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2011/08/24
O Caso Maddie McCann e os "comentários"
O texto que se segue é transcrição dum comentário que não consegui inserir numa notícia do Semanário Sol, em 21 de Março de 2008 (há mais de 3 anos, portanto).
Reescrevo-o aqui porque os McCann, segundo se diz, decidiram reabrir o processo (a Scotland Yard vai continuar a investigar) e, por isso, reeditam-se, entre nós, estes comentários e argumentos NAUSEABUNDOS, próprios da PROPAGANDA NAZI.
Se a escumalha volta aos mesmos argumentos DA PROPAGANDA NAZI, para proteger criminosos perseguindo inocentes (que é para isso mesmo que serve a propaganda NAZI, ou condicionamento psicológico NAZI, que têm como "missão", criar falsas realidades e falsos conceitos e falsas lógicas, que são repetidas até à exaustão de modo a condicionar psicologicamente A GENERALIDADE DAS PESSOAS que devem passar a assimilar e a "aderir" as teses - da propaganda NAZI); ae a escumalha volta aos mesmos argumentos pérfidos, justifica-se que eu reedite e divulgue esta denúncia dessa estratégia torpe a que estmaos permanentemente sujeitos, quer em relação aos McCann, quer em relação qo processo Casa Pia, quer em relação a muitos outros casos e processos.
Aqui fica a reedição do meu comentário:
A edição do Sol online tinha, até ontem, uma notícia informando que 2 jornais ingleses tinham decidido indemnizar os McCann devido às notícias falsas e difamatórias que publicaram sobre o caso Maddie.
Ontem tentei deixar um comentário, com o conteúdo que se segue, mas não consegui.
Não sei se foi censura premeditada, mas isso também não interessa. Vou publicar o comentário aqui porque, pelo sim pelo não, não tolero censura, nem mesmo se ela for acidental.
O teor do comentário é este (guardei-o, à cautela, e porque já me aconteceu outras vezes):
Por algum motivo que não se compreende, não consigo aceder aos comentários aqui.
Vim para deixar um novo comentário indignado com as enormidades e sabujices que aqui li noutros comentários.
Visto que não tenho acesso aos comentários, terei de responder de memória.
Entre os comentários absurdos e primários que li sobressaem dois “argumentos” que considero de bradar aos céus.
Um deles é que os McCann devem permanecer arguidos e suspeitos, é lícita a convicção de que são culpados porque a P.J. “pode vir a encontrar o corpo da menina”…
Ah pois! E se estes P.J. não encontrarem nada podem sempre os seus filhos, ou netos, vir um dia a encontrar, mesmo que já nada se possa concluir acerca da autoria do crime (se é que há esse crime) .
O cidadão tem prazos para tudo; os McCann até só teriam um prazo de seis meses para processar os jornais portugueses pelas enormidades que publicaram, mas os P.J.s, esses têm todo o tempo de Mundo e mais algum para, hipoteticamente, provarem as suas teses absurdas e sem fundamento. E se nunca provarem “podia haver a possibilidade de provarem” sendo que isso também constitui “prova” como aconteceu no Julgamento do Casa da Joana.
O que raio terão na cabeça pessoas que argumentam assim? Em que realidade vivem? Será que, para esses, a realidade, palpável, existe? Eu duvido!
Um outro argumento, também este “velho e batido” é o de que os McCann são culpados, mesmo que estejam inocentes, por causa da negligência, por terem deixado 3 crianças a dormir enquanto foram jantar.
Se todas as pessoas que negligenciam crianças fossem para a cadeia a sociedade ficava despovoada.
Mas não é SÓ por isso que este argumento me tira do sério. É porque ele é um exemplo acabado, refinado da estratégia da propaganda nazi e evidencia um carácter bem primário e vil por parte de quem o usa, estimula, difunde, defende. Também porque é muito usado e abusado noutras circunstâncias, como forma de garantir impunidade (e tolerância) para com criminosos e seus cúmplices, que assim deixam de ser culpados dos seus crimes monstruosos.
Só quem tenha filhos e sentimentos humanos é que consegue imaginar a dor e fragilidade emocional de quem vê desaparecer um filho. E, certamente que os próprios McCann não conseguem evitar o sentimento do remorso, de se recriminarem por essa “negligência”, facto que contribui para a sua fragilidade emocional. Da parte da “estratégia nazi” o facto é aproveitado e explorado até para além do limite, numa verdadeira campanha terrorista de chantagem emocional, coacção e terrorismo psicológicos, destinados a dificultar a acção daqueles pais e destinados, sobretudo, a garantir impunidade aos monstros criminosos que andam por aí a raptar as nossas crianças, tal como fizeram no caso da Joana.
Esses monstros criminosos é que, para se protegerem e garantirem impunidade, fomentam este terrorismo psicológico para além da estratégia, pérfida, infame, com a colaboração da justiça, de transformar os McCann em suspeitos, em acusados segundo as intenções e desígnios da P.J., de modo a que eles tenham de se preocupar mais consigo próprios e com a sua defesa do que com o desaparecimento da filha e com o que lhe aconteceu, ;
De modo a que, sobretudo, as discussões e opinião pública se preocupem mais com a culpa ou não culpa dos McCann do que com o desaparecimento de mais uma criança e com a existência de criminosos com cumplicidades e impunidades ao mais alto nível da justiça e do estado. A opinião pública deve-se preocupar mais com a culpa dos McCann, até porque tem de haver aquele sentimento de fundo de que são SEMPRE culpados, se não do desaparecimento, ao menos por negligência. E as discussões centram-se aí e ficam-se por aí; o cerne da questão e o grande problema que representa para a sociedade ficam esquecidos, marginalizados; inverte-se a lógica das coisas e as prioridades.
Que excelente, que paraíso para os monstros criminosos que raptam crianças!
Já fizeram o mesmo no caso da Joana e com tal êxito que “perderam a cabeça” embriagados com as garantias de impunidade e acharam que podiam também raptar esta criança, mesmo sendo filha de ingleses e ricos.
Estes meandros da propaganda nazi em que vivemos sufocados têm destas coisa: têm soluções e estratégia para encobrir e nos fazer engolir todas as patifarias, até as mais infames, garantindo impunidade aos respectivos criminosos que são, em última análise, quem nos governa.
Os pais é que são culpados, nem que seja por negligência! Onde é que eu já ouvi isto? É uma história antiga que não posso contar aqui e agora.
Segundo este terrorismo psicológico, os pais, as vítimas, são sempre culpados e a culpa dos criminosos não tem importância nenhuma. Os criminosos têm o direito de existir e praticar os seus crimes, com a conivência e envolvimento das polícias, com vencimentos pagos por nós, porque as vítimas é que têm de ser capazes de prevenir e evitar os crimes…
Acordem gente! No caso das crianças como em todos os outros casos, os criminosos arranjam sempre maneira de praticar os seus crimes, por maiores que sejam as precauções.
É para nos proteger de criminosos, para perseguir, punir e prender os criminosos que existem polícias, tribunais, cadeias. Mas não! Para as cadeias vão os inocentes e a justiça entretém-se a perseguir as pessoas de bem… a mando de criminosos. A polícia, essa, está envolvida, pelo menos em muitos casos, com os criminosos. E tudo isto tem vencimentos pagos com o nosso dinheiro, das vítimas.
Quem defende e repete essas teorias deve achar que devemos viver todos nós em prisões e as nossas crianças em jaulas, em celas, para nos protegermos eficazmente de criminosos… e para que os criminosos possam existir e ter liberdade à vontade. Ou então um chip...
E assim se destrói, pelas nossas próprias mãos (pelas mãos de alguns vretinos, que não pelas minhas), o que podia ser uma linda sociedade de paz, liberdade e progresso!
Tenho pena de vós. Se é verdade (eu acho que é verdade) que "Quem semeia ventos colhe tempestades" e que "Quem com ferros mata, com ferros morre", acho que ninguém devia ser tão inconsciente ao ponto de merecer e favorecer o castigo que vocês merecem. Hoje são vocês os predadores a “morder” e maltratar os outros, colaborando com esse terrorismo nazi. Amanhã podem ser vocês as vítimas… de vós próprios, da sociedade e conceitos absurdos que ajudaram a edificar. Mas tenho ainda mais pena das vítimas se essas patifarias que vocês favorecem vitimarem outros que não vós.
Talvez porque eles não estudaram representação, ainda há os que não gostam da cara dos McCann e acham que isso lhes dá legitimidade para dizer horrores.. Enfim! Não sairíamos mais daqui.
Eu acho que os McCann não estão a actuar correctamente. Se eu estivesse no lugar deles, com os recursos que eles têm, esta criança já teria aparecido! Mas isso pode ser efeito desta fragilização que refiro... ou talvez também eles tenham a cabeça cheia de conceitos absurdos que não lhes permitem analisar a questão correctamente...
Se eu puder colaborar em alguma coisa, para esclarecer este caso, fá-lo-ei, por todas as nossas crianças, que merecem, apenas com uma condição: que esteja incluído o caso da Joana!
«»«»«»«»«»«»«»
APELO!
Participação Cívica e Direitos Fundamentais:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
»»»»»»»»»»
2011/08/16
E O Caso Maddie McCann?
O que se passa em Portugal, em matéira de investigação e funcionamento da Justiça é demasiado MAU par ser verdade; para ser "acidental".
Não acompanhei o Caso Maddie como acompanhei o Caso da Pequena Joana, por exemplo. Cansei, saturei... e "desliguei".
Ainda assim uma coisa é óbvia: quer no Caso Maddie, quer no Caso Joana, quer no Processo Casa Pia há coisas tão abssurdas e inexplicáveis; envolvimento e conivência de tanta gente e de gente com tanta responsabilidade que os 3 casos (como muitos outros de que temos conhecimento, que são notícia, e mais uma infinidade deles que não são notícia e, consequentemente, desconhecemos) só se podem explicar CONSPIRAÇÃO; isto é: actuação PREMEDITADA, ao mais alto nível, com objectivos obscuros e tenebrosos. Só assim se explica, também, a recusa obstinada de reabrir os casos e RESOLVÊ-LOS. Não há dúvida de que as nossas instituições estão sequestradas por gente tenebrosa; só assim se "explica" estes descalabro... e a "adesão" massiva da Comunicação Social às teses mais bizarras... cuja defesa mantêm, até hoje, apesar do tempo e da realidade já as terem desmentidos definitivamente.
Vivemos sob o pior e mais terrível jugo, submetidos à mais cruel das tiranias...
O que se segue é transcrição dum artigo do jornalista Carlos Tomás... E esta introdução pretende enquadrar adequadamente as questões e serve também para dizer que NÃO CONCORDO´, na totalidade, com a análise feita por Carlos Tomás...
Aqui fica a transcrição para que cada um possa avaliar:
"Carlos Tomás
O QUE ACONTECEU A MADDIE – UMA INVESTIGAÇÃO ÀS TRÊS PANCADAS OU O QUE NINGUÉM TEM CORAGEM DE FAZER: REABRIR O CASO?
Opinião – Carlos Tomás (jornalista)
Sequestro? Acidente? Tráfico Humano? Homicídio? Pedofilia?
De uma coisa já ninguém pode ter dúvidas: os pais da pequena Madeline McCann, desaparecida da Praia da Luz, em Maio de 2007, Gerry e Kate estão a sofrer. E a sofrer muito.
É, para mim, difícil compreender que, passados mais de quatro anos sobre o desaparecimento da menina, os pais continuassem a luta para a encontrar se, de alguma forma, soubessem o que realmente aconteceu.
Além deste facto inegável há outro que assume cada vez mais contornos de realidade: a investigação foi mal feita. Tudo o que se fez desde o início foi errado. E o resultado só podia ser o inevitável arquivamento de um caso por falta de provas contra quem quer que fosse.
Dizer que Maddie não morreu às mãos dos pais - como uma parte da investigação pretendeu fazer crer – parece ser uma conclusão óbvia que o tempo se tem encarregado de cimentar.
As autoridades britânicas já perceberam que a investigação feita em Portugal e dirigida por Gonçalo Amaral, autor de um livro onde defende a sua dama sem quaisquer provas que permitam chegar à conclusão da culpabilidade dos McCann, foi um logro. Um mar de equívocos. Nada de novo se nos lembrarmos que o mesmo sucedeu com o caso da pequena Joana, desaparecida na localidade de Figueira, igualmente no Algarve, com uma pequena diferença: os suspeitos eram portugueses, de poucas posses e sem conhecimentos ao mais alto nível político.
Foi fácil ao inspector Gonçalo Amaral conduzir um inquérito que tinha como suspeitos a mãe e o tio da criança. É público hoje que a confissão de Leonor Cipriano, a mãe da menina, foi arrancada à porrada. Provou-se em tribunal e os agressores foram condenados.
Mas e o processo relativo ao desaparecimento da pequena Joana? E a condenação? Tudo na mesma.
Argumentam os defensores da acusação que havia mais provas. E eu pergunto: quais?
Do corpo nem sinal. De sinais de espancamento ou vestígios de sangue que apontassem na casa onde a menina vivia que ela teria ali sido morta idem – encontrou-se um balde com sangue que se veio depois a comprovar ser de pulgas e carraças.
Depois inventou-se a teoria do corpo atirado aos porcos num chiqueiro perto da sucateira pertencente ao “avô” da menina com o argumento de que os porcos comem tudo.
Alguém procurou vestígios da criança nos excrementos dos animais? Algum dos bichos foi abatido para provar a tese?
Houve tempo para isso e muito mais. Mas os inspectores preferiram andar a gastar dinheiro ao Estado com passeios fictícios a locais onde Joana estaria enterrada e inventados pelo tio da menina, João Cipriano, um ladrão e toxicodependente que, esse sim, deve saber bem o que aconteceu e a quem vendeu a pequena. (Nota minha: Será???)
No caso Maddie o inspector Gonçalo Amaral deparou-se com um problema: Não podia torturar os suspeitos a ponte de estes confessarem o que não fizeram. O “adversário” tinha dinheiro.
Cego pela sua ideia de que, mais uma vez, os pais é que eram os culpados da suposta morte da criança o polícia tentou arranjar provas que suportassem a teoria. Mas como se elas não existiam, nem existem?
E nem podiam existir porque, como já referi, foi tudo mal feito desde o início. O local do crime foi invadido por pessoas, a maioria sem qualquer ligação aos britânicos, e tudo o que poderia ajudar a descobrir o que realmente aconteceu naquele dia fatídico para os McCann acabou destruído, contaminado, inutilizado.
Apesar de tudo, ainda houve quem mantivesse a lucidez e apontasse o caminho certo. Esse alguém chamava-se Guilhermino Encarnação, director da PJ de Faro e chefe de Gonçalo Amaral. E disse chamava-se porque Guilhermino Encarnação já não vive entre nós.
MAS LEIA-SE O QUE DISSE GUILHERMINO ENCARNAÇÃO DIAS DEPOIS DE COMEÇAR A INVESTIGAÇÃO, EM 2007, AMPLAMENTE DIVULGADA NA COMUNICAÇÃO SOCIAL: “O director nacional adjunto e responsável pela directoria de Faro da Polícia Judiciária (PJ), Guilhermino Encarnação, revelou hoje (Maio de 2007), em conferência de imprensa, que a criança inglesa desaparecida na quinta-feira à noite (3 de Maio de 2007) TERÁ SIDO RAPTADA.
Segundo este responsável, todos os caminhos apontam para um crime de rapto da criança de três anos que desapareceu do seu quarto numa unidade turística na Praia da Luz, em Lagos.
Em conferência de imprensa, realizada hoje à porta das instalações da PJ em Portimão, aquele responsável adiantou que a polícia "tem elementos que asseguram o rapto". Encarnação acrescentou que este tipo de crime não acontece apenas para pedidos de resgate, mas inclui também a prática sexual.
Sem especificar os elementos ou indícios na posse da PJ, Guilhermino Encarnação adiantou que tem recebido várias informações e que só ontem foram atendidas cerca de 30 mil chamadas telefónicas, elementos esses que agora têm ser confirmados. O responsável da PJ assegurou que já existe um "esboço" de um suspeito, mas recusou-se a divulgá-lo para "assegurar a vida da criança". Apelou ainda a quem tenha a criança que "a devolva tal como ela está porque ainda está a tempo".
Guilhermino Encarnação assegurou que as buscas têm sido incessantes desde o desaparecimento da criança, quinta-feira à noite, mantendo-se com cerca de 150 homens da GNR, PJ (incluindo elementos da polícia científica), Polícia Marítima, PSP, Bombeiros e Serviço Nacional de Protecção Civil. O perímetro de acção da polícia foi também alargado, para aproximadamente três quilómetros.
Em resposta às críticas que têm sido feitas por órgãos de informação britânicos e por amigos dos pais da criança, o responsável da PJ revelou que a polícia portuguesa iniciou as buscas cerca de 15 minutos depois de ter sido comunicado o desaparecimento de Madelaine.
Guilhermino Encarnação acrescentou que a Polícia Judiciaria está a trabalhar conjuntamente com a Europol, Interpol, Polícia Britânica e outras entidades europeias que dispõem de elementos que podem ajudar a detectar a criança.
O mesmo responsável afirmou não ter havido qualquer contradição ou suspeita que relacionasse o desaparecimento com os pais da menina, criticando alguns órgãos de informação por avançarem com notícias que podem "desestabilizar" o caso. "EM TEMPO ALGUM A POLÍCIA JUDICIÁRIA COLOCOU EM CAUSA OS PAIS DA CRIANÇA", afirmou.
De acordo com Guilhermino Encarnação, assim que se soube do desaparecimento, a PJ fez chegar a aeroportos europeus a informação e dados que possam identificar a menina.
Uma posição que o inspector Gonçalo Amaral se encarregou de fazer com que caísse no esquecimento. Certo é que os pais de Madeleine continuam a sua luta para encontrar a filha, viva ou morta, e o livro de Kate, intitulado “Madeleine” esteva várias semanas no “TOP” de vendas, na Grã- Bretanha.
A Scotland Yard decidiu, face às provas existentes, reabrir o caso e continuar as investigações tendentes a descobrir o que se passou a 3 de Maio. Por cá, para não variar, o Ministério Público assobia para o lado. Pergunta: O QUE HÁ A PERDER SE O CASO FOR REABERTO? HAJA CORAGEM!... A VIDA DE UMA CRIANÇA NÃO SE FECHA NUMA GAVETA. NÃO ENQUANTO HOUVER UMA POSSIBILIDADE QUE SEJA DE ELA ESTAR VIVA...
APELO! Participação Cívica e Direitos Fundamentais: -- Petição Para Valoração da Abstenção -- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI -- Denúncia de Agressão Policial -- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
Não acompanhei o Caso Maddie como acompanhei o Caso da Pequena Joana, por exemplo. Cansei, saturei... e "desliguei".
Ainda assim uma coisa é óbvia: quer no Caso Maddie, quer no Caso Joana, quer no Processo Casa Pia há coisas tão abssurdas e inexplicáveis; envolvimento e conivência de tanta gente e de gente com tanta responsabilidade que os 3 casos (como muitos outros de que temos conhecimento, que são notícia, e mais uma infinidade deles que não são notícia e, consequentemente, desconhecemos) só se podem explicar CONSPIRAÇÃO; isto é: actuação PREMEDITADA, ao mais alto nível, com objectivos obscuros e tenebrosos. Só assim se explica, também, a recusa obstinada de reabrir os casos e RESOLVÊ-LOS. Não há dúvida de que as nossas instituições estão sequestradas por gente tenebrosa; só assim se "explica" estes descalabro... e a "adesão" massiva da Comunicação Social às teses mais bizarras... cuja defesa mantêm, até hoje, apesar do tempo e da realidade já as terem desmentidos definitivamente.
Vivemos sob o pior e mais terrível jugo, submetidos à mais cruel das tiranias...
O que se segue é transcrição dum artigo do jornalista Carlos Tomás... E esta introdução pretende enquadrar adequadamente as questões e serve também para dizer que NÃO CONCORDO´, na totalidade, com a análise feita por Carlos Tomás...
Aqui fica a transcrição para que cada um possa avaliar:
"Carlos Tomás
O QUE ACONTECEU A MADDIE – UMA INVESTIGAÇÃO ÀS TRÊS PANCADAS OU O QUE NINGUÉM TEM CORAGEM DE FAZER: REABRIR O CASO?
Opinião – Carlos Tomás (jornalista)
Sequestro? Acidente? Tráfico Humano? Homicídio? Pedofilia?
De uma coisa já ninguém pode ter dúvidas: os pais da pequena Madeline McCann, desaparecida da Praia da Luz, em Maio de 2007, Gerry e Kate estão a sofrer. E a sofrer muito.
É, para mim, difícil compreender que, passados mais de quatro anos sobre o desaparecimento da menina, os pais continuassem a luta para a encontrar se, de alguma forma, soubessem o que realmente aconteceu.
Além deste facto inegável há outro que assume cada vez mais contornos de realidade: a investigação foi mal feita. Tudo o que se fez desde o início foi errado. E o resultado só podia ser o inevitável arquivamento de um caso por falta de provas contra quem quer que fosse.
Dizer que Maddie não morreu às mãos dos pais - como uma parte da investigação pretendeu fazer crer – parece ser uma conclusão óbvia que o tempo se tem encarregado de cimentar.
As autoridades britânicas já perceberam que a investigação feita em Portugal e dirigida por Gonçalo Amaral, autor de um livro onde defende a sua dama sem quaisquer provas que permitam chegar à conclusão da culpabilidade dos McCann, foi um logro. Um mar de equívocos. Nada de novo se nos lembrarmos que o mesmo sucedeu com o caso da pequena Joana, desaparecida na localidade de Figueira, igualmente no Algarve, com uma pequena diferença: os suspeitos eram portugueses, de poucas posses e sem conhecimentos ao mais alto nível político.
Foi fácil ao inspector Gonçalo Amaral conduzir um inquérito que tinha como suspeitos a mãe e o tio da criança. É público hoje que a confissão de Leonor Cipriano, a mãe da menina, foi arrancada à porrada. Provou-se em tribunal e os agressores foram condenados.
Mas e o processo relativo ao desaparecimento da pequena Joana? E a condenação? Tudo na mesma.
Argumentam os defensores da acusação que havia mais provas. E eu pergunto: quais?
Do corpo nem sinal. De sinais de espancamento ou vestígios de sangue que apontassem na casa onde a menina vivia que ela teria ali sido morta idem – encontrou-se um balde com sangue que se veio depois a comprovar ser de pulgas e carraças.
Depois inventou-se a teoria do corpo atirado aos porcos num chiqueiro perto da sucateira pertencente ao “avô” da menina com o argumento de que os porcos comem tudo.
Alguém procurou vestígios da criança nos excrementos dos animais? Algum dos bichos foi abatido para provar a tese?
Houve tempo para isso e muito mais. Mas os inspectores preferiram andar a gastar dinheiro ao Estado com passeios fictícios a locais onde Joana estaria enterrada e inventados pelo tio da menina, João Cipriano, um ladrão e toxicodependente que, esse sim, deve saber bem o que aconteceu e a quem vendeu a pequena. (Nota minha: Será???)
No caso Maddie o inspector Gonçalo Amaral deparou-se com um problema: Não podia torturar os suspeitos a ponte de estes confessarem o que não fizeram. O “adversário” tinha dinheiro.
Cego pela sua ideia de que, mais uma vez, os pais é que eram os culpados da suposta morte da criança o polícia tentou arranjar provas que suportassem a teoria. Mas como se elas não existiam, nem existem?
E nem podiam existir porque, como já referi, foi tudo mal feito desde o início. O local do crime foi invadido por pessoas, a maioria sem qualquer ligação aos britânicos, e tudo o que poderia ajudar a descobrir o que realmente aconteceu naquele dia fatídico para os McCann acabou destruído, contaminado, inutilizado.
Apesar de tudo, ainda houve quem mantivesse a lucidez e apontasse o caminho certo. Esse alguém chamava-se Guilhermino Encarnação, director da PJ de Faro e chefe de Gonçalo Amaral. E disse chamava-se porque Guilhermino Encarnação já não vive entre nós.
MAS LEIA-SE O QUE DISSE GUILHERMINO ENCARNAÇÃO DIAS DEPOIS DE COMEÇAR A INVESTIGAÇÃO, EM 2007, AMPLAMENTE DIVULGADA NA COMUNICAÇÃO SOCIAL: “O director nacional adjunto e responsável pela directoria de Faro da Polícia Judiciária (PJ), Guilhermino Encarnação, revelou hoje (Maio de 2007), em conferência de imprensa, que a criança inglesa desaparecida na quinta-feira à noite (3 de Maio de 2007) TERÁ SIDO RAPTADA.
Segundo este responsável, todos os caminhos apontam para um crime de rapto da criança de três anos que desapareceu do seu quarto numa unidade turística na Praia da Luz, em Lagos.
Em conferência de imprensa, realizada hoje à porta das instalações da PJ em Portimão, aquele responsável adiantou que a polícia "tem elementos que asseguram o rapto". Encarnação acrescentou que este tipo de crime não acontece apenas para pedidos de resgate, mas inclui também a prática sexual.
Sem especificar os elementos ou indícios na posse da PJ, Guilhermino Encarnação adiantou que tem recebido várias informações e que só ontem foram atendidas cerca de 30 mil chamadas telefónicas, elementos esses que agora têm ser confirmados. O responsável da PJ assegurou que já existe um "esboço" de um suspeito, mas recusou-se a divulgá-lo para "assegurar a vida da criança". Apelou ainda a quem tenha a criança que "a devolva tal como ela está porque ainda está a tempo".
Guilhermino Encarnação assegurou que as buscas têm sido incessantes desde o desaparecimento da criança, quinta-feira à noite, mantendo-se com cerca de 150 homens da GNR, PJ (incluindo elementos da polícia científica), Polícia Marítima, PSP, Bombeiros e Serviço Nacional de Protecção Civil. O perímetro de acção da polícia foi também alargado, para aproximadamente três quilómetros.
Em resposta às críticas que têm sido feitas por órgãos de informação britânicos e por amigos dos pais da criança, o responsável da PJ revelou que a polícia portuguesa iniciou as buscas cerca de 15 minutos depois de ter sido comunicado o desaparecimento de Madelaine.
Guilhermino Encarnação acrescentou que a Polícia Judiciaria está a trabalhar conjuntamente com a Europol, Interpol, Polícia Britânica e outras entidades europeias que dispõem de elementos que podem ajudar a detectar a criança.
O mesmo responsável afirmou não ter havido qualquer contradição ou suspeita que relacionasse o desaparecimento com os pais da menina, criticando alguns órgãos de informação por avançarem com notícias que podem "desestabilizar" o caso. "EM TEMPO ALGUM A POLÍCIA JUDICIÁRIA COLOCOU EM CAUSA OS PAIS DA CRIANÇA", afirmou.
De acordo com Guilhermino Encarnação, assim que se soube do desaparecimento, a PJ fez chegar a aeroportos europeus a informação e dados que possam identificar a menina.
Uma posição que o inspector Gonçalo Amaral se encarregou de fazer com que caísse no esquecimento. Certo é que os pais de Madeleine continuam a sua luta para encontrar a filha, viva ou morta, e o livro de Kate, intitulado “Madeleine” esteva várias semanas no “TOP” de vendas, na Grã- Bretanha.
A Scotland Yard decidiu, face às provas existentes, reabrir o caso e continuar as investigações tendentes a descobrir o que se passou a 3 de Maio. Por cá, para não variar, o Ministério Público assobia para o lado. Pergunta: O QUE HÁ A PERDER SE O CASO FOR REABERTO? HAJA CORAGEM!... A VIDA DE UMA CRIANÇA NÃO SE FECHA NUMA GAVETA. NÃO ENQUANTO HOUVER UMA POSSIBILIDADE QUE SEJA DE ELA ESTAR VIVA...
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