o meu contacto do dia 02-Out-2008 está registado na ficha mas não produziu efeitos, APESAR DE ME TER SIDO DITO QUE IGNORASSE A FACTURA. Informaram-me, APROVEITANDO O MEU TELEFONEMA, que tinha agendada uma visita para leitura do contador, no dia 23-Fev-2009, entre as 9H00 e as 11H00, para depois marcar a religação. Respondi que não estaria em casa naquele dia e àquelas horas e que me parecia difícil dispor de 2 meios dias para contar e religar; nem me sentia na obrigação de suportar mais estes contratempos, visto que o corte se deveu SÓ a erros e omissões da LisboaGás. Que a LisboaGás tinha o direito de confirmar a leitura do contador mas devia religar o gás imediatamente, sem me provocar mais contratempos e problemas (para além de continuar privada do gás). Disseram-me que fosse à Loja do Cidadão, no dia seguinte, tentar remarcar a leitura e pedir que o gás fosse ligado na mesma visita. Perda de tempo! Na Loja do Cidadão a senhora que me atendeu nem se deu ao trabalho de comunicar aos serviços que eu não estaria em casa, poupando a deslocação, inútil, do técnico (J. G?). A mim disse-me que tinha de esperar a leitura e DEPOIS IR LÁ, COM O PAPEL DA LEITURA, PARA MARCAR A RELIGAÇÃO.
O despudor desta gente e o seu arrivismo no relacionamento com os clientes é "fantástico"! Eles não têm obrigações e, se fazem asneira atrás de asneira, o cliente é que se lixa; ou então fica sem gás, porque esses estafermos se acham no direito de impôr as suas prepotências e abusos usando as necessidades dos consumidores para (n)os chantagear e impor a “aceitação” das (e submissão às) suas patifarias. Até parece que são eles que nos pagam a nós e não o contrário...
Recebi uma carta datada de 20-Mar-2009, “Assunto: Pré-Aviso de Rescisão de Contrato”, que me tirou do sério. Por causa dela já perdi imenso tempo e saúde. Na presença da carta voltei a ligar para o Apoio Comercial, cerca das 14H55 (no meu relógio). Falei com a sra. A? P? P? que me disse que eu tinha de pagar a factura, que tinha de marcar a leitura E DEPOIS pedir a religação. Aduzi as minhas razões; disse, inclusive, QUE NÃO TINHA DINHEIRO PARA PAGAR e que não pagava coisas que não devia, mas de nada valeu. Aquela sra. ficou surda para tudo o que eu dizia. Os meus problemas e as minhas razões não lhe interessavam para nada porque isso lhe colocava um problema que ela não sabia resolver nem queria resolver. Por isso decidiu "resolver" o seu problema (ignorando os meus problemas que eram os únicos motivos do meu telefonema, QUE EU ESTAVA A PAGAR) insistindo, de forma insolente, em ME DAR UMA INFORMAÇÃO, EM ME INFORMAR. Me informar o quê? Que eu tinha de pagar, que tinha de marcar leitura, que tinha de, depois, requerer a religação. E como eu lhe respondesse que parasse de insultar a minha inteligência, deixou-me "pendurada" durante longos minutos, por TRÊS vezes, até que o meu telemóvel ficou sem carga e fui obrigada a desligar, QUE ERA O QUE aquela sra. QUERIA. Estas pessoas que se comportam como se fossem gravações, ligadas a um écrã de computador merecem mesmo é ser DESPEDIDAS e substituídas por gravações, até para ver se percebem e acreditam quando as pessoas dizem que NÃO TÊM DINHEIRO. Voltei a ligar, já com o telemóvel ligado à electricidade e falei com a Sra. D. F? C? que, finalmente, e em vistas do que estava escrito e dito, anulou a factura, COISA QUE DEVIA TER SIDO FEITA EM 02-OUT-2008, em conformidade com a informação que me foi transmitida. Conclusão: Em 8 (OITO) VEZES que liguei para o apoio comercial apenas fui atendida correctamente e coerentemente 2 (DUAS) vezes. Todas as restantes foram tempo e dinheiro perdidos e, por causa disso e das informações erradas que me foram dadas, tive imensos contratempos e problemas, prejuízos e desgaste físico e psicológico, crise de irritação e indignação, eu sei lá.
É uma amostragem muito má para o vosso controlo de qualidade que NÃO FUNCIONA, como não funcionam os serviços do Apoio Comercial. Parece que, na LisboaGás, NINGUÉM controla NEM VERIFICA O QUE QUER QUE SEJA: nem a qualidade nem o desempenho de quem atende no Apoio Comercial. Nem mesmo são verificados os registos em casos como o meu, partindo-se, levianamente, para a retaliação sobre os clientes porque, mesmo que a culpa seja da LisboaGás, não há problema: o cliente é que se lixa e tem de se submeter a todas as arbitrariedades SE QUER CONTINUAR A TER GÁS.
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Nota:
Depois do envio desta reclamação, por email, recebi um email a comunicar que estava agendada nova visita do técnico, para leitura. A visita concretizou-se; eu faltei a outros afazeres para estar presente. Perdi imenso tempo (e paciência) devido ao trânsito. Tudo isto para o técnico me dar um papel com a leitura. A MESMA LEITURA QUE EU transmiti, ao Apoio Comercial, várias vezes. MAS O GÁS CONTINUOU FECHADO e fez falta, entretanto.
A LisboaGás decidiu me insultar com esta visita para me “informar” a leitura (que eu repetira meia dúzia de vezes quando falei para o APOIO COMERCIAL, porque eu não sou pessoa confiável, nem sei ler. Preciso que um técnico me faça perder imenso tempo e gastar dinheiro (QUE NÃO TENHO) para me dar um papel com a leitura. MAS O GÁS CONTINUOU FECHADO.
Ou seja: O Apoio Comercial da LisboaGás funciona pessimamente, mas funciona “à imagem e semelhança” de quem o dirige, de quem dirige a LisboaGás, COMO NÃO PODIA DEIXAR DE SER.
OUTRA HISTÓRIA Absurda e o mesmo comportamento, vil, da LisboaGás:
Neste caso o cliente da LisboaGás até tinha autorizado o débito directo.
Quando o débito directo foi autorizado limitou o montante dos pagamentos BEM ACIMA do valor habitual das facturas.
É emitida uma factura de valor superior ao limite e o cliente nem dá por isso... Só se apercebe da situação ATRAVÉS DA VISITA DO TÉCNICO QUE SE APRESENTA PARA CORTAR O GÁS.
Pretende pagar imediatamente, como é seu direito protegido por lei; isto é: pretende pagar QUANDO TEM CONHECIMENTO DA EXISTÊNCIA DO DÉBITO NÃO LIQUIDADO, mas não pode pagar DEVIDO AOS "procedimentos da Empresa". É-lhe recusado o pagamento e o ´fornecimento de gás é cortado, arbitrariamente.
Lei? QUAL LEI?! Para essa gente não há lei; só a lei deles e das suas patifarias: a lei da selva onde eles mandam. O técnico não "pode" receber...
Os serviços da empresa também têm o registo dos telefones dos clientes, MAS NÃO CONTACTAM OS CLIENTES, segundo informação do "famigerado" Apoio Comercial. Mandam um técnico fazer o corte ilegalmente, sem motivo objectivo, porque é mais económico e prático... sobretudo para os clientes.
Segundo a LEI, a interrupção destes serviços essenciais só pode ser feita POR FALTA DE PAGAMENTO. Portanto o cliente deve ter o direito de pagar, QUANDO TEM CONHECIMENTO DA FALTA DE PAGAMENTO. O corte só pode fazer-se se o cliente não pagar e não quando o cliente se protifica a pagar. Constatado o facto de o cliente se prontificar a pagar, quando tem conhecimento da situação do débito em atraso, deixa de haver FALTA DE PAGAMENTO imputável ao cliente; a "falta de pagamento" passa a ser da responsabilidade da empresa, que se recusa a receber.
Portanto, não caia na asneira de autorizar débitos directos porque até isso pode ser usado para lhe criar problemas, contratempos, prejuízos e despesas; para além de servir para o ultrajar e violar os seus direitos PROTEGIDOS POR LEI.
O LEMA DA LISBOAGÁS É: FAZER DE CADA CLIENTE UM INIMIGO!
Perante tudo isto surge a dúvida:
Será que a LisboaGás faz isto, rotineiramente, (actuar de forma absurda para "produzir" situações de corte, injustificadas) como forma de aumentar o volume de negócios artificialmente, como forma de "dar trabalho" às Empresas sub-contratadas, extorquindo dinheiro aos clientes e criando-lhes inúmeros problemas e contratempos?
A Galp há muito que tem fama de ser um antro de corrupção e de negócios escabrosos. Pelos vistos "filho de peixe sabe nadar!"
A galp "trabalha" com os carregamentos de petróleo, em alto mar... e como, na LisboaGás, não "há" contacto com petroleiros em alto mar, inventam-se outros esquemas???
Será?
Até quando estaremos, sem defesa, sujeitos a tanta vilania impune por parte destas empresas fornecedoras de bens essenciais?
Campanha:
ACABEMOS COM AS ATROCIDADES CONTRA AS PESSOAS USANDO OS ANIMAIS:
APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
2009/05/02
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4 comentários:
Não se pode querer elevar os valores democraticos na liberdade de expressão e em simultâneo usar a critica para a difamação gratuita.
Li toda a reclamação e concnordo que situação semelhante me deixaria revoltado. Contudo, não vejo qualquer referência ao envio de reclamação escrita para a empresa em causa. Coo poderá a empresa meljorar e corrigir os seus erros se a crita se volta pra o exterior com o unico intuito da difamação?
É referido no artigo o desespero pelo facto de necessitarem de confirmar localmente as leituras. Porquê o espanto? Será que quando se levanta dinheiro ao balcão e se confere o dinheiro recebido é sinal de que os empregados são ladrões? Ou quando conferimos o troco no supermercado estamos a chamar desonesto ao empregado?
A indignação pode e deve ser publicitada mas só será honesta quando acompanhada de esforço de ajuda para que se não repita.
Caro Anónimo.
A transcrição, que aparece entre .../...
é duma reclamação que foi enviada à LisboaGás e, diga-se em abono da verdade, a resposta, cínica, da Empresa é que motivou esta republicação (este texto já esteve publicado e foi retirado mas voltou a ser publicado).
Falta escrever o resto dessa história e o "enquadramento".
Tal como refere no seu comentário, também a LisboaGás usou "a necessidade" da leitura, como única via de corrigir os seus erros, cinicamente, porque a "necessidade" da "releitura" só serviu para a LisboaGás emitir uma factura debitando o tempo que privou a utente do gás, sem motivo, arbitrariamente. Acresce que, para fazer essa releitura INÚTIL, ardilosa, se agravaram os problemas, prejuízos e contratempos da cliente.
Se essa leitura fosse realmente imprescindível (não era porque o contador não estava sem leitura há tanto tempo como isso) era obrigação do APOIO COMERCIAL ter informado a cliente do facto, NA DATA EM QUE FOI RECLAMADA A FACTURA EM CAUSA; isto é: 5 MESES antes do corte de fornecimento; e ter promovido a deslocação do respectivo técnico para tal efeito.
Não tenha ilusões: essa gente goza de demasiada impunidade para sentirem necessidade de se corrigir. Até porque têm as artimanhas todas e larga experiência de usá-las impunemente, como se viu neste caso. Os clientes, para eles, são apenas e só "Fontes de Receita"; não são gente, não têm direitos, não merecem consideração.
Sublinho: foi o facto de a Empresa ter respondido com cinismo, tentando justificar o injustificável e insultando a nossa inteligência que fez com que o texto fosse publicado porque ficou assim demonstrado que é inútil dialogar com essa gente.
Exmos,
Tive uma situação semelhante: sendo cliente da Lisboagás com acordo de conta certa seria de esperar (como foi durante vários anos),que mensalmente fosse efectuado o débito na minha conta conforme o valor estipulado. Mas não, devido a uma falha informática apenas 2 "mensalidades" foram cobradas no banco - esta falha só me foi comunicada posteriormente. No final do ano do acordo recebi uma factura de acertos no valor de 911 Euro!! Tratando-se de uma habitação familiar com 4 pessoas não aceitei. Mais a factura tinha escrita a informação de um valor a devolver ao cliente em metros cúbicos, mas esse mesmo valor era cobrado em $! Com base nesse erro de cálculo, foi efectuado o compto do valor devido: 911 Euro. Dirigi-me à Loja do Cidadão onde apresentei reclamação e fui informada que que factura seria suspensa e analisada. Passadas 3 semanas recebo em casa uma carta com aviso de suspensão de fornecimento do gás devido à falta de pagamento dos 911E. Liguei para o apoio comercial e reclamei a situação, disseram-me que não me preocupasse pois iriam anular essa situção. Passadas mais 2 semanas - estava eu de férias -, cortaram-me o gás! Reclamei para o apoio comercial e exigi a religação óbviamente sem custos. Religaram o gás, e o técnico informou que a instalação da casa estava impecável mas o esquentador apresentava uma enorme fuga. Tive de vir de fora de Lisboa para colocar o aparelho a "arranjar", quando o fui levantar os técnicos da empresa - certificada pela entidade reguladora -, informaram que o aparelho não tinha qualquer fuga e que é prática habitual da Lisboagás utilizarem uma pressão superior à de serviço (22mb), sendo que essa força exagerada óbviamente vai forçar os aparelhos e assim estes apresentam as "fugas".
Exigi à Lisboagás nova religação sem custos, reabriram o gás e posteriormente teriam de efectuar nova inspecção. Nesta nova inspecção mais uma vez nada a apontar à instalação da casa. No entanto, o esquentador apresentava um ligeira fuga não à pressão de serviço (22mb), mas sim aos 23mb. Por mais argumentos e provas textuais (declaração da entidade reparadora ), que eu apresentasse o técnico da Lisgoagás informou que normalmente não facilitam, muito menos nos casos de reclamação - tal como era o meu caso. O gás ficou assim fechado com a inspecção aprovada na casa mas com defeito critico no aparelho. Levei novamente o esquentador a reparação noutra empresa também esta certificada e, mais uma vez tive a mesma informação que o aparelho não apresenta qualquer fuga, as ligações também não e, mais uma vez referiram a situação da prática da Lisboagás quanto à pressão utilizada nas inspecções. Dirigi-me logo de seguida à Loja do Cidadão onde apresentei nova reclamação e exigi novo religamento do gás sem custos. A resposta neste momento é que a religação do gás será sem custos para mim mas terei de pagar a inspecção, caso contrário o gás não poderá ser religado - primeiro pago e depois é que posso reclamar a devolução desse valor. Informei que o erro foi desde inicio da Lisboagás e como tal não aceito o pagamento de qualquer importância pois todos os valores decorrentes deste erro tem de ser suportados pela empresa.
Neste momento já apresentei reclamação no Livro de Reclamações, vou apresentar na DECO, no Provedor do Consumidor e, por escrito à empresa, pelo menos. Entretanto já recebi a nova factura rectificada de acertos de não chega aos 240 Euro e a grossa parte deste valor corresponde aos 9 meses em que a Lisbogás não efectuou a cobrança através do débito directo, conforme contratado no acordo de conta certa. Agora devido a erro grosseiro da Lisboagás tenho de pagar em 6 meses o que eles não debitaram em 9 meses e, continuo à espera que assumam a sua responsabilidade e custeiem a inspecção. Mais com duas crianças em casa estou sem gás à praticamente 1 mês!
Fora a incompetência desta empresa, a falta de comunicação entre departamentos, e a atitude claramente beligerante desta empresa para com os seus clientes apenas uma palavra: INADMISSÍVEL!!
Caríssima "companheira de desgraças"
Pode ver o seu texto publicado AQUI (clickar).
Foi feita reclamação da situação relatada no texto deste post para o CENTRO DE ARBITRAGEM DE CONFLITOS DE CONSUMO, por email, e a resposta foi célere...
Mas a Lisboagás enviou, realmente um técnico para religação que, coincidência das coincidências, detectou uma fuga na instalação. Eu não acredito na fuga mas, se elea existir, já vem da altura da adaptação para o gás natural. Nessa altura queixei-me de cheiro a gás e mandaram um indivíduo que "passeou" um aparalho pela casa, mas NÃO FIZERAM OS TESTES QUE FORAM FEITOS AGORA.
Mais! Logo a seguir a essa deslocação e estando o gás ainda desligado, emitiram uma factura, de LEITURA REAL da empresa, debitando um consumo de mais de 200€...
É obra...
O lema da Lisboagás é inventar "motivos" para corte, para sacar dinheiro aos clientes e, em caso de reclamação, retaliar, retaliar, retaliar... até nos teransformar a vida num inferno.
É proibido! Eles não podem fazer isso e a Direcção geral de Energia já lhes devia ter caçado a concessão da distribuição do gás natural, porque usam essa concessão para molestar os cidadãos, arbitrariamente.
Um abraço!
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