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2014/11/23

AGORA É A VEZ DE JOSÉ SÓCRATES?

Eu não gosto de comentar as questões do momento, no momento. Acho foleirice, falta de imaginação, seguidismo, cedência à intoxicação da propaganda (nazi), encarneiramento.
Mas esta tem de ser.
Antes que alguém pense que nos interessa "defender" o homem (que nem pelos seus é defendido), esclarecemos a nossa opinião, formada de longa data, sobre o sujeito:
Opinião que podem ver neste texto: Qual o nível de Instrução de José Sócrates? texto que tem três ligações para outros três textos sobre o dito... com conteúdo muito interessante e elucidativo de como se fabricam "primeiros ministros" nestes País.

Não gosto de comentar os assuntos do momento, no momento, mas este tinha de ser pelo simples facto de existir esta nota no CM, da autoria do seu (imbecil) Director que esclarece uma montanha de coisas que venho dizendo insistentemente... sem que alguém ouça (que é como que diz: sem que produza efeito)



Ora leiam lá:
"Por vezes, a nossa investigação jornalística foi tomada por perseguição pessoal; a nossa inquietação, por desespero; a nossa coragem, por loucura.
Agora, o mero funcionamento dos equilíbrios necessários ao futuro do regime levou a Justiça à ação: o menos democrata dos líderes de governos do pós-25 de Abril está, na hora a que escrevo, a regressar ao repouso sob detenção. Sobre ele recaem sólidos indícios de crimes, que o CM foi tornando públicos ao longo dos últimos anos.
Escudado num aparelho Judicial ainda menor e temente ao poder Executivo, num advogado – Proença de Carvalho – sedento de reconhecimento público na área da Comunicação Social, com um último sonho chamado televisão, e manipulando como títeres múltiplos anões mentais, que semeou desde o Parlamento à ERC, José Sócrates julgou-se intangível. Capaz de amordaçar o CM.
Felizmente para todos nós, enganou-se"

Leiam outra vez porque há muita gente que não percebe à primeira...

Agora atentem no seguinte: "O mero funcionamento dos equilíbrios necessários ao futuro do regime levou a Justiça à ação". Está lá nesse texto, não fui eu que inventei
Portanto, não foram os actos "criminosos" do acusado; não foram os imperativos da justiça em si mesmos; foram "os equilíbrios necessários ao futuro do regime", necessários à perpetuação, para além do seu "prazo de validade" da ignomínia do regime...

Isto fez com que eu comentasse o director do CM (coisa que nunca me tinha passado pela cabeça) e também que eu copiasse a nota na íntegra... porque desconfio que ela irá desaparecer rapidamente da edição "online" e depois só quem tiver o papel...
Desaparecerá se ainda houver um pingo de pudor e de vergonha nos protagonistas. Afinal a nota acusa o "super" Juiz de actuar em função das necessidades dos "equilíbrios necessários ao futuro do regime"; isto é: de actuar com objectivos políticos (conspiração, como eu sempre disse), ao invés de actuar por imperativo da Justiça...
Um outro facto "curioso" (ou deveria dizer: tenebroso?) é constatarmos que, tal como se dizia, há uns anos que os "NeoCons" tinham os seus "stay  behind" que tinham a missão de ser "os pregadores da globalização" (todos nós os ouvimos), vemos agora aparecer os "pregadores das conspirações";  "os equilíbrios necessários ao futuro do regime" justificam tudo; em nome deles tudo se pode fazer, tudo é legítimo e louvável... 
Não há pachorra! Tirem-me deste filme (ou tirem-me os "Octávios Ribeiros" da vista, do caminho...)

O Facebook está cheio de notas sobre a prisão de Sócrates e de comentários primários, imbecis e imbecilizantes; é uma autêntica infestação
Vou fazendo a minha parte mas...
Aqui fica um dos meus comentários:
No meio disso tudo o que a minha Intuição (terrível intuição...) me diz é que tanto o Juiz Carlos Alexandre como o António costa se estão a "pôr na fila" para serem "os próximos" a serem lixados se e quando a oportunidade e a conveniência exigirem... E as máfias continuam a controlar tudo, a seu bel prazer, como vêm fazendo há décadas, sempre na sombra, sempre através do "homens sem rosto" porque sabem o que acontece a quem "aparece". Há décadas, já cheira mal, já enoja, já enjoa... 
Mas enquanto houver gente que engole tudo, que faz análises lineares, que descarrega as frustrações em cima do que vêem (porque não conseguem enxergar mais além), não nos livramos disto. 
Meus senhores! A conspiração é global e envolve toda a classe política e não só. 
Eu disse TODA a classe política. Necessita dessa dança dos escândalos e dos "superes" e dos notáveis que são "cilindrados" por fazerem o mesmo que todos os outros fazem e muito menos e menos grave do que fazem as máfias tenebrosas, essa dança, dizia, destina-se a entreter os pacóvios e a amandar areia para os olhos de quem já vê mal, a permitir canalizar os ódios para os que aparecem... para que tudo possa continuar na mesma e a piorar. 
Pelo meio vai-se falando numa próxima guerra que seria a solução suprema para os problemas das máfias, mas enquanto a guerra não vem (nem virá!) o povão tem de ser entretido com alguma coisa que assegure o controlo e condicionamento, intoxicação, mental. 

Como tudo isso passa pela baixa qualidade da classe política que é composta por traidores vis, eu defendo, há cerca de 10 anos, a "VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO"; http://www.gopetition.com/petition/29668.html como forma de começar a pôr cobro a isto tudo.

 Coisa simples, elementar, medida de trivial democratização do sistema eleitoral... 
Qual o quê! Levanta uma onda de "indignação" entre todos os "alienados" do sistema, sem que se entenda por quê, visto que alguns até ganhavam com a proposta e outros não têm nada a perder, aparentemente.

E OUTRO:

Bom. Não se pode dizer que Sócrates não tenha feito por merecer... Ele está a pagar o que consentiu que fizessem a Ferro Rodrigues (com a bênção e colaboração do Presidente Sampaio), a Paulo Pedroso... e ao próprio partido, afinal. Sócrates ao ser tão "cego" e ao colocar-se de cócoras perante aquela monstruosa conspiração que foi e é o "Processo Casa Pia" (contra o qual Sócrates não pronunciou uma palavra, sequer, na altura) estava mesmo a pedir para ser o próximo. 
Afinal a conspiração (Processo Casa Pia) que cumpriu vários objectivos ao mesmo tempo incluindo o de desacreditar o PS lhe minar as bases de apoio, teve pleno êxito quanto ao essencial: destruir as referências e a confiança das pessoas, desesperá-las para que seja possível cometer toda a espécie de abusos e crimes sem que haja força (incluindo anímica) para a população lhe pôr cobro, deixou os conspiradores com total poder e as mãos livres para limarem arestas quando e como quiserem, e lhes convier. 
Agora è Sócrates (o mesmo que foi escolhido antes para substituir ferro Rodrigues através da participação na reunião do Bilderberg, como é habitual), agora é Sócrates, dizia, que aparece a fazer sombra ao novo escolhido... e o PS ainda não está assim tão "nas lonas" como os conspiradores querem, tratam de "arrumar" Sócrates. 
É fácil, é sempre fácil: Sócrates não é mais nem menos sacripanta do que qualquer dos outros, incluindo juízes e quejandos, mas se convém "arrumar" o Sócrates por que não? Ele mesmo ajudou a "arrumar" os outros. 
Tudo farinha do mesmo saco, mas não há dúvida de que para "Estado de Direito" isto está tudo muito torto. 
Acreditem no que eu vos digo (e sempre disse): o "Processo Casa Pia" foi o ponto alto dessa conspiração monstruosa e destinou-se a provar (e a testar) que, neste país, desde que bem planeado, é possível fazer tudo, cometer toda a espécie de crimes abomináveis de dentro das instituições, é possível usar a justiça para os fins inversos dos que são os seus (da justica), tudo às claras, à vista de todos, COMO NO PROCESSO CASA PIA, sem que alguém (de direito: quem ocupa os cargos e tem a competência e a obrigação) levante um dedo para defender o "Estado de Direito" e esta desgraçada população que tem o azar de ter políticos (todos) e "notáveis" do mais reles e vil que há, do mais abjecto, duma extrema covardia.



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(Nota: Alguns dos sites "linkados" começaram por boicotar a petição impedindo as pessoas de assinar e, mais recentemente, suprimiram a página com as assinaturas. Apenas "Gopetition" se mantém acessível sempre)
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2011/08/31

Processo Casa Pia. O Arrivismo, o Banditismo, da "Justiça"

Processo Casa Pia, ou até onde vai o Arrivismo, o Banditismo, a prepotência cega e criminosa, SEMPRE IMPUNE, da "Justiça". Uma infâmia de Processo, uma infãmia de acusações, uma sentença infame... Sancionada por todos os poderes, INCLUINDO PELOS PARTIDOS Políticos (que assim pregam mais um prego no próprio caixão).

Em suma: UMA CONSPIRAÇÃO MONSTRUOSA, evidente e despudorada.

De: Carlos Tomás, jornalista

CASA PIA - ATÉ ONDE VAI A ESTUPIDEZ




O colectivo de juízes do processo da alegada rede de pedofilia que operava na Casa Pia de Lisboa desvalorizou todos os testemunhos das pessoas arroladas pelos arguidos porque ou eram amigos, ou eram vizinhos, ou eram das suas relações profissionais.

Está bom de ver que se eu fosse, hipoteticamente, acusado de abusar de uma dezena de rapazes na minha casa nunca poderia arrolar, como testemunhas para provar o contrário, os moradores do meu prédio e edifícios adjacentes - que na sua esmagadora maioria nem conheço - porque eram "vizinhos". Teria, assim, de arrolar um "marciano" como testemunha em minha defesa.

A estupidez da burra da juíza Ana Peres e dos seus cúmplices no acto terrorista que foi a condenação, SEM PROVAS, dos arguidos Carlos Cruz, Carlos Silvino, Ferreira Diniz, Hugo Marçal, Jorge Ritto e Manuel Abrantes - a Gertrudes Nunes safou-se milagrosamente - chega ao ponto de nem levar em conta que aquilo que é relatado pelas tetemunhas/vítimas e pelo próprio Carlos Silvino não faz sentido nenhum quando se confrontam pessoas que nada têm que ver com os arguidos, com a mera possibilidade de os abusos terem ocorrido.

AQUI FICA UM DESSES TESTEMUNHOS, JÁ REPRODUZIDO NUM COMENTÁRIO (...), QUE NÃO FOI PRESTADO EM TRIBUNAL - ATÉ PORQUE A INVESTIGAÇÃO, DIRIGIDA PELO MINISTÉRIO PÚBLICO E PELO ASNO DO PROCURADOR JOÃO GUERRA, NÃO SE PREOCUPOU EM OUVIR NINGUÉM E QUANDO OUVIU, MESMO SEM QUERER, E PERCEBEU QUE OS TESTEMUNHOS ILIBAVAM OS ARGUIDOS PURA E SIMPESMENTE OS IGNOROU - MAS QUE DIZ BEM DA INCOMPETÊNCIA DOS MAGISTRADOS LIGADOS A ESTE ESCABROSO PROCESSO:



RUI SUZANO - ANTIGO MORADOR DE ELVAS

"No meio de todas as dúvidas há uma coisa que é certa. Vivi em Elvas vários anos e frequentava um café com esplanada quase em frente da célebre "casa de Elvas", referida no processo. Ao lado, exactamente ao lado, dessa casa que tinha um pequeno pátio antes da porta de entrada vivia uma amiga minha, técnica de Rx do Hospital. Nem ela, porque ficou surpreendida quando surgiu a notícia, nem eu, alguma vez vimos algo suspeito nem nenhuma figura da nossa praça pública por ali.
Não exclui nada garantidamente, é certo; mas seria necessário ser-se muito cretino para alguém, publicamente conhecido, aparecer no centro da cidade com um carregamento de putos para praticar crimes de pedofilia, com tanto monte alentejano nos sítios mais ermos que se possa imaginar.
Muito estúpido mesmo..."

E eu remato: mais estúpido só o colectivo de juízes presidido por Ana Peres, muito estúpido mesmo...

NOTA 1:
O processo continua, nas bocas do Mundo e na Comunicação Social, a ser chamada de "Processo de Pedofilia"; os arrivistas e bandidos, criminosos, da laia dos que manipularam estes processo, até chamam "pedófilos" aos que foram condenados.
MAS, PARA ALÉM DO Bibi, MAIS NENHUM DOS ARGUIDOS AGORA CONDENADOS FOI, sequer, ACUSADO DE PEDOFILIA. Estão aciusados de crime bem diferente, a saber: clientes de prostituição juvenil (acto sexual com adolescente menor de 14 anos)... e até disso são inocentes.

É óbvio, para quem queira ver, que este Processo é uma monstruosidade, que vitima TODA a população do País, e é a isso que se devem tanta mentira, tanta demagogia, tantos actos infames praticados IMPUNEMENTE

NOTA 2:
Isto que é dito no texto do Carlos Tomás (e com que eu concordo, porque é evidente e sabido, de longa data) consubstancia vários crimes públicos que, neste caso, o são contra a democracia e o estado de direito também:

"ASNO DO PROCURADOR JOÃO GUERRA, NÃO SE PREOCUPOU EM OUVIR NINGUÉM E QUANDO OUVIU, MESMO SEM QUERER, E PERCEBEU QUE OS TESTEMUNHOS ILIBAVAM OS ARGUIDOS PURA E SIMPESMENTE OS IGNOROU"

Os crimes, tipificados na lei são: denegação de justiça, ocultação de provas, obstrução e manipulação para condenar inocentes, viciação da prova... Quanto às declarações prestadas pelos "investigadores, em Tribunal, acresce o crime de perjúrio... ÓBVIO. Só o colectivo é que não deu por nada... nem o Procurador João Aibéo que só acusa de perjúrio, PARA CONDENAR INOCENTES, as pessoas que não praticam o crime, que DIZEM A VERDADE...


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2011/08/10

Processo Casa Pia. O Real Caracter das "Testemunhas"

O Processo Casa Pia é uma coisa nauseabunda...tal como o é a justiça em Portugal.
Veremos se vamos conseguir "registar", PARA MEMÓRIA FUTURA, o que é feito das testemunhas vítimas, as tais "criancinhas cândidas" que, revelando-se mentirosos compulsivos, todavia NÃO MENTEM, segundo a propaganda NAZI dos que teimam em dar credibilidade ao referido Processo...

Transcrição:

PARA QUEM NÃO LEU "O CRIME" - COITADINHO DO MENTIROSO




Francisco Guerra é suspeito de assaltar um restaurante de que foi sócio-gerente



Braço-direito de “Bibi”

...Diz que o querem tramar



Telemóvel da testemunha/vítima do processo de pedofilia na Casa Pia de Lisboa foi encontrado à porta do estabelecimento de restauração após este ter sido visitado por amigos do alheio. A GNR está a investigar.



Carlos Tomás



“Alguém me quer tramar.” A afirmação é de Francisco Guerra, o alegado braço-direito de Carlos Silvino e uma das testemunhas chave do processo da alegada rede de pedofilia que operava na Casa Pia de Lisboa, quando confrontado com o facto de o seu telemóvel ter sido encontrado à porta do restaurante “O Trovador”, em Talaíde, Cascais, horas depois daquele estabelecimento de restauração ter sido assaltado, facto que o transformou num dos principais suspeitos do crime, que está a ser investigado pela GNR.

O assalto ocorreu há cerca de duas semanas e Francisco Guerra não consegue explicar como é que o seu telemóvel foi parar a mais de oito quilómetros do local onde reside e trabalha. “Dei pela falta do telemóvel, mas pensei que o tinha perdido aqui em Cascais. No dia do assalto não fui para os lados do restaurante. De vez em quando vou lá, mas nesse dia não. A única explicação que encontro é que alguém me deve ter roubado o telemóvel quando o pousei na mesa de um café onde estive a trabalhar no computador e depois o foi deixar ao restaurante. Essa pessoa devia saber que eu tinha sido sócio daquilo e planeou o assalto para me incriminar. Não sei qual o interesse, mas espero que o caso seja rapidamente esclarecido”, explicou o suspeito a “o Crime”.

Segundo o proprietário do restaurante, que prefere o anonimato – embora o seu nome seja revelado no livro “Uma dor silenciosa” escrito sobre o processo por Francisco Guerra (ler caixa) – a situação foi estranha: “Quem entrou no restaurante conhecia bem os cantos à casa. Não levou nada. Apenas mudou a caixa registadora de sítio. Quando estava à porta do restaurante à espera da GNR para participar o assalto reparei num telemóvel caído junto ao pneu de um carro e apanhei-o. Pensei que era do meu filho, porque ele tem um igual. Porém, quando o mostrei, o meu filho viu logo que não era dele e descobriu que era do Francisco. Fiquei admirado, mas limitei-me a entregar o aparelho às autoridades. Até achei piada, porque quando o estava a entregar ele tocou e era o advogado da Casa Pia, o doutor Matias, a ligar. Fiz a participação e agora é com as autoridades.”

O comerciante recorda outro episódio que lhe levantou suspeitas sobre a testemunha do processo de pedofilia: “Pouco depois de o Francisco deixar de ser meu sócio assaltaram o restaurante e a única coisa que levaram foi um papel escrito pelo próprio Francisco e no qual ele dizia que todas as nossas contas estavam saldadas. Não faço ideia que interesse teria um assaltante el levar um papel daqueles, quando havia tanta coisa para roubar no restaurante.”

Segundo foi possível apurar, o caso encontra-se em fase de inquérito e corre termos no Ministério Público de Cascais, local para onde foi remetido o telemóvel de Francisco Guerra.



Testemunha-chave no processo de pedofilia

Francisco Guerra, o alegado “braço-direito” de Carlos Silvino, que se disse abusado por todos os arguidos (com excepção a Gertrudes Nunes) – e por outros que não foram pronunciados para julgamento -, foi uma das testemunhas cujos depoimentos o tribunal considerou fundamentais, uma vez que terão dado alguma credibilidade às confissões de Carlos Silvino e aos depoimentos de outras vítimas. Porém, o tribunal não deu como provado nenhum dos abusos contra este indivíduo, referindo mesmo que os seus relatos deviam ser memórias de situações vividas pelos outros jovens que acusaram os arguidos. Por isso, os juízes apenas usaram as suas declarações para imputar e fundamentar alguns dos crimes que deram como provados.

Esta testemunha/vítima, que completou 25 anos em Outubro de 2010 e lançou um livro intitulado “Uma dor silenciosa”, está referenciado nos relatórios sociais da Casa Pia como sendo “mentiroso, com tendência para a enfabulação, problemático e conflituoso. Já com o processo em curso, e beneficiando de medidas excepcionais de protecção, Francisco Guerra transformou-se num sério problema para os responsáveis do Centro Jovem Tabor, em Palmela, onde esteve internado algum tempo. Acabou por ser retirado do local, a pedido dos responsáveis da instituição, porque, entre outras coisas escritas num documento a que “o Crime” teve acesso e remetido ao juiz Rui Teixeira, que dirigiu a fase de inquérito, “dominava por completo os utentes mais novos e frágeis, sujava a cama e a roupa interior com fezes, misturando-a com roupa limpa, recusava que se limpasse o seu quarto”. Foi então transferido para um lar de idosos em Odivelas, local onde se destacou, segundo queixas dos funcionários do lar às autoridades, por burlar os utentes do espaço, “subtraindo-lhes cheques e falsificando as assinaturas dos idosos” para assim conseguir obter dinheiro.

Mais tarde foi sócio do restaurante “Trovador”, em Talaíde, Cascais, de onde acabaria por sair em conflito com o outro sócio. “Ele só queria comprar carros e eu é que lhe adiantava o dinheiro. Dos 40 mil euros que ele deu para a sociedade gastou todo e ainda roubava as gorjetas aos colegas. Tive de desfazer a sociedade. O inspector Dias André veio cá comer e ele disse várias vezes que aquele é que era o seu protector. Nunca percebi bem aquela relação. Pensava que a missão da PJ era investigar crimes e não andar a proteger pessoas. A Dra. Catalina Pestana chegou a dizer para eu tomar conta do Francisco, porque ele podia transformar-se num grande criminoso”, garantiu a “o Crime” o actual dono do estabelecimento. No livro que publicou Francisco Guerra garante ter sido enganado pelo sócio, mas não apresentou qualquer queixa contra ele. Trabalhou num hotel em Carcavelos e foi despedido após ser detido pela PSP naquela unidade por suspeitas de ter participado num assalto à mão armada a uma loja chinesa. Também teve um processo em tribunal movido por uma ex-namorada, a quem teve de pagar o dinheiro que lhe pedira para comprar um carro.

O Tribunal da Relação, num acórdão proferido antes da sentença, não deu qualquer crédito aos seus relatos e alertou mesmo o Ministério Público para o facto de Francisco Guerra dever ser constituído arguido por ser maior de idade em termos criminais e confessar que ajudava a angariar jovens para serem abusados sexualmente por adultos. Na sentença do dia 3 de Setembro de 2010 os magistrados dizem que ele até pode não estar a dizer a verdade, mas que os factos por ele relatados ocorreram efectivamente, embora com outros intervenientes.

Fim de transcrição.

Nota: ou seja: juízes, investigação, Catalina, e quejandos, são tão mentirosos como o reles mentiroso... Como o são os políticos e os responsáveis da sociedade e das instituições... só por isso todos consentem e colaboram com todas estas aberrações.

E É POR ISSO que os nossos problema são tão graves e estão sem solução à vista.
É para acabar com isso QUE EU DEFENDO A Democratização do Sistema Eleitoral e a VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO.

Também é necessário as pessoas começarem a ira para a rua, para se conseguir pôr cobro a tanta pouca vergonha e valiania, INCLUINDO NA JUSTIÇA... e em todo o lado.


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2011/08/08

Processo Casa Pia, A Mentira Tem Perna Curta!

Transcrevo tal como foi publicado:

Texto Publicado Por Carlo Tomás bo grupo "NOTÍCIAS SEM CENSURA"




Carlos Tomás 14 de Junho de 2011 17:28



CASA PIA - A MENTIRA TEM A PERNA CURTA



EU, CARLOS TOMÁS, JORNALISTA COM A CARTEIRA PROFISSIONAL Nº 2521, AFIRMO: AS TESTEMUNHAS DO PROCESSO CASA PIA QUE ACUSAM OS RÉUS CONDENADOS MENTIRAM TODAS NO INQUÉRITO, INSTRUÇÃO E JULGAMENTO DO ALEGADO ESCÂNDALO.
NUNCA HOUVE NEM HÁ QUALQUER REDE DE PEDOFILIA A OPERAR NA CASA PIA. EU CONSIGO PROVÁ-LO SÓ COM AS COISAS QUE ESTÃO NO PROCESSO. NEM PRECISO DE ENTREVISTAR NINGUÉM NEM DE USAR MATERIAL QUE TENHO NA MINHA POSSE E QUE NUNCA FOI PUBLICADO.

 HAJA VERGONHA NA NOSSA JUSTIÇA, INOCENTEM-SE OS ARGUIDOS INJUSTAMENTE CONDENADOS E PUNAM-SE OS REPONSÁVEIS PELA MONSTRUOSA MENTIRA QUE IMPINGIRAM AOS PORTUGUESES. O QUE FIZERAM É DIGNO DE UMA ASSOCIAÇÃO TERRORISTA.

AS TESTEMUNHAS FORAM PAGAS PARA MENTIR, NÃO PELOS ARGUIDOS, MAS SIM PELOS MENTORES DESTA ENORME FALCATRUA.

É TEMPO DO MINISTÈRIO PÚBLICO ASSUMIR AS SUAS RESPONSABILIDADES E AS GRAVES FALHAS NA INVESTIGAÇÃO QUE CONDUZIU ATRAVÉS DOS PROCURADORES JOÃO GUERRA E JOÃO AIBÉO E DAS PROCURADORAS CRISTINA FALEIRO E PAULA SOARES. UMA VERGONHA!.
EM FRANÇA CONDENARAM-SE INOCENTES ATÉ QUE A PRINCIPAL TESTEMUNHA DISSE QUE TINHA INVENTADO TUDO E O PROCESSO FOI ARQUIVADO COM UM PEDIDO DE DESCULPAS A TODOS OS ARGUIDOS FEITO PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA FRANCÊS.

EM PORTUGAL A PRINCIPAL TESTEMUNHA - NO CASO O ARGUIDO CARLOS SILVINO - E OUTRA TESTEMUNHA FULCRAL, ILÍDIO MARQUES, ASSUMIRAM A MENTIRA DE TUDO.
ESTÃO À ESPERA DE QUÊ?
DE GASTAR MAIS DINHEIRO AOS CONTRIBUINTES PARA ALIMENTAR UMA MENTIRA?

APELO AOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - SOBRETUDO À TVI E AO CORREIO DA MANHÃ - PARA TEREM VERGONHA DO QUE FIZERAM E AJUDAREM A DESMONTAR ESTA MENTIRA, A REPOR A VERDADE E A DEVOLVER A DIGNIDADE ÀS PESSOAS QUE AJUDARAM A DESTRUIR COM NOTÍCIAS FALSAS E MANIPULADAS.
REPITO MAIS UMA VEZ: TENHAM VERGONHA!



APELO AINDA A QUEM DE DIREITO PARA QUE SEJA FEITA UMA INVESTIGAÇÃO À INVESTIGAÇÃO DO PROCESSO CASA PIA QUE OCULTOU E MANIPULOU PROVAS QUE PROVARIAM A INOCÊNCIA DOS ARGUIDOS DOS CRIMES QUE LHES FORAM IMPUTADOS NESTE CASO.

UM CASO DESTES NÃO SE PODE REPETIR.
ALGUÉM TENHA CORAGEM PARA ASSUMIR OS ERROS E PARA OS CORRIGIR. EU ESTOU CÁ E ESTAREI SEMPRE PARA AJUDAR.
EM DEFESA DA VERDADE!







ESTE APELO É DIRIGIDO AO GRUPO PARA QUE O DIVULGUEM O MÁXIMO QUE CONSEGUIREM. SEM CENSURA





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2011/05/06

Processo Casa Pia. O Verdadeiro Escândalo (IV)

Mais uma transcrição dum artigo do Jornalista Carlos Tomás, publicado AQUI

A transcrição dum episódio do Julgamento de António Sanches, que se encontra neste artigo, aí em baixo, é de "bradar aos céus"!

A julgar pela nossa própria experiência, a justiça e sobretudo os Tribunais, não só não fazem justiça, na sociedade, como ainda agravam os cidadãos com os seus próprios crimes. A nossa justiça é, realmente, A MAIS CRUEL DAS TIRANIAS mas, mesmo assim, ainda nos surpreende constatar este tipo de factos aberrantes...

Leiam com atenção... que vale a pena.

Transcrição:

RELAÇÃO PREPARA CONFIRMAÇÃO DE SENTENÇA DA CASA PIA – JUÍZES ESCOLHIDOS A DEDO. O CASO ANTÓNIO SANCHES




ARTIGO DE OPINIÃO



Carlos Tomás



O denominado “Processo Casa Pia” que tanta tinta faz correr teve o mérito de deixar bem clara uma coisa: a nossa justiça raramente funciona e, quando funciona, funciona mal. Pior, que existem claramente maus juízes e juízes parciais, que manipulam as provas como muito bem entendem. Ainda mais grave: que os juízes que estão nos tribunais superiores são, na sua esmagadora maioria, pobres de espírito, caixas de ressonância e manobráveis por fontes exteriores aos tribunais. Ou seja, trata-se de um órgão de soberania que de soberano, entendida a palavra como sinónimo de independência, tem muito pouco.

Desde cedo se percebeu que no processo Casa Pia as hipóteses de acusação e defesa aumentavam ou desciam conforme a secção do Tribunal da Relação onde os recursos caíssem por sorteio – sendo que estou convencido que os sorteios, feitos por computador, logo perfeitamente manipuláveis, estão viciados à partida. Assim, se fossem parar à 9ª Secção, onde por “sorteio” caíram a maioria, as hipóteses dos arguidos eram nulas. Na 5ª Secção havia a hipótese remota de verem o caso ser analisado. Na 3ª Secção as coisas ficam 50% para cada lado. Apenas Paulo Pedroso teve sorte neste aspecto. Li verdadeiras pérolas, para não dizer enfartes de estupidez, na maioria dos acórdãos sobre os recursos. Um deles nem consegui ler todo porque estava manuscrito e imperceptível em muitas partes.

Confesso que não fiquei admirado que o “sorteio” do recurso relacionado com a sentença em 1ª Instância do “Processo Casa Pia” tivesse ido parar à inevitável 9ª Secção, onde vários juízes deixaram bem claro, publicamente e nos corredores da conspiração em que os magistrados se movimentam, que os arguidos eram todos uns bandidos e pedófilos inveterados. Isto, muito antes de eles serem sequer condenados.

Porém, sempre pensei que houvesse alguma sensibilidade e bom senso e que a mais que certa confirmação da sentença proferida por Ana Peres e seus pares – a 9ª Secção jamais irá absolver os arguidos – fosse congeminada e arquitectada de forma mais discreta.

Mas não. O despudor é completo. Note-se então: Por impedimentos de uma série de desembargadores – pelos mais variados motivos, nomeadamente por já terem tido intervenção no caso – foi nomeado presidente da 9ª Secção para este processo o desembargador Rui Rangel. Apenas o juiz que mais vezes apareceu nos órgãos de comunicação social a defender o “saber supremo” dos juízes e a crucificar todos os arguidos do Processo Casa Pia. As suas intervenções no programa Prós e Contras em que integrou um painel de defesa da acusação quando Carlos Cruz ali foi explicar os argumentos porque considerava a sua condenação um “erro monstruoso” não deixam margem para dúvidas: este juiz está contra os arguidos e já o assumiu publicamente. Não obstante, será ele a ter o poder de decidir a favor ou contra no recurso em caso de se verificar um empate nas decisões dos dois desembargadores que vão analisar o caso: Guilhermina Freitas, a relatora do acórdão, e o desembargador Calheiros da Gama, que a co-adjuvará.



O CASO ANTÓNIO SANCHES

E GUILHERMINA FREITAS

Se em relação ao desembargador Rui Rangel estamos conversados – em caso de empate os arguidos estarão literalmente tramados - que dizer da relatora Guilhermina Freitas que foi a juíza que presidiu ao colectivo responsável pela condenação de António Sanches, funcionário do colégio de Pina Manique da Casa Pia de Lisboa, a nove anos de cadeia e ao pagamento de uma indemnização de 75 mil euros a um jovem alegadamente violado duas vezes, e de quatro mil euros a outra, por danos não patrimoniais. A magistrada considerou que ficaram por provar sete dos 10 crimes de que o funcionário da Casa Pia estava acusado. Os demais considerou-os provados, sobretudo pela forma como os miúdos depuseram no tribunal. “A vergonha e o sentimento de humilhação que um deles demonstrou ajudou a criar a convicção dos factos provados”, explicou a juíza. Guilhermina Freitas ainda desconhecia por essa altura a existência do termo “RESSONÂNCIA DA VERDADE”, inventado, num momento de inspiração (eu diria satânica), pelo colectivo que julgou e condenou seis dos sete arguidos do Processo Casa Pia que foram a julgamento.

Concretizando: neste julgamento, tal como no principal processo, não existia qualquer prova material dos factos: apenas os depoimentos das supostas vítimas. Não havia escutas, não havia fotografias, não havia provas de pagamentos e os depoimentos das testemunhas até abonavam a favor do arguido. Claro que isso de nada valeu face à postura dos rapazitos em tribunal, ambos com 10 anos na altura dos supostos abusos, mas já adolescentes quando as respectivas queixas foram formalizadas ao Ministério Público e quando foram ouvidos pela juíza. E QUEREM SABER COMO FOI OBTIDO PELO TRIBUNAL UM DESSES DEPOIMENTOS? Vou tentar explicar por palavras, o que digo desde já não será fácil. Mas existem gravações que podem ser ouvidas por quem quiser para confirmar e elucidar melhor o que a seguir vão ler:

Juíza – Então o menino conhece este senhor? Foi abusado por este senhor que está aqui?

Vítima – (silêncio)

Juíza – Não precisa de ter medo. Aqui ninguém lhe faz nada?

Vítima – (silêncio)

Juíza – O menino foi abusado por este senhor, não foi?

Vítima – (silêncio)

Juíza – Esse gesto que está a fazer com a cabeça quer dizer que sim?

Vítima – (silêncio)

Juíza – Pronto, o tribunal vai entender que esse gesto quer dizer que sim…



E foi com o tribunal a entender linguagem gestual que António Sanches foi condenado. Mais tarde a pena seria reduzida de nove para sete anos e meio de prisão efectiva pela 3ª Secção do Tribunal da Relação, que reduziu a indemnização a uma das vítimas de 75 mil para 50 mil euros. Parece-me bem claro que a independência da juíza Guilhermina Freitas em relação ao Processo Casa Pia está ferida de morte. Não só porque já cometeu a mesma proeza de condenar sem provas materiais um arguido, mas também porque os peritos que foram chamados a prestar depoimento no julgamento de António Sanches para atestar a credibilidade das vítimas e as violações são os mesmos do processo principal. Ou seja, seria um contra senso a juíza vir agora retirar credibilidade a perícias feitas por técnicos a quem já deu credibilidade nas mesmas circunstâncias.



IMPEDIMENTO

Contas feitas, já temos, sem sequer ser preciso falar do desembargador Calheiros da Gama, uma decisão com 99,9% de probabilidades de resultar na confirmação ou até agravamento das penas aplicadas aos seis arguidos em 1º Instância. Mesmo que Calheiros votasse favoravelmente aos arguidos, o que daria empate, porque Guilhermina vai com quase toda a certeza votar contra – o árbitro da questão, Rui Rangel, exercerá o seu “voto de qualidade” e também já se sabe com grande margem de certeza que ela irá contra os condenados.

Os dados estão desde logo viciados. A transparência está inquinada. O motivo para se avançar com o IMPEDIMENTO deste “colectivo” de desembargadores também me parece óbvio. Porém, nem o Tribunal da Relação ou o Conselho Superior de Magistratura tomou a iniciativa de impedir Guilhermina e Rui Rangel de intervirem no Processo Casa Pia, nem os arguidos o solicitaram até agora. É que os advogados de defesa sabem que o pedido de impedimento dificilmente será aceite e então é que os desembargadores ficariam mais raivosos e desejosos de vingança. Presos por ter cão e por não ter. Por outras palavras, se agora a condenação é quase certa, na outra alternativa era um facto consumado. Resta-nos rezar para que, chegada a hora de decidir, se faça luz na cabeça destes magistrados que foram, sem grande hipótese de erro, “escolhidos a dedo” num alegado “sorteio” para decidir o mediático acórdão.

Fim de Transcrição

E agora o comentário de Laura Santos, na mesma página do FB, referindo a condenação E A MORTE de António Sanches:

"Carlos, deixe-me aqui fazer honra a pessoas que foram condenada e injustamente e que tão pouco se fala delas. Neste caso "Casa Pia", foram condenadas outras pessoas que a comunicação social só falou para destruir e para dizerem que foram condenadas e logo a seguir, esquecidas. Presto aqui homenagem a um senhor que foi condenado sem provas, chamado António Sanches, que morreu na cadeia como um animal abandonado, que sempre disse que esta história era inventada e os pedófilos continuavam lá... Os outro que mais nada se soube deles, senão que foram condenados, e havia festa da rija nesse dia na Casa Pia...."




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2011/04/30

Processo Casa Pia. O Verdadeiro Escândalo (III)

O texto que se segue é, também ele, da autoria do jornalista Carlos Tomás e foi publicado AQUI (no FB)

Antes da transcrição, algumas pequenas notas para aqueles que apenas sabem o que se publica na Comunicação Social oficial... onde a verdade é censurada e excluída:

1 - Para avaliar da consistência dos testemunhos que foram "a prova", a ÚNICA prova, apresentada em Tribunasl, contra os arguidos, veja Este Texto e os vídeos com as declarações actuais dalgumas dessas "testemunhas";

2 - As mentiras que agora são desmentidas pelos próprios, sempre foram evidentes, para mim e para muitas outras pessoas de BEM... Elas resultavam evidentes para qualquer pessoa que fizesse uma análise objectiva da situação que vivemos desde o início do processo, e também eram A ÚNICA explicação para o acumular de atropelos e outras atitudes escabrosas dos responsáveis, que tanto alarme social provocaram e tiveram tão desastrosas consequências;

3 - O colectivo de juízes, sabendo muito mais do que nós, não percebeu nada disso. Só conheço um tipo de pessoas que, mesmo lidando persistentemente com as situações e as pessoas, não consegue distinguir, NATURALMENTE, a verdade da mentira: os desonestos, os vigaristas, os salafrários, os perversos... os prepotentes

4 -  A própria fundamentação da sentença, cujo resumo encontra aqui em baixo, na transcrição anunciada, é UMA PROVA, inequívoca, uma confissão, da sua perversidade e total inconsistência: como podem ver, nesta sentença subverte-se completamente o conceito de PROVA. Agora, nos nossos tribunais, para acusar e condenar (INOCENTES, evidentemente, porque os criminosos estão, esses, são protegidos e "absolvidos"... ou condenados em penas mínimas) não é necessário PROVAR o que quer que seja: basta afirmar que... a "prova" que não prova a autoria do crime... também "não prova" que o crime não tenha sido cometido. Quanto às testemunhas dos acusados, são todas "anuladas" e as respectivas pessoas consideradas não credíveis, consequentemente, injuriadas, caluniadas (são pessoas honestas, com certeza); portanto, também não provam... porque o Tribunal NÃO QUER.
Atente-se, como exemplo, nisto: "facto que não significa que os crimes não tenham acontecido."... e eu a pensar que as sentenças se baseavam na constatação, ou PROVA, dos factos QUE SIGNIFICAM que "os crimes tenham ocorrido"... e mais: que tenham sido cometidos pelas pessoas condenadas. Nada do que foi MATERIALMENTE alegado pelas "testemunhas" (que agora vêm desmentir TUDO) foi provado, bem pelo contrário... mas, nesta forma, CRIMINOSA, de sentenciar... isso não tem qualquer importãncia... porque não prova que não tenha havido crime... Não há dúvida de que a "justiça" bateu no fundo...

A transcrição anunciada:



"RESUMO SIMPLES DA SENTENÇA DO PROCESSO CASA PIA

O colectivo de juízes que julgou os arguidos do processo da alegada pedofilia na Casa Pia de Lisboa não teve dúvidas em dar como provado que Carlos Cruz e restantes arguidos cometeram mesmo os crimes que lhes foram imputados e que justificam as penas aplicadas. Porém, o colectivo de juízes, composto por Ana Cardoso Peres, Ester Pacheco dos Santos e José Manuel Barata, também reconheceu que não foi possível obter qualquer prova directa que incriminasse os arguidos. Assim, foram todos condenados com base na convicção dos magistrados judiciais, que acreditaram, ainda que parcialmente e conforme dava jeito, nas versões das testemunhas/vítimas e na confissão de Carlos Silvino que assegurou não só conhecer os arguidos há vários anos, como também garantiu que lhes levava jovens casapianos para serem vítimas de abusos sexuais.
“A natureza e diversidade da prova que chegou aos autos, através das testemunhas, não fornece prova directa para dar como provados ou não provados os crimes. Deram sim, maior ou menor relevância dos factos que, conjugados entre si e com a demais prova em apreciação, concorreram para o tribunal chegar à sua decisão de facto e dizer porque motivo deu maior credibilidade a um depoimento em detrimento de outro ou a uma declaração em detrimento de outra”, lê-se na sentença.
Ainda de acordo com o documento, a prova testemunhal apresentada pelos arguidos não foi valorada, uma vez que eram, na maioria, pessoas amigas ou que mantiveram relações profissionais com os arguidos (pelos vistos e por esta ordem de ideias, só extraterrestres poderiam ser considerados isentos pelos magistrados do processo). O colectivo lembrou que neste tipo de crimes é frequente as pessoas das relações próximas dos abusadores não se aperceberem das actividades dos criminosos, facto que não significa que os crimes não tenham acontecido.
Assim, o tribunal, sem que isso apareça sustentado na sentença com outras provas que não sejam os depoimentos das alegadas vítimas e a confissão de Carlos Silvino, considerou provado que Carlos Cruz abusou de um menor de 14 anos numa fracção do Lote 3, nº 111 da Avenida das Forças Armadas (não se refere qualquer andar ou apartamento), em Dezembro de 1999 ou Janeiro de 2000 e em dia não determinado (terá, segundo o tribunal deu como provado, abusado também de outro jovem, mas o apresentador não foi acusado por isso). A vítima foi levada para a referida casa por Carlos Silvino numa viatura de marca desconhecida.
Eclipse dos abusadores em Elvas
Outro facto dado como provado pelo tribunal, é que apenas Hugo Marçal e Carlos Cruz abusaram de crianças na casa pertence à arguida (absolvida) Gertrudes Nunes, em Elvas. Não se provou que os outros arguidos, amplamente referenciados pelas alegadas vítimas nas fases de inquérito, instrução e julgamento, alguma vez tenham abusado de alguém naquela cidade. Ou seja, a denominada “casa das orgias” era frequentada, segundo a sentença, por Cruz, Hugo Marçal e desconhecidos. Ferreira Dinis, Jorge Ritto, Manuel Abrantes e outras pessoas identificadas ao longo do processo pelas vítimas não constam como abusadores de Elvas.
O colectivo de juízes não conseguiu localizar nenhuma chamada telefónica entre os arguidos, ou entre os arguidos e as vítimas. Mas tal facto foi desvalorizado pelos magistrados, que salientaram que Carlos Cruz e restantes arguidos poderiam ter usado outros telemóveis e telefones que não os escutados e identificados pelas autoridades. Os juízes também admitem que os arguidos poderiam combinar as coisas de uma forma mais simples e directa, “sem necessidade de artifícios elaborados” (quiçá através de sinais de fumo).
Outro facto que realça da leitura da sentença prende-se com as constantes contradições nas descrições dos locais onde as vítimas alegadamente terão sido abusadas. O colectivo entendeu que isso não era relevante, porque o “facto de os abusos não serem bem localizados no tempo e no espaço não significa que eles não ocorreram”. Assim, o tribunal entendeu que Manuel Abrantes abusou mesmo de um menor “na Buraca, em dia indeterminado, numa casa que o tribunal não conseguiu identificar.” No entendimento dos magistrados, o abuso ocorreu, não sendo a descrição da casa feita pela vítima – que teve várias versões – relevante para provar o crime. (Foi numa casa qualquer da Buraca e pronto. A testemunha descreve a casa é porque ela existe e se o arguido diz que não é porque está a mentir).
O mesmo se passa com um dos abusos do médico Ferreira Dinis e que o tribunal deu como provado. A vítima descreveu e identificou ao tribunal uma clínica onde terá sido abusada pelo médico em 1998, mas depois comprovou-se que a referida clínica só foi inaugurada em Setembro de 2001. Os juízes consideraram ser natural que o jovem se tenha enganado e que, na realidade, ele queria referir-se à clínica que o médico tinha em 1999 e que funcionava noutra zona de Lisboa. Mas a descrição feita pelo indivíduo em julgamento é da clínica actual e não da antiga. A mesma vítima e outros jovens também identificam o Ferrari de Ferreira Diniz, mas o médico comprou o carro já depois das datas em que lhe são imputados os crimes por que foi julgado. Ilídio Marques, testemunha/vítima, já disse que nunca descreveu o consultório e que assinou o auto onde essa descrição é feita sem sequer o ler. “Já estava escrito e falei num aquário porque me disseram que ele existia e até tinha peixes tropicais”, disse recentemente na SIC quando questionado pela apresentadora Júlia Pinheiro.
Irrelevante para o tribunal foi igualmente o facto de os jovens que disseram ter sido vítimas de abusos por parte do embaixador Jorge Ritto descreverem as várias casas onde estiveram e, afinal, nenhuma corresponder à casa do embaixador ou a qualquer outra a que o diplomata tivesse fácil acesso.
O tribunal refere que fundamentou a sua convicção no facto de os discursos dos jovens, apesar de vagos e pouco consistentes, serem coerentes e os jovens terem tido posturas em tribunal que levaram a concluir que eles não estariam a mentir em relação aos abusos de que foram vítimas por parte dos arguidos.
O facto de a prova condenatória se basear apenas nos depoimentos das alegadas vítimas e na confissão de Carlos Silvino volta agora a ser abalada pelo próprio Carlos Silvino que, no início do processo sempre negou os factos e pela entrevista de Ilídio Marques. Só em finais de Agosto de 2003, mais de meio ano após o início das investigações, é que Carlos Silvino, tendo já José Maria Martins como seu advogado, passou a acusar os arguidos que se sentaram com ele no banco dos réus, deixando, mesmo assim, Manuel Abrantes de fora. O ex-provedor só seria implicado pelo ex-motorista já na fase de instrução. Ilídio Marques assegura que tudio não passou de uma invenção das testemunhas/vítimas, ele incluído.
Recorde-se que o ex-motorista da Casa Pia Carlos Silvino foi condenado a 18 anos de prisão, o apresentador televisivo Carlos Cruz a 7 de cadeia, o ex-provedor Manuel Abrantes a 5 anos e 9 meses, o embaixador Jorge Ritto a 6 anos e 8 meses, o médico Ferreira Dinis a 7 anos e o advogado Hugo Marçal a 6 anos e 2 meses. Todos os arguidos foram ainda condenados a pagar chorudas indemnizações cíveis por danos morais às supostas vítimas.
Para a posteridade nos meios jurídicos irá certamente ficar a expressão consagrada no acórdão subscrito pelas juízas Ana Peres e Ester Santos e pelo juiz Lopes Barata: “Notou-se uma ‘ressonância da verdade’ nos depoimentos dos assistentes.” Resso… o quê?"




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2011/04/28

Processo Casa Pia. O Escândalo Começou Agora!

Voltemos a essa coisa nauseabunda que é, tem sido e vai continuar a ser o "PROCESSO CASA PIA".
Há muito que se disse, aqui, o que agora se vem confirmando, paulatinamente, apesar do tratamento descriminatório da Comunicação Social que não dá a este ESCÂNDALO, ao verdadeiro e arrepiante escândalo, o destaque que merece; destaque proporcional ao que deu ao "escândalo", no seu início, publicando toda a espécie de mentiras conspirativas a propósito.

Muita coisa se disse (e se diz), levianamente (aquando não grotescamente) acerca do Processo Casa Pia. Antes da sentença, as pessoas podiam invocar desconhecimento e falta de meios para se esclarecerem. Depois da Sentença, um dos "condenados": Carlos Cruz, publicou um site aonde, para além das peças essenciais do processo, tem publicado outras coisas que podem fazer alguma luz na mente de quem esteja de boa-fé. O endereço do site é este: PROVAS DA VERDADE

Façamos um pequeno apanhado dos factos que motivam este texto, a começar pelos mais recentes:

Notícia do Público de ontem:
O Título: Advogado da Casa Pia renuncia à defesa de testemunha chave!

Resumo: O advogado das vítimas da Casa Pia, Miguel Matias, renunciou ao mandato de defesa de Ilídio Marques, uma das principais testemunhas do processo.

Conteúdo essencial:
"A renúncia do advogado confirmada pelo próprio ao PÚBLICO, já foi entregue no Tribunal da Relação de Lisboa e verifica-se depois da entrevista que Marques deu ao jornal Expresso, afirmando ter mentido ao tribunal quando disse ter sido vítima de abusos sexuais pelos condenados no julgamento do processo Casa Pia, com excepção de Carlos Silvino.
Segundo notícia do semanário Sol, a referida testemunha terá recebido 15 mil euros do jornalista freelancer que o entrevistou, para dar uma nova versão dos factos e desmentir o que afirmou ao tribunal durante os sete anos que durou o julgamento. Uma acusação que Ilídio Marques desmente garantindo na página do Expresso na internet: "Mantenho tudo o que disse e não recebi dinheiro nenhum para dar a entrevista".
Nota: A "notícia do Semanário sol" esteve a cargo da toxicómana mor: a Cabrita, a tal em quem o deminutivo destoa. A tal com quem cheguei a pegar-me, nos comentáerios do Sol acerca deste assunto e que repetia "Happy" (depois da dose, certamente) que as crianças "não mentem"... e quando se lhe retorquia que não eram crianças nenhumas, as "testemunhas", respondia: mas já foram crianças...   
As entrevistas de Ilídio Marques Podem ser visualizadas nos links seguintes:
1. Ilídio Marques "preso" ILEGALMENTE, por 2 agentes da PJ e levado a Casa de Catalina Pestana, onde estavam  também Dias André e Olga Miralto, tendo sido sujeitro a uma sessão de coacção que durou 3 horas, para desmentir os desmentidos das entrevistas abaixo, em troca de dinheiro.
2. Entrevista a Ilídio Marques (Parte I)
3. Entrevista de Ilídio Marques (Parte II)
4. Entrevista a Ilídio Marques (Parte III)
5. Entrevista a Ilídio Marques (Parte IV) - parte desta gravação é só audio.

Quanto à notícia do Jornal Público, "linkada" acima é caso para dizer que este advogado só defende mentirosos... enquanto eles não se retratarem; ou seja: este advogado tem a sua própria mentira (que lhe foi encomendada?) para impor à realidade, e por isso viola os seus devederes deontológicos. Não é essa a função do advogado.
Prova disso éesta notícia publicad por Carlos Tomás no FB:
" o advogado da Casa Pia, Dr. Matias queria falar com o Ilídio Marques a sós. O Ilídio aceitava o encontro, mas só se o causídico deixasse gravar toda a conversa. Matias não aceitou. Que raio de conversa queria ele ter com o Ilídio que não podia ser gravada?..."

O caso já vem de trás, este escândalo: a conspiração que é e sempre foi o "Proccesso Casa Pia" sempre andou na bodas do Mundo, mas em surdina; apareceu um documento publicado na NET que provocou muita agitação, mas acabou silenciado e o site "extinto". Refiro-me ao "Muito Mentiroso" cujo texto ainda se encontra publicado AQUI. Este texto foi achincalhado, desvalorizado, menosprezado, mas o seu conteúdo tem vindo a ser confirmado, PONTO por PONTO, em muitos locais, posteriormente... incluindo em documentos existentes no Processo.

Foram aparecendo também figuras públicas e jornalistas que colocavam as suas legítimas dúvidas e que foram achincalhados, injuriados e, nalguns casos, ostracisados (tendo alguns ficado sem emprego, inclusive, durante muito tempo) e outros sobrevivido, à custa da timidez das "opiniões", mas que ainda hoje se queixam da coacção psicológica (assédio moral) a que foram sujeitos e que muito os marcou. Estou a lembrar-me de Van Krieken, de Carlos Tomás... mas há mais, como se percebe pelo teor desta crónica de Daniel Oliveira de cuja deixo alguns excertos:

"Pormenores a reter: Ilídio Marques desmente, quando é um homem autónomo e maduro, as acusações que fez quando era bem mais vulnerável e jovem. Ilídio Marques faz estas declarações perante todos, sozinho. Fez as acusações anteriores integrado num grupo, no meio de dezenas de interrogatórios da PJ, muito mais vulnerável a todas as pressões públicas e privadas. Ao desmentir, arrisca-se a ser acusado de perjúrio e a não receber uma indemnização de 25 mil euros de um dos arguidos. Quando fez as acusações, "arriscava-se" a ser visto como herói e a receber indemnizações do Estado e dos arguidos.

Há alguns anos que o processo - mais do que a culpa ou inocência de cada um dos arguidos, sobre as quais nada sei - me levanta muitas dúvidas. A sua falta de rigor sempre me pareceu evidente. E para quem acha que o rigor dos processos judiciais é a base de qualquer Estado de Direito, este é um combate que vale toda a impopularidade. Recebi, ao longo destes anos, acusações de ser "amigo de pedófilos" e insultos vindos de gente que acredita que no lugar da justiça podemos ter justiceiros inflamados. Pouco me interessa se os arguidos são ricos ou pobres, poderosos ou frágeis e se a opinião pública os quer ver presos ou em liberdade. A única coisa que conta é esta: só podem ser condenado e preso qualquer cidadão sobre o qual não haja dúvidas razoáveis quanto à autoria dos crimes concretos de que são acusados."

O acontecimento antecedente mais marcante, neste avançar, LENTO, do verdadeiro escândalo, foi a entrevista de Carlos Silvino, onde desmente tudo o que disse em Tribunal acusando os outros... e aproveita para se declarar inocente também, obviamente...
Esta entrevista também tem vários vídeos, incluindo a do relato duma estranha abordagem ao ex-motorista da Casa Pia.
Os outros vídeos da entrrevista são este e este.

Entretanto, outros acontecimentos reveladores se foream sucedendo, acontecimentos esses que, apesar do enorme escândalo em que se inserem, são tratados em notícias discretas e logo esquecidas, a contrastar com a histeria da Comunicação Social, e não só, aquando do início do Processo, quando se repetiam, até á exaustão, dia após dia e semana após semana, AS MENTIRAS que deveriam incendiar a opinião pública, com os gravosos efeitos que todos conhecemos e que alarmaram muitas figuras públicas neste País.




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2010/03/05

Pausa na Conspiração para falar da CONSPIRAÇÃO

Façamos uma pausa na "conspiração" actual: Farsa Oculta, e voltemos àquela outra CONSPIRAÇÃO: O "PROCESSO CASA PIA".

Tenho várias coisas para escrever sobre este tema que vou adiando, por falta de tempo.
Como sabem, este "tema" tem que ver com esta Agressão policial, com os vários processos judiciais que me foram movidos... e a novela ainda não acabou.

Por isso, porque terei de voltar ao "tema" e talvez estes "inventários façam falta, aqui fica uma "noticia" a que achei piada e a cuja cheguei através de "O Jumento"

A "notícia" foi publicada no D.N., é da autoria de Ferreira Fernandes e chama-se: "Memórias de um Pressionado". Ei-la:

"Quando, em 2002, começou o caso Casa Pia, as minhas primeiras crónicas foram de indignação. Eu não me excluía das culpas. Aqueles miúdos estavam à nossa guarda, e os meus primeiros textos denunciavam a nossa distracção colectiva.
Pouco depois começaram a ser conhecidos alguns textos da investigação e, cedo, me dei conta da burrice com que ela era conduzida.
O beco sem saída que hoje já todos conhecemos era patente desde os primeiros meses de 2003.
O atrevimento de quem nunca lera um livro policial e se propunha solucionar um imenso crime organizado deixou-me pasmado. Se tivessem lido Agatha Christie, aqueles magistrados e polícias saberiam que não bastava apontar para o corpo para resolver o crime (para isso chegava o mordomo). O que lhes competia era PROVAR a relação entre o que acontecera à vítima e aqueles que seriam acusados. Ora, essa relação, lida através dos tais textos, era quase nula.
Chamei burra a essa gente.

Semanas depois, a minha foto entrou no rol das que foram mostradas "às vítimas" como potenciais violadores. Eu era o 52 ou 56 e, embora estivesse ao lado do cardeal-patriarca e de presidentes da República, não gostei. Que eu me lembre ninguém da investigação me telefonou a pressionar. Mas eu acho que foi pressão.
Olhem! Continuei a chamar burro aos burros.



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2006/11/05

You have the right to remain silent (II)!

Tal como prometido vamos observar melhor os “fundamentos” das acusações dos processos referidos AQUI.

Um dos fundamentos é o conteúdo do documento publicado neste post. O “queixoso” é o Dr. José Maria de Jesus Martins

Este “queixoso”, mais comumente conhecido por José Maria Martins, advogado do Bibi, o principal arguido dos dois Processos Casa Pia que o “artista” José Maria Martins logrou juntar, usando, para isso, toda a espécie de truques baixos (ao nível da sua falta de carácter e de idoneidade) que inclusive lhe valeram uma participação na Ordem, de cujas consequências se livrou fazendo chantagem, PUBLICAMENTE, sobre Paulo Portas, como toda a gente sabe.

A junção destes dois processos é um contrasenso, porque eles nada têm que ver um com o outro, visto que o primeiro, aquele em que é acusado SÓ o Bibi, resultou duma queixa de familiares dum menor e o segundo ninguém sabe como se iniciou, porque resultou duma conspiração, destinada a desestruturar a sociedade e a desesperar e angustiar as pessoas, mas destinada, sobretudo, a sequestrar as instituições deste país e assim garantir o seu controlo… a partir do controlo exercido sobre a “justiça”. A junção do dois processos foi assim uma espécie de truque para “justificar”, aos olhos de todos, o segundo processo que ninguém sabe como surgiu.

Esse controlo tem sido bem óbvio na nossa realidade política e social e em todos os acontecimentos relevantes entretanto ocorridos…

O Bibi é o principal arguido destes dois processos e é o único cuja culpa está claramente evidenciada, aos olhos de todos. Tudo indica que os outros co-arguidos são inocentes. A junção dos dois processos teve como finalidade ofuscar esse facto, porque isso servia os objectivos da conspiração.

Mas a conspiração continua.

Na “acção declarativa de condenação???” subscrita pelo “artista” José Maria Martins, que deu origem ao processo nº 2901/06.3TVLSB, diz-se:

“O Processo Casa Pia é muito polémico, muito mediatizado, por terem sido constituídos arguidos:
1 – Carlos Pereira Cruz, apresentador de televisão, pessoa muito influente…
2 – Paulo Pedroso, ex-ministro do PS, deputado aquando da sua detenção.
3 – Herman José, humorista, pessoa muito influente…
4 – Jorge Rito, embaixador”


(Esquece-se o nosso “artista” de mencionar que Carlos Cruz e Jorge Rito são também comendadores, detentores de altas condecorações, que lhes foram atribuídas pelas nossas excelsas instituições, as mesmas instituições que as infâmias cometidas, impunemente, naquele processo, onde se incluem as acusações falsas e ensaiadas a essas personalidades, pretendem afrontar e conseguiram sequestrar)

Mas voltemos a verborreia vil do nosso “artista”

…/…
“No mesmo processo foram mencionados como tendo tido relações sexuais com jovens alunos da Casa Pia várias outras pessoas com cargos muito importantes, desde o Secretário Geral do PS, à data, o Dr. Ferro Rodrigues, a ex-jogadores de futebol de primeiro plano nacional. (é o que se quiser, deu para tudo e até para demonstrar que ninguém estava a salvo… os objectivos da conspiração eram (são?) controlar tudo e sequestrar todos os responsáveis)
Foram efectuadas escutas de conversas telefónicas, nas quais são intervenientes vários indivíduos que, na data, tinham cargos políticos importantes.
O Senhor Presidente da República teve necessidade de se pronunciar sobre o escândalo “Casa Pia”
O “Processo Casa Pia” é, inquestionavelmente, um assunto de Estado.”

…/…

Esquece-se o nosso “artista” de mencionar um célebre artigo do “Le Point” onde se dizia claramente que tinham sido referidos (como “frequentando” os jovens prostitutos do Parque Eduardo VII - as testemunhas frágeis e indefesas, todas com idades próximas ou muito acima dos dezoito anos) três ministros em exercício no governo de então, figuras destacadas dos partidos PSD e CDS, que o nosso “artista” chantageou publicamente.

Depois deste arrazoado que é tão insultuoso para a nossa inteligência como é difamador e injurioso para com as personalidades (incluindo políticos SÓ do P.S.) expressamente e selectivamente mencionadas, sem necessidade, apenas por arrivismo e perfídia arrogante, de quem julga que tem garantida total impunidade, o “artista” passa a confessar os reais motivos porque foi “escolhido” para representar o Bibi: para o colocar a mentir, (era muito fácil, porque era o “artista” quem falava em nome do outro) em relação aos outros acusados, tal como fizeram TODAS as testemunhas.
Estes factos são referidos no Livro publicado por Carlos Cruz, tendo como fonte SETE cartas anónimas endereçadas ao Dr. Sá Fernandes e provenientes do interior da PJ e transcritas neste post.
E prossegue, o “artista”, a sua saga criminosa dizendo, novamente, apesar de ter consciência de que são mentiras que ele mesmo promoveu e em cuja elaboração colaborou:
O arguido Carlos Silvino da Silva é o principal arguido (…) porque levou alunos da Casa Pia para terem práticas sexuais com homens, entre os quais os arguidos actuais do Processo: Carlos Cruz, Manuel Abrantes, Hugo Marçal, Jorge Rito, Ferreira Dinis.” (Tudo mentira, como é bem evidente e está demonstrado à saciedade)

Fantástico: eu pensava (vejam a minha ingenuidade…) que tudo tinha começado, em matéria de processos, quando um jovem se queixou aos familiares de assédio por parte do Bibi e, aconselhados pela PJ, a quem apresentaram queixa, gravaram as chamadas telefónicas feitas por este arguido e forneceram-nas para corroborar a queixa.
Isto em termos de processos, porque a história tinha começado muitos anos antes, com o mestre Américo a ser vítima de represálias por denunciar as práticas pedófilas do arguido Bibi, Carlos Silvino da Silva.

O que pretendo demonstrar, sem margem para dúvidas, é que o “artista” prossegue a sua saga criminosa nesta “acção declarativa e condenatória”, fazendo o que sempre fez no Processo Casa Pia: distorcendo os factos, fazendo propaganda enganosa e mistificadora, manipulando, omitindo, mentindo.
Ora, sendo o “Processo Casa Pia” como o “artista” diz, um ASSUNTO DE ESTADO (e é-o porque, graças á prestimosa colaboração e acção premeditada do “artista”, põe em causa o ESTADO DE DIREITO, não se compreende como é que um tribunal e um juiz recebem semelhante arrazoado sem procederem em conformidade e extraírem cópias para os indivíduos visados procederem de forma adequada à gravidade do que fica escrito.

Diz o outro que: “o que mais temo é que os homens bons nada façam”. Eu acho que, perante coisas destas (e outras ainda piores) os homens que nada fazem, não são bons nem são o que quer que seja; nem sequer são HOMENS.
Os profissionais da justiça não percebem que, se não resolverem estes problemas do sector, como lhes compete, correm o risco de serem TODOS arrastados pela “solução”…

Mas voltemos ao nosso “artista”, porque ele é “um caso sério” e, por isso, provoca muito incómodo.

Depois de mencionar o conteúdo do blog “Muito Mentiroso” cuja autoria imputa aos subscritores do documento linkado; e de muito repetir o arrazoado nauseabundo que se exemplifica, o “artista” diz:

“O A. (“artista”) sentiu-se enxovalhado e envergonhado (A sério? Não parece nada!) pela publicação da notícia no Independente da existência desta queixa na O.A. e… passou muitos dias e noites angustiado (…) indignado (…)”

Tadinho, tadinho… Quem o manda ser imbecil e estar rodeado de gente falsa e hipócrita?

Os autores da queixa enviada à O.A. limitaram-se a exercer os seu direito de indignação e de queixa, aliás em relação a procedimentos criminosos praticados às claras, à vista de todos, que todos percebem, sequestrando até os nossos direitos de cidadania e a nossa dignidade colectiva. Os autores da queixa limitaram-se a expressar a indignação de muitos milhões de cidadãos deste país, fartos de serem achincalhados e desesperados com este tipo de actos criminosos, cometidos publicamente, sem que os que têm obrigação (e função) de garantir o Estado de Direito se assumam.

Os autores da carta, com cujos eu concordo inteiramente, têm todo o direito de expressarem a sua indignação (que é generalizada), tanto mais que o “artista” se arvorou o direito de, durante muito tempo, “invadir” as nossas casas sem pedir licença (através da televisão) para dizer mentiras e outras monstruosidades infames e nos provocar náuseas, vergonha, desespero… nos dificultar a digestão do jantar, ou tirar o apetite, conforme os casos.

Mas ele, o “artista” não percebeu a figura odiosa que fazia, nem ninguém teve a honestidade de lho dizer, apesar destes sentimentos expressos pelos autores da denúncia serem generalizados.

Por não ter percebido isso, o “artista” candidatou-se à Presidência, talvez confiando na propaganda de que tinha usufruído.
Tanto o sentimento expresso pelos autores da queixa é generalizado que “ele” nem sequer conseguiu reunir as sete mil e quinhentas assinaturas necessárias para formalizar a candidatura, num universo de mais de oito milhões de eleitores… Não será isso que o deixa “angustiado”?

E agora Sr Dr. José Maria Martins, vai querer processar oito milhões de eleitores que o desprezam ao ponto de não haver, ao menos, sete mil e quinhentos que lhe permitissem formalizar a sua candidatura à Presidência? Você é louco, alucinado!

E nem se diga que é difícil obter as assinaturas porque, por exemplo, Manuela Magno conseguiu-o e o Dr. António Garcia Pereira também, sendo a primeira uma ilustre desconhecida e o segundo o eterno segregado pelos OCS, afastado de todos os debates, mesmo sabendo-se que é o único com sentido de dignidade de Estado e que diz alguma coisa com pés e cabeça.

Ao contrário destes dois exemplos o nosso “artista” teve “honras de prime time”, com muito tempo para falar e ao longo de muito tempo. Houve uma época em que, para falar do “Processo Casa Pia” e dar “notícias” do Julgamento e não só, aparecia sempre e apenas: José Maria Martins… O esforço de propaganda foi enorme, o pior é que, o dito, o que conseguia era provocar repulsa nos cidadãos!

Desiluda-se porque, apesar de todo o seu esforço para o denegrir, se Carlos Cruz tivesse sentido de oportunista semelhante ao seu e se tivesse candidatado à Presidência, obteria facilmente as sete mil e quinhentas assinaturas. É que os cidadãos comuns não se deixam enganar facilmente nestas questões de carácter… São enganados mas é por outros mecanismos mais sofisticados (que consigo não surtiram efeito, porque não poderiam surtir).


Nos processos referidos no post anterior são usados como fundamento para acusação e investigação (perseguição) textos publicados em blogues...
Portanto, se os documentos publicados em blogues são válidos para acusar, processar, "investigar e perseguir as pessoas, também devem ser válidos em todos os outros casos relevantes.
Por isso se considera este artigo como depoimento válido nos processos referidos, bem como notificação suficiente a todos os interessados (os visados pelas calúnias do Dr. José Maria Martins) e também às instituições competentes:
- Ordem dos Advogados (pode ser que deixem de ser cegos em relação aos crimes praticados publicamente, que todos eles conhecem bem)
- Procuradoria Geral d República em relação ao abuso dos recursos da Justiça para cometer o crime de perseguir, molestar e chantagear.
- Ministério da Administração interna e outras entidades com poder disciplinar sobre estas instâncias
- Provedor de Justiça
- Comissão de Direitos Liberdades e Garantias do Parlamento
- e o próprio Parlamento, porque é função deles, deputados, (não minha) garantir a democracia e assegurar o Estado de Direito; foi para isso que foram eleitos (ou não eleitos, mas isso não os impede de ocuparem os lugares, ao menos façam a sua obrigação e justifiquem o que ganham)


 
Nota: É para acabar com toda esta infâmia que eu defendo A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO… Para acabar com a cumplicidade dos políticos e deputados

APELO!
Atenção às campanhas mais recentes:
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-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa

2005/06/29

Assumir a própria loucura…

Esta “prosa” foi extraída dum folheto que me foi entregue, fazendo parte doutros documentos que guardo, igualmente. Refere-se à credibilidade (e ausência de isenção) do comportamento da comunicação social, que se manifesta de forma mais evidente e escandalosa no "Processo Casa Pia".
Em face da situação que vivemos, a melhor atitude é assumirmos a nossa “loucura”. É o que me apetece fazer hoje, relativamente a várias coisas; é assim que me sinto; por isso transcrevo este excerto:

“Um jornaleco que ninguém lê, concedeu-me um espaço, na contra-capa, para me descrever, em frente ao TIC, e concluir, insultuosamente: “São os loucos de Lisboa!”. Aqui estou para reivindicar o “título” e as respectivas vantagens!

No meio da prosa inqualificável, da respectiva “caixa”, o epíteto até me suou a elogio. Saído de tão escabrosa pena, sem dúvida que é um elogio! Todavia, os mais incautos não o sabem; não conhecem os factos e, por isso, o texto tem objectivos insultuosos.
Conhecendo os factos, eu diria que a dita prosa é mais um acto de terrorismo psicológico, demagogo, falacioso, mentiroso, sobretudo manipulador, dos muitos que têm sido cometidos, de forma tendenciosamente criminosa, pela comunicação social, no âmbito deste processo: o Processo da Casa Pia.

Se não me tivessem chamado a atenção, eu não daria por nada, porque não leio este tipo de “literatura de cordel”, obscurantista e manipuladora de ingénuos e ignorantes! Mesmo assim, li a prosa mas não comprei o jornal, porque me recuso a ajudar a sustentar este tipo de actividades perniciosas.
Para deixarmos os adjectivos e antes de passarmos aos factos, recordo que estou aqui a reivindicar o meu estatuto de “Louco”, porque uma pessoa de perfeito juízo, segundo o conceito convencional, nem perderia tempo com este tipo de coisas. Não deveria ser necessário perder tempo com este tipo de coisas; o facto é que o acto se insere numa conspiração, que pretende passar o poder para as mãos de gente tenebrosa.

Gente tenebrosa que tem usado o Processo da Casa Pia, para fazer uma demonstração de prepotência toda-poderosa e de impunidade, com que ameaça e chantageia todas as figuras públicas. O terrorismo psicológico, feito através da comunicação social, de que este episódio é mais um exemplo, tem sido a arma principal desta conspiração nazi. Mas isto digo eu! E eu sou louco!

A situação escabrosa a que estes criminosos conduziram o país é imaginação minha! As intervenções indignadas e/ou desesperadas da maioria dos participantes nos “fóruns” da TSF, de manhã, também são fruto da minha imaginação de louco! Ou será que esta minha loucura se transformou em doença contagiosa? Se sim, como tudo indica, cabe indagar quem é que contagiou quem.

Apesar disto tudo, suponho que seja “politicamente correcto” considerar que a maioria dos cidadãos, dos políticos, dos notáveis, dos jornalistas, dos responsáveis da sociedade, são pessoas mentalmente sãs.

Então como é possível que a nossa situação política, económica, social, de ausência de justiça, de degradação da idoneidade da comunicação social, tenha atingido o estado de calamidade em que se encontra?

Num panorama destes eu só posso ser louco! Prefiro a loucura! Porque num país assim, só sendo louco se pode conservar um mínimo de sanidade mental, quando se tem aversão aos anti-depressivos, como é o meu caso! Só sendo louco se pode viver num país assim, onde nenhuma instituição funciona como deve, onde tudo se subverte e perverte, onde tudo funciona ao contrário do que devia.

Os jornalistas não têm nada que ver com isto? Eu acho que têm uma enorme responsabilidade nisto; por acção e por omissão. Mais por acção do que por omissão. Mas eu sou louco! Abençoada loucura, que nos ajuda a sobreviver num país governado, prepotentemente, por criminosos, que ninguém elegeu, porque eles não vão a eleições. Têm outros meios, mais eficientes, de se apoderarem do poder e de o exercerem através dos fantoches, que a população elege, iludida por falsas promessas!

A situação do escândalo da Casa Pia só se manteve durante tantas décadas e só atingiu as proporções que se conhecem, porque a comunicação social silenciou sempre as denúncias dos cidadãos. E continua a silenciar a verdade e as denúncias dos cidadãos. O que publica é a versão (encomendada) de alguns poucos implicados nos crimes cometidos, promovidos a “testemunhas”, cuja colaboração o governo se prepara para recompensar criminosamente, usando o dinheiro dos nossos impostos.

Vítimas?! As vítimas continuam silenciadas, como sempre estiveram e não serão nunca, indemnizadas!

Quantas outras situações escabrosas são silenciadas, diariamente pela comunicação social?

Pode-se ter confiança neste tipo de jornalistas, que só publicam o que convém à conspiração, da forma como convém à conspiração, mesmo tendo consciência dos crimes que cometem? Não! Mas eu é que sou louco!

Sou louco, sim, mas nunca acusaria um qualquer inocente, mesmo que disso dependesse a minha vida; muito menos o faria, por vil opção de vida, como o faz a comunicação social portuguesa no âmbito do Processo Casa Pia... e não só. Acusar inocentes, prender inocentes, são crimes hediondos que, neste caso, têm sido cometidos conscientemente e premeditadamente pelos conspiradores e pelos jornalistas.
As notícias publicadas nos jornais, em forma de campanha, as mentiras repetidas vezes sem conta, têm um papel muito importante neste estado de coisas.
BASTA! TENHAM VERGONHA! DEVOLVAM-NOS A NOSSA DEMOCRACIA!”

E pronto! Nada mais a dizer, hoje, que me deu para a abstracção!

APELO!
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2004/11/04

As confissões do "Bibi" (Casa Pia)

Eu não vejo TVI. Mas ontem, quando mudava de canal, carreguei no botão errado e lá estavam eles, no meio dum bloco noticioso, a "inventar" acerca do Processo Casa Pia.

Quando será que esta gente pára para se ver ao espelho e descobrir que já não engana ninguém, a não ser os que "querem" ser enganados?
Quando será que alguém põe termo a esta bandalheira e nos permite termos orgulho de ser portugueses?
Até onde é que esta gente acha que pode ir, na infâmia que impõem, agora, a toda a nossa sociedade?
A propósito: comprei o livro do "Carlos Cruz".
Vale a pena.
Recomendo vivamente a todas as pessoas que têm um mínimo de pudor e de dignidade. Lá estão relatados factos relativos a alguns nomes que constam de "PARTILHANDO INFORMAÇÃO", publicado AQUI.
Mas o principal objectivo deste artigo é transcrever uma queixa apresentada à Ordem dos Advogados.
Obtive este documento, com toda a facilidade, porque os seus autores, não fizeram segredo.
Aqui fica a transcrição:

"Fulana, vem, como primeira subscritora e autora, juntamente com os restantes abaixo assinados, devidamente identificados, apresentar queixa contra:
JOSÉ MARIA MARTINS, advogado,

Patrono de Carlos Silvino, principal arguido do Processo da Casa Pia, pelos seguintes motivos:
1. O Dr. José Maria Martins tem vindo a praticar, no âmbito do referido processo, actos públicos que consubstanciam chantagem clara e tenebrosa sobre diversas figuras públicas, utilizando a posição que ocupa por via da sua profissão.
2. Assim foi que, chantageou publicamente Paulo Portas, Ministro da Defesa, dizendo, na comunicação social, que gostava que “Catherine Deneuve” fosse preso, aquando do início do Julgamento de Carlos Silvino, com o objectivo de obter impunidade do Tribunal da Relação; objectivo que foi inteiramente conseguido, ao contrário das expectativas gerais.
3. A denúncia deste acto de chantagem, e da conspiração em que se insere, foi feita pela autora desta queixa, à Procuradoria Geral da República, em documento que se anexa, mas, apesar disso, o Dr. José Maria Martins continua, cada vez com maior prepotência e descaramento, a sua actuação chantagista, praticando toda a espécie de atropelos, aos mais elementares principios de dignidade e cidadania, quanto mais às regras deontológicas da sua profissão.
4. É facto que o Dr. José Maria Martins aparece, frequentemente, na comunicação social, nomeadamente na Televisão, a deturpar os factos, denegrindo, gratuitamente, a imagem e honorabilidade doutros co-arguidos daquele processo e reforçando, continuamente, a chantagem sobre todas as outras figuras públicas e sobre o governo, mantendo o sequestro das instituições deste País, que a autora desta queixa já denunciava, em carta enviada a orgãos de comunicação social estrangeiros, como se pode comprovar no anexo 2 da denúncia feita à Procuradoria Geral da República.
5. È com esse objectivo (de manter a chantagem sobre as pessoas e o sequestro das instituições) que o Dr. José Maria Martins repete sempre, nas suas entrevistas, que existem outros nomes e outros implicados, (como é óbvio e toda a gente sabe); mas o Dr. José Maria Martins não quer dizer os nomes, não quer que se saibam, publicamente, os nomes (que toda a gente sabe), não quer denunciar nada nem ninguém, porque se quizesse já o teria feito; só quer manter este tipo de discurso, para poder chantagear as pessoas e os cargos titulares dos tais nomes, para garantir-se impunidade e não se sabe o que mais.
6. Esta actuação do Dr. José Maria Martins é coerente com os objectivos do Processo, denunciados, em boa hora, através de documento publicado na Internet, conhecido como “Blog – Muito Mentiroso”, cujo conteúdo é confirmado todos os dias, pelo desenrolar dos acontecimentos; documento esse que foi igualmente anexado à denúncia apresentada à procuradoria, pela autora desta queixa.
7. Nós, os subscritores desta queixa, sabemos que Carlos Cruz está inocente. Acreditamos que outras das pessoas implicadas, oficialmente, neste processo estão inocentes e por isso não podemos ficar de braços cruzados, ruminando a nossa indignação e revolta pela situação que se criou, enquanto que estes, como o Dr. José Maria Martins, prosseguem, impunemente, a sua campanha, mistificadora, de difamação e de calúnias.
8. Já que o Dr. José Maria Martins gosta tanto de fazer demagogia absurda e manipulação da opinião pública com o óbvio, convém dizer que tem sido também o óbvio, que ele sistematicamente silencia e deturpa, que levou a nossa indignação e revolta ao limite que nos impõe mais esta chamada de atenção dos titulares de cargos públicos para que cumpram a sua obrigação. É que o Dr. José Maria Martins, e a comunicação social, pretendem, agora, impor-nos o Carlos Silvino, como grande referência nacional, como a pessoa credível, que vai dizer toda a verdade, como a grande referência do País, como o salvador da nossa idoneidade, como sociedade; em suma: o salvador do País. Que não existem referências nem verdadeira (e idónea) liderança, entre os protagonistas da nossa sociedade, nós sabemos; sentimo-lo todos os dias. Mas que sejamos forçados a assistir a este degradante espectáculo, em que se transformou este processo, onde se promove gente desta a referências sociais e a pessoas credíveis, já ultrapassa todos os limites.
9. Saiba o Dr. José Maria Martins que o Carlos Silvino passou a ser conhecido, devida à denúncia dos seus crimes, que terá praticado, durante décadas, sobre crianças; denúncias feitas por crianças, agora jovens, que não se importam de o enfrentar, porque não têm crimes para esconder, são apenas vítimas, ao contrário dos outros promovidos a testemunhas, com cuja colaboração se transformou este processo num lamaçal que avilta toda a nossa sociedade.
10. Saiba o Dr. José Maria Martins que nem ele nem o seu constituinte têm nem nunca tiveram, nem nunca terão, a idoneidade e credebilidade que Carlos Cruz tem e terá, apesar de toda a campanha caluniosa e difamatória.
11. Nós sabemos que não teria sido possível a Justiça e a situação do País terem chegado ao descalabro a que chegaram, se uma classe tão importante para o funcionamento da justiça, como são os advogados e a sua ordem, tivessem cumprido, sempre e atempadamente, a sua obrigação. Achamos mesmo que se as nossas instituições cumprissem as suas obrigações para com a sociedade, não estaríamos a assistir a este degradante espectáculo, nem nos teríamos indignado a ponto de sermos obrigados a fazer esta queixa. Mas calados é que não podemos ficar, até porque temos sempre a esperança de que alguém com responsabilidades de assuma e a nossa situação possa começar a melhorar.
12. O pior é a nossa convicção de que a justiça, no nosso País, aproveita todos os pretextos, até os mais inverosímeis, para fundamentar as decisões mais escabrosas, quando existe premeditação; como tem havido em todo este caso e como tem acontecido sempre, neste caso, contra a fundamentação fornecida por todas as evidências. É isso que torna tão perigoso e tão grave o procedimento do Dr. José Maria Martins, aqui decrito, sumariamente.
Pelo exposto requere-se o competente procedimento disciplinar e punição do advogado.

Seguem-se 12 assinaturas.
Este documento foi entregue, na Ordem, juntamente com uns anexos, a que também tive acesso. Ficam para a próxima!
Este documento fica aqui para que se perceba o crédito que têm as "revelações" do "Bibi", mas também para ilustrar a cumplicidade, obscena, que se estabeleceu entre todas as nossas instituições.
Estamos mesmo perdidos!
Esta gente não percebe que estas ignomínias aviltam toda a sociedade e que este país fica um pouco pior (não se sabe por quanto tempo)?
Que infâmia, que revolta isto provoca numa grande parte da população! E para quê?
Para manter a impunidade dos mais pérfidos crimes, como foi o caso do indivíoduo referenciado como "grande traficante de droga", Franclim Lobo que, mal foi apanhado, logo foi posto em liberdade, com um argumento que, todavia ñão se aplicou no caso dos inocentes presos, neste processo (o da Casa Pia).
Aqueles que fingem se indignar com o "andamento" do processo da Casa Pia, deviam olhar bem para estes outros exemplos (já não é o primeiro) e ter vergonha na cara, porque isto é que é intolerável.
Mas não admira!
O esquema descrito em "Partilhando Informação II" exclui, automaticamente, a prisão ou punição de qualquer culpado de tráfico de droga, ou pederasta, porque conhecem todo o "esquema" e podem falar. Esses, enquanto isto durar, enquanto for assim, têm garantida toda a protecção e impunidade. Até quando, meu Deus!
A propósito quem é que paga a este advogado? Os outros culpados, para não serem descobertos?
Ouvi dizer que o Bibi está drogadíssimo, todos os dias, porque toma os "medicamentos" que o médico lhe dá e também outras drogas, fornecidas pela Judiciária, entre as quais o tal "soro da verdade" que é, segudno se diz, uma substância perigosíssima e não "garante" verdade nenhuma. A tal ponto que isso o pode matar, em poucos anos.
Ouvi dizer que a actuação do juiz Rui Teixeira se deveu ao facto de ele ter "o rabo preso", porque foi "cabeça rapada"! Ou será mesmo convicção daquela sua "filosofia"?
Um dos nossos grandes males é a impunidade garantida aos juizes, a qualquer juiz, em qualquer circunstância, mesmo quando estão envolvidos nos mais arrepiantes crimes.



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