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2009/07/18

Petição Para Valoração da Abstenção

Petição Para Valoração da Abstenção e redução, para 100, do número máximo de Deputados.

A proposta para Valorar a Abstenção

MANIFESTO!

Iniciado que está um novo ciclo eleitoral, achamos que é altura de fazer ouvir a nossa voz também.

A “NOSSA VOZ” é a voz dos segregados, dos ignorados, dos ultrajados, dos que são constantemente “lixados” pelo sistema e pelas suas instituições; dos que são vítimas, permanentemente, do gangsterismo e criminalidade institucionalizados (que se exercem de dentro das instituições) com que nos defrontamos todos os dias, que nos molestam das mais diversas formas.
O regime político actual, a chamada Democracia Representativa, não tem nada de DEMOCRACIA e nem é representativa.
Não tem nada de Democracia, já lá vamos.
A provar que não é representativa está o elevado número de abstenções. Nas recentes Eleições Europeias (Europeias 2009) os deputados eleitos representam (receberam os votos de), APENAS, 32,62% dos eleitores. Ficaram de fora, sem serem representados, 67,38% dos Eleitores. E, no entanto, TODOS os lugares para o Parlamento Europeu foram preenchidos, como se todos tivéssemos votado...
Note-se que, se fosse um referendo, o resultado não era vinculativo; não tinha mérito. Porquê esta dualidade de critérios?
Os políticos têm uma série de desculpas e “explicações”, invariavelmente cínicas, para esta anormalidade, mas “explicações” e argumentos cínicos qualquer malandrim tem para “justificar” (e manter) as suas patifarias...
Quero dizer com isto que a culpa é dos políticos e só deles. É a forma de fazer política que está na origem desta situação e é isso que tem de mudar!

Não tenhamos ilusões! Este sistema político NAZI, manhosamente disfarçado de “democracia”, impropriamente alcunhado de democracia, não irá mudar, quero dizer: NÃO IRÁ MELHORAR, por iniciativa dos políticos. Porquê? Para quê? Eles não necessitam de mudar o sistema; PARA ELES funciona muito bem. E funciona SEMPRE por maior e mais generalizado que seja o descontentamento; traduzido em abstenção PORQUE ELES são TODOS iguais, não há por onde escolher...
Este sistema não tem nada de democracia: é um sistema político vigarista e NAZI. É nazi, desde logo ao eliminar do mapa dos cidadãos com direitos todos os que não votam “NOS ELEITOS”. É vigarista fazendo as contas dos resultados eleitorais como se NÓS não existíssemos, apropriando-se, ILEGITIMAMENTE, da nossa representatividade e dos votos que lhes recusámos. Isto é um procedimento tipicamente NAZI; de democracia não tem nada. É uma ditadura de malandros sem vergonha.
Para “legitimarem” esta sua patifaria de consequências desastrosas, esses salafrários: os políticos e seus apaniguados, usam e abusam da propaganda NAZI, insultando e injuriando quem ousa manifestar assim o seu descontentamento e não votar neles, não votar porque não se justifica o esforço, bem pelo contrário: dá náuseas participar de semelhantes palhaçadas depois das campanhas eleitorais vergonhosas, onde tudo é usado EXCEPTO A VERDADE, onde os eleitos assumem compromissos conscientemente mentirosos, que regenam após tomarem posse com as desculpas mais torpes, mas que voltam a usar quando de novo em campanha.

Este estado de coisas conduziu-nos a um descalabro sem precedentes que, todavia, ameaça agravar-se.

Já não há métodos da propaganda nazi que lhes valham, que permitam continuar “a tapar o Sol com a peneira”; está à vista de todos... mas ELES negam! Sobretudo negam as suas responsabilidades, mesmo que essa estratégia da propaganda nazi só sirva para aumentar o desespero dos cidadãos e o fosso entre estes e a política.
As responsabilidades são deles e só deles: assim como têm usurpado a nossa representatividade, usando-a para cometer toda a espécie de crimes e abusos, comprometendo o nosso futuro, também podiam tê-la usado para fazer o que é correcto, o que é necessário fazer. Mas issso é contra a sua natureza... de escroques.

A impunidade que este sistema garante a essa gente sem vergonha, aos políticos (e garante-lhes impunidade porque ELES não têm vergonha, nem dignidade e não são obrigados a ter) é perversa a ponto de já ser quase banal haver notícias sobre os crimes cometidos por políticos e políticos criminosos que se pavoneiam sem pudor. E, digo eu, isto só pode acontecer porque não há nenhum político que preste. Conclui-se que as pessoas que prestam não têm lugar na política...

Este estado de coisas conduziu-nos a um descalabro sem precedentes não só na política mas também na Justiça que se transformou num antro de perfídia, controlada por criminosos; que só serve para proteger criminosos e para perseguir e molestar os cidadãos honestos.
Na justiça portuguesa, quando se trata de proteger criminosos, invoca-se a DEMOcracia e os “Direitos Liberdades e Garantias”; mas, por outro lado, quando se trata de molestar e perseguir os cidadãos de bem, todos os pretextos servem: serve como pretexto o facto de o cidadão se indignar e dizer o que pensa e sente; como serve o facto de o cidadão ser vítima dum crime e denunciar o respectivo criminoso ou criminosos. Neste último caso, como NUNCA se prova nada, contra bandidos, na justiça portuguesa (e o cidadão também não pode fazê-lo porque lhe é proibido investigar) fica “provado” que o cidadão se queixou “e não provou” (porque está impedido, por lei, de o fazer e quem pode e deve NUNCA o faz), logo será molestado perseguido e condenado, espoliado dos seus bens até... porque ousou beliscar os “direitos liberdades e garantias” existentes para uso exclusivo de criminosos e bandidos...

Pior! Chegam-nos “notícias” de diversas proveniências dizendo que, TAL COMO A POLÍTICA, o sistema judicial TAMBÉM está minado de criminosos, está minado pela Alta Criminalidade que se “protege” “combatendo” a CORRUPÇÃO, conspirando, acusando inocentes, alimentando escândalos vergonhosos como o Processo Casa Pia, etc. Tudo isso para desviar atenções e manter o alarme social com essas notícias, para que os seus crimes e respectivas consequências não tenham espaço nas notícias...
Isto é democracia?
Os políticos, claro, DIZEM nada ter que ver com a “Crise da Justiça”, devido à “famigerada” separação de poderes. Tal como tudo o resto, também este princípio é distorcido e abusado para “legitimar” a actual tirania, QUE SE EXERCE COM A CUMPLICIDADE DOS POLÍTICOS. De quem mais? Os políticos é que são eleitos, os juízes não são; são nomeados e mantidos pelos políticos...

Este estado de coisas conduziu-nos a um descalabro sem precedentes no sistema de Segurança Social que ameaça ruir a todo o momento; no nível de vida que piora em vez de melhorar; na economia onde impera o “faz de conta”; no progresso social e económico que é, cada vez mais, retrocesso, deixando os jovens sem perspectivas profissionais e os desempregados desesperados por ausência de esperança de voltarem à vida activa.

Não tem de ser assim! TODOS os problemas têm solução desde que se coloquem as pessoas certas nos lugares certos, desde que HAJA vontade de os resolver.

A eterna desculpa é a de que não há meios. É FALSO! Os meios existem!
Existem e estão, actualmente, a ser delapidados para custear a chulice dos políticos e seus apaniguados (acessores, consultores, etc.);
Estão a ser delapidados para pagar ordenados escandalosos, de gangsters, a administradores e gestores de empresas com participação do Estado, que fornecem bens essenciais (pagos por nós);
Estão a ser delapidados pagando vencimentos escandalosos aos que não são eleitos e, ainda assim, ocupam os cargos;
Estão a ser delapidados para pagar reformas escandalosas que, em alguns casos, até acumulam com vencimentos tambémde valores muito elevados...
OS MEIOS EXISTEM MAS ESTÃO A SER DELAPIDADOS, ROUBADOS por essa cambada de energúmenos, de inúteis, de salafrários, de INCOMPETENTES.
Neste texto demonstrei que a delapidação do Erário Público pelos meios que aqui se enumeram ascende a mais de 20% (VINTE POR CENTO) da Despesa Pública Corrente e há muitas outras formas de delapidação que não foram contabilizadas... Gerindo adequadamente esses meios, “geram-se” mais meios, e podem-se resolver muitos problemas, fazendo crescer a economia e subir o nível de vida dos cidadãos; até se pode reduzir a carga fiscal.

É por isso e para isso que APELO a que todos assinem esta petição EXIGINDO A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO e a REDUÇÃO DO NÚMERO MÁXIMO DE DEPUTADOS PARA 100 (Cem Deputados); A Assembleia da República passará a ter cem deputados, se e quando TODOS os eleitores votarem.

Resumidamente, a Valoração da Abstenção significa que cada partido elege uma percentagem de deputados, ou vereadores (ou o que for) igual à percentagem REAL de votos que recebeu dos eleitores, tomando como base o total de eleitores inscritos. Significa que a percentagem de abstenção se reflete em lugares vazios (porque os respectivos titulares não foram eleitos).
Significa que a duração dos mandatos é reduzida em função da percentagem de votos obtidos nas urnas e depois disso esse executivo só se mantem se for referendado e obtiver mais de 50% dos votos.
A governação é um assunto muito sério, que diz respeito a todos, logo deve ter a concordância da maioria, pelo menos; não pode ser decidida, em definitivo, por meia dúzia de pessoas das quais uma grande parte é iludida com falsas promessas, ou com outras patranhas irrelevantes.


Estas alterações do sistema eleitoral (ou outras) bem como os vencimentos dos políticos devem passar a só poder ser decididas através de REFERENDOS.
.../...

APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa
.../...

2006/07/10

Inovação? Nunca!

Um anonymous deixou, no post abaixo, este, um comentário a que se impunha responder.

A questão tem a ver com aquilo que cada um considera serem as alterações possíveis de acontecer, na organização da sociedade, no sistema político e eleitoral.
As pessoas podem ter as suas convicções sobre isso (embora me pareça que convicções assim como a do comentário não deviam existir, porque impedem a resolução dos problemas do Mundo e das sociedades), o que não podem, ou não devem, é ter a pretensão de "elevar" as suas opiniões (fracas opiniões, neste caso) a LEIS científicas definitivas...

Aqui fica a transcrição da minha resposta:
"Meu caro anonymous (que não gostou deste post).
O seu comentário é "estranho" em muitos aspectos.

1º - Eu não disse, em lado nenhum, que as maiorias têm sempre razão.

2º - Também é defensor dos interesses da maioria? E espera não ser já rotulado de... Pois... meu caro... as pessoas não são "defensoras de", apenas porque dizem sê-lo.
Defensor dos interesses, TUTELADOS, da maioria...
Defensor daquilo que você acha serem os interesses da maioria, sem que lhe interesse, para nada, o que a própria maioria pensa, ou sente, ou quer... Isso é uma ideia bem pouco democrática...
É assim parecido com o que diziam os colonizadores... tanto que, sem eles, os outros povos estavam destinados ao abismo.

Como eu, hoje, estou com uma dose suplementar de paciência, espero conseguir me explicar.
Já lá vamos!

Antes disso a outra ideia esquisita: "espera não ser já rotulado"... está completamente enganado. À excepção dos comentários provocadores e insultuosos (de cujos eu apago a maioria; só ficam um ou outro para exemplo, e não me arrependo, bem pelo contrário); à excepção desses, dizia, nunca rotulei ninguém, mas sim as ideias que aqui são deixadas e as atitudes.
Tenho esse direito (liberdade de expressão), tenho essa obrigação (honestidade, frontalidade e sinceridade) e ainda se impõe; até porque são precisamente essas ideias (fruto da manipulação e da confusão) que impedem a resolução dos nossos problemas colectivos.
Estranho, para mim, é que isso o melindre...

Portanto, meu caro, tal como reconhece na realidade à sua volta, também as suas ideias estão eivadas de manipulação, de conceitos absurdos e de falácias sendo, objectivamente, reaccionárias, por mais que você diga o contrário e por maiores que sejam as suas "boas intenções".

Voltemos à história de você defender os interesses da maioria (da tal maioria que tem de se entregar cegamente nas mãos duma qualquer minoria que diz defendê-la).
Isso é exactamente o que diz o governo (um qualquer governo), ao mesmo tempo que comete todo o tipo de abusos.
Já algumas vez ouviu algum governo dizer que, por exemplo, aumenta os impostos, os preços, impõe sacrifícios, fecha maternidades, reduz os direitos, dificulta o acesso à saúde, aumenta a repressão, beneficia o capital e prejudica a população, estrangula a economia e as "capacidades humanas", impede o desenvolvimento, etc. que não seja com o pretexto de defender o país? de defender as maiorias? Eu nunca!
"Eles" (os políticos e os governos) até invocam que representam a maioria, que receberam mandato da maioria, o que é falso, para legitimarem toda a espécie de crimes que cometem, de destruição que consumam...
Não tendo razões para acreditar nestes "defensores da maioria" por que raio deveria a maioria acreditar em si, ou noutros quaisquer "defensores da maioria"?

Mas deixe-me colocar-lhe a questão doutro modo:
Imagine que, por um qualquer acaso, é você a tal maioria (para facilitar, suponha que detém a maior quota numa sociedade qualquer); agora suponha que outrém lhe vem dizer que "defende a maioria", lhe faz uma série de promessas e que, assim sem mais, lhe exige que você confie, lhe entregue o poder, sem possibilidade de questionar ou intervir na respectiva acção.
O que é que você faria? Confiava, assim sem mais?

Lá porque se trata dos destinos do País e do Mundo (ou principalmente porque se trata dos destinos do País e do Mundo, do nosso destino colectivo) "a coisa" não é diferente do exemplo da sua propriedade.

Repare que, a única coisa que eu defendo é que existam mecanismos de controlo da acção dos políticos, por parte de todos os cidadãos, que os políticos prestem contas do que fazem, para se poder acabar com os seus abusos. Acha que isso não se justifica? Que os políticos não abusam?

Mesmo socialmente. Você entrega os seus direitos e interesses a uns quaisquer "defensores da maioria", só porque eles dizem que são?
Não, pois não?
Você avalia e "escolhe" o seu grupo. Então porque é que os outros (todos os outros) não têm o mesmo direito?
Porque consigo (ou o seu grupo?) seria diferente?
Porquê?
Porque basta você estar de acordo?
Não interessa se os restantes cidadãos concordam ou não?
O que é que faz de si diferente? Especial? Pertence a alguma raça superior?

Agora a parte mais chata.
Você diz: "não há democracia directa, nem nunca houve". Completamente de acordo!
E continua você: "nem nunca haverá".
Porquê? Porque você não quer?
Porque a sua pobre cabeça não lhe permite "compreender" um tal sistema?
Porque lhe daria muita maçada e lhe exigiria muito esfoirço pensar e agir de maneira diferente, com parâmetros diferentes?
Caramba!
Mas eu farto-me de ouvir que são necessárias mudanças! Tudo uns cínicos, já estou a ver.
Dizem que é preciso mudar, mas é para os outros não dizerem, de forma consequente, porque não querem mudar nada.
O que é que você entende por mudanças? Ficar tudo (ou pelo menos o essencial) na mesma?

O que distingue a raça humana dos outros animais é precisamente a capacidade de aprender. Mas não de aprender no sentido empírico. Aprender, assimilar experiências, analisar problemas e RESOLVÊ-LOS, evoluir; e evoluir implica mudar. O Mundo sempre mudou, e como mudou!
A nossa principal característica é resolver problemas; qualquer problema, meu caro!

É uma característica, individual, de nível e capacidade intelectual perceber que, quando se trata das sociedades e dos comportamentos humanos (sobretudo os colectivos) nada é permanente, não há "dados adquiridos" tudo pode mudar.
Até pode mudar dum momento para o outro.
Ou não será assim?
Por isso convém que estejamos psicologicamente preparados para mudanças, sempre...

Finalmente o mais importante!
No que concerne à governação, às grandes decisões políticas e sociais, são AS MAIORIAS e só as maiorias que "têm sempre razão".
Neste particular, as boas decisões são as das maiorias, por mais que a sua tacanhez (porque é um problema de tacanhez) lho não permita ver.

Há várias outras questões que me confirmam:
- É frequente as pessoas se lamuriarem porque não existem "desígnios nacionais", objectivos comuns que tenham de ser, de facto, concluídos, sem se ficar à mercê dos caprichos das mudanças de governos e respectivos grupos de interesses; isto é: da corrupção.
É assim, com decisões da maioria, que se "definem" esses "desígnios nacionais".
E nisso as maiorias NUNCA se enganam.
Mas mesmo que se enganem, que sejam "aldrabadas" acabam por aprender o quê e como tem de ser feito, se tiverem essa oportunidade, para além de poderem punir quem aldrabou. Garanto-lhe que o País melhoraria muito.

- Há, de facto, pessoas (que estão em minoria) líderes, que defendem os interesses da maioria e são capazes de exercer os cargos adequadamente. Mas se esses são realmente líderes também devem ser capazes de mobilizar as pessoas, de as convencer e, sobretudo, de prestar contas e se submeter ao controlo dos cidadãos.
Também aí, na identificação dos líderes, as pessoas (as MAIORIAS) não se enganam... Não se esqueça de que estou a falar de maiorias reais e não de maiorias eleitorais, que não é a mesma coisa.

- As decisões têm de ser sancionadas pela maioria, a maioria tem de ser mobilizada e mobilizável, porque não há soluções sem as pessoas, sem a maioria das pessoas.
A participação de todos é importante, porque só sendo possível e necessária a participação de todos permite localizar e concretizar capacidades e competências, nomeadamente de inovação...
Aliás, o que é que você entende por INOVAÇÃO, quando diz: "nunca houve, não há, nunca haverá"?
Assim, como diz, não há inovação... percebe?

- As decisões têm de ser sancionadas pela maioria, os governos têm de governar a favor da maioria, porque os nossos direitos e interesses, como povo e como nação, só estarão defendidos quando os governos puderem contar com o apoio das respectivas populações... Caso contrário, os países ficam à mercê das máfias e gangsters internacionais...
Não há minoria que possa fazer isso, por mais bem intencionada que seja... É necessária a maioria, uma maioria esclarecida, lúcida, empenhada. A melhor forma de o conseguir é fazer as pessoas participarem nas decisões...

- Para além do mais, só pelo simples facto de os políticos e governantes saberem que teriam de prestar contas, os seus actos e comportamentos se alterariam, eles seriam muito mais "honestos".
Acabavam-se as mentiras eleitorais e os jogos sujos para controlar o poder, por parte das máfias, porque não resultariam.
Eu, se tivesse que exercer algum cargo, quereria que esse controlo da maioria se exercesse, porque seria a única forma de garantir que os interesses da maioria prevaleceriam.

Mas não desespere!
Lá porque você está completamente perdido não significa que não haja quem veja mais longe, nem que a humanidade esteja condenada a este descalabro de situaçao, sem alternativas.

Contudo, só há alternativas com as maiorias...

Volte sempre!

2005/09/11

Manifesto anti Soares (II)

Publicado também em Editorial
Enquanto Soares repete, de forma patética e absurda, que "é fixe" (assim parecido com um peixe fora de água) e que a sua candidatura é nacional (de que país? em que país será que ele vive?), o JN online pergunta:
- "Concorda com a recandidatura de Mário Soares à Presidência da República?"
Às 16:50 horas, de hoje, dia 11 de Setembro de 2005, de entre os 8398 leitores que responderam a esta pergunta, as percentagens eram as seguintes:
Sim - 15,8%
NÃO - 82,7%
NS - 1,6%
É só para que se saiba que as nossas opiniões são (muito) fundamentadas e até são, amplamente, maioritárias, nesta como em muitas outras questões da nossa sociedade.
Reparem que, aqui, na consulta online, a abstenção é inferior a 2%.
A confirmar o que temos vindo a dizer: que a abstenção não se deve a desisteresse, mas ao facto de as pessoas não se conformarem com as limitações nas "opções" que lhes são impostas pelas máfias...
O que as pessoas, talvez, ainda não tenham percebido é o quanto a situação é pérfida, porque existem soluções, existem as pessoas dignas, que são cilindradas pelos mafiosos e pelos OCS, para eliminar as possibilidades doutras "escolhas".
Em face disto o que fazem os restantes partidos?
Candidatam os seus líderes, contribuindo para tornar a situação ainda mais caricata e absurda; prestando, objectivamente, um excelente serviço às máfias.
Mas, que digo eu? Eles não serão todos mafiosos, do mesmo grupo e do mesmo quilate? Bem, talvez não do mesmo grupo...
Por isso, para acabar com estas conspiraçõs contra a democracia, para acabar com os abusos e crimes, cometidos por toda esta gente, contra o país, contra a população, contra a justiça, contra a dignidade das funções políticas, contra o nosso progresso e bem-estar, impedindo a resolução dos nossos problemas, eu defendo que seja valorada a abstenção.
Até porque, tal como as pessoas têm opiniões claras acerca deste tipo de coisas, também as têm acerca das vias de resolução dos nossos maiores problemas.
Estas opções têm de passar a ser referendadas, e os governos e deputados têm de passar a "conformar-se" com as decisões dos cidadãos, executando as decisões dos cidadãos, porque assim é que é democracia.
Eles, que assim se esmeram por merecer o desacordo e a oposição da esmagadora maioria dos cidadãos (e não têm emenda, mesmo sabendo disso), é que justificam e nos fazem exigir este tipo de medidas de controle democrático, do exercício do poder...

2005/02/21

Resultados Eleitorais Legislativas 2005

As contas, como devem ser feitas, sem vigarices, nem mistificações.

-----------Núm. Eleitores ------ % reais
-- votantes --- 5 711 981 -------- 65,02
-- Abstenç -- 3 072 721 ------- 34,98
-- PS --------- 2 573 302 -------29,29
-- PSD ------- 1 638 931 --------- 18,66
-- CDU -------- 432 139 ---------- 4,92
-- CDS -------- 414 855 ----------- 4,72
-- B.E. -------- 364 296 ----------- 4,15
-- Outros ------ 121 138 ---------- 1,38
-- Brancos ---103 555 ---------- 1,18
-- Nulos ------ 63 765 ---------- 0,73
-- SOMA % --------------------- 100,00
-- Soma % votos expressos ------- 65,02
Agora comparem estes valores, com os resultados oficiais, calculados na base da vigarice que é todo o nosso sistema representativo:
--- PS ------ % "oficial" de votos --- 45,02
--- PSD ----- % "oficial" de votos --- 28,69
--- CDU----- % "oficial" de votos ---- 7,57
--- CDS ----- % "oficial" de votos ---- 7,26
--- BE ------ % "oficial" de votos ---- 6,38
--- Outros--- % "oficial" de votos ---- 2,12
--- Brancos-- % "oficial" de votos ---- 1,81
--- Nulos---- % "oficial" de votos ---- 1,12
Total de eleitores que recusaram votar nestes políticos 3 240 041 igual a 36,89%
Total de eleitores que não são representados por estes deputados (excluindo a emigração) 3 361 179 igual a 38,26%. Excluir tanta gente das decisões sobre a nossa vida colectiva, riscá-los, pura e simplesmente, do mapa, é um acto de puro nazismo.
A abstenção, de facto, desceu. Mas eu tenho pena das pessoas que se mobilizaram, para votar nestes vigaristas, pensando que isso iria contribuir para resolver os nossos problemas colectivos, porque não merecem a desilusão que vão ter, a partir de hoje. Em contrapartida, os votos em branco quase que duplicaram. Mas disso ninguém fala. As opiniões dos cidadãos mais esclarecidos não importa, apenas a daqueles que ainda têm ilusões, que podem ser manipulados pelas máfias que nos governam. Foi assim, com este tipo de percentagens, que começou o B.E.
Conclui-se que apenas foram eleitos 140 Deputados, em vez dos 226 anunciados. Portanto, para o parlamento, vão (226-140) 86 Deputados que não representam quem quer que seja, que vão apenas chular o país, porque usurparam representação que não têm, e recebem dinheiro que não lhes pertence, que devia ser usado para melhorar as condições de vida da população e permitir tomar medidas que impulsionem o desenvolvimento da economia.
Sobretudo os pequenos partidos deveriam compreender as vantagens deste procedimento, porque sempre representam alguém que, nas questões concretas, tem o direito de ter a sua própria opinião, em vez de se ver excluido do mapa dos vivos (onde só existe para pagar impostos e ser vítima de todas as patifarias. Por isso tanto se foge aos impostos. As pessoas não têm motivos para pagar, porque também não têm direitos).

Os cépticos, por favor, façam as contas e verifiquem por si mesmos!
Isto é uma vigarice, prejudicial à democracia. Impede que o país progrida.
É claro que um governo, eleito na base da vigarice, de cuja representatividade estão afastados mais de 38% da população, só pode ser mais um governo a prazo, um governo para alguns meses, 10?, 20?, 30?, que vão ser de agravamento das nossas condições de vida e da nossa já desastrosa situação política económica e social.
Este governo, assim "enfatuado" de falsa maioria absoluta (com 29,29% dos votos, imagine-se), não vai resolver nenhum dos nossos problemas reais, daqueles que afectam as nossas vidas, as vidas de milhões de cidadãos. E, sem isso, o país não progride, a nossa situação não melhora e o próprio governo estará condenado, a curto prazo.
Na realidade, o que se vai verificar quando se justificar a contestação a este governo, é que mais de 70% dos cidadãos estão contra. Sempre foi assim e esse facto é o principal factor de instabilidade. Se os governantes tivessem isso em conta, nas suas actuações, muitos problemas se evitariam.
Assim nunca será possível eleger um governo para uma legislatura, ou sequer ter a estabilidade mínima para progredir.
É para acabar com eta vigarice toda que eu defendo A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO. Os nossos problemas mais prementes começariam a ser resolvidos, COM CERTEZA.


APELO!
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